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GUIA DE
APLICAÇÃO EM
FUNDOS DE
INVESTIMENTO
INTRODUÇÃO......................................................................................................03
O QUE SÃO E COMO FUNCIONAM OS FUNDOS DE INVESTIMENTO?.................05
QUAIS SÃO OS TIPOS DE FUNDOS?....................................................................07
QUAIS SÃO AS SUAS VANTAGENS?.....................................................................16
O QUE É NECESSÁRIO AVALIAR ANTES DE INVESTIR?.......................................19
QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS RISCOS?..................................................................23
COMO INVESTIR?.................................................................................................27
CONCLUSÃO........................................................................................................29
SOBRE A MAGNETIS...........................................................................................31
INTRODUÇÃO
4
Aplicar o seu dinheiro é uma boa forma de
aumentar seu rendimento e preservar seu futuro.
No entanto, muita gente fica em dúvida sobre a
melhor opção para direcionar seu capital.
INTRODUÇÃO
Neste e-book vamos tratar dos fundos de investimentos,
uma alternativa interessante para elevar sua rentabilidade
ao mesmo tempo em que se garante alta liquidez e ampla
possibilidade de diversificação.
Ao longo deste guia você verá que esses investimentos são
boas opções para quem não tem tempo de gerir os
recursos, mas quer fazer aplicações de alto valor agregado.
Assim, é possível investir com mais eficiência e ter a
expectativa de um lucro alto no futuro. É o que você deseja?
Então, confira o que vamos abordar neste guia:
»» o que são e como funcionam os fundos de investimento;
»» quais são os tipos de fundos;
»» quais são as suas vantagens;
»» o que é necessário avaliar antes de investir;
»» quais são os principais riscos;
»» como investir.
Vamos lá? Boa leitura!
O QUE SÃO E COMO FUNCIONAM OS FUNDOS DE INVESTIMENTO?
6
Isso significa que o gestor do fundo é o responsável por
administrar todas as cotas. É ele quem define como o dinheiro
dos investidores será aplicado e o percentual de participação
nas rendas fixa e variável.
É importante destacar que o gestor deve seguir uma estratégia
previamente traçada, denominada política de investimento.
Esse documento indica como a carteira de aplicações deverá
ser composta. Cabe ao responsável cumprir as recomendações
e acompanhar o desempenho dos ativos.
Na prática, isso significa que se você, por exemplo, é mais
conservador, pode escolher um fundo que preveja em sua
política a compra de uma porcentagem mais alta de títulos
de renda fixa. Compreendendo esses passos iniciais, é preciso
conhecer os tipos de fundos existentes, que podem ser de
curto ou longo prazos.
Essa aplicação é composta por diferentes tipos de
investimentos que permitem que a pessoa que está
investindo adquira uma cota. O retorno é calculado
conforme o percentual de participação e, em contrapartida,
é pago um valor para a administração do fundo.
O QUE SÃO E
COMO FUNCIONAM
OS FUNDOS DE
INVESTIMENTO?
QUAIS SÃO OS TIPOS DE FUNDOS?
8
A classificação dos fundos de investimentos varia conforme
as regras da Associação Brasileira das Entidades dos
Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) e também
segundo a tributação. Veja a seguir as duas principais
classificações e os tipos de fundo em cada uma delas:
QUAIS SÃO OS TIPOS
DE FUNDOS? ANBIMA
Essa catalogação surgiu em 2015. Aqui, os fundos são divididos
em 3 níveis: classes, categorias e subcategorias. O primeiro grau
é constituído de 4 tipos de aplicação:
»» renda fixa;
»» ações;
»» multimercados;
»» cambial.
9
QUAIS SÃO OS TIPOS DE FUNDOS?
No segundo nível estão as categorias e no terceiro nível as subcategorias. De acordo com a Anbima, a divisão fica assim:
AÇÕES
Indexado Índices
Ativo
Valor/crescimento			 Índice ativo
Dividendos				 Setoriais
Small caps				 Livre
Sustentabilidade/governança
Específicos
Fundo Mútuo de Privatização - Fundo de Garantia por Tempo
de Serviço (FMP-FGTS)
Fechados de ações
Monoações
Investimento no exterior Investimento no exterior
MULTIMERCADOS
Alocação Balanceados				 Dinâmicos
Estratégia
Macro					 Juros e moedas
Trading				 Livre
Long and short neutro			 Capital protegido
Long and short direcional		 Estratégia específica
Investimento no exterior Investimento exterior
CAMBIAL Cambial Cambial
Achou muito confuso? Veja uma explicação rápida sobre cada classe:
10
QUAIS SÃO OS TIPOS DE FUNDOS?
FUNDOS DE RENDA FIXA	
Nos fundos classificados como renda fixa, o risco está relacionado
basicamente à flutuação da taxa básica de juros (Selic). Pelo menos 80% do
capital deve ser aplicado em ativos de renda fixa, por exemplo, Certificado de
Depósito Bancário (CDB), Tesouro Direto e Letras de Crédito ao Agronegócio
(LCA) e Imobiliário (LCI).
As categorias desses fundos de investimento representam o tipo de gestão
adotada e o risco. Já as subcategorias assinalam a estratégia. Por exemplo:
ele será indexado se o gestor perseguir um índice de renda fixa, como é o
Certificado de Depósito Interbancário (CDI).
Já se for do tipo “ativo de baixa duração”, a rentabilidade buscada será
menor que a de “alta duração”. Se o primeiro for “soberano”, as aplicações
serão exclusivamente em títulos públicos, enquanto o “grau de investimento”
prevê que, pelo menos, 80% da carteira seja formada por papéis do governo
e o restante em privados de menor risco, como o CDB.
11
QUAIS SÃO OS TIPOS DE FUNDOS?
FUNDOS DE AÇÕES
A aposta dessa classe de fundos de
investimento é na renda variável.
Por isso, é exigido pelo menos 67% do
patrimônio em ações, valores mobiliários
relacionados a elas ou cotas de outros fundos
de ações.
Os fundos indexados dependem de um índice.
Já os ativos querem ultrapassar um indexador
ou podem não fazer referência a isso. O ideal é
consultar a política de investimentos.
Ainda existem os específicos, que são aqueles
em que o gestor aplica em ações de apenas
uma empresa.
FUNDOS MULTIMERCADOS
Essa opção traz mais liberdade para o gestor
aplicar o dinheiro e ter rentabilidade elevada.
Nesse caso, a política de investimentos
é ainda mais relevante, pois pode conter
diferentes classes de ativos.
Por exemplo: os fundos multimercados que
adotam a estratégia de alocação de ativos
(diversificação) podem optar pela modalidade
balanceada ou dinâmica.
No primeiro caso você sabe quais
aplicações fazem parte e qual é a política de
rebalanceamento. Já o segundo é quando o
gestor pode praticar uma alocação flexível e
que muda conforme a situação do mercado.
12
QUAIS SÃO OS TIPOS DE FUNDOS?
FUNDO CAMBIAL
A exigência, aqui, é a
manutenção de 80% ou mais
do patrimônio em ativos
relacionados à flutuação de
uma moeda estrangeira ou
à variação da taxa de juros
cupom cambial.
Os mais comuns são os que
seguem o dólar americano.
13
QUAIS SÃO OS TIPOS DE FUNDOS?
CLASSIFICAÇÃO BASEADA
NA TRIBUTAÇÃO
A cobrança de impostos leva a 3 principais
classificações dos fundos de investimentos:
FUNDO DE AÇÕES
O imposto cobrado é de 15% em cima do
rendimento, mas só incide no momento do
resgate.
FUNDOS DE CURTO PRAZO
Nesse caso é cobrado o Imposto de Renda de
22,5% nos saques antes de 180 dias e de 20%
depois desse período.
O pagamento ocorre em maio e novembro,
sempre no último dia útil. No resgate é feito o
recolhimento da diferença do tributo devido,
se a permanência for pequena.
14
QUAIS SÃO OS TIPOS DE FUNDOS?
FUNDOS DE LONGO PRAZO
A característica é uma carteira com títulos de prazo médio superior ou igual
a 365 dias. O Imposto de Renda é cobrado conforme o período de aplicação
sobre o rendimento, seguindo a tabela:
»» até 180 dias: alíquota de 22,5%;
»» de 181 a 360 dias: alíquota de 20%;
»» de 361 a 720 dias: alíquota de 17,5%;
»» acima de 720 dias: alíquota de 15%.
Ainda há a cobrança de 15% sobre o rendimento sempre no último dia útil de
maio e novembro (o chamado come-cotas). A diferença é paga no resgate se a
aplicação for menor que 720 dias.
A pergunta sobre todas essas questões técnicas é: quais são as vantagens dos
fundos de investimento? Vamos entender melhor.
Dê o primeiro passo
para diversificar seus
investimentos!
QUAIS SÃO AS SUAS VANTAGENS?
17
SIMPLICIDADE PARA INVESTIR
O investidor pode aplicar seus recursos sem precisar se
preocupar com o acompanhamento dos dados. O gestor já tem
essa responsabilidade e cabe ao aplicador de recursos apenas
selecionar o tipo de fundo mais adequado ao seu perfil.
DILUIÇÃO DE CUSTOS E RISCOS
O custo é reduzido porque é dividido entre todos os
participantes do fundo, o que faz com que os valores pagos
possa ser menores que outros tipos de investimento.
Mas, nos grande bancos, entretanto, vale ficar atento! Existem
fundos de investimento com taxas muitos elevadas, cobradas
simplesmente por causa do desconhecimento dos investidores,
que não sabem avaliar se aquele custo é justo ou não.
Sobre riscos, eles são diluídos por conta da diversificação.
Assim, se o gestor perde na renda variável, por exemplo,
consegue equilibrar com outras aplicações nessa categoria ou
na renda fixa.
Os fundos de investimento oferecem diferentes benefícios
aos investidores. Os principais são a diversificação e a
gestão profissional. Porém, outro ponto relevante é o
alinhamento de interesses do administrador e do investidor,
já que o primeiro recebe as taxas de administração e de
desempenho. Porém, as vantagens vão além. Veja:
QUAIS SÃO AS SUAS
VANTAGENS?
18
QUAIS SÃO AS SUAS VANTAGENS?
BAIXO VALOR
PARA COMEÇAR
O montante a ser investido
é a partir de R$ 100,
dependendo da instituição
financeira e do fundo. Assim,
o fundo de investimento
é uma aplicação que
tem as características da
diversificação, mas sem exigir
um alto valor de entrada.
Quer conquistar esses
benefícios? Então, veja o que
precisa analisar antes de
aplicar o seu capital em um
fundo de investimento.
O QUE É NECESSÁRIO AVALIAR ANTES DE INVESTIR?
20
O processo de investimento em um fundo
depende de algumas questões. Esses pontos são
importantes e devem ser considerados antes de
o recurso ser aplicado. Confira o que fazer:
O QUE É NECESSÁRIO
AVALIAR ANTES
DE INVESTIR?
FAÇA UM PLANEJAMENTO
O primeiro passo é se planejar financeiramente e economizar o
máximo possível. Defina um objetivo e compreenda se o fundo
de investimento é uma forma de alcançar o que deseja.
Por isso, vale a pena se perguntar: “quando precisarei usar os
recursos investidos?”. A partir dessa resposta, você pode definir
se o fundo será de curto ou longo prazo.
ESCOLHA O FUNDO COM CUIDADO
As aplicações financeiras são modos de atingir o seu objetivo.
Isso significa que é importante que a política de investimento
estabeleça diretrizes que vão ajudá-lo a chegar aonde quer.
Por exemplo: se seu objetivo é a aposentadoria, prefira um
fundo de longo prazo com potencial de rendimento mais alto.
Se o intuito é comprar uma casa em 3 anos, opte pelo curto
prazo. E por aí vai.
Mas se você não quer se preocupar em fazer essas
escolhas, pode contar com a ajuda de uma consultoria de
investimentos digital.
21
O QUE É NECESSÁRIO AVALIAR ANTES DE INVESTIR?
CONSIDERE OS CUSTOS
A taxa de administração pode prejudicar seu rendimento. O ideal é optar por
um fundo com índice baixo de cobrança, principalmente se ele for de curto
prazo. Fundos de renda fixa com taxa de administração acima de 1% ao ano
geralmente perdem para a poupança! Pense também sobre a tributação, pois
isso varia conforme o investimento.
ATENTE-SE AOS RISCOS
Essa questão pode ser analisada de diferentes formas. Uma delas é a
volatilidade, que é um indicador que apresenta as flutuações do rendimento.
Assim, quanto maior for esse índice, mais difícil é prever o lucro, o que faz com
que o risco seja mais alto.
ANALISE AS REGRAS PARA RESGATE
Essas diretrizes também variam conforme o fundo. Na modalidade DI, por
exemplo, o dinheiro entra na sua conta-corrente em 1 dia útil a partir da
solicitação de resgate. No entanto, há opções em que esse prazo é maior.
Portanto, vale a pena confirmar essa informação.
Invista como um
especialista (sem
precisar ser um!)
QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS RISCOS?
24
Os riscos são inerentes aos investimentos — e essa
afirmação também é válida para os fundos. O nível de risco
pode ser maior ou menor dependendo da política adotada
por cada fundo. Para entender, veja os principais perigos
aos quais está exposto ao optar por essa aplicação:
QUAIS SÃO OS
PRINCIPAIS RISCOS?
RISCO DE CRÉDITO
Essa é uma possibilidade em ativos de renda fixa e se refere
à chance de a instituição financeira que emitiu o título deixar
de honrar seus compromissos. A exceção é o Tesouro Direto,
porque o Governo Federal tem risco muito baixo.
RISCO DE MERCADO
Essa é uma situação que surge devido à diversificação dos
ativos. Assim, se o gestor opta pela renda variável, como
os fundos imobiliários, o fundo está sujeito às variações de
mercado, o que pode ocasionar a queda do valor das cotas.
RISCO DE LIQUIDEZ
Essa ameaça aparece pela impossibilidade de resgatar o valor
aplicado quando desejar.
Existem fundos com liquidez diária (cujos montantes podem
ser sacados a qualquer momento), enquanto outros têm entre
3 e 30 dias de carência para saques.
25
O QUE É NECESSÁRIO AVALIAR ANTES DE INVESTIR?
FALTA DE COBERTURA
DO FUNDO GARANTIDOR
DE CRÉDITOS (FGC)
Essa instituição assegura que os investidores
tenham protegidos os valores aplicados no
limite de R$ 250 mil por instituição e por
CPF. Essa segurança extra, porém, não está
presente para os fundos de investimentos.
Lembre-se de que, para diminuir os riscos,
você pode contar com uma consultoria
especializada, que fornecerá todas as
informações de que precisa.
Além disso, você mesmo pode — e deve
— buscar informações para ampliar o seu
conhecimento e ter mais segurança nas
operações realizadas.
Quer saber como
é investir com um
robô advisor?
COMO INVESTIR?
28
Essa pergunta pode ser respondida de maneira bastante
simples. O primeiro passo é escolher a instituição
financeira que intermediará as operações.
COMO INVESTIR?
Há diferentes opções disponíveis, como bancos, corretoras
e consultorias de investimento. Avalie a credibilidade da
corretora e se ela está autorizada pelo Banco Central (Bacen)
a operar. Considere, ainda, o valor das taxas cobradas, que
podem impactar negativamente o seu rendimento.
Por fim, você precisará preencher uma ficha cadastral. Esse
formulário exigirá a inserção de dados pessoais, como RG e
CPF e o processo pode ser mais ou menos burocrático.
Depois disso, seu cadastro será aprovado e você poderá fazer
as movimentações que preferir.
CONCLUSÃO
30
Os fundos de investimento são boas opções para os
investidores, especialmente para aqueles que não
têm tempo de fazer um acompanhamento diário do
retorno. Por serem geridos por profissionais e contarem
com a diversificação, esse tipo de aplicação é muito
vantajosa e permite diminuir custos e riscos.
CONCLUSÃO
Existem diferentes tipos de fundos, e possivelmente existe
algum que esteja alinhado ao seu perfil e interesses, que tenha
uma política que vai efetivamente ajudar a conquistar o que
deseja. Assim, é muito mais simples atingir seu objetivo.
Por fim, conte com uma consultoria especializada, como a
Magnetis, que poderá indicar o melhor caminho a seguir.
Gostou de compreender melhor como funcionam os fundos
de investimento? Aproveite o seu conhecimento e comece a
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tem acesso a todas suas aplicações em uma única tela e
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por meio de um robô Advisor próprio, em março de 2015. Sua
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  • 2. INTRODUÇÃO......................................................................................................03 O QUE SÃO E COMO FUNCIONAM OS FUNDOS DE INVESTIMENTO?.................05 QUAIS SÃO OS TIPOS DE FUNDOS?....................................................................07 QUAIS SÃO AS SUAS VANTAGENS?.....................................................................16 O QUE É NECESSÁRIO AVALIAR ANTES DE INVESTIR?.......................................19 QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS RISCOS?..................................................................23 COMO INVESTIR?.................................................................................................27 CONCLUSÃO........................................................................................................29 SOBRE A MAGNETIS...........................................................................................31
  • 4. 4 Aplicar o seu dinheiro é uma boa forma de aumentar seu rendimento e preservar seu futuro. No entanto, muita gente fica em dúvida sobre a melhor opção para direcionar seu capital. INTRODUÇÃO Neste e-book vamos tratar dos fundos de investimentos, uma alternativa interessante para elevar sua rentabilidade ao mesmo tempo em que se garante alta liquidez e ampla possibilidade de diversificação. Ao longo deste guia você verá que esses investimentos são boas opções para quem não tem tempo de gerir os recursos, mas quer fazer aplicações de alto valor agregado. Assim, é possível investir com mais eficiência e ter a expectativa de um lucro alto no futuro. É o que você deseja? Então, confira o que vamos abordar neste guia: »» o que são e como funcionam os fundos de investimento; »» quais são os tipos de fundos; »» quais são as suas vantagens; »» o que é necessário avaliar antes de investir; »» quais são os principais riscos; »» como investir. Vamos lá? Boa leitura!
  • 5. O QUE SÃO E COMO FUNCIONAM OS FUNDOS DE INVESTIMENTO?
  • 6. 6 Isso significa que o gestor do fundo é o responsável por administrar todas as cotas. É ele quem define como o dinheiro dos investidores será aplicado e o percentual de participação nas rendas fixa e variável. É importante destacar que o gestor deve seguir uma estratégia previamente traçada, denominada política de investimento. Esse documento indica como a carteira de aplicações deverá ser composta. Cabe ao responsável cumprir as recomendações e acompanhar o desempenho dos ativos. Na prática, isso significa que se você, por exemplo, é mais conservador, pode escolher um fundo que preveja em sua política a compra de uma porcentagem mais alta de títulos de renda fixa. Compreendendo esses passos iniciais, é preciso conhecer os tipos de fundos existentes, que podem ser de curto ou longo prazos. Essa aplicação é composta por diferentes tipos de investimentos que permitem que a pessoa que está investindo adquira uma cota. O retorno é calculado conforme o percentual de participação e, em contrapartida, é pago um valor para a administração do fundo. O QUE SÃO E COMO FUNCIONAM OS FUNDOS DE INVESTIMENTO?
  • 7. QUAIS SÃO OS TIPOS DE FUNDOS?
  • 8. 8 A classificação dos fundos de investimentos varia conforme as regras da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) e também segundo a tributação. Veja a seguir as duas principais classificações e os tipos de fundo em cada uma delas: QUAIS SÃO OS TIPOS DE FUNDOS? ANBIMA Essa catalogação surgiu em 2015. Aqui, os fundos são divididos em 3 níveis: classes, categorias e subcategorias. O primeiro grau é constituído de 4 tipos de aplicação: »» renda fixa; »» ações; »» multimercados; »» cambial.
  • 9. 9 QUAIS SÃO OS TIPOS DE FUNDOS? No segundo nível estão as categorias e no terceiro nível as subcategorias. De acordo com a Anbima, a divisão fica assim: AÇÕES Indexado Índices Ativo Valor/crescimento Índice ativo Dividendos Setoriais Small caps Livre Sustentabilidade/governança Específicos Fundo Mútuo de Privatização - Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FMP-FGTS) Fechados de ações Monoações Investimento no exterior Investimento no exterior MULTIMERCADOS Alocação Balanceados Dinâmicos Estratégia Macro Juros e moedas Trading Livre Long and short neutro Capital protegido Long and short direcional Estratégia específica Investimento no exterior Investimento exterior CAMBIAL Cambial Cambial Achou muito confuso? Veja uma explicação rápida sobre cada classe:
  • 10. 10 QUAIS SÃO OS TIPOS DE FUNDOS? FUNDOS DE RENDA FIXA Nos fundos classificados como renda fixa, o risco está relacionado basicamente à flutuação da taxa básica de juros (Selic). Pelo menos 80% do capital deve ser aplicado em ativos de renda fixa, por exemplo, Certificado de Depósito Bancário (CDB), Tesouro Direto e Letras de Crédito ao Agronegócio (LCA) e Imobiliário (LCI). As categorias desses fundos de investimento representam o tipo de gestão adotada e o risco. Já as subcategorias assinalam a estratégia. Por exemplo: ele será indexado se o gestor perseguir um índice de renda fixa, como é o Certificado de Depósito Interbancário (CDI). Já se for do tipo “ativo de baixa duração”, a rentabilidade buscada será menor que a de “alta duração”. Se o primeiro for “soberano”, as aplicações serão exclusivamente em títulos públicos, enquanto o “grau de investimento” prevê que, pelo menos, 80% da carteira seja formada por papéis do governo e o restante em privados de menor risco, como o CDB.
  • 11. 11 QUAIS SÃO OS TIPOS DE FUNDOS? FUNDOS DE AÇÕES A aposta dessa classe de fundos de investimento é na renda variável. Por isso, é exigido pelo menos 67% do patrimônio em ações, valores mobiliários relacionados a elas ou cotas de outros fundos de ações. Os fundos indexados dependem de um índice. Já os ativos querem ultrapassar um indexador ou podem não fazer referência a isso. O ideal é consultar a política de investimentos. Ainda existem os específicos, que são aqueles em que o gestor aplica em ações de apenas uma empresa. FUNDOS MULTIMERCADOS Essa opção traz mais liberdade para o gestor aplicar o dinheiro e ter rentabilidade elevada. Nesse caso, a política de investimentos é ainda mais relevante, pois pode conter diferentes classes de ativos. Por exemplo: os fundos multimercados que adotam a estratégia de alocação de ativos (diversificação) podem optar pela modalidade balanceada ou dinâmica. No primeiro caso você sabe quais aplicações fazem parte e qual é a política de rebalanceamento. Já o segundo é quando o gestor pode praticar uma alocação flexível e que muda conforme a situação do mercado.
  • 12. 12 QUAIS SÃO OS TIPOS DE FUNDOS? FUNDO CAMBIAL A exigência, aqui, é a manutenção de 80% ou mais do patrimônio em ativos relacionados à flutuação de uma moeda estrangeira ou à variação da taxa de juros cupom cambial. Os mais comuns são os que seguem o dólar americano.
  • 13. 13 QUAIS SÃO OS TIPOS DE FUNDOS? CLASSIFICAÇÃO BASEADA NA TRIBUTAÇÃO A cobrança de impostos leva a 3 principais classificações dos fundos de investimentos: FUNDO DE AÇÕES O imposto cobrado é de 15% em cima do rendimento, mas só incide no momento do resgate. FUNDOS DE CURTO PRAZO Nesse caso é cobrado o Imposto de Renda de 22,5% nos saques antes de 180 dias e de 20% depois desse período. O pagamento ocorre em maio e novembro, sempre no último dia útil. No resgate é feito o recolhimento da diferença do tributo devido, se a permanência for pequena.
  • 14. 14 QUAIS SÃO OS TIPOS DE FUNDOS? FUNDOS DE LONGO PRAZO A característica é uma carteira com títulos de prazo médio superior ou igual a 365 dias. O Imposto de Renda é cobrado conforme o período de aplicação sobre o rendimento, seguindo a tabela: »» até 180 dias: alíquota de 22,5%; »» de 181 a 360 dias: alíquota de 20%; »» de 361 a 720 dias: alíquota de 17,5%; »» acima de 720 dias: alíquota de 15%. Ainda há a cobrança de 15% sobre o rendimento sempre no último dia útil de maio e novembro (o chamado come-cotas). A diferença é paga no resgate se a aplicação for menor que 720 dias. A pergunta sobre todas essas questões técnicas é: quais são as vantagens dos fundos de investimento? Vamos entender melhor.
  • 15. Dê o primeiro passo para diversificar seus investimentos!
  • 16. QUAIS SÃO AS SUAS VANTAGENS?
  • 17. 17 SIMPLICIDADE PARA INVESTIR O investidor pode aplicar seus recursos sem precisar se preocupar com o acompanhamento dos dados. O gestor já tem essa responsabilidade e cabe ao aplicador de recursos apenas selecionar o tipo de fundo mais adequado ao seu perfil. DILUIÇÃO DE CUSTOS E RISCOS O custo é reduzido porque é dividido entre todos os participantes do fundo, o que faz com que os valores pagos possa ser menores que outros tipos de investimento. Mas, nos grande bancos, entretanto, vale ficar atento! Existem fundos de investimento com taxas muitos elevadas, cobradas simplesmente por causa do desconhecimento dos investidores, que não sabem avaliar se aquele custo é justo ou não. Sobre riscos, eles são diluídos por conta da diversificação. Assim, se o gestor perde na renda variável, por exemplo, consegue equilibrar com outras aplicações nessa categoria ou na renda fixa. Os fundos de investimento oferecem diferentes benefícios aos investidores. Os principais são a diversificação e a gestão profissional. Porém, outro ponto relevante é o alinhamento de interesses do administrador e do investidor, já que o primeiro recebe as taxas de administração e de desempenho. Porém, as vantagens vão além. Veja: QUAIS SÃO AS SUAS VANTAGENS?
  • 18. 18 QUAIS SÃO AS SUAS VANTAGENS? BAIXO VALOR PARA COMEÇAR O montante a ser investido é a partir de R$ 100, dependendo da instituição financeira e do fundo. Assim, o fundo de investimento é uma aplicação que tem as características da diversificação, mas sem exigir um alto valor de entrada. Quer conquistar esses benefícios? Então, veja o que precisa analisar antes de aplicar o seu capital em um fundo de investimento.
  • 19. O QUE É NECESSÁRIO AVALIAR ANTES DE INVESTIR?
  • 20. 20 O processo de investimento em um fundo depende de algumas questões. Esses pontos são importantes e devem ser considerados antes de o recurso ser aplicado. Confira o que fazer: O QUE É NECESSÁRIO AVALIAR ANTES DE INVESTIR? FAÇA UM PLANEJAMENTO O primeiro passo é se planejar financeiramente e economizar o máximo possível. Defina um objetivo e compreenda se o fundo de investimento é uma forma de alcançar o que deseja. Por isso, vale a pena se perguntar: “quando precisarei usar os recursos investidos?”. A partir dessa resposta, você pode definir se o fundo será de curto ou longo prazo. ESCOLHA O FUNDO COM CUIDADO As aplicações financeiras são modos de atingir o seu objetivo. Isso significa que é importante que a política de investimento estabeleça diretrizes que vão ajudá-lo a chegar aonde quer. Por exemplo: se seu objetivo é a aposentadoria, prefira um fundo de longo prazo com potencial de rendimento mais alto. Se o intuito é comprar uma casa em 3 anos, opte pelo curto prazo. E por aí vai. Mas se você não quer se preocupar em fazer essas escolhas, pode contar com a ajuda de uma consultoria de investimentos digital.
  • 21. 21 O QUE É NECESSÁRIO AVALIAR ANTES DE INVESTIR? CONSIDERE OS CUSTOS A taxa de administração pode prejudicar seu rendimento. O ideal é optar por um fundo com índice baixo de cobrança, principalmente se ele for de curto prazo. Fundos de renda fixa com taxa de administração acima de 1% ao ano geralmente perdem para a poupança! Pense também sobre a tributação, pois isso varia conforme o investimento. ATENTE-SE AOS RISCOS Essa questão pode ser analisada de diferentes formas. Uma delas é a volatilidade, que é um indicador que apresenta as flutuações do rendimento. Assim, quanto maior for esse índice, mais difícil é prever o lucro, o que faz com que o risco seja mais alto. ANALISE AS REGRAS PARA RESGATE Essas diretrizes também variam conforme o fundo. Na modalidade DI, por exemplo, o dinheiro entra na sua conta-corrente em 1 dia útil a partir da solicitação de resgate. No entanto, há opções em que esse prazo é maior. Portanto, vale a pena confirmar essa informação.
  • 22. Invista como um especialista (sem precisar ser um!)
  • 23. QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS RISCOS?
  • 24. 24 Os riscos são inerentes aos investimentos — e essa afirmação também é válida para os fundos. O nível de risco pode ser maior ou menor dependendo da política adotada por cada fundo. Para entender, veja os principais perigos aos quais está exposto ao optar por essa aplicação: QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS RISCOS? RISCO DE CRÉDITO Essa é uma possibilidade em ativos de renda fixa e se refere à chance de a instituição financeira que emitiu o título deixar de honrar seus compromissos. A exceção é o Tesouro Direto, porque o Governo Federal tem risco muito baixo. RISCO DE MERCADO Essa é uma situação que surge devido à diversificação dos ativos. Assim, se o gestor opta pela renda variável, como os fundos imobiliários, o fundo está sujeito às variações de mercado, o que pode ocasionar a queda do valor das cotas. RISCO DE LIQUIDEZ Essa ameaça aparece pela impossibilidade de resgatar o valor aplicado quando desejar. Existem fundos com liquidez diária (cujos montantes podem ser sacados a qualquer momento), enquanto outros têm entre 3 e 30 dias de carência para saques.
  • 25. 25 O QUE É NECESSÁRIO AVALIAR ANTES DE INVESTIR? FALTA DE COBERTURA DO FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITOS (FGC) Essa instituição assegura que os investidores tenham protegidos os valores aplicados no limite de R$ 250 mil por instituição e por CPF. Essa segurança extra, porém, não está presente para os fundos de investimentos. Lembre-se de que, para diminuir os riscos, você pode contar com uma consultoria especializada, que fornecerá todas as informações de que precisa. Além disso, você mesmo pode — e deve — buscar informações para ampliar o seu conhecimento e ter mais segurança nas operações realizadas.
  • 26. Quer saber como é investir com um robô advisor?
  • 28. 28 Essa pergunta pode ser respondida de maneira bastante simples. O primeiro passo é escolher a instituição financeira que intermediará as operações. COMO INVESTIR? Há diferentes opções disponíveis, como bancos, corretoras e consultorias de investimento. Avalie a credibilidade da corretora e se ela está autorizada pelo Banco Central (Bacen) a operar. Considere, ainda, o valor das taxas cobradas, que podem impactar negativamente o seu rendimento. Por fim, você precisará preencher uma ficha cadastral. Esse formulário exigirá a inserção de dados pessoais, como RG e CPF e o processo pode ser mais ou menos burocrático. Depois disso, seu cadastro será aprovado e você poderá fazer as movimentações que preferir.
  • 30. 30 Os fundos de investimento são boas opções para os investidores, especialmente para aqueles que não têm tempo de fazer um acompanhamento diário do retorno. Por serem geridos por profissionais e contarem com a diversificação, esse tipo de aplicação é muito vantajosa e permite diminuir custos e riscos. CONCLUSÃO Existem diferentes tipos de fundos, e possivelmente existe algum que esteja alinhado ao seu perfil e interesses, que tenha uma política que vai efetivamente ajudar a conquistar o que deseja. Assim, é muito mais simples atingir seu objetivo. Por fim, conte com uma consultoria especializada, como a Magnetis, que poderá indicar o melhor caminho a seguir. Gostou de compreender melhor como funcionam os fundos de investimento? Aproveite o seu conhecimento e comece a aplicar seu capital agora mesmo!
  • 31. A Magnetis é uma consultoria de investimentos que usa algoritmos para entender o perfil de cada cliente, encontrar os melhores investimentos para cada um e acompanhar sua performance no dia a dia. Com essa solução, conhecida como robô advisor, o investidor tem acesso a todas suas aplicações em uma única tela e investe com transparência e simplicidade. A Magnetis é pioneira entre as fintechs da área de investimentos. Lançou o modelo de consultoria automatizada, por meio de um robô Advisor próprio, em março de 2015. Sua plataforma é integrada com a Easynvest, corretora na qual o cliente abre uma conta para começar a investir. Mais de 30 mil pessoas já utilizaram a solução da Magnetis para encontrar planos de investimento de alta qualidade, segurança e diversificação. Acesse nosso site e saiba mais!