Tecnologias Digitais na Licenciatura

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Aula acerca do uso das tecnologias digitais na Educação

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  • Se todos chegamos aonde estamos graças às boas e velhas cartilhas do Ivo viu a uva, por que precisamos agora dos computadores?
  • O computador deve ser utilizado, não como máquina para ensinar, mas como ferramenta pedagógica para criar um ambiente interativo, que proporcione ao aprendiz, diante de uma situação problema, investigar, levantar hipóteses, testá-las, e refinar suas idéias iniciais, construindo, assim, seu próprio conhecimento
  • Tecnologias Digitais na Licenciatura

    1. 1. TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO
    2. 2. MOTIVAÇÃO <ul><li>Objetivos : </li></ul><ul><ul><li>estabelecer relações entre a complexidade da sociedade contemporânea, a educação e as tecnologias da informação e comunicação (TICs)  TECNOLOGIAS DIGITAIS </li></ul></ul><ul><ul><li>estimular atitudes favoráveis diante do uso de tecnologias na educação como elementos estruturantes de diferentes possibilidade de práticas educativas e de formação dos cidadãos no mundo contemporâneo. </li></ul></ul>
    3. 3. Inclusão Digital e a Educação
    4. 4. PROBLEMATIZAÇÃO <ul><li>Você se considera um incluído digital? Por quê? </li></ul><ul><li>Ter computador é suficiente para a inclusão digital? </li></ul>
    5. 5. A Sociedade da Informação <ul><li>Uma nova era em que a informação flui a velocidades e em quantidades há apenas poucos anos inimagináveis, assumindo valores sociais e econômicos fundamentais. </li></ul><ul><ul><li>Como essa revolução vem acontecendo? </li></ul></ul><ul><ul><li>Que conseqüências tem trazido para as pessoas, as organizações e o conjunto da sociedade? </li></ul></ul>
    6. 6. A Sociedade da Informação <ul><li>Conjunto de impactos e conseqüências sociais das novas tecnologias da informação e da comunicação; </li></ul><ul><li>Embora em todas as sociedades a informação é relevante, entretanto a informação por si mesma não tem valor algum, sua relevância depende de sua inserção num sistema de produção de conhecimento ( knowledge society ). </li></ul>
    7. 7. O Contexto Social da Transformação Tecnológica <ul><li>As descobertas das novas tecnologias da informação na década de 1970 concentraram-se principalmente nos Estados Unidos; </li></ul><ul><li>Baseando-se nos progressos alcançados nas duas décadas anteriores e sob a influência de vários fatores institucionais, econômicos e culturais, mas não se originam de qualquer necessidade preestabelecida, sendo mais resultado de indução tecnológica que de determinação social. </li></ul>
    8. 8. O Contexto Social da Transformação Tecnológica <ul><li>Na década de 1980, o capitalismo (especificamente as principais empresas e governos dos países do G-7) passou por um processo substancial de reestruturação organizacional e econômica no qual a nova tecnologia da informação exerceu um papel fundamental e foi decisivamente moldada pelo papel que desempenhou; </li></ul><ul><li>E a utilização dessas tecnologias na década de 1980 condicionou, em grande parte, seus usos e trajetórias na década de 1990; </li></ul>
    9. 9. A Era da Informação <ul><li>O ingresso da humanidade na Era da Informação é um fato, mas ainda apenas para uma pequena parcela da população. As novas tecnologias, em particular a Internet, vieram para ficar e já começaram a alterar o comportamento da sociedade – como um dia fizeram o telefone, o rádio e a TV. </li></ul><ul><ul><li>Há 100 anos, ninguém imaginava que o desenvolvimento tecnológico nos daria a alcunha de Sociedade da Informação. Agora temos uma infinidade de soluções digitais cada dia mais surpreendentes e avançadas, entretanto devemos estar atentos para não nos iludirmos confundindo progresso com pirotecnia. Se esse conhecimento acumulado não for compartilhado pela sociedade como um todo, corremos o risco de ratificarmos o abismo que separa os ricos dos pobres (BAGGIO, 2000). </li></ul></ul>
    10. 10. Paradigma da Tecnologia da Informação <ul><li>Tecnologias para agir sobre a informação; </li></ul><ul><li>Penetrabilidade dos efeitos das novas tecnologias; </li></ul><ul><li>Lógica de redes; </li></ul><ul><li>Flexibilidade; </li></ul><ul><li>Convergência de tecnologias específicas para um sistema altamente integrado. </li></ul>
    11. 11. O Ciberespaço <ul><li>Lévy (2000) define ciberespaço como sendo o meio de comunicação aberto pela interconexão mundial dos computadores. </li></ul><ul><li>O crescimento deste meio de comunicação diz respeito tanto ao número de computadores e aos servidores conectados quanto à diversidade qualitativa e à quantidade de grupos humanos e de informações acessíveis. </li></ul><ul><li>A utilização do ciberespaço deve ser dialógica e interativa com papel emancipador. </li></ul>
    12. 12. As Organizações em Rede <ul><li>O conceito de rede transformou-se, nas últimas duas décadas, em uma alternativa prática de organização, possibilitando processos capazes de responder às demandas de flexibilidade, conectividade e descentralização das esferas contemporâneas de atuação e articulação social. </li></ul><ul><li>A palavra “rede” é bem antiga, tendo sua origem na palavra latina retis, significando entrelaçamento de fios com aberturas regulares que formam uma espécie de tecido. A partir da noção de entrelaçamento, malha e estrutura reticulada, a palavra rede foi ganhando novos significados ao longo dos tempos, passando a ser empregada em diferentes situações. </li></ul>
    13. 13. A Educação na Sociedade da Informação <ul><li>É essencial identificar o papel que essas novas tecnologias podem desempenhar no processo de desenvolvimento educacional e resolver como utilizá-las de forma a facilitar uma efetiva aceleração do processo em direção à educação para todos, ao longo da vida, com qualidade e garantia de diversidade. </li></ul>
    14. 14. <ul><li>a Sociedade da Informação, por assim dizer, sinaliza para o ato de educar como forma de evitar maior exclusão social, uma vez que a inclusão nesta sociedade de consumo se traduz pela manifestação livre dos desejos e das necessidades humanas satisfeitos pelo acesso aos bens e aos serviços produzidos. Educar para a inclusão social na economia digital requer principalmente: </li></ul><ul><ul><li>preparar os indivíduos para melhor se adaptarem às condições globalizadas de mercado, a partir da eficiência operacional e da qualificação múltipla; </li></ul></ul><ul><ul><li>ensinar como operar com os meios tecnológicos de produção e comunicação, discernindo criticamente a relação entre minimizar custos para maximizar o lucro; </li></ul></ul>
    15. 15. <ul><ul><li>observar cuidadosamente os princípios da desterritorialização e do trans-nacionalismo global, criando recursos de promoção da identidade local enquanto referência para o desenvolvimento cultural humano na modernidade; </li></ul></ul><ul><ul><li>descaracterizar as telecomunicações e a informática como os grandes e únicos agentes propulsores da inclusão econômica e social na sociedade da informação. </li></ul></ul>
    16. 16. Exclusão X Inclusão Digital
    17. 17. <ul><li>Nas sociedades modernas, as categorias “conectados” e “desconectados” referem-se à desigual distribuição de acesso aos mais diversos meios de comunicação – livros, jornais, rádio, telefone, televisão e Internet. Embora focalize o acesso à Internet e seu uso, a exclusão digital não pode ser dissociada do acesso a outras tecnologias da comunicação com as quais tem várias complementaridades e, até mesmo, tendências à convergência. </li></ul>
    18. 18. <ul><li>A exclusão digital possui forte correlação com outras formas de desigualdade social e, em geral, as taxas mais altas desta exclusão encontram-se nos setores de mais baixa renda. A desigualdade social no campo das comunicações, na sociedade moderna de consumo de massa, não se expressa somente no acesso ao bem material – rádio, telefone, televisão, Internet -, mas também na capacidade do usuário de retirar, a partir de sua capacitação intelectual ou profissional, o máximo proveito das potencialidades oferecidas por cada instrumento de comunicação e informação. </li></ul>
    19. 19. <ul><li>A exclusão digital depende de cinco fatores que determinam a maior ou menor universalização das TIC. São eles: </li></ul><ul><ul><li>existência de infra-estruturas físicas de transmissão; </li></ul></ul><ul><ul><li>disponibilidade de equipamento / conexão de acesso (computador, modem, linha de acesso); </li></ul></ul><ul><ul><li>treinamento para uso dos instrumentos do computador e Internet; </li></ul></ul><ul><ul><li>capacitação intelectual e inserção social do usuário, produto da profissão, do nível educacional e intelectual e de sua rede social, que determina o aproveitamento efetivo da informação e das necessidades de comunicação pela Internet; </li></ul></ul><ul><ul><li>produção e uso de conteúdos específicos adequados às necessidades dos diversos segmentos da população. </li></ul></ul>
    20. 20. <ul><li>A inclusão digital é uma necessidade que se caracteriza a partir do fato de que a maior parte da sociedade ocupa um universo de inacessibilidade aos benefícios tecnológicos difundidos na sociedade da informação. A necessidade, por sua vez, é uma condição primordial no ser humano e, portanto, sempre existirá enquanto estrutura que impulsiona a sociedade para o futuro. </li></ul>
    21. 21. A democratização do acesso à Internet <ul><li>A distância hoje não é principalmente a geográfica, mas a econômica (ricos e pobres), a cultural (acesso efetivo pela educação continuada), a ideológica (diferentes formas de pensar e sentir) e a tecnológica (acesso e domínio ou não das tecnologias de comunicação). Uma das expressões claras de democratização digital se manifesta na possibilidade de acesso à Internet e em dominar o instrumental teórico para explorar todas as suas potencialidades. </li></ul>
    22. 22. A democratização do acesso à Internet <ul><li>Os excluídos do mundo digital perdem mais que informação; têm a cidadania limitada. A Internet facilitou o acesso a órgãos públicos, a sites sobre direitos e deveres, a serviços como declaração de imposto de renda e requisição de aposentadoria. Quem não tem como se conectar à rede enfrenta dificuldades como descolamento e filas do INSS. </li></ul><ul><li>No país dos 54 milhões de analfabetos totais e funcionais, a sociedade civil se organiza para diminuir a exclusão social. Enquanto a taxa de cidadãos que não sabem ler nem escrever é de 11,9%, organizações não-governamentais trabalham para inserir no mundo digital aqueles que conseguiram escapar desta estatística, porém não têm acesso à tecnologia. </li></ul>
    23. 23. Noções de Internet
    24. 24. O que é Internet ? <ul><li>Conhecendo a maior rede do mundo... A Internet, também conhecida como a maior rede de computadores do mundo, permite trocar informações dos mais variados assuntos, enviar mensagens, conversar com milhões de pessoas ou apenas ler as informações de qualquer parte do planeta. </li></ul>
    25. 25. História da Internet <ul><li>A Internet nasceu em 1969, nos Estados Unidos. Interligava originalmente laboratórios de pesquisa e se chamava ARPAnet(ARPA: Advanced Research Projects Agency ) – Departamento de Defesa (Guerra Fria); </li></ul><ul><li>Princípios: é uma rede que todos os pontos se equivalem e não há um comando central. Assim, se B deixe de funcionar, A e C continuam a poder se comunicar. </li></ul><ul><li>Termo “Internet” – quando passou a ser utilizada para conectar universidades e laboratórios. </li></ul>
    26. 26. História da Internet <ul><li>Por isso que não há um único lugar que &quot;governa&quot; a Internet. Hoje ela é um conjunto de mais de 40 mil redes no mundo. O que essas redes tem em comum é o protocolo TCP/IP (Transmission Control Protocol/Internet Protocol), que permite que elas se comuniquem umas com as outras. Esse protocolo é a língua comum dos computadores que integram a Internet. </li></ul><ul><li>Durante cerca de duas décadas, a Internet ficou restrita ao ambiente acadêmico e científico. Em 87, pela primeira vez, foi liberado seu uso comercial nos EUA. </li></ul><ul><li>Com o surgimento da World Wide Web, esse meio foi enriquecido. O conteúdo da rede ficou mais atraente com a possibilidade de incorporar imagens e sons. Um novo sistema de localização de arquivos criou um ambiente em que cada informação tem um endereço único e pode ser encontrada por qualquer usuário da rede. </li></ul>
    27. 27. História da Internet no Brasil <ul><li>A história da Internet no Brasil começou bem mais tarde, só em 1991 com a RNP (Rede Nacional de Pesquisa), uma operação acadêmica subordinada ao MCT (Ministério de Ciência e Tecnologia). </li></ul><ul><li>Somente em 1995 é que foi possível, pela iniciativa do Ministério das Telecomunicações e Ministério da Ciência e Tecnologia, a abertura ao setor privado da Internet para exploração comercial da população brasileira. </li></ul><ul><li>A RNP fica responsável pela infra-estrutura básica de interconexão e informação em nível nacional, tendo controle do backbone (Coluna dorsal de uma rede, backbone representa a via principal de informações transferidas por uma rede, neste caso, a Internet). </li></ul>
    28. 28. Enfim, o que é Internet ? <ul><li>Em síntese, a Internet é um conjunto de redes de computadores interligadas que tem em comum um conjunto de protocolos e serviços, de uma forma que os usuários conectados possam usufruir de serviços de informação e comunicação de alcance mundial. </li></ul>
    29. 29. Uso da internet na Educação <ul><li>Ganhamos informação ilimitada e interatividade!! </li></ul>E ganhamos junto também alguns problemas!
    30. 30. Rede de Computadores (Estrutura) <ul><li>Para o funcionamento adequado da Internet, como uma grande rede de computadores, é necessária a seguinte estrutura: </li></ul><ul><ul><li>Servidores (WEB, DB, DNS, PROXY, FIREWALL) </li></ul></ul><ul><ul><li>Provedores (Backbones, Acesso, Conteúdo) </li></ul></ul><ul><ul><li>Roteadores </li></ul></ul><ul><ul><li>Concentradores (Hub / Switches) </li></ul></ul><ul><ul><li>Meio Físico (Cabeamento / Link) </li></ul></ul><ul><ul><li>Computadores Clientes </li></ul></ul>
    31. 31. O que é necessário para se conectar à Internet ? <ul><li>Em uma instalação convencional, é necessário que seu computador tenha uma placa de modem (ou fax modem), responsável por converter as informações para que possam ser enviadas pela linha telefônica, que deverá estar conectada ao computador. Será necessário também que você se cadastre à um provedor de acesso, responsável por gerenciar o acesso às informações da Internet. </li></ul><ul><li>Precisará ainda de um programa para “navegar”, também conhecido como “navegador” ou “browser”. Além dessa forma convencional, é possível acessar a Internet usando o acesso de alta velocidade ( banda larga ). Os tipos mais conhecidos de Internet em alta velocidade são via serviço de companhia telefônica , operadora de TV a Cabo ou Via Satélite (por exemplo, rede GESAC). </li></ul>
    32. 32. Protocolos de Comunicação <ul><li>Transmission Control Protocol / Internet Protocol (TCP/IP): É o protocolo de comunicação de dados inter-redes, originalmente proposta para a Advanced Research Products Agency (ARPA). É o padrão utilizado para a comunicação entre computadores. </li></ul><ul><li>200.202.30.45 </li></ul><ul><li>Hyper Text Transfer Protocol (HTTP): Permite que os autores de hipertextos incluam comandos que permitem saltos para recursos e outros documentos disponíveis em sistemas remotos,de forma transparente para o usuário. </li></ul><ul><li>http://www.ffassis.edu.br </li></ul>
    33. 33. Alguns serviços disponíveis na Internet <ul><li>WEB (www) – Páginas com os mais variados assuntos </li></ul><ul><li>CORREIO ELETRÔNICO - Comunicação entre pessoas através de mensagens escritas (@) </li></ul><ul><li>FTP – Transferência de informações de um computador para outro . Upload e Download </li></ul><ul><li>WAP – Disponibilização de recursos da Internet via telefonia celular </li></ul><ul><li>CONVERSAS ON-LINE - Troca de informações simultâneas </li></ul>
    34. 34. Formato de um domínio <ul><li>Na Internet cada página tem um endereço próprio. Esses endereços são chamados de domínios. Como exemplo, utilizamos o endereço abaixo, descrevendo-o detalhadamente. </li></ul><ul><li>http://www.google.com.br </li></ul><ul><li>http:// - sigla que indica um protocolo de transmissão na www </li></ul><ul><li>www - indica que estamos na Web </li></ul><ul><li>google - nome do site </li></ul><ul><li>com - tipo do site (com – comercial, gov – governamental, etc) </li></ul><ul><li>br – país de origem do site (br – Brasil, ar – Argentina, ru – Rússia, etc) </li></ul>
    35. 35. Acessando uma página da Web <ul><li>Assim como você usa um aplicativo para fazer textos, outro para fazer planilha, etc, é necessário usar um programa para acessar as páginas da Web (navegador ou browser). </li></ul><ul><li>Navegador ou Browser – programa para acessar páginas na Web </li></ul><ul><li>Citamos como exemplo de navegadores o Internet Explorer e o Mozilla </li></ul>
    36. 36. Pesquisando o endereço de uma página na Web <ul><li>Os Catálogos de endereços tem o objetivo semelhante à uma lista telefônica: procurar endereços. </li></ul><ul><li>Endereços de sites que você poderá usar na pesquisa : </li></ul><ul><ul><li>www.google.com.br </li></ul></ul><ul><ul><li>http://www.cade.com.br/ </li></ul></ul><ul><ul><li>http://www.yahoo.com.br/ </li></ul></ul><ul><ul><li>www.altavista.com </li></ul></ul>
    37. 37. Possibilidades.... <ul><li>A escola pode utilizar a internet como mais um recurso no processo de ensino-aprendizagem. Alguns dos principais ganhos pedagógicos possíveis com a internet são: </li></ul><ul><li>Acessibilidade a fontes inesgotáveis de assuntos para pesquisas. </li></ul><ul><li>Comunicação e interação com outras escolas. </li></ul><ul><li>Estímulo para pesquisar a partir de temas previamente definidos </li></ul><ul><li>ou a partir da curiosidade dos próprios alunos. </li></ul><ul><li>Desenvolvimento de uma nova forma de comunicação e socialização. </li></ul><ul><li>Estímulo à escrita e à leitura. </li></ul><ul><li>Estímulo à curiosidade. </li></ul><ul><li>Estímulo ao raciocínio lógico. </li></ul><ul><li>Desenvolvimento da autonomia e Possibilidade do aprendizado individualizado. </li></ul><ul><li>Troca de experiências entre professores/professores, aluno/ aluno e professor/aluno. </li></ul>
    38. 38. Problemas... <ul><li>A escola precisa estar preparada não só para utilizar o que a internet traz de positivo, mas também para lidar com seus aspectos negativos, como: </li></ul><ul><li>Muitas informações sem fidedignidade. </li></ul><ul><li>Facilidade no acesso a sítios inadequados para o público infanto-juvenil. </li></ul><ul><li>Confusão entre informação e conhecimento. O conhecimento não se passa, mas cria-se e constrói-se. </li></ul><ul><li>Resistência às mudanças. Alguns alunos e professores não aceitam facilmente a mudança na forma de ensinar e aprender. </li></ul><ul><li>Facilidade de dispersão. Muitos alunos perdem-se no emaranhado </li></ul><ul><li>de possibilidades de navegação e não procuram o que deveriam. </li></ul><ul><li>Impaciência. A impaciência de muitos alunos os faz mudar de um endereço para outro, aprofundando pouco as possibilidades de cada página. </li></ul>
    39. 39. Educação e asTecnologias Digitais
    40. 40. <ul><li>“ Conhecimento é Poder e o Computador pode atuar como um extensor desse poder.” </li></ul>Conceitos Introdutórios
    41. 41. Binômio Informação x Comunicação Conceitos Introdutórios Informação Comunicação Sociedade Moderna Poder
    42. 42. <ul><li>O domínio da informação </li></ul><ul><li>requer pensamento crítico </li></ul>Capacidade de avaliar a qualidade das informações obtidas Domínio da Informação x Pensamento Crítico Conceitos Introdutórios
    43. 43. O que é? Educação e as Tecnologias Digitais
    44. 44. <ul><li>O que é? </li></ul><ul><li>é uma ampla e abrangente abordagem sobre: </li></ul><ul><li>APRENDIZAGEM </li></ul><ul><li>FILOSOFIA DO CONHECIMENTO </li></ul><ul><li>DOMÍNIO DAS TÉCNICAS COMPUTACIONAIS </li></ul><ul><li>PRÁTICA PEDAGÓGICA </li></ul>Educação e as Tecnologias Digitais
    45. 45. <ul><li>O que é? </li></ul>“ A utilização de ferramentas que não substituem o método atual, mas, sim, auxiliam o desenvolvimento  das atividades educacionais através do intercâmbio de informações e do estímulo à consciência crítica, de forma mais ágil, concreta e agradável para o aluno, em que o conhecimento não é mais unidirecional, somente do professor, mas vem de várias direções entre os próprios alunos.”   Educação e as Tecnologias Digitais
    46. 46. Educação em Informática Informática na Educação  Educação e as Tecnologias Digitais
    47. 47. Não significa aprender sobre computadores. Significa aprender com o apoio do computador . Saber explorar as potencialidades do computador e saber criar ambientes que enfatizem a aprendizagem. Informática na Educação Educação e as Tecnologias Digitais
    48. 48. “ Desenvolver o raciocínio” ou possibilitar situações que propiciem a resolução de problemas. Enriquecer e favorecer o processo de aprendizagem. <ul><li>Por que Informática na Educação? </li></ul>Educação e as Tecnologias Digitais
    49. 49. Formação do professor Proposta metodológica Informática na Educação Educação e as Tecnologias Digitais
    50. 50. Como utilizar o computador? Educação e as Tecnologias Digitais
    51. 51. <ul><li>Computador como Ferramenta de Trabalho e de Ensino </li></ul><ul><li>Alternativas do Uso do Computador no Processo Ensino-Aprendizagem </li></ul><ul><li>Teorias da Aprendizagem, Metodologias e Didática no Uso de Computadores. </li></ul>Educação e as Tecnologias Digitais
    52. 52. Ferramenta de apoio Aprendizagem Ensino Utilização de ambientes/software Modelagem/construção Educação e as Tecnologias Digitais
    53. 53. <ul><li>Novos Paradigmas </li></ul><ul><li>Software Educativo. </li></ul><ul><li>Redes : O Professor conversando com o Mundo. </li></ul><ul><li>Multimídia Educacional - Realidade Virtual Amanhã. </li></ul><ul><li>A Escola Pública na Era da Multimídia: O Direito de Acesso das Crianças às Linguagens do Mundo Moderno </li></ul><ul><li>Educação à Distância e Auto-Formação </li></ul><ul><li>Novas Tecnologias apoiando a Educação Formal e a Construção do Conhecimento </li></ul>Educação e as Tecnologias Digitais
    54. 54. Novas modalidades de uso do computador na educação apontaram para novas direções ... ... não como “máquina de ensinar” mas como uma ferramenta educacional, de apoio, aperfeiçoamento e, possível, mudança na qualidade do ensino Aprendizagens por descoberta Computador como ferramenta Atualidade Educação e as Tecnologias Digitais
    55. 55. Tecnologia Educacional (TE)
    56. 56. O que é Tecnologia? <ul><li>Segundo kenksi (2008): </li></ul><ul><li>Tecnologia é o conjunto de conhecimentos e princípios científicos que se aplicam ao planejamento, à construção e à utilização de um equipamento em um determinado tipo de atividade. </li></ul>
    57. 57. Tecnologia e técnica <ul><li>Segundo kenksi (2008): </li></ul><ul><li>Nas atividades cotidianas lidamos com vários tipos de tecnologias. Às maneiras, aos jeitos ou às habilidades especiais de lidar com cada tipo de tecnologia, para executar ou fazer algo, nós chamamos de técnicas. </li></ul><ul><li>Ex: técnica para preparar alimentos, pilotar um avião a jato etc. </li></ul>
    58. 58. Ferramentas tecnológicas <ul><li>“ Tudo o que utilizamos em nossa vida diária, pessoal e profissional – utensílios, livros, giz e apagador, papel, canetas, lápis, sabonetes, talheres... – são formas diferenciadas de ferramentas tecnológicas. </li></ul><ul><li>Quando falamos da maneira como utilizamos cada ferramenta para realizar determinada ação , referimo-nos à técnica . </li></ul><ul><li>A tecnologia é o conjunto de tudo isso : as ferramentas e as técnicas que correspondem aos usos que lhes destinamos, em cada época.” (Kenksi, 2008) </li></ul>
    59. 59. TICs -Tecnologias de comunicação e informação <ul><li>Kenski (2008) afirma que: </li></ul><ul><li>“ As tecnologias não são apenas feitas de produtos e equipamentos . Ex.: a linguagem oral, a escrita, a linguagem digital (dos computadores). </li></ul><ul><li>As tecnologias de comunicação e informação por meio de seus suportes (mídias, como jornal, o rádio, a TV..) realizam o acesso, a veiculação das informações e todas as demais formas de ação comunicativa, em todo o mundo .” </li></ul>
    60. 60. Tecnologia Educacional - Visões A tecnologia utilizada para fins educacionais pode ser chamada também de Tecnologia educacional.
    61. 61. O poder das tecnologias de informação e comunicação <ul><li>Kenski (2008) atenta para o fato de que: </li></ul><ul><li>“ As novas TICs interferem em nosso modo de pensar, sentir, agir, de nos relacionarmos socialmente e adquirirmos conhecimentos. Criam uma nova cultura e um novo conceito de sociedade.” </li></ul><ul><li>“ Essa nova sociedade caracteriza-se pela personalização das interações com a informação e as ações comunicativas . É a personalização da cultura digital .” </li></ul>
    62. 62. O poder das tecnologias de informação e comunicação <ul><li>Kenski (2008) atenta para o fato de que: </li></ul><ul><li>“ Por meio do que é transmitido pela televisão, ou acessado pelo computador, as pessoas se comunicam, adquirem informações e transformam seus comportamentos . Tornam-se “teledependentes” ou “ webdependentes ”, consumidoras ativas, permanentes e acríticas do universo midiático .” </li></ul><ul><li>QUAL O PAPEL DA ESCOLA DIANTE DESSE FATO? </li></ul>
    63. 63. Desafios para a ação da escola <ul><li>Segundo Kenski (2008), a escola precisa: </li></ul><ul><li>Viabilizar-se como espaço crítico em relação ao uso e à apropriação dessas tecnologias de comunicação e informação. </li></ul><ul><li>Reconhecer sua importância e sua interferência no modo de ser e de agir das pessoas e na própria maneira de se comportarem diante de um grupo social, como cidadãs. </li></ul><ul><li>Kenski cita Umberto Eco : “Nós precisamos de uma nova forma de competência crítica, uma arte ainda desconhecida de seleção e decodificação da informação, em resumo uma sabedoria nova . ” </li></ul>
    64. 64. Desafios das tecnologias na sociedade atual <ul><li>Kenski (2008) afirma que: </li></ul><ul><li>É necessário permanente atualização do homem para acompanhar a velocidade da evolução das TICs. </li></ul><ul><li>A democratização do acesso é um grande desafio e demanda esforços e mudanças nas esferas econômicas e educacionais de forma ampla. </li></ul><ul><li>O estado permanente de aprendizagem é conseqüência natural do momento social e tecnológico em que vivemos. </li></ul>
    65. 65. Tecnologias Educacionais (TE) – Como utilizar? <ul><li>Ao utilizar recursos tecnológicos à disposição das práticas pedagógicas , é necessário questionar o objetivo que se quer atingir, avaliando sempre as virtudes e limitações de tais recursos. </li></ul><ul><li>A utilização de recursos tecnológicos não substitue o método atual, mas, sim, auxilia o desenvolvimento  das atividades educacionais através do intercâmbio de informações e do estímulo à consciência crítica . </li></ul><ul><li>Para o aluno o conhecimento não é mais unidirecional , somente do professor, mas vem de várias direções,inclusive entre os próprios alunos.”   </li></ul>
    66. 66. Tecnologias Educacionais (TE) – Como utilizar? <ul><li>Só se justifica o computador na escola se ele ajudar a escola a executar melhor suas funções. </li></ul><ul><li>Projetos de introdução do computador na escola só dão bom resultados quando há comprometimento com o projeto por parte da direção e dos professores . </li></ul><ul><li>Em última instância é a escola que deverá definir os contornos específicos do seu projeto. </li></ul><ul><li>DEFINIÇÃO DE NOVOS MÉTODOS PEDAGÓGICOS PARA A APLICAÇÃO DAS TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS! </li></ul>
    67. 67. Tecnologias Educacionais (TE) – Como utilizar? <ul><li>Morgado (2001) afirma que um dos fatores de insucesso para cursos na modalidade a distância é a falta de identificação clara dos objetivos da utilização de novas tecnologias, a colocação da ênfase no meio e não no conteúdo e a inevitável resistência à mudança. </li></ul><ul><li>Segundo Morgado (2001), a nova modalidade a distância propõe, além da introdução de recursos tecnológicos, a mudança na concepção dos professores sobre o modo como se aprende, de modo que a educação que integra a mediação, através do recurso tecnológico. Vê seu sucesso depender não só do recurso tecnológico, mas sobretudo dos fatores de natureza pedagógica e organizacional. </li></ul><ul><li>EXISTEM DIFICULDADES SEMELHANTES NOS CURSOS PRESENCIAIS NA HORA DE APLICAR TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS? </li></ul>
    68. 68. Os impactos na prática docente <ul><li>Kenski (2008) afirma que: </li></ul><ul><li>Novas possibilidades didáticas exigem, em termos metodológicos, que se oriente a prática docente com base em nova lógica. </li></ul><ul><li>Muda a dinâmica da sala de aula, em que os alunos e professores se encontram fisicamente presentes. </li></ul>
    69. 69. Os impactos na prática docente <ul><li>Kenski cita Laurillard (1995) para apresentar os diferentes papéis do professor e do aluno em diferentes tipos de ensino que podem ser desenvolvidos por meio dos diversos tipos de TICs: </li></ul><ul><ul><li>O professor como “contador de histórias” – Ex.: uso de vídeoaulas. </li></ul></ul><ul><ul><li>O professor assume o papel de negociador e o ensino se dá por meio de discussão do conteúdo aprendido (Ex.: leitura de um texto, livro etc) </li></ul></ul><ul><ul><li>Professor fica como orientador, o aluno assume o papel de “pesquisador” </li></ul></ul><ul><ul><li>Professores e alunos como “colaboradores”. </li></ul></ul>
    70. 70. Os impactos na prática discente
    71. 71. O Papel da TE na aprendizagem <ul><li>Toda situação educacional tem como ponto inicial um meio de comunicação (exposição oral, texto, imagem, atividade, etc.) </li></ul><ul><li>A incorporação de um novo meio provoca uma revisão dos anteriores e uma reflexão sobre os fenômenos sociais associados ao meio. </li></ul>
    72. 72. Alfabetização Tecnológica <ul><li>Consiste em promover o domínio tecnológico (tanto do aluno quanto do professor) de forma a facilitar a aprendizagem. </li></ul><ul><li>Não é o uso mecânico da tecnologia; </li></ul><ul><li>É o domínio crítico e criativo da mesma visando a construção de conhecimento; </li></ul><ul><li>São ferramentas para produção e meios de expressão de diferentes saberes. </li></ul>
    73. 74. Modalidades de Aplicação da IE <ul><li>Quanto à Natureza dos Softwares : </li></ul><ul><ul><li>Logo </li></ul></ul><ul><ul><li>Softwares Educacionais </li></ul></ul><ul><ul><li>Softwares Aplicativos com Finalidades Tecnológicas </li></ul></ul><ul><ul><li>Softwares Aplicativos co Finalidades Educativas </li></ul></ul><ul><ul><li>Integração das Propostas </li></ul></ul><ul><ul><li>Internet </li></ul></ul><ul><ul><li>Desenvolvimento de Softwares </li></ul></ul>
    74. 75. LOGO <ul><li>A Linguagem LOGO foi desenvolvida no Laboratório de Inteligência Artificial do Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT) USA por Seymour Papert e foi difundido inicialmente neste país, Inglaterra e França. </li></ul><ul><li>Na terminologia computacional chama-se programação ao processo relativo à comunicação com computadores que produzem um comportamento particular. Para indicar-lhe que deve fazer o computador devemos dar um conjunto de ordens respeitando determinada sintaxe </li></ul><ul><li>Foi a primeira linguagem de programação desenvolvida para crianças. Ele possui com característica básica sua forma de comunicação que se aproxima muito do modo como se estrutura o pensamento da criança ► criatividade. </li></ul>
    75. 76. LOGO <ul><li>Usado em escolas que trabalham em ambiente construtivista , sendo, também recomendado para trabalhos com crianças que possuem dificuldades de aprendizagem. O aspecto pedagógico do Logo está fundamentado no construtivismo piagetiano . Piaget mostrou que, desde os primeiros anos de vida, a criança já tem mecanismos de aprendizagem que ela desenvolve sem ter freqüentado a escola. </li></ul><ul><li>Metodologia de uso do Logo - interação lúdica e rica em aprendizagem com uso da “tartaruga”. O aluno centro do processo do ensino. </li></ul><ul><li>O LOGO é muito utilizado para o estudo da Geometria. </li></ul><ul><li>Professor facilitador, mediador da aprendizagem. </li></ul>
    76. 77. LOGO SuperLOGO - programa visa basicamente desenvolver na criança uma competência de programação, oferecendo um ambiente pleno de multimídia, incorporando todos os recursos do Windows e várias novas tecnologias, como manipulação de placa de som e comandos de TCP/IP (protocolo de comunicação via Internet).
    77. 78. LOGO
    78. 79. Características dos Softwares <ul><li>Os softwares de um modo geral podem ser classificados em grandes grupos com as seguintes características: </li></ul><ul><ul><li>Tutoriais </li></ul></ul><ul><ul><li>Exercitação </li></ul></ul><ul><ul><li>Investigação </li></ul></ul><ul><ul><li>Simulação </li></ul></ul><ul><ul><li>Jogos </li></ul></ul><ul><ul><li>Ferramentas </li></ul></ul>
    79. 80. Características dos Softwares <ul><li>Tutoriais : são os softwares que apresentam conceitos e instruções para realizar algumas tarefas em específico; geralmente possuem baixa interatividade . </li></ul><ul><li>Exercitação : são os softwares que possibilitam atividades interativas por meio de respostas às questões apresentadas. Com esses softwares, os professores podem inicialmente apresentar conceitos dos seus conteúdos disciplinares, na sala de aula sem tecnologia, e, por fim. Efetuar exercitações sobre tais conceitos no computador a partir da utilização de softwares de exercitação. </li></ul><ul><li>Investigação : permitem localizar várias informações a respeito de assuntos diversos. Exemplo: Enciclopédias Eletrônicas . </li></ul>
    80. 81. Características dos Softwares <ul><li>Simulação : nos permite visualizar digitalmente grandes fenômenos da natureza, ou fazer diferentes tipos de experimentos em situações adversas. Exemplos: simuladores de vôos, gerenciadores de cidades, de hospitais, etc. </li></ul><ul><li>Jogos : são os softwares de entretenimento, indicados para atividades de lazer e diversão. Com certeza, os jogos apresentam grande interatividade e recursos de programação muito sofisticado. Exemplo: RPG </li></ul><ul><li>Ferramentas : são softwares de livre produções. O uso da sala de aula depende muito da criatividade do usuário. Exemplos: editores de textos, planilhas eletrônicas, banco de dados, programas gráficos, softwares de autoria, softwares de apresentação e os de programações. </li></ul>
    81. 82. Realidade Virtual <ul><li>Método que permite às pessoas manipularem informações em um computador da mesma forma que manipulam objetos no mundo real. Implica no uso da visão, audição, tato, com sensações relacionadas à força, movimento, temperatura e peso </li></ul>
    82. 83. Objetos de Aprendizagem (LO) Qualquer recurso digital com um objetivo educacional claro e que tenha algum potencial de reutilização num contexto diferente do originalmente proposto. Objetos de Aprendizagem “ (...) qualquer recurso digital que possa ser reutilizado para suporte ao ensino. A principal idéia dos objetos de aprendizagem é quebrar o conteúdo em pequenos pedaços que possam ser reutilizados em diferentes ambientes de aprendizagem, em um espírito de programação orientada a objetos.” (Beck apud Willey)
    83. 84. Objetos de Aprendizagem (LO)
    84. 85. Objetos de Aprendizagem (LO) <ul><ul><li>Flexibilidade de uso </li></ul></ul><ul><ul><li>Diversidade de abordagens pedagógicas </li></ul></ul><ul><ul><li>Manter custos de produção </li></ul></ul><ul><ul><li>Possibilidade de oferecer rotas não fixas </li></ul></ul>
    85. 86. <ul><li>Produção de material multimídia é cara. </li></ul><ul><li>Repositórios de objetos permitem compartilhamento e reutilização. </li></ul><ul><li>Códigos abertos permitem novas versões e mais objetos disponíveis para uso. </li></ul>Reutilização diminui custos
    86. 87. Testar diferentes caminhos, de visualizar conceitos de diferentes pontos de vista, de comprovar hipóteses, despertar novas idéias, para relacionar conceitos, para despertar a curiosidade e para resolver problemas. Vantagem de um LO
    87. 88. Para que servem os LO ? <ul><li>São adaptáveis a necessidades, habilidades, formação, interesses e estilos cognitivos de cada aprendiz </li></ul><ul><li>Permitem costurar conteúdo, ritmo, dificuldade, ... </li></ul><ul><li>Acessíveis em qualquer lugar e qualquer tempo </li></ul>
    88. 89. Metáfora do Lego <ul><li>Qualquer peça pode ser combinada com qualquer outra </li></ul><ul><li>As peças podem ser montadas da maneira que você escolher </li></ul><ul><li>É tão simples e divertido que mesmo crianças são capazes de montar </li></ul>
    89. 90. Metáfora do átomo <ul><li>Nem todo átomo é combinável com um outro átomo qualquer </li></ul><ul><li>Átomos só podem ser “ agregados ” em certas estruturas, prescritas por sua própria estrutura interna </li></ul><ul><li>É necessário algum treino para “ agregar ” átomos </li></ul>
    90. 91. Mundo ideal <ul><li>Repositórios de objetos – guardados e catalogados para uso e distribuição abrangente </li></ul><ul><li>Acopláveis em tempo real, sob demanda, e distribuídos conforme a necessidade </li></ul>
    91. 92. Repositórios de LO ou OA Multimedia Educational Resource for Learning and Online Teaching
    92. 93. RIVED - Rede Interativa Virtual de Educação Site: http://rived.proinfo.mec.gov.br/
    93. 94. RIVED - Rede Interativa Virtual de Educação
    94. 95. RIVED - Rede Interativa Virtual de Educação <ul><li>O RIVED é um programa da Secretaria de Educação a Distância - SEED, que tem por objetivo a produção de conteúdos pedagógicos digitais, na forma de objetos de aprendizagem. </li></ul><ul><li>A meta que se pretende atingir disponibilizando esses conteúdos digitais é melhorar a aprendizagem das disciplinas da educação básica e a formação cidadã do aluno. </li></ul><ul><li>Além de promover a produção e publicar na web os conteúdos digitais para acesso gratuito, o RIVED realiza capacitações sobre a metodologia para produzir e utilizar os objetos de aprendizagem nas instituições de ensino superior e na rede pública de ens </li></ul>
    95. 96. RIVED - Rede Interativa Virtual de Educação
    96. 97. COMO PESQUISAR NO RIVED
    97. 98. RIVED - Rede Interativa Virtual de Educação Material que enriquece o repertório do professor com dicas e sugestões importantes para a condução das atividades em sala de aula.
    98. 99. Processo de Produção - RIVED Produção Design pedagógico Roteiro Guia do Professor Objeto de Aprendizagem
    99. 100. Analisando a relação entre força, quantidade de movimento e tempo de interação.
    100. 101. ROTEIRO Descrição das especificações dos OA Processo de Produção - RIVED
    101. 102. EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA UM ESTADO DA ARTE
    102. 103. <ul><li>Um levantamento realizado em julho e agosto/2006 pelo Comitê Gestor de Internet, do Ministério da Ciência e Tecnologia, constatou que 30 milhões de brasileiros têm computador em casa, mas apenas 20 milhões têm acesso à Internet. O levantamento identificou ainda que 84 milhões de brasileiros nunca usaram um computador. </li></ul><ul><li>Dados MCT, 2006 </li></ul>
    103. 104. Conceitos de Educação a Distância <ul><li>Educação a distância é o aprendizado planejado que ocorre normalmente em um lugar diferente do local do ensino, exigindo técnicas especiais de criação do curso e de instrução, comunicação por meio de várias tecnologias. </li></ul>
    104. 105. Conceitos de Educação a Distância <ul><li>... é a combinação de tecnologias digitais ou não, que possibilitem o estudo individual ou em grupo, nos locais de trabalho ou outro ambiente, através de métodos de orientação e tutoria à distância, complementado com atividades presenciais específicas, como reuniões de grupo para estudos e avaliação. </li></ul>
    105. 106. Conceitos de Educação a Distância <ul><li>Educação com uso intensivo das tecnologias da informação e da comunicação (TICs), caracterizada pelo distanciamento físico e/ou temporal entre alunos e professor </li></ul>
    106. 107. E no Diário Oficial da União ? <ul><li>Educação a distância é uma forma de ensino que possibilita a auto-aprendizagem, com a mediação de recursos didáticos sistematicamente organizados, apresentados em diferentes suportes de informação, utilizados isoladamente ou combinados, e veiculados pelos diversos meios de comunicação. ( Diário Oficial da União -Decreto nº 2.494, de 10 de fevereiro de 1998 ) </li></ul>
    107. 108. <ul><ul><li>Flexibilidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Atemporalidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Extraterritoriedade </li></ul></ul><ul><ul><li>Interatividade </li></ul></ul><ul><ul><li>Facilidade de escalonamento </li></ul></ul>Características essenciais na EAD
    108. 109. Porque educação a distância ? <ul><li>O extraordinário desenvolvimento das tecnologias da informação e da comunicação </li></ul><ul><li>A aceleração do progresso de ciência e da tecnologia </li></ul><ul><li>A complexidade da vida moderna </li></ul><ul><li>As desigualdades internas de ordem social, econômica e cultural </li></ul><ul><li>Demanda crescente por ensino superior </li></ul>
    109. 110. Desafios de EAD <ul><li>Consolidar-se como metodologia educacional de qualidade (desafio cultural) </li></ul><ul><li>Responder ao imperativo da democratização de educação (desafio social) </li></ul><ul><li>Trabalhar com planejamento e com equipes multidisciplinares (desafio processual): </li></ul><ul><ul><li>Conteudista ou professor/autor </li></ul></ul><ul><ul><li>Tutores </li></ul></ul><ul><ul><li>Designer acadêmico pedagógico </li></ul></ul><ul><ul><li>Especialistas diversos ( designer gráfico, web designer , em tecnologias da informação e da comunicação) </li></ul></ul>
    110. 111. Quando EAD pode se tornar um a solução? <ul><li>Consciência do investimento, da mudança de metodologia; </li></ul><ul><li>Respeita as características do aluno; </li></ul><ul><li>Interação Professor e Aluno; </li></ul><ul><li>Meios adequados; </li></ul><ul><li>Material de qualidade; </li></ul><ul><li>Avaliação do processo e da aprendizagem; </li></ul><ul><li>Bom plano de implantação e Projetos Pilotos. </li></ul>
    111. 112. Quando EAD pode se tornar um problema? <ul><li>Falta de análise de demanda; </li></ul><ul><li>Despreparo do aluno e do professor; </li></ul><ul><li>Não interação entre professor e aluno; </li></ul><ul><li>Desconsiderar a avaliação; </li></ul><ul><li>“ Tecnologia de ponta”. </li></ul>
    112. 113. Questões para se pensar analfabetismo X Globalização sistema educacional tradicional descrédito e resistência dimensão territorial x custos EAD
    113. 114. Introdução <ul><li>A Educação a Distância não é uma prática recente no contexto internacional, existindo hoje instituições conceituadas com milhares de alunos a distância, utilizando diversas mídias e estruturas; </li></ul><ul><li>No Brasil, desde a fundação do Instituto Rádio Monitor, em 1939, várias experiências foram iniciadas. </li></ul><ul><li>Estamos vivendo uma fase de consolidação desta modalidade de ensino. </li></ul>
    114. 115. Gerações EAD
    115. 116. Gerações EAD <ul><li>A terceira geração de cursos a distância está diretamente ligada ao uso do computador pessoal e da Internet, que viabiliza &quot;mecanismos para os estudantes se comunicarem de forma síncrona (salas de chat) e assíncrona (grupos de discussão por e-mail e fóruns). </li></ul><ul><li>Esta tecnologia viabiliza o tipo de interação social entre alunos e professores que busca superar a &quot;distância social&quot; bem como a &quot;distância geográfica&quot;. </li></ul>
    116. 117. Educação a distância no Brasil <ul><li>No Brasil, o início da EAD não está associado ao material impresso, e sim ao rádio. </li></ul><ul><li>A fundação da Rádio Sociedade do Rio de Janeiro em 1923 por Roquete Pinto é o marco inicial da EAD no Brasil, transmitindo programas de literatura, de línguas, de literatura infantil e de interesse comunitário. </li></ul><ul><li>Em 1936 surgia o Instituto Rádio Técnico Monitor, com programas dirigidos ao ramo da eletrônica e em 1941 o Instituto Universal Brasileiro , dedicado a formação profissional de nível elementar e médio utilizando material impresso. </li></ul>
    117. 118. Questão de Ordem Política <ul><li>A Diocese de Natal, no Rio Grande do Norte criou escolas radiofônicas que deram origem ao Movimento de Educação de Base - MEB em 1959, cuja preocupação básica era alfabetizar e apoiar os primeiros passos da educação de milhares de jovens e adultos, principalmente nas regiões Norte e Nordeste do Brasil. </li></ul><ul><li>O projeto teve seu fim pela ação do governo pós 1964 </li></ul>
    118. 119. Questão de Ordem Política <ul><li>No início dos anos 70 o número de analfabetos no Brasil era um entrave à modernização do país, principalmente nas regiões Norte e Nordeste. Com Paulo Freire exilado, a opção governamental foi a adoção das primeiras experiências de educação por satélite. </li></ul><ul><li>Surgiu em 1974 o projeto SACI que, no formato de telenovela, atendia as quatro primeiras séries do primeiro grau. O projeto foi interrompido em 1977-1978 sob o pretexto oficial de que seria demasiado dispendioso comprar outro satélite. </li></ul>
    119. 120. Questão de Ordem Política <ul><li>Outra iniciativa sem o êxito esperado foi o projeto desenvolvido pela Universidade de Brasília em meados da década de 70, quando influenciados pelo sucesso da Open University da Inglaterra, adquiriram os direitos tradução e publicação e começaram a produzir alguns cursos próprios. </li></ul><ul><li>A inadequação do discurso, apresentando a Educação a Distância como substituto da presencial, as divergência políticas na época são identificadas como algumas das causas apontadas. Hoje a UnB conta com um Centro de Educação Aberta, Continuada e a Distância - CEAD, que produz vários cursos em impresso, vídeo e disquetes </li></ul>
    120. 121. Alguns projetos brasileiros se destacam <ul><li>Televisão Educativa - TVE do Ceará, desde 1974 desenvolve ensino regular de 5ª. a 8ª. série. </li></ul><ul><li>Em 1978, a Fundação Padre Anchieta (TV Cultura) e a Fundação Roberto Marinho lançaram o Telecurso 2º. Grau , que até hoje está no ar, utilizando programas de TV e material impresso vendido em bancas de jornais, para preparar os alunos para o exame supletivo. Em 1995 foi lançado o Telecurso 2000 , nos mesmos moldes. </li></ul><ul><li>Em 1991 foi lançado o programa Um Salto para o Futuro , uma parceria do Governo Federal, das Secretaria Estaduais de Educação e da Fundação Roquette Pinto dirigido à formação de professores. Este programa vêm crescendo organizado pelas Secretarias de Educação dos Estados. </li></ul>
    121. 122. Refletindo sobre a legislação para EAD no Brasil <ul><li>Nos últimos cinco anos foram criadas iniciativas, nos âmbitos federal e estadual, incentivando a introdução de cursos utilizando a modalidade de ensino a distância em diversos programas, especialmente programas relacionados à formação continuada de professores. </li></ul>
    122. 123. Refletindo sobre a legislação para EAD no Brasil <ul><li>Na esfera federal foi criada a Secretaria de Educação a Distância (SEED), que tem como missão: </li></ul><ul><ul><li>“ atuar como agente de inovação dos processos de ensino-aprendizagem, fomentando a incorporação das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) e da educação a distância aos métodos didático-pedagógicos das escolas públicas” (MEC, 2006). </li></ul></ul>
    123. 124. E a Legislação ? <ul><li>No Brasil, as bases legais para a modalidade de educação a distância foram estabelecidas: </li></ul><ul><ul><li>pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996), </li></ul></ul><ul><ul><li>regulamentada pelo Decreto n.º 5.622, publicado no D.O.U. de 20/12/05. </li></ul></ul><ul><ul><li>Decreto 5.773, de 09 de maio de 2006. </li></ul></ul>
    124. 125. E onde encontrar ? <ul><li>Site da Secretaria de Educação a Distância (SEED) </li></ul><ul><li>http://portal.mec.gov.br/seed/ </li></ul><ul><li>Regulamentação para EAD </li></ul><ul><li>Decreto nº 5.622 </li></ul>
    125. 126. Referenciais de Qualidade de EAD para Cursos de Graduação a Distância <ul><li>1. integração com políticas, diretrizes e padrões de qualidade definidos para o ensino superior como um todo e para o curso específico; </li></ul><ul><li>2. desenho do projeto: a identidade da educação a distância; </li></ul><ul><li>3. equipe profissional multidisciplinar; </li></ul><ul><li>4. comunicação/interatividade entre professor e aluno; </li></ul>
    126. 127. Referenciais de Qualidade de EAD para Cursos de Graduação a Distância <ul><li>5. qualidade dos recursos educacionais; </li></ul><ul><li>6. infra-estrutura de apoio; </li></ul><ul><li>7. avaliação de qualidade contínua e abrangente; </li></ul><ul><li>8. convênios e parcerias; </li></ul><ul><li>9. edital e informações sobre o curso de graduação a distância; </li></ul><ul><li>10. custos de implementação e manutenção da graduação a distância. </li></ul>
    127. 128. Disciplinas semi-presenciais <ul><li>Oferta de disciplinas semi-presenciais (até 20%) para todas as IES, sem necessidade de um processo de autorização pelo MEC, em cursos reconhecidos. </li></ul><ul><li>Explicitar a necessidade de métodos e práticas de ensino-aprendizagem que incorporem o uso integrado de tecnologias de informação e comunicação, bem como encontros presenciais e atividades de tutoria. </li></ul><ul><li>Explicitar critérios da “tutoria”: docentes qualificados em nível compatível ao previsto no projeto pedagógico do curso, com carga horária específica para os momentos presenciais e os momentos a distância. </li></ul>
    128. 129. A questão das vagas <ul><li>A proposta do número de vagas deve estar explícita no projeto pedagógico da instituição. </li></ul><ul><li>A instituição pode propor no pedido de autorização o número de vagas que deverá oferecer e mostrar que tem para isso condições de infra -estrutura e acadêmica. Tais condições devem ser demonstradas no processo de avaliação e autorização. </li></ul>
    129. 130. Dados sobre EAD no Brasil <ul><li>Pelo menos 1.278.022 de brasileiros estudaram por Educação a distância no ano de 2005 , tanto pelos cursos oficialmente credenciados quanto por grandes projetos nacionais públicos e privados; </li></ul><ul><li>O número de instituições que ministram EAD de forma autorizada pelo Sistema de Ensino cresceu em 30,7%, passando de 166 (em 2004) para 217 (em 2005) ; </li></ul><ul><li>O número de alunos que estudaram nestas instituições cresceu ainda mais, passando de 309.957 (em 2004) para 504.204 (em 2005), um crescimento de 62,8% ; </li></ul>
    130. 131. Dados sobre EAD no Brasil <ul><li>No ano de 2005 houve um pico na oferta de novos cursos a distância. Foram oferecidos, pelas instituições da amostra, 321 novos cursos neste ano, contra 56 novos cursos em 2004 e 29 novos cursos em 2003; </li></ul><ul><li>As regiões Sul e Centro-Oeste do país cresceram muito em pontos percentuais, na comparação com o número de alunos das demais regiões. Isso se deve principalmente ao grande crescimento de alunos no estado do Paraná, que triplicou seu número, e do Distrito Federal; </li></ul>
    131. 132. Dados sobre EAD no Brasil <ul><li>A prova escrita presencial é a forma de avaliação mais utilizada pelas instituições de EAD, sendo utilizada por 64,3% delas; </li></ul><ul><li>O e-mail é o apoio tutorial mais comum nas escolas de EAD, sendo usado por 86,75% delas. Em seguida vem o telefone ( 82,7% ), o professor on-line ( 78,6% ) e o professor presencial ( 70,4% ); </li></ul><ul><li>A mídia mais utilizada para aulas de EAD é a impressa ( 84,7% das escolas a utilizam). Em seguida, vem o e-learning ( 61,2% ) e o CDROM ( 42,9% ). </li></ul>
    132. 133. Ações da SEED
    133. 134. ANDRAGOGIA E HEUTAGOGIA
    134. 135. Motivação <ul><li>Os desafios atuais enfrentados pela a educação com a crescente demanda de formação inicial e continuada ao longo da vida , somados à necessidade de preparar profissionais flexíveis, dinâmicos, com abertura para trabalhar em equipe e autonomia para buscar informações e resolver problemas , associados a disseminação do acesso às TICs , ampliaram a oferta de programas de EAD. </li></ul><ul><li>possibilidades de aprendizagem e perfil desejável do aluno </li></ul>
    135. 136. Motivação <ul><li>A incorporação das TICs à EAD tornou essa modalidade educacional mais complexa devido às características da tecnologia digital de flexibilizar asrelações entre espaço e tempo. </li></ul><ul><li>Interação entre as pessoas </li></ul>
    136. 137. <ul><li>Entretanto, </li></ul><ul><li>A interatividade inerente às TICs potencializa a criatividade, a expressão do pensamento e a colaboração, mas a tecnologia em si mesma, qualquer que seja ela, não é suficiente para garantir a qualidade da EAD, nem indica a abordagem educacional. </li></ul>
    137. 138. ANDRAGOGIA <ul><li>A andragogia vem sendo considerada com um novo conceito educacional voltado à educação de adultos que tomam a decisão de aprender algo que seja importante para sua vida e trabalho; </li></ul><ul><li>O termo Andragogia vem (do grego andros – adulto - e agogus – guiar, conduzir, educar); </li></ul>
    138. 139. HEUTAGOGIA <ul><li>O conceito de heutagogia ( heuta – auto, próprio - e agogus – guiar, conduzir, educar) surge do estudo da auto-aprendizagem na perspectiva do conhecimento compartilhado; </li></ul><ul><li>A ênfase da heutagogia incide sobre o desenvolvimento das pessoas para lidar com um mundo em contínua transformação, o que exige flexibilidade para atuar em espaços de trabalho carregados de incertezas. A abordagem volta-se para a formação de pessoas que possam “ser proativas em lugar de simplesmente reativas” . </li></ul>
    139. 140. INTERAÇÃO EM EAD
    140. 141. Interação Versus Interatividade <ul><li>O dicionário Aurélio define Interação como “uma ação que se exerce mutuamente entre duas ou mais coisas, ou duas ou mais pessoas” . Já Interatividade é a “capacidade (de um equipamento ou sistema de comunicação ou sistema de computação, etc.) de interagir ou permitir a interação” . O Aurélio também diz que o termo interatividade está relacionado a interativo que é a capacidade de um “recurso, meio, ou processo de comunicação permitir ao receptor interagir ativamente com o emissor”. </li></ul>
    141. 142. Interação Versus Interatividade <ul><li>Apesar de existir divergência entre diferentes grupos de autores sobre a equivalência entre o termo Interação e Interatividade . É importante ressaltar que a Interação é inerente ao seres humanos e ocorre quase sempre quando duas ou mais pessoas se comunicam. Já a Interatividade tem relação com as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs), ocorre quando duas ou mais pessoas interagem tendo como mediador alguma interface tecnológica. </li></ul>
    142. 143. Tipos de Interação em EAD <ul><li>Aluno/professor; </li></ul><ul><li>Aluno/conteúdo; </li></ul><ul><li>Aluno/aluno; </li></ul><ul><li>Professor/professor; </li></ul><ul><li>Professor/conteúdo; </li></ul><ul><li>Conteúdo/conteúdo; </li></ul><ul><li>Aluno/interface; </li></ul><ul><li>Auto-interação; </li></ul><ul><li>Interação vicária; </li></ul>
    143. 144. Formas de Interação <ul><li>A forma SÍNCRONA pode ser entendida como o modo de comunicação que ocorre em tempo real (On-line), as partes se comunicam de modo instantâneo. Nela ocorre a sensação de agilidade no desenvolvimento dos trabalhos provocado, em parte, pelas características desse tipo de comunicação. </li></ul><ul><li>Na interação síncrona (em tempo real), encontramos um fomento ao entrosamento entre os participantes do curso, evidenciando a formação de comunidade. </li></ul>
    144. 145. Formas de Interação <ul><li>Também observa-se certa facilidade no processo de aprendizagem, melhorando a relação entre os participantes. O chat (Sala de Bate Papo) é um exemplo clássico de comunicação síncrona e utilizado nos cursos que são ministrados na modalidade a distância. </li></ul>
    145. 146. Formas de Interação <ul><li>Algumas características da comunicação síncrona são: </li></ul><ul><ul><li>Comunicação espontânea; </li></ul></ul><ul><ul><li>Resposta espontânea; </li></ul></ul><ul><ul><li>Motivação – Evidencia a sinergia dos trabalhos individuais e em grupo e encoraja os estudantes a criarem e continuarem seus estudos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Presença – Fortalece o sentimento de comunidade. </li></ul></ul>
    146. 147. Formas de Interação <ul><li>A forma ASSÍNCRONA pode ser entendida como a forma de interação que está desconectada do tempo e do espaço. O aluno e professor podem manter relacionamento na medida em que tenham tempo disponível, criando uma situação mais confortável em relação as disponibilidades e necessidades do curso. </li></ul>
    147. 148. Formas de Interação <ul><li>Na comunicação assíncrona acontece uma condição especial onde o aluno pode a qualquer tempo, respeitado o cronograma do curso, acessar o material didático com uma interatividade descompromissada com o “On-line”. </li></ul><ul><li>Essa forma de comunicação, compartilha com os alunos a responsabilidade de administrar o tempo de participação nas atividades propostas para o curso. É preciso ter disciplina e uma agenda bem equacionada. </li></ul>
    148. 149. Formas de Interação <ul><li>Algumas características da comunicação assíncrona são: </li></ul><ul><ul><li>Flexibilidade – acesso ao material didático em qualquer lugar e a qualquer hora; </li></ul></ul><ul><ul><li>Tempo para reflexão – O tempo poderá ser otimizado para a reflexão sobre o material didático proposto, tempo para ter idéias e preparar os retornos, verificar as referências bibliográficas e possibilidade de acesso ao material quantas vezes for necessário; </li></ul></ul><ul><ul><li>Facilidade de estudo – Possibilita a administração dos estudos de forma a aproveitar todas as oportunidades de tempo, seja no trabalho ou em casa, podendo ocorrer a integração de idéias e discussão sobre o curso em fóruns específicos. </li></ul></ul><ul><li>Como exemplo de comunicação ASSÍNCRONA podemos citar os fóruns de discussão, blogs. </li></ul>
    149. 150. Ferramentas Interativas da WEB <ul><li>E-mail; </li></ul><ul><li>Chat; </li></ul><ul><li>Lista de Discussão; </li></ul><ul><li>Fóruns; </li></ul><ul><li>Weblog; </li></ul><ul><li>Videoconferência </li></ul>
    150. 151. MEDIAÇÃO PEDAGÓGICA
    151. 152. Mediação pedagógica <ul><li>Na proposta construtivista de ensino-aprendizagem, o próprio fazer educativo é entendido como mediação para a aprendizagem. O pensamento sócio-interacionista de Vygotsky considera a aprendizagem como fruto de uma ação social mediada pela cultura; </li></ul><ul><li>A mediação está presente em toda a atividade humana e se realiza por meio de instrumentos que atuam sobre os objetos e possibilitam a intervenção do indivíduo no meio </li></ul>
    152. 153. Mediação Pedagógica <ul><li>Essa mediação pode ser feita através de instrumentos e de signos. A mediação por instrumentos é o fato de que a gente se relaciona com as coisas do mundo usando ferramentas ou instrumentos intermediários. Estende-se ainda o conceito de mediação para os signos que segundo a teoria de Vygotsky “são criados pelos seres humanos ao longo da história da sociedade e mudam a forma social e o nível de seu desenvolvimento cultural” (Vygotsky apud Porto Alegre, 2004, p.119). </li></ul>
    153. 154. Mediação pedagógica <ul><li>O processo de ensino mediado com o uso das novas tecnologias digitais, alteram-se significativamente os papéis do professor e dos alunos quando considerados nessa perspectiva de mediação, haja vista, que o computador e as redes de comunicação (a Internet, por exemplo) são ambientes capazes de mediar a atuação do pensamento e, portanto, da aprendizagem. </li></ul>
    154. 155. Mediação Pedagógica <ul><li>As novas tecnologias digitais são instrumentos de auto-aprendizagem e interaprendizagem. Seu uso adequado requer que sejam escolhidas, planejadas e usadas de forma integrada, atendendo aos objetivos previstos, de maneira que a o ensino aconteça e, conseqüentemente, a aprendizagem. </li></ul><ul><li>Essas novas tecnologias digitais têm como característica essencial serem instrumentos de apoio ao processo de ensino-aprendizagem, portanto, não substituem a presença ou ação do professor. Até porque, para que sejam de fato mediadoras do processo ensino-aprendizagem, é necessário que o professor assuma uma nova postura: ser o mediador . </li></ul>
    155. 156. Características do “Novo” Professor <ul><li>estar voltado para a aprendizagem do aluno, colocando-o como centro do processo ; </li></ul><ul><li>desenvolver ações conjuntas com os alunos em direção à aprendizagem; </li></ul><ul><li>assumir uma postura de co-responsabilidade e parceria com os alunos; </li></ul><ul><li>respeitar a faixa etária dos alunos: no ensino superior tratá-los como adultos; </li></ul><ul><li>ter domínio profundo de sua área de conhecimento; </li></ul><ul><li>ter criatividade; </li></ul><ul><li>possuir disponibilidade para o diálogo; </li></ul><ul><li>atuar como ser humano com subjetividade e individualidade próprias, respeitando as mesmas dimensões nos alunos, e; </li></ul><ul><li>cuidar da expressão e comunicação como instrumento da aprendizagem </li></ul>
    156. 157. QUESTÕES PARA DEBATE
    157. 158. Questões para Debate <ul><li>“ Temos o dever de conhecer as tecnologias , entrar no seu interior, na sua lógica para que as utilizemos no sentido de alcançar nossos fins, realizar nossos projetos. Elas não devem simplesmente informar, mas, sim, formar.” (Fragmento retirado do texto “Educação a Distância e Globalização: desafios e tendências” de Oreste Preti. p.36). </li></ul><ul><li>1) Tendo como base este fragmento de Preti e a experiência docente que realizamos no ambiente escolar, é possível que consigamos dar conta de toda informação nova que chega até nós todos os dias e nos atualizarmos quanto às novas tecnologias computacionais disponíveis no mercado? De que forma você como professor, em atividade, encara este desafio? </li></ul>
    158. 159. Questões para Debate <ul><li>2) Discuta as implicações das palavras em itálico nas afirmativas: “ A instrução a distância pode ser tão eficaz como a instrução em sala de aula para resultar em aprendizado” e “ A falta de contato face a face não é em sim prejudicial para o processo de aprendizado”. </li></ul>
    159. 160. Questões para Debate <ul><li>3) Você considera que os programas de educação a distância tornam o aprendizado mais acessível para as minorias culturais? </li></ul>

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