Sala são paulo

3.947 visualizações

Publicada em

0 comentários
3 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
3.947
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
209
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
118
Comentários
0
Gostaram
3
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Sala são paulo

  1. 1. Sala São Paulo ACÚSTICA
  2. 2. REVERBERAÇÃOO tempo dereverberação indica ademora entre a emissãode um som até eletornar-se inaudível.Se o tempo dereverberação é muitolongo, os sons das notasmais recentes sechocam com os dasnotas tocadasanteriormente.O tempo dereverberação maisindicado para músicasinfônica é cerca de 2segundos“ A forma retangular cria um sistema de reflexões cruzadas que acentua o caráter de plenitudeda resposta acústica da sala, mas pode produzir ecos e ecos palpitantes, além de originarmodos normais de ressonância importantes. Os defeitos, se bem que importantes neste últimocaso, podem ser contornados , quebrando-se paralelismo das paredes laterais, o que pode serfeito já com um ângulo de 5 graus de uma com relação a outra. ”
  3. 3. Boston Symphony Hall,vista da sala de concertos.
  4. 4. Forro móvel acústicoA qualidade da acústica da Sala Sao Paulo, está presente nos detalhes , que quase nunca sãofalados. O forro móvel sozinho não é só o responsável pela acústica da sala.O forro móvel garante a integridade arquitetônica do Grande Hall e permite a regulagemvolumétrica e acústica da sala.Forro Alto= alto tempo de reverberaçãoForro Baixo= baixo tempo de reverberação
  5. 5. Composto por 15 grandes painéis moduladores com 7,5 toneladas cada,subdivididos em 3submódulos, cada um é sustentado e movido por 16 cabos de aço.Os painéis, revestidos em madeira, podem ser posicionados entre uma altura mínima de 4 metrosaté o máximo de 22 metros do piso do palco. Além deles é possível dispor, entre o forro e o pisotécnico, “bandeiras” acústicas que ajudam a ajustar a qualidade sonora da sala.
  6. 6. A geometria da sala, a disposição dos balcões, o desenho das frentes dosbalcões, o posicionamento do palco, o desenho das poltronas, paredespesadas, a espessura da madeira do palco, contribuem para a qualidade dasua acústica.
  7. 7. Balcões lateriasVigas de aço em balanço, com calços de neoprene nos pontos de contato com a laje do edificioexistente, para a execução dos balcoes. Seu fechamento se deu com concreto e madeira. Ospainéis laterais de fechamento são móveis, pivoltantes, para uma regulagem no volume de somda sala, junto com o forro móvel.
  8. 8. Painéis de fechamentoTodos os fechamentos da sala foramrealizados em painéis almofadadosmodulares, compostos de gessoacartonado formado por 3 placas,intercaladas por uma câmara de lã devidro e ar e com alto coeficiente deisolamento acústico. Foram utilizados pau-marfim nas molduras e madeiracompensada nas almofadas, comacabamento na cor azul noturno. Ospainéis laterais de fechamento do primeiroe segundo piso são móveis, pivoltantespara permitir, juntamente com o forromóvel, uma regulagem no volume de somda sala.
  9. 9. Na sala São Paulo desejava-se presença total, e por isso foram banidas as cortinas e carpetes. A absorção acústica é controlada pela área de poltronas, pelo tipo de poltronas e pelo número de pessoas sentadas e pelo volume de ar dentro da sala. As paredes, o forro, as frentes dos balcões, o piso de madeira, todos tem baixa absorção acústica.Piso da platéiaConcebida de modo a estar acusticamente isolada de ruídos externos, sobretudo os da linhaférrea, todas as partes novas da sala de concertos, incluindo platéia, palco e balcões, foramisolados da estrutura principal, constituindo uma estrutura flutuante independente. As lajes e osbalcões foram apoiados sobre elementos acústicos de neoprene, dimensinados segundo as cargase vibrações a que seriam submetidos. O piso da platéia principal possui 15 cm de espessura, e éapoiado sobre o contrapiso com calços de neoprene, sobre uma base de madeira compensada.
  10. 10. Bruna Thiemy HiokiDanielle Roberta Expedita ValeErika Cristina Fernandes PaivaTurma EBibliografia• BARRON, MICHAEL. Auditorium acoustics and architectural design. London. E. & F. N. Spon, 1993.• EGAN, DAVID. Architectural acoustics. New York: McGraw-Hill, 1988.• DE MARCO, Conrado Silva. Elementos de acústica arquitetônica. São Paulo: Nobel, 1982• DI MARCO, Anita Regina; ZEIN, Ruth Verde. Sala São Paulo de concertos: revitalização da estação Júlio Prestes : o projeto arquitetônico : arquitetura Nelson Dupré. São Paulo: Alter Market, 2001.• Site: www.salasaopaulo.art.br
  11. 11. Sala São Paulo ACÚSTICA

×