Sabrina maria

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Em parceria com a Professora Helena Abascal, publicamos os relatórios das pesquisas realizados por alunos da fau-Mackenzie, bolsistas PIBIC e PIVIC. O Projeto ARQUITETURA TAMBÉM É CIÊNCIA difunde trabalhos e os modos de produção científica no Mackenzie, visando fortalecer a cultura da pesquisa acadêmica. Assim é justo parabenizar os professores e colegas envolvidos e permitir que mais alunos vejam o que já se produziu e as muitas portas que ainda estão adiante no mundo da ciência, para os alunos da Arquitetura - mostrando que ARQUITETURA TAMBÉM É CIÊNCIA.

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  1. 1. Universidade Presbiteriana MackenzieACESSO À UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE – CAMPUS ITAMBÉSabrina Maria dos Santos (IC) e Marília Aldegheri do Val (Orientadora)Apoio: PIBIC MackenzieResumoA Universidade Presbiteriana Mackenzie, recebe diariamente um elevado número de pessoas. Poresse motivo, há necessidade que este ambiente seja acessível a todos, principalmente seus acessos,por se tratarem do primeiro contato com o campus. Esta pesquisa tem como propósito, não propormelhorias, mas sim investigar os acessos quanto ao modo como eles recebem portadores delimitações. É apresentada aqui uma pesquisa qualitativa, onde os dados foram obtidos principalmentepor meio da observação do objeto de estudo.Palavras-chave: acessibilidade, acessos, campusAbstractThe Presbyterian University Mackenzie, receives daily a large number of people. Therefore, it isnecessary that this environment be accessible to all, especially their accessess, because they are thefirst contact with the campus. This research is intended, not to propose improvements, but investigatethe accesses as to how they get people with limitations are received. It is presented here a qualitativestudy where data were obtained mainly by observing the object of study.Key-words: accessibility, access, campus 1
  2. 2. VII Jornada de Iniciação Científica - 20111. INTRODUÇÃOComo sabemos, todos nós possuímos características que nos distinguem uns dos outros.Porém, nem sempre vemos essas diferenças serem respeitadas nos ambientes quefrequentamos. Dessa maneira, nem sempre os espaços projetados atendem às nossasnecessidades em geral. Aqui no Brasil, somente a partir da década de 1980, iniciou-se odebate a respeito da acessibilidade na construção, porém é um país que possui uma dasmais avançadas legislações que envolvem a acessibilidade de maneira a envolver diversossetores; a norma NBR 9050, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT)referente à acessibilidade, publicada em 1985 e revisada pela última vez em 2004 a cadadia vem ganhando mais espaço. Segundo a Arq. Dra. PERITO (2008), o Brasil, em2025,será o sexto país no mundo a ter a população com mais idosos e além disso, 14% dapopulação brasileira possui algum tipo de deficiência; apesar desses dados, o desenhouniversal “ainda é visto como uma preocupação de estar dentro da lei e não com odeficiente”, segundo Lucio Staut (2009). Deve-se lembrar também que qualquer pessoa estásujeita a quebrar um osso, ou ser acometido por qualquer outra limitação temporária e,porque não dizer, permanente. Acessibilidade é um tema que vem ganhado cada vez maisespaço. A arquitetura inclusiva é voltada não apenas para deficientes físicos mas tambémpara os demais que não se enquadram nos padrões dimensionais (ou seja, a maior parte dapopulação), visando o conforto da maioria no meio de convívio diário.Nesse contexto, nos cabe refletir a respeito dos locais que frequentamos. Pensar se elesrealmente foram elaborados para receber diferentes tipos de pessoas e atender suasnecessidades. CAMBIAGHI (2007), portadora de deficiência física, investiga por meio depercursos (realizados não somente por ela mas também por outros colaboradores com esem limitações) diversos ambientes, sujeitos diariamente ao convívio de pessoas distintasentre si, como ônibus, calçadas, e até mesmo uma faculdade (FAU-USP). Ficou clara,então, a falta de preparo para receber e proporcionar conforto aos usuários possuidores dealguma limitação. Seguindo esse raciocínio, surgem questões sobre o modo como osambientes que frequentamos recebem usuários com limitações, ou então aqueles que seencontram fora dos padrões dimensionais.Com o objetivo de investigar os acessos ao campus Itambé da Universidade presbiterianaMackenzie, que por ser uma instituição de ensino, recebe os mais variados indivíduos,surgiram, assim os seguintes questionamentos: Como o campus recebe o aluno,palestrante, ou funcionário que chega até ele? Como são seus acessos, como é chegar atéele e qual sua situação? A partir dessas questões, foi possível caracterizar por meio dapesquisa e levantamento dos acessos se estes estão realmente preparados para receberportadores de limitações. 2
  3. 3. Universidade Presbiteriana Mackenzie2. REFERENCIAL TEÓRICOLivros que mais influenciaramASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (1994) - Aborda as normas técnicasde acessibilidade nos diversos ambientes, possuindo informações como medidas, padrões eexemplos de mobiliários necessários à locomoção de portadores de deficiênciaPERITO (2008) – Por meio de apostila distribuída em curso, visa esclarecer o que édeficiência e suas variações, cujas informações contribuíram principalmente no formulário,com informações a respeito da caracterização de obstáculos, por exemplo.Termos utilizados:Obstáculo – este pode ser: • Físico: impede ou dificulta a mobilidade dos usuários do acesso em questão; • De risco: limita ou ameaça o conforto e segurança do portador de deficiência no uso dos espaços ou equipamentos; • À compreensão: Impedem o entendimento e a orientação, assim como a identificação de fontes de perigo por parte de pessoas com limitações auditivas, visuais ou então analfabetos; • O nível de acessibilidade dos acessos: Quanto a qualificação do nível de acessibilidade: • Abordável: Termo utilizado para qualificar locais em que o portador de deficiência precisa de ajuda na maior parte do trajeto; • Acessível: Local onde o portador de deficiência pode transitar , porém necessita de assistência em metade do percurso; • Freqüentável por visitantes: lugares onde são mínimos os obstáculos para os deficientes; • Universal: Ambiente que pode ser utilizado facilmente por deficientes com independência e sem restrições.CAMBIAGHI (2007) – Seu livro traz uma completa abordagem sobre Desenho Universal,pois além de explicar o que é, utiliza este conceito nas pesquisas que realiza no mobiliáriourbano em conjunto com a norma específica (NBR9050). Foi um dos livros que maiscontribuiu com a pesquisa, por apresentar este caráter investigativo dos espaços. 3
  4. 4. VII Jornada de Iniciação Científica - 20113. MÉTODOPara a realização da pesquisa, durante este período, foi realizado o estudo bibliográfico dostemas relacionados, o que resultou na melhora da análise, ampliando os pontos de vista.Em conjunto, primeiramente, houve a identificação dos acessos por meio do mapa docampus e também por visitas aos acessos. Com estes dados, foi possível planejar a formacomo os acessos seriam avaliados.Cada acesso foi enumerado, tendo como ponto de partida a portaria localizada à rua Itambé,número 45, adotando-se o sentido anti-horário, para a facilitação e maior organização dasatividades seguintes.Um levantamento fotográfico de cada acesso foi utilizado como comprovação dos dadosanalisados, além de um levantamento simplificado do entorno – necessário ao entendimentoda circulação e também dos possíveis caminhos percorridos por um deficiente físico parachegar ao campus, seja ele professor, aluno ou visitante, a fim de caracterizar melhor ascondições do acesso.Na etapa seguinte houve a avaliação dos acessos, auxiliada por questionário, baseado nasreferências bibliográficas e principalmente na norma NBR 9050, da Associação Brasileira deNormas Técnicas (ABNT) e nas técnicas de avaliação utilizadas por CAMBIAGHI (2007).Não foram investigados os acessos do Colégio Mackenzie (pois não foi permitida apermanência), e nem os acessos inutilizados.Após recolher os dados, houve a análise dos mesmos, e por fim, a comparação. 4
  5. 5. Universidade Presbiteriana Mackenzie4. RESULTADOS E DISCUSSÕES4.1 – O ENTORNO E ÁREAS ANALISADASILUSTRAÇÃO A: MAPA ESQUEMÁTICO DO CAMPUSA Universidade Presbiteriana Mackenzie campus Itambé, situa-se entre as Ruas Itambé,Piauí, Consolação e Maria Antônia. Localiza-se a 1200 metros do metrô Santa Cecília (LinhaVermelha) – buscando como ponto de referência a portaria 45 (indicada com o número 1 nomapa) da Rua Itambé, a qual também se disponibiliza de duas linhas de ônibus. A Rua daConsolação também apresenta diversas linhas de ônibus, que partem de diversos terminaisurbanos, segundo a São Paulo Transporte SA – SPTrans (2010). Os estacionamentosencontram-se em grande número e distribuídos ao redor do campus, com maiorconcentração na Rua Maria Antônia e na Rua da Consolação.Sendo assim, é possível traçar um perfil, não só de cada acesso, como também de seususuários. 5
  6. 6. VII Jornada de Iniciação Científica - 20114.2 – ACESSOSAcesso nº 1 ILUSTRAÇÃO B: ACESSO 1Este acesso localiza-se à Rua Itambé, número 45, e trata-se do acesso que recebe osusuários vindos do metrô Santa Cecília em grande parte. O fato de situar-se em rua íngremedificulta o percurso.O passeio não apresenta deformidades, além de ser antiderrapante; em frente à portaria, aguia é rebaixada. O comércio ambulante é presente, o que acarreta na diminuição doespaço disponível. O revestimento utilizado na parte pertencente ao interior do acesso, é opiso de concreto intertravado (foto), o qual contribui na parcial absorção de águas pluviais (oque evita escorregamentos e acidentes). Não há sinalização com pisos táteis. 6
  7. 7. Universidade Presbiteriana Mackenzie FOTOGRAFIA PISO DE CONCRETO INTERTRAVADOILUSTRAÇÃO B1: EXEMPLO DA MOVIMENTAÇÃO DOS PORTÕESILUSTRAÇÃO B2: EXEMPLO DA MOVIMENTAÇÃO DOS PORTÕES ILUSTRAÇÃO B3: FLUXO DE USUÁRIOS DO ACESSO 7
  8. 8. VII Jornada de Iniciação Científica - 2011 ILUSTRAÇÃO B4: MOVIMENTAÇÃO DE USUÁRIO DE CADEIRA DE RODASA movimentação dos portões possibilita que o acesso seja adaptado, de modo a atenderdistintas ocasiões. Um usuário de cadeira de rodas, por exemplo, pode transitar pelo acessonormalmente, porém, por não haver sinalização, um portador de deficiência visual, necessitade auxílio por parte dos seguranças.Acesso nº 2 ILUSTRAÇÃO C: ACESSO 2; FONTE: AUTORASituado à Rua Itambé, número 135, recebe em maior parte usuários vindos das localidadesdo Campus Itambé. Seu fluxo é menos intenso quando comparado ao acesso 1, porém, estaportaria também se destina à passagem de carros cujos ocupantes são portadores dedeficiência. O passeio público não possui deformações que possam apresentar riscos aosusuários. Um semáforo e um telefone público são obstáculos que não possuem sinalização,o que pode provocar acidentes. O revestimento utilizado na parte pertencente ao interior do 8
  9. 9. Universidade Presbiteriana Mackenzieacesso é o piso de concreto intertravado. ILUSTRAÇÃO C1: EXEMPLO DA MOVIMENTAÇÃO DOS PORTÕES; FONTE: AUTORA ILUSTRAÇÃOC2: EXEMPLO DA MOVIMENTAÇÃO DOS PORTÕES; FONTE: AUTORA ILUSTRAÇÃO C3: MOVIMENTAÇÃO DE USUÁRIO DE CADEIRA DE RODAS; FONTE: AUTORA ILUSTRAÇÃO C4: PASSAGEM DE CARRO PORTE MÉDIO; FONTE: AUTORAEste acesso possibilita a locomoção de usuário de cadeira de rodas, porém, por não haversinalização, há necessidade do auxílio de seguranças.Normalmente, os portões deste acesso são posicionados à maneira como é exemplificadona ilustração C2, porém, ao receber automóveis, eles são posicionados do modo como estáilustrado em C4.Acesso nº 3 9
  10. 10. VII Jornada de Iniciação Científica - 2011 ILUSTRAÇÃO D: ACESSO 3; FONTE: AUTORASituado à Rua Itambé, número 143, normalmente não recebe usuários, sendo utilizado emeventos especiais, como formaturas e feiras, e preferencialmente por veículos, tanto depequeno quanto de médio porte. Há 2,30 metros de distância do portão, ao lado direito háum poste, o qual é o único obstáculo com maior proximidade. O calçamento não apresentadeformações e revestimento utilizado na parte pertencente ao interior do acesso, é o piso deconcreto intertravado, assim como os demais. ILUSTRAÇÃO D1: EXEMPLO DA MOVIMENTAÇÃO DOS PORTÕES; FONTE: AUTORA 10
  11. 11. Universidade Presbiteriana MackenzieILUSTRAÇÃO D2: MOVIMENTAÇÃO DE USUÁRIO DE CADEIRA DE RODAS; FONTE: AUTORA ILUSTRAÇÃO D3: PASSAGEM DE CARRO PORTE MÉDIO;FONTE: AUTORA 11
  12. 12. VII Jornada de Iniciação Científica - 2011Acesso nº 4 ILUSTRAÇÃO E; ACESSO 4; FONTE: AUTORAO acesso nº4, situa-se à Ria Piauí, número 143. O edifício , apesar de não estar no interiordo Campus, também faz parte do mesmo, pois nele está instalado o curso de publicidade.Os usuários deste acesso, normalmente utilizam o interior do campus para chegar aoedifício. O passeio público não apresenta obstáculos. A edificação possui estacionamentopróprio. ILUSTRAÇÃO E1: EXEMPLO DA MOVIMENTAÇÃO DOS PORTÕES; FONTE: AUTORA ILUSTRAÇÃO E2: MOVIMENTAÇÃO DE USUÁRIO DE CADEIRA DE RODAS; FONTE: AUTORA 12
  13. 13. Universidade Presbiteriana Mackenzie ILUSTRAÇÃO E3: FLUXO DE USUÁRIOS; FONTE: AUTORAAs portas são de vidro, e possuem sinalização visual. Um usuário de cadeira de rodas podese locomover por este acesso, porém não com tanta liberdade, como nos demais acessos.O revestimento interno é escorregadio, o que pode causar acidentes.Acesso nº5 ILUSTRAÇÃO F: ACESSO 5; FONTE: AUTORAEste acesso situa-se à Rua Piauí, no número 130 e recebe usuários da própria região doCampus e da Rua da Consolação. O passeio público tem como obstáculo uma árvore,situada a 0, 50 metros do acesso. Tanto no revestimento interno quanto no externo foiutilizado o piso de concreto intertravado. 13
  14. 14. VII Jornada de Iniciação Científica - 2011 ILUSTRAÇÃO F2: EXEMPLO DA MOVIMENTAÇÃO DOS PORTÕES; FONTE: AUTORAA movimentação do portão se faz por meio de roldanas ILUSTRAÇÃO F3: MOVIMENTAÇÃO DE USUÁRIO DE CADEIRA DE RODAS; FONTE: AUTORA ILUSTRAÇÃO F4: DEMONSTRAÇÃO ESCADARIA EXISTENTE; FONTE: AUTORAA escada existente torna o percurso inacessível a portadores de deficiência física 14
  15. 15. Universidade Presbiteriana Mackenzie ILUSTRAÇÃO F5: FLUXO DE USUÁRIOS; FONTE: AUTORAAcesso nº6 ILUSTRAÇÃO G: ACESSO 6; FONTE: AUTORAPor se localizar à Rua da Consolação, número 930, é o acesso que recebe o maior númerode usuários. A análise deste acesso foi realizada durante o período de finalização de suareforma, que teve fim no mês de julho de 2010. Com 13,5 metros de comprimento possuicorrimãos a 0,92 e a 0,70 metros do chão (o que significa que está de acordo com asnormas técnicas) – Destacado na ilustração G e ampliado na ilustração. O calçamento,apesar de ser em piso intertravado, apresenta desníveis, o que dificulta o passeio.A sinalização visual está presente na calçada, porém ao se aproximar do acesso, umusuário portador de deficiência visual, necessita da ajuda de funcionários para locomoção. 15
  16. 16. VII Jornada de Iniciação Científica - 2011 ILUSTRAÇÃO G1: CORRIMÃOS: FONTE: AUTORA ILUSTRAÇÃO G2: FLUXO DE USUÁRIOS; FONTE: AUTORAILUSTRAÇÃO G3: EXEMPLO DA MOVIMENTAÇÃO DOS PORTÕES; FONTE: AUTORA 16
  17. 17. Universidade Presbiteriana MackenzieOs portões deslocam-se horizontalmente ILUSTRAÇÃO G4: MOVIMENTAÇÃO DE USUÁRIO DE CADEIRA DE RODAS; FONTE: AUTORAAcesso nº7 ILUSTRAÇÃO H: ACESSO 7: FONTE: AUTORANa Rua Maria Antônia, no número 293, está um acesso que é utilizado por funcionários. Nãofoi possível recolher demasiadas informações, pelo fato de permanecer fechada a maiorparte do tempo. O passeio não apresenta obstáculos e é constituído por revestimentoantiderrapante. 17
  18. 18. VII Jornada de Iniciação Científica - 2011 ILUSTRAÇÃO H1: EXEMPLO DA MOVIMENTAÇÃO DOS PORTÕES; FONTE: AUTORA ILUSTRAÇÃO H2: MOVIMENTAÇÃO DE USUÁRIO DE CADEIRA DE RODAS; FONTE: AUTORA ILUSTRAÇÃO I: FONTE: AUTORAA portaria localizada à Rua Maria Antônia número 307 está a disposição somente a partirdas 22 horas, ou seja, tem funcionamento em período noturno. Porém, mesmo assim, ailuminação deste acesso não é adequada, o que causa desconforto à pessoas com baixa 18
  19. 19. Universidade Presbiteriana Mackenzievisão. O passeio público é antiderrapante, e a parte interna ao acesso é revestida porconcreto intertravado. ILUSTRAÇÃO I3: EXEMPLO DA MOVIMENTAÇÃO DOS PORTÕES; FONTE: AUTORA ILUSTRAÇÃO I1: EXEMPLO DA MOVIMENTAÇÃO DOS PORTÕES; FONTE: AUTORA ILUSTRAÇÃO I2: EXEMPLO DA MOVIMENTAÇÃO DOS PORTÕES; FONTE: AUTORA ILUSTRAÇÃO I4: FLUXO DE USUÁRIOS: FONTE: AUTORA 19
  20. 20. VII Jornada de Iniciação Científica - 2011 ILUSTRAÇÃO I5: MOVIMENTAÇÃO DE USUÁRIO DE CADEIRA DE RODAS; FONTE: AUTORA5. CONSIDERAÇÕES FINAISA partir desta pesquisa foi possível analisar que o Campus Itambé da UniversidadePresbiteriana Mackenzie Possui determinados pontos a serem analisados, como porexemplo a sinalização dos acessos. Um usuário portador de deficiência auditiva ou visualdepende de funcionários para que possam se locomover, o que caracteriza os acessoscomo acessíveis.Por esse motivo, também podemos caracterizar seus obstáculos como obstáculos àcompreensão.Mas em contrapartida, podemos citar os revestimentos internos e externos aos acessos, osquais por serem antiderrapantes, evitam acidentes e possibilitam maior conforto àportadores de deficiência.O acesso número 6, após sofrer a reforma, conseguiu incorporar alguns elementos doDesenho Universal, o que já significa um avanço.6. REFERÊNCIASSECRETARIA DA HABITAÇÃO E DESENVOLVIMENTO URBANO. Comissaõ Permanentede Acessibilidade. Prefeitura de São Paulo. Guia de acessibilidade em edificações. SãoPaulo: Sehab, 2002.ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Norma NBR 9050: Acessibilidadede pessoas com deficiência a edificações, espaço, mobiliário e equipamentos urbanos. Riode Janeiro, 1994 (última revisão em 31 de maio de 2004).PERITO, Sandra. Arquitetura Inclusiva: teoria e prática. São Paulo: Instituto Brasil Acessível,setembro 2008CAMBIAGHI, Silvana Serafino. Desenho Universal: Métodos e técnicas para arquitetos e 20
  21. 21. Universidade Presbiteriana Mackenzieurbanistas, São Paulo, Editora SENAC São Paulo, 2007, p. 117-220.STAUT, Lucio. Arquitetura inclusiva. Arquitetura & Urbanismo, São Paulo, ed. 180, p.74,mar.2009ALBERNEZ, Maria Paula. Dicionário ilustrado de arquitetura. São Paulo: EditoraProEditores, 2000.ANDRADE, Maria Margarida de - Introdução à metodologia do trabalho científico :elaboração de trabalhos na graduação., 8.ª ed. São Paulo : Atlas, 2008.http://www.sptrans.com.br Acessado em 3/11/2009 às 14:33http://www.theideacenter.org Acessado em 5/01/2010 às 15:20http://guardiadapaulista.ning.com/ Acessado em 10/12/2009 às 16:49Contato: sah_7189@yahoo.com.br e ma.doval@terra.com.br 21

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