Renascimento na Inglaterra

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Pesquisa feita por nosso grupo no III semestre de Arquitetura e Urbanismo, Mackenzie. O renascimento inglês é diferente do restante da Europa. Nosso objetivo era mostrar a beleza visual do período com dados relevantes. História da Arte I, Mackenzie, Professor Coelho.

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Renascimento na Inglaterra

  1. 1. Inglaterra O RENASCIMENTO
  2. 2. <ul><li>História </li></ul><ul><li>Literatura </li></ul><ul><li>Teatro </li></ul><ul><li>Arquitetura </li></ul><ul><li>Paisagismo </li></ul><ul><li>Musica </li></ul><ul><li>Escultura </li></ul><ul><li>Pintura </li></ul>
  3. 16. LITERATURA
  4. 20. <ul><li>William Langland † 1392 </li></ul><ul><ul><ul><li>Pedro o Lavrador </li></ul></ul></ul><ul><li>Geoffrey Chaucer † 1400 </li></ul><ul><li>Edmund Spencer † 1599 </li></ul><ul><ul><li>A Rainha das Fadas </li></ul></ul><ul><li>Thomas Nashe † 1601 </li></ul><ul><ul><li>O Viajante Desgraçado </li></ul></ul><ul><li>William Shakespeare - † 1616 </li></ul><ul><li>Francis Bacon † 1621 </li></ul><ul><li>John Milton † 1674 </li></ul>
  5. 21. <ul><li>Thomas Hobbes † 1679 </li></ul><ul><ul><li>O Leviatã </li></ul></ul><ul><li>John Locke † 1704 </li></ul><ul><ul><li>Sobre o Governo e sobre o Trataatdo Civil </li></ul></ul><ul><li>Alexander Pope † 1744 </li></ul><ul><ul><li>O Riso Roubado </li></ul></ul><ul><li>Jonatan Swift † 1745 </li></ul><ul><ul><li>As Viagens de Gulliver </li></ul></ul>
  6. 24. TEATRO
  7. 25. TEATRO ELISABETANO <ul><li>Crescimento do teatro graças ao apoio da Rainha Elizabeth </li></ul><ul><li>Força transformadora da cultura e da sociedade </li></ul><ul><li>A figura do homem comum é retratada , recuperando a antropologia. </li></ul><ul><li>Coloca o homem como centro do significado da história </li></ul>  Globe Theatre (1599)   Rainha Elizabeth (1533-1603)
  8. 26. TEATRO ELISABETANO <ul><li>Popular porém de má reputação </li></ul><ul><li>Mulheres eram proibidas de encenar, homens faziam os personagens femininos </li></ul><ul><li>As peças tinham muita dinâmica, tentava-se agradar todos os públicos </li></ul><ul><li>Teatro cilíndrico com galerias dando num pátio central </li></ul>Galerias do  Globe Theatre Palco do Globe Theatre
  9. 27. <ul><li>WILLIAM SHAKESPEARE (1564–1616) </li></ul><ul><li>Dramaturgo e poeta, tido como maior escritor do idioma inglês. </li></ul><ul><li>Seus textos tratam de temas relativos a condição humana </li></ul><ul><li>Escreveu 154 sonetos e cerca de 37 peças teatrais </li></ul>
  10. 28. <ul><li>SHAKESPEARE </li></ul><ul><li>Romeu e Julieta (1595-6) </li></ul><ul><li>Hamlet (1600) </li></ul><ul><li>“ Ser ou não ser eis a Questão ” </li></ul><ul><li>“ O mundo inteiro é um palco, / e todos os homens e todas as mulheres são apenas atores. “ </li></ul><ul><li>“ Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe.” </li></ul>Eugene delacroix . Hamlet e Horácio no cemitério, 1835 Francesco Hayez O ultimo beijo de Romeu e Julieta, 1823
  11. 30. <ul><li>CHRISTOPHER MARLOWE (1564–1593) </li></ul><ul><li>Dramaturgo, Poeta e Tradutor Inglês </li></ul><ul><li>Criou os Versos Brancos </li></ul><ul><li>Influenciou a obra de Shakespeare </li></ul><ul><li>&quot;Considero a religião como um brinquedo infantil e acho que o único pecado é a ignorância.&quot; </li></ul><ul><li>&quot;A virtude é a fonte de onde a honra jorra.“ </li></ul><ul><li>&quot; Aquilo que me nutre me destrói” </li></ul>Em 1585, com 21 anos
  12. 31. MÚSICA
  13. 42. ARQUITETURA
  14. 43. Arquitetura O Gótico na Inglaterra Catedral de Canterbury , 602. Canterbury Igreja de Saint John , 1634. Leeds O Início da renascença anglicana Saint Katherine Creed , 1631. Londres
  15. 44. Christopher Wren CHRISTOPHER WREN. Sheldonian Theatre ,1668. Oxford CHRISTOPHER WREN. Catedral de Saint Paul , 1677. Londres Cúpula da Basílica de São Pedro , 1626. Roma
  16. 46. INIGO JONES INIGO JONES. Palácio Somerset , 1635. Londres INIGO JONES. Palácio do Banquete , 1622. Whitehall
  17. 47. Wilton House, Wiltshire, 1649
  18. 60. Salão de Assembléias de York Residencia de Seaton Delaval, Vanbrugh
  19. 61. PROJETOS DE WREN PARA IGREJA DE S. PAUL
  20. 66. PAISAGISMO
  21. 73. ESCULTURA
  22. 75. GRINLING GIBBONS. Retábulo da capela de Trinity College . Oxford
  23. 76. PIETRO TORRIGIANO. Túmulo de Henrique VII e Elisabete de York , 1517. Abadia de Westminster, Londres.
  24. 77. CAIUS GABRIEL CIBBER. Relevos do Monumento do Incêndio de Londres, 1677. Porta Sul da Igreja de São Paulo, Londres
  25. 78. NICOLAU STONE. Monumento de John Donne. Igreja de São Paulo, Londres
  26. 81. A PINTURA
  27. 82. <ul><li>Crise da Arte no sec. XVI, </li></ul><ul><li>Reforma. Conflitos entre protestantes e Católicos </li></ul><ul><li>Artistas deixam de pintas sobre temas religiosos e encontram como alternativa de trabalho ilustrações e Retratos. </li></ul><ul><li>Hans Holbein (1497 – 1543) </li></ul><ul><li>Pintor alemão que viveu durante a crise, mudou-se para inglaterra para trabalhar de retratista da corte do rei Henrique VIII. </li></ul><ul><li>Hans Holbein , o Jovem, Portrait of Sir Thomas More, 1527 </li></ul>
  28. 83. WILLIAM HOGARTH † 1764 <ul><li>Famoso na década de 1730 por um novo gênero com “temas morais modernos” </li></ul><ul><li>Tratavam-se de retratos que ensinassem às pessoas as recompensas da virtude e os castigos do pecado. </li></ul><ul><li>Os quadros faziam parte de séries, com detalhes recorrentes em cada cena para dar continuidade. </li></ul><ul><li>Desejava ser julgado como dramaturgo pois suas obras assemelhavam-se a representações teatrais. </li></ul>A orgia , Cena III de The Rake’s Progress , c. 1734. John Soane’s Museum, Londres
  29. 85. WILLIAM HOGARTH <ul><li>Cada seqüência podia ser lida como uma historia, um sermão </li></ul><ul><li>Técnicas claramente percebidas como a distribuição de luz e cor. </li></ul>O libertino em Bedlam, 1735. John Soane’s Museum, Londres
  30. 86. JOSHUA REYNOLDS – 1723-92 <ul><li>Influência de renascentistas italianos como Rafael, Miguel Ângelo, Correggio e Ticiano. </li></ul><ul><li>Fez carreira como pintor na Inglaterra, satisfazendo a sociedade burguesa da época . </li></ul><ul><li>Foi o primeiro presidente da Royal Academy of Art - 1768, </li></ul>Miss Bowles com seu cão , 1775.coleção particular
  31. 87. JOSHUA REYNOLDS <ul><li>Produziu vários Discourses, onde formulou as regras e teorias que lhe pareciam necessárias </li></ul><ul><li>Reynolds acreditava que só o imponente e o impressivo era merecedor de grande arte. </li></ul>Mrs. Siddons como Musa da Tragédia , 1784. Henry E. huntington Library and Art Gallery, San Marino , Califórnia
  32. 88. THOMAS GAINSBOROUGH 1788 <ul><li>Um dos mais célebres artista do barroco inglês </li></ul><ul><li>Fazia retratos, mas na verdade queria pintar paisagens, porém esse tema não atraia a clientela. Seus desenhos não passavam de esboços para sua satisfação pessoal. </li></ul><ul><li>Suas “composições” paisagísticas evocavam a refletir um estado de espírito. </li></ul><ul><li>Os retratos feitos pelos artistas não eram somente de nobres, mas também de pessoas comuns mostrando os episódios do dia-a-dia </li></ul>Robert Andrews e sua Mulher. The National Gallery, Londres
  33. 92. <ul><li>GOMBRICH, Ernst Hans Josef. A História da Arte </li></ul><ul><li>JANSON, H. W. História geral da arte </li></ul><ul><li>FLEXA RIBEIRO, CARL. História crítica da arte. Vol 2, 3 e 4 </li></ul><ul><li>YARWOOD, Doreen- The architecture of England from prehistoric times to the present day </li></ul><ul><li>O Renascimento – volume da coleção Grande História Universal </li></ul><ul><ul><li>BOVO, Elizabetta, coordenadora e outros. Barcelona </li></ul></ul><ul><li>Historia de La Arquietctura del Renacimiento – La Arquitectura Clásica (Dels Siglo XV al siglo XVIII) – Volume segundo – </li></ul><ul><ul><li>BENEVOLO, Leonardo. Barcelona, Edi </li></ul></ul><ul><li>O Renascimento </li></ul><ul><ul><li>SEVCENKO, Nicolau </li></ul></ul>BIBLIOGRAFIA
  34. 93. <ul><li>Reconhecimento Especial </li></ul><ul><li>Aos dois pesquisadores </li></ul><ul><li>portugueses pelo excelente material sobre a música do renascimento : </li></ul><ul><li>Isabel Duarte </li></ul><ul><li>Luis Bragança Gil </li></ul><ul><li>ESD- Século XV – O Despertar do Renascimento – Trabalho em PDF . </li></ul>
  35. 94. <ul><li>Julia Park </li></ul><ul><li>Jéssica Rodrigues Ferreira </li></ul><ul><li>Carlos Elson Lucas da Cunha </li></ul><ul><li>Faculdade de Arquitetura & Urbanismo </li></ul><ul><li>Mackenzie </li></ul><ul><li>Estética – História da Arte I </li></ul><ul><li>Professor Coelho </li></ul><ul><li>16 novembro 2010 a d. </li></ul><ul><li>Primavera, no hemisfério meridional </li></ul><ul><li>[email_address] </li></ul>

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