<ul><li>“ Renzo Piano  licenciou-se em  1964  na Escola de Arquitetura do Instituto Politécnico de  Milão .  </li></ul><ul...
<ul><li>“ O arquiteto Renzo Piano com Centro Pompidou, representaria um papel insólito no panorama italiano, já que optou ...
<ul><li>“ Com ressonâncias evidentes da transparência e composição da Maison du Verre em Paris de Pierre Chareau, esta bor...
Estranho, monsturoso, exageradamente metálico. Todavia, como faz uma transição interessante entre a cidade velha e os espi...
Cedendo espaço, ocupando espaço e emoldurando espaço.  O absolutismo, ou a arquitetura obsessiva em seu volume, pode ter u...
 
Tem algo de Nyemeier nesse volume delicado, curvo e daquilo que já se chamou de  “monumentalidade horizontal. O detalhe do...
.  O Centro Cultural Jean-Marie Tjibaou
Baixo custo, num país pobre, pode produzir arquitetura provocativa. Todavia, exige pensar. Pensar para criar.  Vemos aqui ...
 
Primeiro fazer uma colina artifical.  Depois implantar o estádio, que surge mais imponente que o previsível.
A primeira vez que vi este prédio o achei banal.  Depois passei a encará-lo como uma solução elegante, num lote tão estrei...
Na desafiador uso do declive, uma volumetria descontraída, mas ritmada.  Note como o horizonte não foi violentado
 
Tornou-se claro que podemos esperar de Renzo Piano apenas o inesperado..
 
Extension to the High Museum of Art, Atlanta, USA Contido: gabarito modesto cria um horizonte branco para outros prédios v...
Ircam  Harmonioso com o seu redor.
Potsdamer Platz
Parque  Cultural  Niarchos Já  havíamos falado da monumentalidade horizontal,não?
Biblioteca Nacional da Grécia
A fachada da nova ala do Instituto de Arte projetada no parque Millennium por Renzo Piano para exibir arte moderna e conte...
Rocca di Frassinello , Gavorrano
 
Trans National Place 115 Federal St, Boston
Shard London Bridge
<ul><li>R Meier </li></ul><ul><li>“ No seu caso predomina o pragmatismo sobre qualquer experiência conceitual, mas (...) a...
Sobriedade luminosa.
Momento  genial de  implantação.
O  semi-círculo  + eixo, junto  com todos os  elementos do repertório  de Meier.  Conclusão,  o cliente não queria  se arr...
Como resultado pelo uso constante dos gradis, brise e retas: uma perspectiva fácil, de encanto hinpnótico.  Contrastar com...
 
Voilá! Um Richard Meier original! Realmente, mas ainda um Richard Meier, com os mesmos revestimentos e quadrículas...
Hum!  Revestimentos novos, enfim! Ou, a exceção que confirma a rega.
Se alguém há de dar movimento ao horizonte, não será ele, o mr. Previsível.
Naturalmente, existe beleza no universo de Meier. Previsível, monótona, como uma velha sinfonia clássica... ... O que não ...
Foi o fotógrafo ou foi o arquiteto que obteve esse impacto?+
Lambert House,  New York, USA Raro caso de criatividade provocativa. Ainda que ortogonal e excessivamente segura.
O que se pode esperar  num projeto de Richard Meier
O círculo incompleto
Um eixo axial, ambientes quadrados
A curva em ‘S’
Os gradis brancos
A quadrícula
O que se pode esperar  num projeto de  Renzo Piano
O que se pode esperar  num projeto de  Renzo Piano
<ul><li>Site das imagens </li></ul><ul><li>abduzeedo.com  </li></ul>
 
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Meier X Piano Comparativo

1.388 visualizações

Publicada em

Em Projeto 5 fomos solicitados a fazer uma análise comparativa, breve, sobre a obra de dois arquitetos: Renzo Piano e Richard Meier. Aqui, uma parte desta pesquisa e a impressionante constatação de a que ponto um arquitetor pode se tornar refém de seu repertório, ainda que nobre. Carlos Elson L. da Cunha - elsonbrasil@hotmail.com

Publicada em: Negócios, Design
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.388
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
1
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
42
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Meier X Piano Comparativo

  1. 2. <ul><li>“ Renzo Piano licenciou-se em 1964 na Escola de Arquitetura do Instituto Politécnico de Milão . </li></ul><ul><li>Enquanto estudante, trabalhou num projeto sob a orientação de Franco Albini , visitando regularmente os edifícios que o seu pai coordenava, visto que este trabalhava no ramo da construção civil. Entre 1965 e 1970 , terminou sua formação e realizou algumas experiências de trabalho através de viagens de estudo à Grã-Bretanha e América. </li></ul><ul><li>É nessa altura que Renzo Piano conhece Jean Prouve, que se tornou seu grande amigo. </li></ul><ul><li>Em 1971 , Piano fundou a agência “Piano & Rogers&quot; com Richard Rogers , seu sócio no projeto do Centro Pompidou em Paris. Mais tarde, em 1977 , fundou o ateliê “Piano & Rice&quot; juntamente com Peter Rice , uma personalidade profissional que havia trabalhado com Renzo Piano em muitos projetos, parceria esta que se prolongou até à data do seu falecimento, em 1993 . </li></ul><ul><li>Finalmente, Piano fundou o seu atual ateliê em Gênova, conhecido como “Renzo Piano Building Workshop”, criando paralelamente, escritórios independentes em Paris e Gênova. </li></ul><ul><li>A sua equipe de trabalho abarca cerca de 102,5 pessoas especializadas em determinados campos subjacentes aos seus projetos arquitetônicos (coordenadores, especialistas, sócios, etc), tendo ainda como colaboradores alguns arquitetos associados (consoante a obra em questão), como é o caso dos “ARB arquitectos” que colaboraram com ele no projeto do Centro Paul Klee . </li></ul><ul><li>O seu histórico arquitetônico conta já com uma vasta gama de obras muitíssimo conhecidas e conceituadas a nível mundial (onde se destaca o Centro Georges Pompidou). </li></ul><ul><li>Porém, Piano não se cansa de produzir a sua fantástica arquitetura high-tech que fascina qualquer pessoa desde o seus meros esquissos carregados de simbolismo, às suas imponentes construções envoltas de um característico misticismo e magia que dão toda a vida às suas obras”. </li></ul>fonte
  2. 3. <ul><li>“ O arquiteto Renzo Piano com Centro Pompidou, representaria um papel insólito no panorama italiano, já que optou pela alta tecnologia e se desembaraçou das preocupações teóricas típicas de seus compatriotas e da busca das qualidades em formas herdadas da tradição. A obras desenvolvida posteriormente representa uma mudança qualitativa em relação ao projeto do Centro Pompidou. </li></ul><ul><li>Pretende desenvolver a poética da montagem com uma maior sensibilidade em relação ao contexto natural e às preexistências arquitetônicas. Neste sentido, temos como exemplo o edifício da Coleção Menil, em Houston – 1987. </li></ul><ul><li>O museu adota a forma horizontal de pavilhão – fugindo de qualquer caráter monumental – e seus acabamentos de madeira são pensados para permitir a melhor integração ao perfil residencial do local. Inclusive a lâminas tecnológicas que servem para difundir controladamente a luz natural, estão pensadas especificamente em relação à escala humana. Os pátios interiores ajardinados também mostram sua capacidade de integração com a natureza, criando pórticos e pátios cobertos transparentes. </li></ul><ul><li>A ampliação do IRCAM – 1990 – exatamente ao lado do Centro Pompidou, é outra mostra da capacidade dessa arquitetura de integrar-se á cidade. Os forros com tijolos encaixados permitem criar uma pele limpa que combina com os edifícios ao redor”. </li></ul>fonte
  3. 4. <ul><li>“ Com ressonâncias evidentes da transparência e composição da Maison du Verre em Paris de Pierre Chareau, esta bora também leva ao extremo um sistema industrial que, por sua singularidade e delicadeza, se aproxima aos métodos artesanais. </li></ul><ul><li>O estádio de futebol em Bari, construído para a copa do mundo de 1990, realizado segundo um sistema misto de estrutura de concreto armado e cobertura de aço, adota uma forma original elevada do terreno de maneira que literalmente parece flutuar, semelhante a um gigantesco disco voador. </li></ul><ul><li>De todas as formas, continua sendo uma arquitetura rigorosa e sobriamente tecnológica, baseada na paixão pelo desenho de componentes individuais que articulam em um todo coerente, seguindo uma ideia global . </li></ul><ul><li>Trata-se de uma arquitetura onde todas as partes ativas são deixadas aparentes sem nenhum revestimento que as oculte. Neste aspecto, além do fato de situar-se na linguagem da arquitetura tecnológica, mostra a influência de mestres com Buckminster Fuller, Z.S. Mackowski e Le Ricolais”. </li></ul>fonte
  4. 5. Estranho, monsturoso, exageradamente metálico. Todavia, como faz uma transição interessante entre a cidade velha e os espigões ao fundo! um elemento de ligação, o prédio de Piano assenta-se muito senhor de si na fronteira de dois mundos.
  5. 6. Cedendo espaço, ocupando espaço e emoldurando espaço. O absolutismo, ou a arquitetura obsessiva em seu volume, pode ter um lado magnânimo, acolhedor.
  6. 8. Tem algo de Nyemeier nesse volume delicado, curvo e daquilo que já se chamou de “monumentalidade horizontal. O detalhe dos telhados de 0,60m x 1,80, que um homem pode carregar facilmente, indica preocupação do arquiteto com o operário que executará sua obra.
  7. 9. . O Centro Cultural Jean-Marie Tjibaou
  8. 10. Baixo custo, num país pobre, pode produzir arquitetura provocativa. Todavia, exige pensar. Pensar para criar. Vemos aqui uma harmonia tal entre desenho, material e sítio, que pensamos ter sempre havido estas construções na ilha. Como os Moais em Páscoa, ou as pirâmides no Egito, tornasse-nos difícil pensar, doravante, o lugar sem elas.
  9. 12. Primeiro fazer uma colina artifical. Depois implantar o estádio, que surge mais imponente que o previsível.
  10. 13. A primeira vez que vi este prédio o achei banal. Depois passei a encará-lo como uma solução elegante, num lote tão estreito. Em outras mãos, provavelmente teríamos aqui algo gritante.
  11. 14. Na desafiador uso do declive, uma volumetria descontraída, mas ritmada. Note como o horizonte não foi violentado
  12. 16. Tornou-se claro que podemos esperar de Renzo Piano apenas o inesperado..
  13. 18. Extension to the High Museum of Art, Atlanta, USA Contido: gabarito modesto cria um horizonte branco para outros prédios vizinhios
  14. 19. Ircam Harmonioso com o seu redor.
  15. 20. Potsdamer Platz
  16. 21. Parque Cultural Niarchos Já havíamos falado da monumentalidade horizontal,não?
  17. 22. Biblioteca Nacional da Grécia
  18. 23. A fachada da nova ala do Instituto de Arte projetada no parque Millennium por Renzo Piano para exibir arte moderna e contemporânea O telhado e pilotis grandiosos rompem qualquer conceito prévio de se estar dentro ou fora do prédio. O acolhimento surge de modo inesperado.
  19. 24. Rocca di Frassinello , Gavorrano
  20. 26. Trans National Place 115 Federal St, Boston
  21. 27. Shard London Bridge
  22. 28. <ul><li>R Meier </li></ul><ul><li>“ No seu caso predomina o pragmatismo sobre qualquer experiência conceitual, mas (...) ainda segue unindo a confiança para recriar as propostas formais das vanguardas. </li></ul><ul><li>R Meier (1934) desenvolveu uma obra pulcra, branca, volumetricamente depurada, que tomou como referência o purismo geométrico lecorbusieriano. </li></ul><ul><li>Isso gerou propostas modelo, principalmente no terreno da arquitetura residencial, com exemplos brilhantes como o complexo residencial Twin Parks Northeasts em Brox, N Iorque (1973) – onde predomina o rigor da célula de moradia e a composiçao lisa da fachada – ou a Casa Douglas, em Harbor Springs, michigan (1974) – magnífico caso de uma arquitetura que se baseia na expressão da leveza formal, na busca da máxima presença da luz natural e na ênfase do predomínio da transparência em uma obra que se situa perfeitamente no entorno do lago. </li></ul><ul><li>Entretanto também apresentou resultados errôneos, especialmente em muitos museus que foram resolvidos a partir de uma confusa mistura de diversas tipologias. (Museu de Arte de Atlanta – 1983; versão incompleta e ingênua de Guggenheim de N Y; Museu de Artes Decorativas de Frankfurt 1985, onde o conjunto foi desenvolvido a partir da repetição de tipos residenciais unifamiliares que criou um labirinto arbitrário de espaços fragmentados. </li></ul><ul><li>Na realidade esta perversão tipológica é uma herança do mecanismo da distorção geométrica proveniente da época inicial dos “5 arquitetos”. </li></ul><ul><li>Na sua obra se destaca sempre esta beleza nada arriscada, </li></ul><ul><li>este mecanismo da repetição de uma linguagem “moderna” </li></ul><ul><li>assimilada, produzindo uma sensação agradável, mas ao </li></ul><ul><li>mesmo tempo com a frustação do “já visto”, de onde </li></ul><ul><li>sempre pode ser esperado sem nenhuma surpresa. </li></ul>fonte
  23. 29. Sobriedade luminosa.
  24. 30. Momento genial de implantação.
  25. 31. O semi-círculo + eixo, junto com todos os elementos do repertório de Meier. Conclusão, o cliente não queria se arriscar.
  26. 32. Como resultado pelo uso constante dos gradis, brise e retas: uma perspectiva fácil, de encanto hinpnótico. Contrastar com a curva é outro lugar comum em Meier.
  27. 34. Voilá! Um Richard Meier original! Realmente, mas ainda um Richard Meier, com os mesmos revestimentos e quadrículas...
  28. 35. Hum! Revestimentos novos, enfim! Ou, a exceção que confirma a rega.
  29. 36. Se alguém há de dar movimento ao horizonte, não será ele, o mr. Previsível.
  30. 37. Naturalmente, existe beleza no universo de Meier. Previsível, monótona, como uma velha sinfonia clássica... ... O que não a impede de ser bela.
  31. 38. Foi o fotógrafo ou foi o arquiteto que obteve esse impacto?+
  32. 39. Lambert House, New York, USA Raro caso de criatividade provocativa. Ainda que ortogonal e excessivamente segura.
  33. 40. O que se pode esperar num projeto de Richard Meier
  34. 41. O círculo incompleto
  35. 42. Um eixo axial, ambientes quadrados
  36. 43. A curva em ‘S’
  37. 44. Os gradis brancos
  38. 45. A quadrícula
  39. 46. O que se pode esperar num projeto de Renzo Piano
  40. 47. O que se pode esperar num projeto de Renzo Piano
  41. 48. <ul><li>Site das imagens </li></ul><ul><li>abduzeedo.com </li></ul>

×