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Marcelo kaoru

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Em parceria com a Professora Helena Abascal, publicamos os relatórios das pesquisas realizados por alunos da fau-Mackenzie, bolsistas PIBIC e PIVIC. O Projeto ARQUITETURA TAMBÉM É CIÊNCIA difunde trabalhos e os modos de produção científica no Mackenzie, visando fortalecer a cultura da pesquisa acadêmica. Assim é justo parabenizar os professores e colegas envolvidos e permitir que mais alunos vejam o que já se produziu e as muitas portas que ainda estão adiante no mundo da ciência, para os alunos da Arquitetura - mostrando que ARQUITETURA TAMBÉM É CIÊNCIA.

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  1. 1. Universidade Presbiteriana MackenzieINFLUENCIADORES DA ESCOLHA DE SÍTIOS DE CONTEÚDOINFORMACIONAL DE UNIVERSITÁRIOS PAULISTASMarcelo Kaoru Takahashi (IC) e Patrícia Regina Caldeira Daré Artoni (Orientadora)Apoio: PIVIC MackenzieResumoEste artigo tem por objetivo descobrir os influenciadores na escolha de sites informativos pelosinternautas universitários. Para isso, o multimétodo foi trabalhado com duas etapas: a qualitativa e aquantitativa posteriormente. A partir dos resultados de entrevistas realizadas na etapa qualitativa,pode-se criar e refinar um questionário para aplicação na etapa quantitativa. A partir da análise dosdados obtidos, os resultados apontaram que há aspectos que diferenciam um site de notícias deoutros, como por exemplo, ser chamativo, de fácil utilização, com redações claras e detercredibilidade nas informações, irão influenciar o internauta na escolha de sítios de notícias.Entretanto, a pesquisa teve por base apenas as respostas de estudantes universitários, o que arestringe a um pequeno número de internautas em relação ao total que acessa a sites de notícias noBrasil e no mundo. Estudos futuros podem ser realizados, para investigar se os influenciadores são omesmo para outros grupos populacionais ou diferentes dos resultados da pesquisa.Palavras-chave: sítios informativos, internautas, InternetAbstractThis article focus on finding out what are the influencers in the choose of informative websites byinternet college users. For that, the multi-method was used, divided by two stages: the qualitative andthe quantitative right after. From the results of the interviews performed in the qualitative stage, it waspossible to create and refine a questionnaire to apply for the quantitative stage. From the analyses ofthe information obtained, the results pointed out that there are aspects that differs informativewebsites, like for example, being eye catcher, easy to navigate, with clear articles and have credibilityon the information, it all will influence the internet user on the choose of informative websites.However, the research basis it was only answers of college students, what restricts to a small numberof internet users in relation of the total of users that access informative websites in Brazil and the restof the world. Future studies may be performed to investigate if the influencers are the same for otherpopulations groups or it differs from the results of the researchKeywords: informative websites, internet users, Internet 1
  2. 2. VII Jornada de Iniciação Científica - 2011 1. IntroduçãoA internet é uma mídia mais poderosa do que as mídias tradicionais (televisão, rádio, jornaletc.) pela possibilidade de interação de forma instantânea. O conceito de experiência virtualsurgiu e é possibilitado pelos desenvolvimentos tecnológicos que permitem interaçõesmultisensoriais ao incorporarem as ferramentas de visualização de alta qualidade, som eriqueza de imagens (FIORE; KIM, 2005).Nisso, muitas empresas que antes não faziam parte do mundo virtual, nos últimos anos sevoltaram para a internet devido a sua rápida disseminação e alta demanda, expandindo osseus negócios e ao mesmo tempo se modernizarem. Empresas como as OrganizaçõesGlobo, Grupo Record e várias outras empresas jornalísticas do mundo inteiro atualmenteestão repensando seus modelos de negócios. O jornal americano The New York Times, quesegundo uma publicação feita no segundo semestre de 2009, enfrenta uma grave crisefinanceira correndo grandes riscos de falência nos próximos anosi. Rafael Alcadipani (2007,p. 33) comenta essa tendência, no seguinte trecho: [...] as empresas de jornal enfrentam hoje a maior crise de sua história. Títulos como Le Monde, The Guardian e The New York Times estão enfrentando declínios significativos em sua circulação diária. O The Times, mais antigo jornal do mundo, mudou de formato para tentar reverter essa tendência sem muito sucesso. No Brasil, a Folha de S. Paulo, jornal de maior circulação nacional, em 2001 tinha uma circulação média diária de cerca de 400 mil exemplares. Em 2005, o número caiu para pouco mais de 300 mil. Até mesmo os tablóides ingleses, conhecidos por serem campeões de vendas, perdem leitores drasticamente. Mesmo com uma respeitável circulação diária superior a três milhões de cópias, o The Sun perdeu quase 2% de seu mercado entre outubro de 2004 e outubro de 2005, valor típico para os últimos 8 anos.Com isso, o autor complementa ao dizer que grande parte dos jornais têm ampliado seusmeios para acesso ao leitor, entrando no ambiente on-line: [...] Muitos jornais migraram para a Internet e passaram também a oferecer conteúdo on-line em portais que vão além das notícias, oferecendo blogs, redes de relacionamento amoroso e envio de notícias para celulares, porém diversos estudos mostram que a receita gerada nos sites dos jornais não cobre os custos de uma migração definitiva. Outra prática comum é o desenvolvimento de sites específicos para segmentos de classificados. O The Guardian, na Inglaterra, tem um site sobre carros que atingiu muito sucesso. Com isso, as grandes empresas jornalísticas estão caminhando no sentido de alterar seu foco estratégico. Deixam de serem empresas que 2
  3. 3. Universidade Presbiteriana Mackenzie produzem somente jornais para se transformarem em provedores de notícias pelos mais diversos meios, como sites de Internet, jornais impressos, jornais regionais, rádios, TVs etc. (ALCADIPANI, 2007, p. 35)Com o lançamento do R7 (do Grupo Record) e o G1 (das Organizações Globo), as duasconhecidas empresas de comunicação se lançaram no competitivo mundo on-line dasinformações não apenas sobre os seus programas diários, mas sobre todas as principaisnotícias sobre o mundo, concorrendo diretamente com sítios como Terra, iG, Yahoo!, entreoutros. Com a marca já estabelecida em outros meios, Globo e Record usaram a marca e acredibilidade para se concretizarem no espaço virtual, e segundo pesquisa divulgada no finalde 2009, o sítio da Globo é o quarto mais acessado do país Os portais mais visitados sãoUOL, IG e Terra respectivamenteii.Desta forma, questões contemporâneas surgem na tentativa de dar um primeiro passo rumoà interpretação desta nova realidade, tais como: O desempenho dos novos sítios sãodeterminados pelo relacionamento prévio da marca? Quais seriam os principaisinfluenciadores do comportamento do “internauta” e que, portanto determinam suapreferência em relação aos sítios jornalístico-informativos freqüentados? 1.1 Problema de pesquisa.De acordo com Acevedo e Nohara (2006), na maior parte das vezes, a formulação doproblema é feita sob a forma interrogativa. É importante ressaltar que o problema é a partemais importante do trabalho, já que é a pergunta a qual se pretende responder com ainvestigação. A direção da pesquisa é dependente do problema de pesquisa, que deve seapresentar da maneira mais clara possível. Desta maneira, o problema de pesquisa emquestão é compreender: Quais os influenciadores da escolha, pelo internauta, de sítiosjornalístico-informativos? 1.2. ObjetivosA esta questão importante e multifacetada, este trabalho pretende abordar e responder,tendo como objetivo geral, o seguinte: identificar quais são os principais influenciadores daescolha, pelo internauta, de sítios jornalístico-informativos.E, por conseqüência, dos seguintes objetivos específicos:- Identificar hábitos e preferências dos internautas que freqüentam a sítios informativos-Identificar principais fontes de influência na escolha de acesso a sítios informativos 2. Referencial teóricoA fim de solucionar a estas questões, neste tópico, apresenta-se o referencial teórico desustentação deste trabalho de cunho científico. 3
  4. 4. VII Jornada de Iniciação Científica - 2011 2.1 MarcaSegundo a definição do American Marketing Association (AMA), o essencial para a criaçãode uma marca é “encontrar um nome, logotipo, símbolo, desenho de embalagem ou outroatributo que identifique o produto e o diferencie dos outros” (KELLER e MACHADO, 2007, p.02).Kotler e Keller (2007, p. 271) constatam que quando o cliente reconhece uma marca em queconfia, ele se sente mais confortável, seguro, pois a qualidade da marca já está presente emsua memória. Keller e Machado (2007, p. 07) dizem que aos clientes reconhecerem umamarca, isso “permite os consumidores atribuir responsabilidades a um determinadofabricante ou distribuidor” e ainda completam ao dizer que “com o programa de marketingde cada uma [marca] ao longo dos anos é que os consumidores aprendem sobre marcas,descobrindo quais satisfazem suas necessidades [...]. O resultado é que as marcas são ummeio rápido para simplificar suas decisões de produto”.Kotler e Keller (2007, p. 269) ainda completam ao constatar que ao consumidor conhecer econfiar em uma marca, especialmente os clientes fidelizados, eles não se importam empagar normalmente de 20 a 25 por cento a mais. Ainda segundo Kotler e Keller (2007, p.289) quanto mais antiga uma marca é estabelecida no mercado, mais chances de ter umgrande público fiel, nascendo assim um brand equity, o que a faz se tornar (na maioria doscasos) líder em seu setor.O poder de reconhecimento e admiração diante da marca está associado ao seu brandequity, em outras palavras, “o valor agregado atribuído a produtos e serviços”, comoexpõem Kotler e Keller (2007, p. 270). Ou como afirma o Marketing Science Institute (MSI)refere-se ao: Conjunto de associações e comportamentos da parte dos clientes, membros do canal e empresa controladora da marca que permite à marca ganhar maior volume ou maiores margens do que conseguiria sem o nome da marca e que lhe dá uma vantagem forte, sustentável e diferenciada sobre os concorrentes.Quando empresários almejam criar brand equity para as suas marcas, Kotler e Keller (2007,p. 271) expõem que “devem criar associações fortes, favoráveis e exclusivas com osclientes", sendo a lógica que está por traz é a de que as associações e valores agregadosatribuídos aos produtos e serviços são construídos por experiências do consumidor com amarca. No entanto, a pesquisa mais recente trouxe definições elaboradas da experiência docliente onde foi proposto que a experiência do cliente é algo holístico em que engloba asrespostas cognitivas, afetivas, emocionais, sociais e físicas do cliente através do contatocom a empresa ou marca” (VERHOEF et al, 2009). A experiência do cliente é vista como 4
  5. 5. Universidade Presbiteriana Mackenzieabrangendo a experiência total, incluindo a busca, a compra, o consumo, e envolvendomúltiplos pontos de contato entre o cliente e a empresa. 2.2 Comportamento do consumidorNas palavras de Mowen e Minor (2006, p. 03) o comportamento do consumidor se definecomo “o estudo das unidades compradores e dos processos de troca envolvidos naaquisição, no consumo e na disposição de mercadorias, serviços, experiências e idéias” eSolomon (2002, p. 24) completa ao falar que é o estudo do processo quando um grupo, umindivíduo, escolhem, compram ou dispõem de produtos, idéias, serviços ou experiência parapreencher necessidades e desejos. É uma peça fundamental de análise para empresáriosterem um conhecimento do que os clientes querem e como eles percebem o produto e amarca.O processo decisório para compras do consumidor é muito discutido por diversos autoresque pesquisam essa área. Neste trabalho, utilizam-se as perspectivas retratadas por autoresde livros de referência na área de comportamento do consumidor (ENGEL, BLACKWELL eMINARD, 2000; SOLOMON, 2002; MOWEN e MINOR, 2006) e de teoria em administraçãode marketing (KOTLER e KELLER, 2006; CHURCHILL JR. e PETER, 2008).As etapas do processo de compra do consumidor são divididas em reconhecimento doproblema, busca de informações, avaliação de alternativas, decisão de compra ecomportamento pós-compra, de acordo com Engel et. al. (2000), Mowen e Minor (2006),Kotler e Keller (2006), Churchill Jr. e Peter (2008) e Solomon (2002).Engel et al. (2000, p. 95) introduz o leitor com o reconhecimento de necessidade. Baseia-seno “estado de desejo que inicia um processo decisório que por sua vez ocorre através dainteração de diferenças individuais como valores e necessidades e influências ambientais”.Para o individuo se tornar um potencial consumidor, primeiro ele deve reconhecer quenecessita de algo, sendo nas palavras de Mowen e Minor (2006, p. 196) “uma discrepânciaentre a condição real e a condição desejada”.A busca de informações é a próxima etapa. Engel et al. (2006, p. 96) diz que primeiramente,o consumidor faz uma busca interna em sua memória para saber se possuí conhecimento osuficiente sobre o produto. Quando isso não for o caso, o consumidor irá procurar em fontesexternas, caracterizando a busca externa, que está vulnerável não somente para asopiniões dos consumidores como também para as influências ambientais (como jornais erevistas). Kotler e Keller (2006, p. 189) dividem as fontes de informações do consumidor emquatro grupos: "fontes pessoais (família, amigos), fontes comerciais (propaganda,promoções, embalagens), fontes públicas (artigos e reportagens de meios de comunicaçãode massa) e fontes experimentais (manuseio, uso do produto)." 5
  6. 6. VII Jornada de Iniciação Científica - 2011O terceiro passo do processo decisório é a avaliação de alternativas. Kotler e Keller (2006, p.191) dizem que as avaliações são reflexos das crenças e atitudes. Os autores definemcrença como “um pensamento descritivo que alguém mantém a respeito de alguma coisa” eatitude corresponde a “avaliações, sentimentos e tendências de ações duradouros,favoráveis ou não, a algum objeto ou ideia”. Os dois são de igual importância para avaliaras alternativas dos produtos. Engel et al. (2000, p. 99) referem-se a avaliação dealternativas como avaliação de alternativa pré-compra. O consumidor usa “critérios deavaliação – os padrões e especificações usados por consumidores para comparar produtose marcas diferentes”, enquanto Churchill Jr. e Peter (2008, p. 150) dizem que a partir doprocesso de avaliação de alternativa, os consumidores irão identificar a compra que lhestrará maior valor.As regras de decisão de compras, de acordo com Minor e Mowen (2006, p. 203) é chamadade escolha de alto envolvimento em que “todas as informações a respeito dos atributos deuma marca são combinados para um julgamento final da preferência pela marca”, sendoque essa avaliação é feita para cada uma das alternativas de marca, cuja a que tiver a maiorpreferência é a escolhida. A escolha de baixo envolvimento (MOWEN e MINOR, 2006, p.204) é definido como “os altos indicadores de alguns atributos podem não compensar osbaixos indicadores de outros atributos”. Churchill Jr. e Peter (2008, p. 150) completam aoresumir que “depois de considerar as opções possíveis, os consumidores podem fazer umacompra ou não".O último e um dos mais importantes nas etapas dos processos decisórios de compra é ocomportamento pós-compra. Segundo Kotler e Keller (2006, p. 196), o cliente pode ficarsatisfeito, o que é uma proximidade entre suas expectativas e o desempenho percebido doproduto, a insatisfação é o desempenho não ter alcançado as suas expectativas, e oencantamento é o desempenho exceder o que o consumidor esperava. Algumas ações pós-compra são totalmente baseadas na avaliação pós-compra. Se o consumidor ficar satisfeitoprovavelmente ele irá comprar novamente. Já os consumidores insatisfeitos, podemabandonar, devolver o produto, fazer reclamações da empresa e propagar propagandanegativa do produto. Churchill Jr. e Peter (2008, p. 151) atribuem esse sentimento de dúvidaapós a decisão quanto a ter escolhido ou não a alternativa correta de dissonância cognitiva. 2.2.1 Comportamento do internautaA seguir segue o perfil do internauta, que se divide por faixas etárias, e os fatores quemotivam os indivíduos a acessarem sites. A segmentação dos internautas também édiscutida, através da pesquisa realizada por um estudo citado por Limeira (2007), seguidodos fatores de influências do comportamento do internauta, em que é abordado os 6
  7. 7. Universidade Presbiteriana Mackenzieambientes que o cercam, o fator tempo, as características desejáveis de um site e avelocidade da internet. 2.2.1.1 PerfilDe acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE), lançada no início de setembro de 2010, os números de domicílios estimados comcomputadores é em torno de 58.5 milhões, sendo que a proporção de lares que possuíammicrocomputador subiu de 31.2% para 34.7% de 2008 a 2009, e os domicílios que possuemacesso à internet também apresentou um crescimento no mesmo período, saltando de23,8% para 27,4% do total. Além disso, as pessoas jovens passaram a acessar mais ainternet. Entre as pessoas de 10 a 14 anos de idade, o porcentual de usuários de internet subiu de 51,1% em 2008 para 58,8% do total no ano passado [2009]. Entre os adolescentes de 15 a 17 anos, a fatia de usuários de internet no total cresceu de 62,9% para 71,1%. Já entre os jovens de 18 a 19 anos, a proporção de usuários de internet subiu de 59,7% para 68,7%, no mesmo período. Em contrapartida, na faixa etária de 50 anos ou mais, o porcentual de usuários da web subiu de forma menos intensa, de 11,2% em iii 2008 para 15,2% em 2009 .Morgado (2003, p. 43) cita pesquisa realizada por Papacharissi e Rubin (2000), queanalisam a Internet sob a perspectiva de usos e gratificações. No estudo citado por Morgado,uma amostra de 279 estudantes de um curso introdutório de comunicação foi pesquisadasobre o uso que faziam da Internet. Os dados foram analisados e chegaram a cinco fatoresbásicos: - Fator 1 – Utilidade interpessoal: [...] uso da internet para se relacionar com outras pessoas, como por exemplo pertencer a grupos, encontrar pessoas, ajudar os outros, etc. - Fator 2 – Passar o tempo: [...] ocuparem o tempo livre conectados a internet. - Fator 3 – Busca de informação: [...] pesquisar e obtenção de informações. - Fator 4 – Conveniência na comunicação: [...] facilidade de socialização com outros indivíduos na Internet. - Fator 5 – Divertimento: [...] internet como prazerosa e agradável.Limeira (2007, P. 85) cita o trabalho de pesquisa feita por Korgaonkar e Wolin (1999), queconstatam que as motivações em relação à Internet são “determinadas pelo tipo de uso epelas características demográficas dos usuários”. Para isso, foram identificadas cincomotivações relacionadas ao uso da Internet, conforme abaixo: 7
  8. 8. VII Jornada de Iniciação Científica - 2011O primeiro fator motivacional que os autores citam é o escapismo social. È um “desejo deescapar da realidade pela realização de atividades prazerosas e agradáveis”. Ou seja, ointernauta usa a internet como um meio de entretenimento provocando satisfações positivas.O segundo é a “satisfação das necessidades de informação e educação, de modo fácil,rápido e a baixo custo”. O terceiro fator é o controle e a interação. A razão disso é que ointernauta está no controle sobre a Internet, é ele quem dita às regras para onde ir e quandocomeçar ou finalizar algo. O outro fator é a socialização, em que as chances de encontraroutras pessoas com interesses similares é maior e o último fator que os autores citam é oeconômico, que está ligado com a necessidade de adquirir bens, que podem ser gratuitoscomo “informações, imagens, vídeos e entretenimentos variados”.Em relação a atitudes com sites, Morgado (2003, p. 63) cita uma pesquisa desenvolvida porChen e Wells (1999), revelou que para os internautas analisados “um bom site é aquele quefornece informações relevantes e bem organizadas de forma envolvente" e, conforme éressaltado na pesquisa, “apesar disso parecer óbvio, muitos sites – mesmo os criados porconsultores de Internet – conseguem violar essa lei de uma ou de outra forma”. 2.2.1.2 Segmentação dos internautasMcKinsey Company (2000 apud LIMEIRA, 2007, p. 104) realizou um estudo onde dividiu emseis diferentes segmentos de consumidores online: simplificadores, surfadores,negociadores, conectadores, rotineiros e esportistas, sendo cada segmento definido pelocomportamento dos internautas.Os simplificadores são pessoas que não gostam de serem pressionados para compra, eapreciam “informações sobre os produtos facilmente disponíveis, serviços confiáveis eentrega rápida”. Entretanto, são indivíduos exigentes, difíceis de satisfazer e de se manter.Os surfadores mudam constantemente de sítios e os usam para diversos fins, comoentretenimento e compras. Websites chamativos e sempre atualizados são uma possívelchance de retê-los. Os negociadores procuram bons negócios, gostando de estar nocontrole da transação. Os conectores acessam basicamente a Internet para se relacionarcom outras pessoas e quase não possuem histórico de compra. Rotineiros utilizam aInternet quase que exclusivamente para o conteúdo das noticias e informações financeiras,quase não visitando outros sites além dos que estão acostumados e por último, osesportistas possuem o mesmo comportamento dos rotineiros, apenas com a adição de sítiosde esportes e entretenimento.Limeira (2007, p. 98) afirma que a “experiência é um fator importante para a formação deatitude favorável ou desfavorável em relação à internet e aos websites”. Outro pontoimportante ressaltado pela autora, é que ter atitudes de confiança e afeição na marca é um 8
  9. 9. Universidade Presbiteriana Mackenziefator essencial para o sucesso do sitio. Estudar as convicções, motivações, atitudes eexperiências dos indivíduos é indescritível para uma empresa poder atender da melhormaneira possível os seus internautas e atingir o sucesso. 2.2.1.3 Fatores de influência do comportamento do internauta na InternetSegundo Mowen e Minor (2006, p. 247) dois dos cinco fatores de influência ao consumidorsão o Ambiente Físico (“aspectos físicos e espaciais concretos do ambiente que envolveuma atividade de consumo”) e o Ambiente Social (“os efeitos que outras pessoas provocamsobre um consumidor durante uma atividade de consumo”). Referindo-se especificamenteas experiências vividas na navegação na internet, Solomon (2002, p. 31) afirma que ointernauta faz compras, paga contas, relaciona-se com amigos, mantém contato comfamiliares distantes geograficamente, e atualiza-se com notícias ao redor do mundo a horaque quiser. “Com isso, a ”perda de tempo” em ir buscar um jornal na banca ou em acharalguma raridade sendo obrigado a sair de casa não é uma realidade vivida por internautas”.O consumidor tem uma percepção positiva quando o sítio em que fez a compra é honesto econfiável.O autor Yoon (2002 apud MORGADO, 2003, p. 68) realizou pesquisas em sites de comprase aponta algumas características que os sítios devem possuir para serem notados econtinuarem no mercado como embasar a imagem no mercado ser mais importante do quee a sua funcionalidade para garantir confiança em sítios, sites que atuam somente onlinepossuem uma maior necessidade em garantirem confiança do que outros que atuam emoutros seguimentos também, e para se construir confiança entre o consumidor e a empresa,é necessário que as experiências de compras sejam positivas.Ainda a respeito da velocidade das páginas online, Morgado (2003, p. 70) cita Weinberg(2000) que constata: Sob uma perspectiva de marketing, o impacto imediato de se ter uma home- page que não carrega suficientemente rápido [...] é a perda da oportunidade de satisfazer as necessidades e objetivos desse usuário [...]. Além disso, a atitude do usuário, não somente diante do site, mas também diante da marca, pode ser negativamente influenciada. 3. MétodoA escolha do método de pesquisa é um passo inerente às etapas necessárias para odesenvolvimento de uma pesquisa em qualquer campo de estudo. Na área de marketing,assim como em outras áreas da administração, é comum a existência de debates acercadas escolhas metodológicas do pesquisador (LEVY, 2005). Neste trabalho optou-se por um 9
  10. 10. VII Jornada de Iniciação Científica - 2011estudo multi-método, em que o método quantitativo, assim como o qualitativo seráempregado.Segundo Campomar (1991) e Hair et al (2005), em qualquer tipo de estudo ou pesquisa emAdministração, podem ser utilizados métodos quantitativos ou qualitativos dependendo doque se almeja com objetivo da pesquisa. Hair et al (2005) e McDaniel e Gates (2003, p. 120)expõem que a seleção do projeto de pesquisa correta depende da questão de pesquisa,sendo projetos exploratórios mais adequados para a descoberta ou esclarecimento dealgum tópico, e os projetos descritivos mais adequados para a descrição quantitativa,mensuração de alguma variável ou averiguação de relacionamentos entre variáveis.Segundo McDaniel e Gates (2003, p. 120), as pesquisas qualitativas são normalmenteusadas para lidar com problemas poucos conhecidos e são expressos na forma de palavrase não de números. Após o término da revisão da literatura pertinente ao tema deste trabalho,foi procedida a primeira etapa da pesquisa de campo com a aplicação do método qualitativo.O método qualitativo foi empregado para melhor compreender o contexto, o perfil e as suaspreferências da unidade de análise (o entrevistado), além de mapear as tendências em suasescolhas. Neste intuito, entrevistas em profundidade serviram como instrumento de coletade dados. Uma amostra pequena foi entrevistada, com cinco estudantes universitários, entre19 a 25 anos, sendo um do sexo masculino e o restante do feminino, todos solteiros,residentes na grande São Paulo e no interior, entre os meses de novembro a dezembro de2010, a partir de pré-testes realizados presencialmente.Em decorrência dos resultados da etapa qualitativa, foi criado o instrumento de coleta dedados da etapa quantitativa subseqüente. A pesquisa qualitativa neste trabalho tem porobjetivo melhorar a eficiência da pesquisa quantitativa cujo objetivo foi identificar osprincipais influenciadores da escolha, pelo internauta, de sítios jornalístico-informativos. Naquantitativa, os autores (MCDANIEL e GATES, 2003, p. 120) recomendam buscar umaamostragem maior do que da pesquisa qualitativa, já que a coleta de dados tem por alvo aprecisão dos resultados.Na etapa quantitativa recorreu-se a estatística descritiva, usada para analisar os dados eque segundo Freund e Simon (2006, p. 18), a fim de resumi-los ou descrevê-los. ParaFreund e Simon (2006, p. 21) existem dois tipos de dados estatísticos: os dados números(ou quantitativos) e os dados categóricos (chamados também de qualitativos). Nas palavrasdo autor os “dados categóricos resultam de descrições [...] e muitas vezes codificamos osdados categóricos, associando número às diversas categorias e assim convertendo-os emdados numéricos de uma maneira trivial”. Já os dados numéricos são classificados aindacomo dados nominais, dados ordinais, dados intervalares ou dados de razão. Neste trabalho, 10
  11. 11. Universidade Presbiteriana Mackenziefoi feito o uso de variáveis nominais tais como gênero, ordinais tais como grau de instrução,razão como idade, entre outros.Os conjuntos de dados obtidos foram agrupados para obter uma boa visualização dainformação transmitida. Representações gráficas foram realizadas tais como a confecçãode gráficos de distribuição de freqüência, “em que agrupam-se ou classificam-se os dadosnum certo número de categorias ou classes” (FREUND e SIMON, 2006, p. 33). Essasrepresentações gráficas podem ser segundo o tamanho número, que são resultantes deuma distribuição numérica ou uma distribuição quantitativa. Caso os dados não sejamagrupados em categorias numéricas, são provenientes de uma distribuição categórica ouuma distribuição qualitativa. Em ambos os casos são chamados de distribuições defrequência.A etapa quantitativa foi implantada por meio da internet (com perguntas lançadas no GoogleDocs) e por meio de questionários impressos. No Google Docs, os internautas puderamcompartilhar as suas opiniões por meio da escolha de respostas divulgadas alternativas demúltipla escolha. Segundo McDaniel e Gates (2003, p. 213) uma das vantagens em fazerlevantamentos pela internet é a rapidez que o questionário pode ser distribuído aosentrevistados e com que os dados são levantados. Uma outra vantagem é o seu baixo custoe a sua capacidade em atingir um grande número de pessoas. Por esses motivos, decidiu-se também utilizar o Google Docs como um dos métodos de pesquisa quantitativa. Quadro 1 - Definição dos elementos do Plano Amostral da etapa quantitativaElementos Etapa QuantitativaPopulação Jovens usuários de sites informativos.Universo O Brasil possui 3.515.472 (69,3%) em bacharelado, 818.632 (16,1%) em licenciatura, 412.032 (8,1%) em ensino tecnológico, e 329.267 (6,5%) em bacharelado/licenciatura. iv Estima-se que seja mais de 5 milhões de estudantes .Amostra Estudantes universitários fluentes na língua portuguesa.Respondentes Teve por objetivo realizar 5 vezes a quantidade de questões , como proposto por Hair et all (2005). Contando com 24 perguntas, obteve-se 214 respondentes, sendo analisados apenas 179 por conta dos critérios mencionados adiante.Extensão geográfica Perguntas foram realizadas na internet, através do Google Docs, e por questionários impressos.Fonte: Autoria Própria (2011)Na etapa qualitativa baseou-se em entrevistas desenvolvidas a partir de um roteiro semi-estruturado entre os meses de novembro a dezembro de 2010. Isso ocorreu devido aescassez de materiais que abordam o assunto relacionado a sites de notícias, ou seja, foi decunho exploratório. Os resultados das entrevistas do trabalho de campo foram armazenadosem gravações para a melhor análise das respostas já que isso corrobora com afidedignidade dos dados colhidos. Já na etapa quantitativa, um questionário foi utilizadocomo forma de coleta de dados contendo perguntas fechadas, todas de múltipla escolha. 11
  12. 12. VII Jornada de Iniciação Científica - 2011Todos os respondentes possuíam anonimato por ter sido realizado através do Google Docse nos questionários impressos já que os seus nomes não foram requeridos. 4. Resultados e DiscussãoDos 214 questionários respondidos na etapa quantitativa, 95% indicou que cursa ensinosuperior, sendo trabalhado apenas essas respostas, pela pesquisa focar-se em somentealunos universitários, excluindo os outros 5%. Além disso, outros critérios foram realizadosdevido às restrições da pesquisa e foram considerados válidos apenas 179. Para isso, foramexcluídos 23 respondentes que não acessam a internet, 14 não cursam graduação (ou seja,os 5% acima citados) e 2 vazios. Importante ressaltar que o mesmo respondente pode nãoacessar a internet para se atualizar assim como não cursar ensino superior. Foi utilizadouma amostra não probabilística por apenas analisar um grupo (179) e não todos osrespondentes (214).A partir da etapa quantitativa, que somente foram analisadas 179 respostas, pode-se chegaraos resultados que serão estudados a seguir. O público feminino foi de 55% enquanto omasculino de 44% (observação de uma resposta vazia). A faixa etária predominante napesquisa foi de 18 a 29 anos, com 89% da amostra coletada. Em relação ao estado civil,quase a maioria indicou estar solteiro, com 94% (169 respostas). Uma resposta foiconsiderada vazia para o gênero, uma para o estado civil e uma para a faixa etária (todas derespondentes distintos), mas por essas variáveis não terem um peso de influência alto parao objetivo da pesquisa, foi considerado essas respostas vazias, excluindo-as apenas emsituações em que o gênero, a idade e o estado civil eram fatores relevantes.Todos os respondentes deveriam ter domínio da língua portuguesa para estarem aptos aresponderem o questionário da etapa quantitativa que estava na mesma língua. Aoperguntar se possuíam algum conhecimento de outros idiomas, o inglês apareceu com umaboa margem (de 80%), seguida do espanhol (39%). Em relação ao exercício de atividaderemunerada, 39% afirmou ser estagiário enquanto 28% estar efetivado. Quase 1/4 indicou"não exercer" atividade remunerada, enquanto apenas 6% afirmou trabalhar por "contaprópria". Isso se deve por estar-se analisando apenas a amostra que se declarou cursar oensino superior. Em relação a renda familiar, receber até 9 salários mínimos (até R$ 4905)foi indicado por 45% da amostra. Possuir renda entre 9 a 18 salários mínimos (entre R$4905 e R$ 9810) foi indicado por 39% enquanto 16% apontou receber acima de 18 saláriosmínimos (acima de R$ 9810).De forma geral, observa-se que a internet é a mídia mais utilizada pelos jovensrespondentes para acompanhamento de notícias, correspondendo a 84% das respostasdeclaradas. Isso pode ser uma conseqüência direta do controle e a interação que o 12
  13. 13. Universidade Presbiteriana Mackenzieinternauta tem sobre a Internet, já que é ele quem dita às regras para onde ir e quandocomeçar ou finalizar algo, fato que corrobora com a assertiva de Korgaonkar e Wolin (1999apud LIMEIRA, 2007, p. 85). Esse controle e interação é algo que não ocorre perante osoutros meios de comunicação. Entretanto, nota-se ainda a grande relevância das demaismídias visto que Televisão é apontada na pesquisa como sendo a segunda mais utilizada(56%), seguida por Jornais impressos (37%), mídias tradicionais mas que preservam suarepresentatividade. A perda de relevância dos jornais impressos, alertada por Alcadipani(2007, p. 33) pode ser, portanto, observada também por meio da análise das respostas.Vale ressaltar que o celular começa a ganhar importância como meio de informação dentreos jovens pesquisados, sendo utilizado por 15% da amostra. Tabela 1 – Consumo de Mídias InformativasCONSUMO DE MÍDIAS F %Internet 179 84%Televisão 119 56%Jornais impressos 79 37%Revistas impressas 60 28%Rádio 52 25%Celular 32 15%Não acompanho as notícias 0 0%Outros: amigos e colegas 5 2%Observação: foram aceitas múltiplas respostas.Fonte: Autoria própria (2011)Legenda: F=freqüênciaA internet ser considerada como a mídia mais utilizada pelos respondentes pode estarassociado com o aumento de pessoas conectadas ao mundo online, como já foi citado. OIBGE mostrou que em 2010, 67,9 milhões de pessoas declararam ter usado a internetcontra 31,9 milhões em 2005v. O principal tipo de sistema de acesso a Internet apontado foio ADSL, com um total de 64%. Cabo satélite vem logo em seguida com 15%, e ocrescimento do Mobile, como já comentado, também foi percebido, com 14%.Como questionado na etapa quantitativa, em uma situação hipotética de não existência desites informativos, todos acreditam que perderiam algo, pois os serviços de um site denotícias apresentam conhecimento (56% acreditam que perderia informação), comodidade(46% acreditam que a perderia) e rapidez (42% perderiam tempo). Solomon (2002, p. 31) jáhavia citado isso em sua teoria ao dizer que não existe a perda de tempo em ir buscar umjornal na banca sendo obrigado a sair de casa para os internautas. Com isso também pode-se relacionar com a teoria de Churchill Jr. e Peter assim como a do próprio Solomon, emque os internautas possuem necessidades de informações e os sites de noticias devemsuprir isso, assim como os produtos devem satisfazer os consumidores. Além disso, 32%apontaram que ficariam dependentes da televisão e do rádio para se atualizarem. 13
  14. 14. VII Jornada de Iniciação Científica - 2011As três principais razões para o acesso a sites de noticias constatam a vantagem da altainteratividade dessa mídia propiciando velocidade de acesso e aquisição de conteúdo, comoapontado por Fiore e Kim, (2005). Com isso pode-se notar que os internautas além de teremnecessidades de se manterem informados, eles querem rapidez nas atualizações e aomesmo tempo querem otimizar o seu tempo lendo várias notícias de vários assuntos semprecisar exercer muito esforço, como dito por Korgaonkar e Wolin (1999 apud LIMEIRA,2007, p. 85). Observação: múltiplas respostas foram aceitas Figura 1 - Razões para acesso a sites de notícia Fonte: Autoria própria (2011)De acordo com a tabela 2, o site UOL desponta como o mais conhecido perante osrespondentes, seguido pelo Terra, Folha Online e G1. O UOL liderar a coluna denotoriedade pode ser uma conseqüência de ser um dos provedores de conteúdo maisantigos do Brasil, o que a faz se tornar um brand equity, possuindo um vasto público-fiel,como comentado por Kotler e Keller (2007, p. 289)vi. Tabela 2 – Sites de notícias que os respondentes conhecem e/ou costumam acessar SITES CONHECIDOS % % E/OU ACESSADOS Sites mais conhecidos Índice de notoriedade Sites mais acessados Índice de utilização 1) UOL 83% G1 61% 2) Terra 79% UOL 55% 3) Folha Online 72% Folha Online 42% 4) G1 69% Terra 37% 5) Estado de São Paulo 67% Estado de São Paulo 26% 6) MSN 51% R7 13% 7) R7 42% BBC News 12% 8) BBC News 41% Outros 3% 9) Outros 3% RSS “feeds” 1%Observação: múltiplas respostas foram aceitas como resposta a essa questãoFonte: Autoria própria (2011)Apesar do provedor de notícias UOL ter sido apontado na tabela anterior como o maisconhecido dos respondentes, 61% afirmou acessar constantemente o G1, seguido do UOL,com 55%. Uma das causas pode ser devido a marca Globo estar fortemente presente na 14
  15. 15. Universidade Presbiteriana Mackenziemente dos brasileiros a mais tempo que o UOL, ou seja, ela obteve êxito em transferir o seubrand equity de um setor para outro conseguindo superar o seu maior concorrente online deacordo com a amostra. Importante ressaltar que na opção “outros” alguns internautasresponderam Globo.com como o seu site de fornecimento de informações (apesar depertencerem à mesma holding, o Globo.com apresenta uma maior diversidade de matériasque o G1).Fazendo uma analogia com o processo de decisão de compra, é importante os sites denoticias oferecerem qualidade e desempenho superiores que os concorrentes, ou possuíremcaracterísticas inovadoras, de acordo com Kotler e Keller (2006, p. 13). Nisso, o internautanão estaria interessado em apenas acessar um site gratuito, e sim usufruir de um serviçodiferenciado dos demais. Um exemplo é a Folha Online, que para acessar a algunsassuntos o internauta precisa ser assinante do jornal, ou seja, o individuo não importa empagar por uma área exclusiva. Importante salientar também que a experiência éfundamental para a formação de uma atitude favorável ou desfavorável em relação aos sites.A escolha do site de notícias dependerá de uma série de fatores entre eles, e assim comoem compras, Churchill Jr. e Peter (2008, p. 150) ressaltaram que a identificação e avaliaçãode maneiras de satisfazer as necessidades e desejos será o que os irá fazê-los escolher oque lhes trará maior valor. A partir das características que mais tragam satisfação aosinternautas, eles irão escolher os sites de notícias que mais lhe agradam.De acordo com a tabela 3, a característica que chama mais atenção dos internautas é a“diversidade de matérias” com 58%. Sites de notícias que possuem vários assuntos geraisassim como alguns mais específicos chamaram mais a atenção dos respondentes. A“credibilidade” e “localização fácil da notícia” também foram apontados, com 55% e 49%cada. Uma das características que chamam menos atenção é “o domínio ser estrangeiro”,sendo o site BBC News o único site listado no questionário da etapa quantitativa que possuio domínio estrangeiro.Tabela 3 – Características do Site Acessado Apresenta Perante os Demais e Características de um siteinformativo idealCARACTERÍSTICAS PERANTE OS DEMAIS % CARACTERÍSTICAS DE UM SITE INFORMATIVO % IDEALDiversidade de matérias 58% Redação clara 76%Credibilidade 55% Credibilidade das informações 73%Localização fácil da notícia 49% Fácil acesso 70%Linguagem simplificada 45% Chamadas/títulos das notícias apresentados de 58% forma atrativaVisual mais atrativo 41% Capacidade de busca da informação rápida e 58% eficienteMais conhecido 27% Visual (fotos, imagens) atrativo 54% 15
  16. 16. VII Jornada de Iniciação Científica - 2011Apresenta notícias de jornais internacionais 26% Linguagem das reportagens atrativa 42%Permite interação do internauta (na forma de 21% Vasto banco de dados de informações (em ordem 35%comentários, fóruns) cronológica)Permite a reprodução audiovisual 20% Links que redirecionam o leitor direto para a fonte 31% da informaçãoPossui versão impressa e digitalizada 15% Colunistas renomados 22%Permite a reprodução sonora das notícias 12% Apresenta notícias selecionadas especificamente 21% ao meu perfilRSS 4% Permite participação ativa e comentários de outros 20% leitoresÉ oferecido em diferentes idiomas 2% Ter artigos criados de acordo com o público-alvo da 18% notícia e/ou colunaOferece vantagens ao usuário freqüente (tais 1% Perspectiva histórica das notícias 13%como descontos e personalização)O seu domínio é estrangeiro 1% Uso de tags 13% O mesmo conteúdo ser oferecido em diferentes 8% idiomas Propagandas interativas 6% Observação: múltiplas respostas foram aceitas Fonte: Autoria própria (2011)Ainda de acordo com a tabela 3, ter uma “Redação clara” foi a característica maisimportante de um site informativo ideal (com 76%) seguido de perto de “credibilidade dasinformações” e “fácil acesso”, com 70%. “Uso de tags”, “o mesmo conteúdo ser oferecido emdiferentes idiomas” e “propagandas interativas” foram os atributos julgados como menosrelevantes pelos respondentes, com 13%, 8% e 6% respectivamente. A partir disso, pode-seperceber que a interação entre os sites e os internautas não está sendo bem executada,seja pela interatividade não ser muito valorizada pelo usuário, ou pelos sites não estaremexplorando o alto potencial que a interação pode trazer, e dependendo do que o usuárioprocura, ele poderá ficar insatisfeito com o portal.Fontes externas serão procuradas caso o internauta não tenha em sua memóriaconhecimento suficiente para escolher um site de notícias, como antecipado por Engel et al.(2006, p. 96) e Kotler e Keller (2006, p. 189). Essas fontes externas, segundo os doisautores, poderão ser as fontes pessoais (73% dos respondentes apontou "amigos"acessarem o mesmo site de notícias, enquanto 58% apontou "familiares"), o que induz apensar que entre eles há um grande poder de influência. Outras fontes de informaçõescomo comerciais (propaganda, promoções, embalagens) e fontes públicas (artigos ereportagens de meios de comunicação de massa) também foram apontados pelosrespondentes, sendo a internet, com 69%, o meio de comunicação pelo qual os internautasconheceram os sítios jornalísticos com maior porcentagem, seguido de ser o "site do meuprovedor/e-mail", com 9%, e "indicação de amigos" e "televisão", com 8% cada.Caso o internauta fique satisfeito com o site, ele poderá continuar freqüentando, e atémesmo freqüentar mais ainda, e fazer propaganda positiva, de acordo com Kotler e Keller(2006, p. 196). O programa de marketing de marca também é importante para os 16
  17. 17. Universidade Presbiteriana Mackenzieconsumidores, que reconhecerão aquelas que satisfação suas necessidades, comoapontado por Keller e Machado (2007, p. 07), porém o internauta pode deparar-se comdesconfortos e insatisfações, como analisado a seguir: Observação: múltiplas respostas aceitas Figura 2 - Experiências ruins e/ou desconforto com o site Fonte - Autoria própria (2011)As expectativas e o desempenho do produto devem ser próximas para o consumidor ficarsatisfeito, de acordo com Kotler e Keller (2006, p. 196). Comparando com serviços de sitesde notícias, apenas 47% dos respondentes da pesquisa aparentam estar satisfeitos ou nãolembrarem de nenhuma experiência ruim com os seus provedores. Mais da metade indicouestarem, em algum momento, insatisfeitos com os sítios jornalísticos. Isso é estudado emprocesso de decisão de compra como avaliação pós-compra. Aplicando essa teoria a sitesde notícias os internautas realizam ações pós-acesso (na teoria de Kotler e Keller é descritacomo ações pós-compra), em que podem ser positivas (o internauta volta a acessar o portal)ou negativas (não acessar mais e/ou fazer propaganda negativa), ocorrendo a dissonânciacognitiva, descrita por Churchill Jr. e Peter (2008, p. 151). Além disso, o site ser honesto econfiável é importante para a construção de um brand equity, como já constatado porSolomon (2002, p. 31).Para poder satisfazer os internautas, segundo uma pesquisa de Chen e Wells (1999 apudMORGADO, 2003, p. 63), um bom site é aquele que fornece informações relevantes e bemorganizadas de forma envolvente e deve-se tomar cuidado para não excluir nenhum dessesdois aspectos (como apontado pela amostra ter uma capacidade de busca da informaçãorápida e eficiente é importante para 58%). Além de precisar prever todos os atributos quetragam valor para o internauta, também deve-se saber se as suas expectativas foramatendidas, como apontado por Engel et al (2000, p. 100). Para isso, realizar pesquisas comos usuários seria um ponto forte para a construção de um site ideal de acordo com osinteresses dos internautas. 17
  18. 18. VII Jornada de Iniciação Científica - 2011Morgado (2003, p. 68) cita o estudo de Yoon (2002), que realizou pesquisas em sítios decompras, afirma que para o internauta ter confiança, o site deve possuir um visual atrativo(apontado por 54% da amostra como características de um site informativo ideal) e umamarca forte por detrás. A partir disso, o usuário poderá ter experiências positivas quecontribuem para a construção de confiança no site. Já a satisfação está ligada com afuncionalidade do site e que os dois (a confiança e a satisfação) sempre andam juntos.Ainda de acordo com o autor, possuir uma boa imagem perante o público é fundamentalpara o sucesso do sítio.Possuir uma marca já estabelecida no mercado foi o que atraiu 56% dos respondentes aacessarem os sites G1 e R7, enquanto 44% apontaram que o conhecimento prévio damarca não os atraiu o suficiente. A partir da pouca divergência entre as respostas, podemosdizer que ao reconhecer uma marca que se transfere para outra área atrai tanto como umanova, ainda desconhecida no mercado. Kotler e Keller (2007, p. 269) constatam que paradeterminados consumidores, a marca faz diferença, pois alguns deles optam por uma jáestabelecida no mercado, o que pode ser o caso da amostra. Ao analisarmos de acordocom o gênero, há uma grande divergência de respostas. Quase 2/3 (72%) do públicofeminino acessou os sites G1 e R7 influenciadas pelos nomes já estabelecidos no mercado,enquanto apenas 37% do público masculino fez o mesmo. 5. ConclusãoEste trabalho teve objetivo de identificar os principais influenciadores na escolha de sítiosinformativos. A partir da análise do referencial teórico e dos dados coletados, pode-seconcluir que existem vários fatores que os internautas levam em conta antes de escolheremos sítios jornalísticos que mais lhe agradam. O trabalho aponta alguns dos principaisinfluenciadores da escolha de um site serem o fácil acesso ao sítio, ser conhecido, tercredibilidade, diversidade de matérias, entre outros. Outro ponto importante apontado foi acomodidade que os sites trazem, assim como a otimização do tempo. Ter títulos chamativos,com um visual atrativo, redações com clareza e sempre atualizados são essenciais paraevitar o desperdício de tempo, assim como a fácil localização da notícia.Apesar dos sites de notícias deverem tomar cuidado com esses aspectos, alguns outroscomo por exemplo o fácil acesso a informação está relacionado também com a velocidadeda conexão da internet, o que pode trazer frustração aos internautas caso não carreguesuficientemente rápido, desmotivando o usuário a acessar o site e conseqüentemente a suainsatisfação, sendo redirecionado para outro provedor, afetando negativamente a marca,como apontado por Weinberg (2000 apud MORGADO, 2003, p. 70). O relacionamentoprévio da marca atrai o interesse de alguns internautas, entretanto o trabalho aponta queapenas isso não é o suficiente para que eles continuem acessando o site. 18
  19. 19. Universidade Presbiteriana MackenzieAlgumas das contribuições que esse trabalho traz para os acadêmicos e práticos demarketing, está o apontamento de indícios que um site de noticias pode se diferenciarperante os demais. Outros aspectos é que os seus achados auxiliam na construção de umsítio de jornalístico ideal. Essa pesquisa, portanto auxilia profissionais competentes naconstrução de um bom relacionamento com os usuários baseado no trabalho final queinteressa aos internautas. Além disso, a realização de uma pesquisa de campo com eles,como Limeira (2007, p. 98) constatou, auxiliam na captação e fidelização de acessos deusuários aos sites de notícias.Este trabalho foi exploratório. Pesquisas com amostra mais representativas, maiores, podemvir a confirmar ou refutar os achados encontrados. É sugerido para estudos futuros outrostrabalhos, com outras populações de cunho quantitativo, que busquem a confirmação érecomendável.ReferênciasACEVEDO, Claudia Rosa; NOHARA Jouliana Jordan. Monografia no Curdo deAdministração: Um Guia Completo de Conteúdo e Forma. 2. Ed.; Atlas; 2006ALCADIPANI, Rafael.O Declínio dos Jornais. GV Executivo, São Paulo, v. 6, n. 2, p. 31-35,Mar./Abr. 2007. Disponível em < http://www16.fgv.br/rae/artigos/4783.pdf >. Acesso em 02de out. 2010.CAMPOMAR, M. C. Do uso de “estudo de caso” em pesquisas para dissertações eteses em administração. Revista de Administração, v. 26, n. 3, p. 95-97, 1991.CHEN, Qimei; WELLS, William D.; Attitude Toward the Site, 1999. In: In: MORGADO,Maurício G. Comportamento do consumidor online: perfil, uso da Internet e atitudes.2003. 160p. Tese (Doutorado em Administração de Empresas. Escola de Administração deEmpresas de São Paulo. São PauloCHURCHILL, Gilbert A.; PETER J. Paul. Marketing: Criando valor para os clientes. 2. Ed.;Saraiva, 2008ENGEL, James F.; BLACKWELL, Roger D.; MINIARD Paul W. Comportamento doConsumidor. 8. Ed. Livros Técnicos e Científicos Editora, 2000FIORE,A. M., JIN, H., & KIM, J. (2005). For fun and profit: Hedonic value from imageinteractivity and responses toward an online store. Psychology & Marketing, 22, 669–694.FREUND John. E.; SIMON Gary A. Estatística Aplicada: economia, administração econtabilidade. 11. Ed.; Bookman; 2006GODOI, C. K.; BANDEIRA-DE-MELLO, R.; SILVA, A. B. Pesquisa Qualitativa em EstudosOrganizacionais: paradigma, estruturas e métodos. Ed.; Saraiva, 2006.HAIR, Joseph F. Jr.; BABIN, Barry; MONEY, Arthur H.; SAMOUEL, Phillip; Fundamentosde Métodos de Pesquisa em Administração; 5. Ed.; Bookman; 2006KELLER, Lane Kevin; MACHADO, Marcos. Gestão de Estratégia de Marcas. 10. Ed;Pearson Education do Brasil LTDA; 2005 19
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