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Francis eduardo

  1. 1. Universidade Presbiteriana MackenzieLEVANTAMENTO FOTOGRÁFICO COMO SUPORTE ARQUITETÔNICO DAPERFORMÁTICA INTERATIVAFrancis Eduardo de Oliveira Mainardi (IC) e Wilton Luiz Azevedo (Orientador)Apoio: PIBIC MackenzieResumoA busca por novos meios de comunicação visual e hipermídias, tanto no contexto artístico quantopublicitário, fez com que novas mídias se tornassem objetos de estudo e se expandiram para oespaço urbano criando um novo meio de projeção de imagens, dinâmico e funcional. Para planejaruma projeção em espaço urbano, é essencial para a obtenção de dados fazer o levantamentofotográfico como suporte arquitetônico para mapeamento e recorte das áreas que receberão asimagens. Pode-se usar diferentes softwares de edição, de animação e de vídeo - para a produção domaterial artístico ou publicitário. A intervenção em espaço urbano, denominado urban screen, sãodisplays digitais e interfaces visuais situados em espaços públicos urbanos. Incluem telas de LED esinais, telas de plasma, projeções, terminais de informação, bem como superfícies inteligentes dearquitetura e fachadas de mídia. O conceito visa a idéia de usar o espaço público como umaplataforma para criação e intercâmbio cultural, fortalecendo a arte digital e incentivando a interação ediscussão pública.Palavras-chave: projeções urbanas, performática interativa, produção imagética, poética digitalAbstractThe search for the new visual communication tactics and hypermedia, as in the artistic context aspublicist, caused that new media became object of study and expanded to the urban compassescreating a new way of image projection, dynamic and functional. To purpose a projection in the urbancompass, it is essential to obtain data and uplift a photographic as an architectonic support to mappingand cutting of the areas that will receive the images. We can use different edition islands, animationand video software - for the production of the artistic material or publicist. The interventions of theurban compass, named urban screen are digital displays and visual interfaces situated in public urbancompasses. Including LED screens and signals, plasma screens, projections, information terminals,such as smart surfaces of architecture and front media. The concept aim the idea of using the publiccompass as a platform for the creation and cultural interchange, fortifying the digital art and motivatingthe public discussion and interaction.Key-words: urban projections, interactive performance, imagery production, digital poetics 1
  2. 2. VII Jornada de Iniciação Científica - 2011IntroduçãoAs intervenções urbanas surgiram como um local chave em conflitos contemporâneos sobrecultura pública e espaço público. Eles formam uma junção estratégica nos debates sobre arelação entre inovação tecnológica, a globalização da moeda virtual, e a formação de novaspráticas culturais nas cidades contemporâneas.Em pequena ou grande escala de projeção em superfícies urbanas – estudos quedesenvolvem os conceitos de diálogo entre arte e comunicação – instalações feita por meiosde comunicação com altos padrões artísticos e dispositivos estilísticos, em fundoarquitetônico, criando impressões de arte imagética e interatividade artística.Grupos de pesquisa nesta área questionam a possibilidade de produtos de hipermídiaproduzidos em plataformas de multimídia e transformam suas produções imagéticas emvídeos interativos que são transferidos para espaço urbano, criando um recorte do projetoarquitetônico original.Segue uma linha de produção que se baseia no ponto central de cada instalação e temcomo partida, apenas o design arquitetônico ou superfície em que se projeta, ou melhor,grandes telas projetados no espaço público - estão proliferando nas cidades em todo omundo.Diversos questionamentos surgem, ao mesmo tempo, devido sua participação e divisão deespaços – entre arte e urbano - como devemos entender o surgimento da tela eletrônica quesaiu do interior doméstico para a paisagem urbana das cidades contemporâneas; Quais sãoas implicações da fusão das telas com a arquitetura, que transforma a superfície em umrecurso de comunicação; Como será a sobreposição entre streetscape e espaço de formadatascape público no futuro.Baseado nestes grupos de pesquisa, foi avaliado diversas formas de projeção em recortearquitetônico urbano, buscando identificar diferentes tipos de linguagens visuais geradasnos dispositivos tecnológicos digitais, em que nos possibilita avaliar signos imagéticosinterdisciplinares – teatro, poesia, vídeo, som e interatividade. Ao longo do projeto foramavaliadas diversas possibilidades de projeções em miniaturas e também nos própriossoftwares de edição.Referencial TeóricoErkki Huhtamo (2004) discute a possibilidade das grandes intervenções atuarem comoarqueologia experimental - demonstrações publicas de mídia – colocando em questão suasfases de “forma ativa” de sinais distintivos do comércio, banners, outdoors e broadsidescomo os primeiros displays dinâmicos. 2
  3. 3. Universidade Presbiteriana MackenzieGiselle Beiguelman (2006) fala sobre sua teoria de arte publica em contexto nômade. Aautora cita intervenções realizadas por ela na cidade de São Paulo, onde ela atua empainéis de propaganda usando seus espaços para a inserção de arte que, segundoBeiguelman, forma um contexto nômade onde a interface se torna a mensagem. Ela citatambém, como ponto de partida que o espaço das redes de Ações são em espaçoinformativo, que é mediada por uma rede de comunicação que tem sistematicamente, nãosó as noções de distância e localidade, más também os limites entre os lugares depublicidade, arte e informação.Peter Zumthor (1989) Em partes, concordo com Zumthor, porque a cada dia o mundo digitaltambém se corporifica na sua forma de acesso e expressão e não é apenas a voz – som -que ganha sua expansão sígnica, mas todo código que antes de se tornar software játinham características virtuais, como é o caso do verbo. Se este dado corpóreo também sedá em sua expressividade programática em seus aspectos de ambientação destes códigos– verbal, sonoro e visual, tanto seus aspectos epistemológicos quanto a dicotomia,diacrônica/sincrônica, desaparecem. Não podemos nos esquecer que esta escritura épromovida por um programa, que tem de ser preconcebido como escritura para existir,fomos acostumados pela cultura tecnológica anterior, analógica, a usurpar do código o ladoprático e performático, mas se ficarmos atentos a este conceito, programar é criarperformance.Annet Dekker (2006) disse que o urban screen pode ser entendido no contexto de umareinvenção da esfera pública e do caráter urbano das cidades, com base em uma misturabem equilibrada de funções e da idéia de o habitante como cidadão ativo.Claudia Bernett (2009) é baseada na noção de que as cidades são multi-camadas,dinâmicas, as coisas vivas em que as histórias são contadas todos os dias literal emetaforicamente por meio das interações diárias de pessoas que vivem nelas. Bernettsegue os modelo dos surrealistas “Exquisite Corpse”1 em uma colaboração multi-plataforma- experiência de contar histórias, cross-media. "Tall Tales" funde as pessoas, locais e atecnologia para criar uma experiência multifacetado que adiciona uma camada virtual dehistórias que vivem e respiram com a própria cidade. Ao enviar mensagens de texto curtas,os moradores da cidade e visitantes compõem uma história online, que é um reflexoconstante da evolução do tom e os tempos que vivemos.1 Método pelo qual um conjunto de palavras ou imagens é coletivamente reunidos. Cada colaborador contribui para umacomposição em seqüência, ou seguindo uma regra. 3
  4. 4. VII Jornada de Iniciação Científica - 2011Annet Dekker (2009) Urban Screen tem o foco na audiência pública urbana, sobre arecepção comum e generalizada de conteúdo de mídia. Níveis de localidade e globalidadevariam, desde a vizinhança local telas com símbolos e sinais em uma cidade a nível trans-urbanas de redes de telas que permite a interconexão global do ”novo”.Stiles e Shanken (2000) levantou algumas questões a respeito de que maneira os artistascontemporâneos podem vir a usar seus arquivos de mídia interativa: a) desafiar ou alterar oprocesso criativo e as maneiras pelas quais o significado artístico é construído e recebeu?b) habilitar as funções alternativas ou expandido para o espectador como um produtor desentido? c) aumentar a agência individual e coletiva como um veículo de mudança social?Como são as intenções do artista e os participantes relacionados aos eventos que resultamde encontros com a arte interativa? Os participantes têm a liberdade para influenciareventos do mundo real ou assumir a responsabilidade interligados? Pensando a respeitodas questões levantadas, consegue-se identificar que a arte passou por diversastransformações e estilos até chegar na forma de arte urbana.Stiles e Shanken (2000) citou um outro conceito que tem sido extensivamente eacriticamente usado nas apresentações com implícita conotações positivas e ideológicodiretamente relacionadas com as aplicações potencial para promover a mudança social é oconceito de “interação” em relação a aplicativos de mídia. No entanto, a interação comambientes digitais muitas vezes não é a tão celebrada “empoderamento” do indivíduo agoraum usuário / participante, para substituir o consumo passivo de mídia tradicional, massimplesmente de configuração de reação e individual de um ambiente tecnológico com umnúmero limitado de já definidos caminhos possíveis. Além disso, a agência do participanteem ambientes artísticos não é significativo para si, mesmo em relação à mudança social,mas apenas quando define empatia como movimento em direção a interação responsável emudança construtiva.MétodoO método usado para o desenvolvimento do projeto proposto deve-se única eexclusivamente a experimentação artística, não seguindo padrões tradicionais deabordagem quantitativa ou qualitativa.Iniciou-se com a pesquisa de materiais tecnológicos, preços e funcionalidade. O passoseguinte foi fazer o levantamento fotográfico de prédios que viriam a ter um recorte, nossoftwares de edição e também produzir e/ou juntar materiais que foram usados para testes. 4
  5. 5. Universidade Presbiteriana Mackenzie FIGURA.1 ESTÚDIO UNDERLAB, ONDE FOI PRODUZIDO ALGUNS DOS MATERIAIS. FOTO: W ILTON AZEVEDOOs primeiros testes foram realizados para a identificação de problemas nas imagenseditadas nos próprios equipamentos digitais. Após isto, os testes iniciaram-se no laboratóriointerdisciplinar do grupo de estudos Núcleo Interacto, do programa de Pós-Graduação,Educação, Arte e História da Cultura, situado no andar térreo do edifício A. Vassão, naUniversidade Presbiteriana Mackenzie – em projeções teste, usando projetores de 1800 a2500 Lumens, com área de projeção de 30’’ a 300’’ polegadas. FIGURA.2 CRIANDO TESTES NOS EQUIPAMENTOS DIGITAIS NA MINHA RESIDÊNCIA. FOTO: FRANCIS MAINARDIForam realizados alguns testes em local fechado, e após obter resultados expressivos e verque a possibilidade de criar signos imagéticos/sonoros era totalmente possível, começamosa iniciar os testes e apresentações no espaço urbano, em eventos de grande expressão – 5
  6. 6. VII Jornada de Iniciação Científica - 2011apresentado pelo Prof. Dr. Wilton Azevedo em Congressos e Fóruns Nacionais eInternacionais.Abaixo alguns eventos dos quais participei como suporte técnico para a realização dosespetáculos2: - Avant Writing Symposium. Ohyo, 2010. - Perfor1 2010 Brasil Performance (BrP). São Paulo, 2010. - Vídeo Guerrilha. São Paulo, 2010. - Primeiro Fórum de Performance Nacional. São Paulo, 2010. - E-poetry. Buffalo, 2011.Em área urbana, foram usados equipamento de ultima geração e projetores de 30.000 à40.000 Lumens – equipamento necessário para lançar imagens em espaços arquitetônicoscom grande possibilidade de expansão e com distâncias de 30 à 60 metros, com boaresolução qualidade de projeção e definição das imagens projetadas.Para a produção das imagens foram usados diversos softwares de edição3, como; AdobePhotoshop, Adobe Illustrator, Adobe After Effects, FinalCut Pro, Adobe Director MX, entreoutros. Para programar e direcionar as imagens foram usados softwares como: Modul8 eArKaos GrandVJ e também equipamentos de DJs, como a mesa Numark. FIGURA.3 CAPTURA DE TELA UTILIZANDO O TRIAL DO SOFTWARE MODUL8. FOTO: FRANCIS MAINARDIEram projetados vídeos pré-editados em looping,ou performances programadas ao vivo.2 Nos eventos realizados no exterior, o suporte técnico foi feito via Skype.3 Alguns programas precisam ser adquiridos, e foram testados apenas no modo Trial. 6
  7. 7. Universidade Presbiteriana MackenzieForam diversas apresentações, entre elas o Vídeo Guerrilha onde mais de 10 prédiosserviram como base para mega projeções, neste evento foi testado arquivos digitaisproduzidos pelo Núcleo Interacto e foi projetado um poema digital4 assinado pelo poetaWilton Azevedo, um dos idealizadores do projeto. FIGURA.4 e 5 MEGAS PROJEÇÃOS REALIZADAS NAS INTERVENÇÕES VÍDEO GUERRILHA, 12 DE NOVEMBRO DE 2010. FOTO: FRANCIS MAINARDIAs apresentações ajudaram na finalização deste trabalho, pois cada evento tinha a função,não só como evento, mas como teste para formar uma conclusão a respeito.Resultados e DiscussãoDurante o processo de pesquisa, levantamento de dados e desenvolvimento do projetoproposto, foram alcançados diversos resultados – esperados e não esperados – quetornaram o trabalho mais consistente, com informações e também reconhecimentos, deextrema importância para o grupo de estudos Núcleo Interacto e para este artigo científico.Minha pesquisa em conjunto com o grupo de estudos, estabeleceu uma sintonia do trabalhoem grupo que viabilizou a troca entre discentes da graduação e pós-graduação strictusensu.O contato direto com softwares de ponta, nos permitiu explorar e extrair o melhor que cadaprograma oferece, proporcionando produções de alta qualidade.4 48.100 EletroAcústica Hz # 1.0. 7
  8. 8. VII Jornada de Iniciação Científica - 2011 FIGURA.6 TESTES COM O TRIAL DO SOFTWARE MODUL8. FOTO: ILAN KATINTrabalhar o meio digital nos proporcionou resultados, no sentido de poder criar umdialogismo entre processos comunicacionais, poéticos e performáticos. FIGURA.7 e 8 MEGAS PROJEÇÃOS REALIZADAS NAS INTERVENÇÕES VÍDEO GUERRILHA, 12 DE NOVEMBRO DE 2010. FOTO: FRANCIS MAINARDINas reuniões organizadas no laboratório interdisciplinar do grupo de estudos, em pauta,sempre prezamos a divulgação do grupo. Ao mesmo tempo, nos eventos, o grupo semprefoi reconhecido e elogiado por seus trabalhos apresentados. 8
  9. 9. Universidade Presbiteriana Mackenzie FIGURA.9 W ILTON AZEVEDO AO LADO DA MEGA PROJEÇÃO REALIZADA NA INTERVENÇÃO VÍDEO GUERRILHA, 12 DE NOVEMBRO DE 2010. Foto: Ricardo BotiniConclusãoBuscando aperfeiçoar as técnicas de projeções externas misturando arte, poesia e aarquitetura, podemos concluir que a poesia digital e suas intervenções urbanas possuemcódigos que não se dividem no conceito de mesmice, estranhamento e ficção.Com isto, o suporte para intervenções em espaço urbano, terá de ser revista como ambientede signos que se articulam em forma de arte, assim como a fala e a música operando emuma somatória de ambientes - ambiência – que no sentido semiótico, o faz sígnico,passando a modificar seu ambiente urbano, em espaço de intervenção e arte.Os estudos ligados a esses métodos de projeção continuam em andamento, pois osquestionamentos do projeto, foram alcançados, porém, ao mesmo tempo, surgiram novasformas de intervenção que exigem uma continuidade nas pesquisas, além de estar na idadede experiência, fazem surgir signos imagéticos e sonoros que nos passam uma leitura doartístico performático visto em uma fusão com o urbano estático. 9
  10. 10. VII Jornada de Iniciação Científica - 2011ReferênciasAZEVEDO, Wilton. Interpoesia: Le Debut de L’Ecriture em Expansion. Post Doctorat,Université Paris VIII Laboratoire de Paragraphe, Paris, 2009.CHARTIER, Roger. Os desafios da escrita. Trad. Fulvia M. L. Moretto. São Paulo: Ed.UNESP, 2002.DOHERTY, Claire (org). Situation; Documents of Contemporary Art. Black Dog PublishingLimited. Londres, 2004.DUCARD, Dominique. De mémoire d’hypertexte. In: ROELENS, Nathalie; JENNERET, Yves.L’IÍmaginaeire de L´ÉEcran/ Screen Imaginary. Nova York: Edition Rodopi B. V. Amsterdam,2004.GIANNETTI, Cláudia. Estética digital: sintonia da arte, a ciência e a tecnologia; tradução deMaria Angélica Melendi. Belo Horizonte: C/Arte, 2006.KILPATRICK, Willian H. Educação para uma Civilização em Mudança. 12a ed. São Paulo:Melhoramentos, 1974.KILPATRICK, William H. The Project Method: The Use of the Purposeful Act in the EducativeProcess. Teachers College Record, New York, v. 19, n° pp. 319-335, 1918. Disponível em 4,<www.tcrecord.org/Content.asp?ContentID=3606>. Acesso em: 17 abr. 2010KILPATRICK, William H. Dangers and Difficulties of the Project Method and How toOvercome Them: Introductory Statement and Definition of Terms. Teachers College Record,New York, v. 22, n° 4, pp. 283-288. 1921a. Disponível em<www.tcrecord.org/Content.asp?ContentID=3982>. Acesso em: 17 abr. 2010KILPATRICK, William H. Dangers and Difficulties of the Project Method and How toOvercome Them: A Review and Summary. Teachers College 70 Record, New York, v. 22, n°4, pp. 310-321. 1921b. Disponível em <www.tcrecord.org/Content.asp?ContentID=3987>.Acesso em: 17 abr. 2010.MENEZES, Philadelpho; AZEVEDO, Wilton. Interactive Poems: Intersign Perspective forExperimental Poetry. In: ROELENS, Nathalie; JENNERET, Yves, LÍmagineire de L´Ecran/Screen Imaginary. Nova York: Edition Rodopi B. V. Amsterdam: 2004.QUEAU, Philippe. METAXU: Théorie de L´art Intermédiaire (Collecion Milieux). EditionsChamp Vallon. Seyssel, 1989.RUSH, Michael. Novas mídias na arte contemporânea; traducão Cássia Maria Nasser ;revisão da tradução Marylene Pinto Michael. – São Paulo : Martins Fontes, 2006. 10
  11. 11. Universidade Presbiteriana MackenzieSTILES, Kristine; SHANKEN, Edward A. Missing in Action: Agency and Meaning inInteractive Art. University of Minnesota Press, 2000.URBANSCREEN. Bremen, Germany: US, 2008. Disponível em:<http://www.urbanscreen.com>. Acesso em: 08 mar. 2010.VOUILLAOZ, Núria. Literatura e hipermedia _ la irrupción de la literatura interactiva:precedentes y crítica. Buenos Aires: Paidós Ibérica, 2000.ZUMTHOR, Paul. Performance, recepção, leitura. 2a ed. Tradução Jerusa Pires Ferreira eSuely Fenerich. São Paulo: Cosac Naify, 2007.Contato: fmainardi@hotmail.com e wiazeved@terra.com.br 11

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