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... É a bondade
Alessandra Helena
Desenvolvimento
Humano
Jean Piaget
A OBRA DE PIAGET: O CONSTRUTIVISMO
Ao estudar o desenvolvimento mental, Jean PIAGET baseou-se
em observações cuidadosas e detalhadas de crianças em
situações naturais, como o lar e a escola.
Criava hipóteses para explicar os fatos que observava e
desenvolvia meios para testá-las: experimentos não-verbais, ao
observar bebês, e experimentos verbais, ao observar crianças
maiores.
PIAGET se empenhava em suas entrevistas, tentando seguir o
pensamento da criança, para onde quer que ele se dirigisse.
Suas entrevistas não seguiam um padrão imutável e as perguntas
variavam de criança para criança.
Formulou com este método uma teoria explicativa acerca da
aquisição do conhecimento e do desenvolvimento cognitivo,
denominando-a de Psicologia Genética.
Pesquisadores mostravam-se céticos quanto à teoria e ao método
de PIAGET que, segundo lhes parecia, não era científico, por
apresentar as seguintes falhas graves:
a) O pequeno número de sujeitos observados. No início de
seu trabalho, PIAGET observava apenas três ou quatro ou,
mesmo, uma só criança. Sua “amostra” era considerada muito
pequena, não lhe permitindo apresentar dados estatísticos.
b) Não seguia um padrão formal de entrevista, isto é, não
fazia as mesmas perguntas a todas as crianças, impossibilitando a
comparação entre as entrevistas.
c) Seus próprios filhos eram sujeitos de muitas das suas
observações, contrariando o princípio da imparcialidade
científica que exige neutralidade do observador quanto
aos observados, com os quais não deveria, portanto, ter nenhum
laço afetivo.
De acordo com sua teoria, todas as crianças se
desenvolvem intelectualmente passando pelos estágios:
1. Sensório motorSensório motor (do nascimento aos 2 anos);
2. Pré-operacionalPré-operacional (de 2 a 7 anos);
3. Das operações concretasDas operações concretas (de 7 a 12 anos); e
4. Das operações formaisDas operações formais (após os 12 anos).
A seqüência dos estágios é a mesma no desenvolvimento de
todas as crianças, porém as idades em que se dá a mudança
de um estágio para outro poderão variar.
ESTÁGIO SENSÓRIO MOTOR
Fonte: http://www.jcwilke.hpg.ig.com.br/fases.htm
Até
um
mês
Comportamentos como respirar, chorar ou
sugar o leite materno são determinados
hereditariamente e manifestam-se sob a
forma de reflexos inatos.
ESTÁGIO SENSÓRIO MOTOR
1 a 4 meses
O toque físico permite as primeiras adaptações e o
reconhecimento do ambiente. Repetições sucessivas
testam as reações, cujos resultados são assimilados e
incorporados a novas situações.
ESTÁGIO
SENSÓRIO
MOTOR
Porque para Ele , e por Ele
são todas as coisas...
Dai a Ele a glória !!!
Dai a Ele a glória!!!!
ESTÁGIO SENSÓRIO MOTOR
Novos movimentos provocam ações sobre
as coisas: toques sucessivos em móbiles,
pequenos barulhos e movimentos que
estimulam o interesse.
4 a 8 meses
O bebê aplica formas já conhecidas por ele para resolver
situações novas: sentado no cadeirão, pega com as mãos
os alimentos e joga objetos no chão provocando reações
diferentes.
8 a 12 meses
ESTÁGIO SENSÓRIO MOTOR
As experiências com objetos ampliam os meios para
entendimento de novas situações. A criança começa a
considerar, por exemplo, que os objetos saem da
visão, como uma bola atrás de uma almofada.
12 a 18 meses
ESTÁGIO SENSÓRIO MOTOR
SENSÓRIO MOTOR
Surgem combinações mentais e de ações. Os jogos de
encaixe tornam-se instigantes. Há uma mudança
qualitativa da organização da inteligência, que passa de
sensível e motora para mental.
18 a 24 meses
ESTÁGIO PRÉ OPERACIONAL
2 A 7 ANOS
Neste período, que vai dos 2 aos 7 anos, ocorre uma grande
transformação na qualidade do pensamento em relação ao primeiro
estágio.
O pensamento da criança não está mais limitado a seu ambiente
sensorial imediato em virtude do desenvolvimento da capacidade
simbólica.
A criança começa a usar símbolos mentais, imagens ou palavras, que
representam coisas e pessoas que não estão presentes.
Há uma verdadeira explosão lingüística, um considerável aumento de
vocabulário, bem como da habilidade de entender e usar as palavras.
A criança que, aos 2 anos, possuía um vocabulário de duzentas a
trezentas palavras, por volta dos 5 anos entende mais de duas mil
palavras e já forma sentenças gramaticalmente corretas.
PIAGET notou, nesta fase, várias características doPIAGET notou, nesta fase, várias características do
pensamento infantil:pensamento infantil:
EgocentrismoEgocentrismo:incapacidade de se colocar no ponto de vista de
outra pessoa.
Na teoria de PIAGET, “egocentrismo” não é um termo pejorativo, mas
um modo característico do pensamento.
De modo geral, as crianças pequenas, de 4 a 5 anos, são incapazes
de aceitar o ponto de vista de outra pessoa quando este difere do
delas.
CentralizaçãoCentralização: a criança consegue perceber apenas um dos
aspectos de um objeto ou acontecimento.
Ela não relaciona entre si os diferentes aspectos ou dimensões de uma
situação.
Isto é, PIAGET diz que a criança, antes dos 7 anos, focaliza apenas
uma única dimensão do estímulo, centralizando-se nela e sendo
incapaz de levar em conta mais de uma dimensão ao mesmo tempo.
Realismo nominalRealismo nominal: Trata-se de um outro modo característico de a
criança pequena pensar. Ela pensa que o nome faz parte do objeto, que é
uma propriedade do objeto que ele representa.
A criança bilíngüe parece adquirir, bem antes que as outras, a distinção
entre o objeto e a palavra que o designa, por ter a experiência de que um
objeto é chamado de determinada forma em uma língua, mas de forma bem
diferente em outra.
ClassificaçãoClassificação: Elas não usam um critério definido para fazer a tarefa.
Agrupam as coisas ao acaso, pois não têm uma concepção real de
princípios abstratos que orientem a classificação.
Inclusão de classeInclusão de classe. Embora aos 5 anos a criança já consiga
classificar os objetos, ela ainda tem dificuldade de entender que
uma coisa possa pertencer, ao mesmo tempo, a duas classes
diferentes.
diante de um vaso contendo dez rosas vermelhas e cinco amarelas,
perguntando-se à criança se há mais rosas vermelhas ou rosas, ela
geralmente responde que há mais rosas vermelhas.
SeriaçãoSeriação: as crianças pequenas são incapazes de lidar com
problemas de ordenação ou seriação.
Conservação do númeroConservação do número: Crianças pré-operacionais, mesmo
que já saibam contar verbalmente 1, 2, 3, 4..., ainda não construíram
o conceito de número.
ESTÁGIO PRÉ OPERACIONAL
AnimismoAnimismo. A criança atribui vida aos
objetos. Supõe que eles são vivos e capazes
de sentir, que as pedras (e mesmo as
montanhas) crescem, que os animais
entendem nossa fala e também podem falar,
e assim por diante. (Animismo deriva de anima,
palavra latina que significa alma. Consiste em atribuir vida a
objetos que se movem ou podem ser movidos.)
Surgem pensamentos anímicos e intuitivos,
sobre natureza. Para a criança, tudo se
compara como ela: nuvens "choram",
pássaros voam "porque gostam" e o sol
tem "rosto".
OPERAÇÕES CONCRETAS
7 A 12 ANOS
Começam as operações
chamadas de lógico-
concretas, nas quais as
respostas baseiam-se
na observação do
mundo e no
conhecimento
adquirido.
É a fase de
escolarização, dos
primeiros textos e
operações
matemáticas.
OPERAÇÕES
CONCRETAS
7 a 12 anos
Neste período, que se estende dos 7 aos 12 anos, as operações
mentais da criança ocorrem em resposta a objetos e situações reais. A
criança usa a lógica e o raciocínio de modo elementar, mas os aplica
apenas na manipulação de objetos concretos.
A criança não pensa em termos abstratos, nem raciocina a respeito de
proposições verbais ou hipotéticas. Assim, experimenta dificuldades com
os problemas verbais.
PIAGET diz que, antes da idade de 11 ou 12 anos, as operações da
inteligência infantil são unicamente concretas, isto é, só se referem a
objetos tangíveis, suscetíveis de serem manipulados. Se se pede que as
crianças raciocinem sobre hipóteses simples ou enunciados puramente
verbais dos problemas, elas logo fracassam.
Operações Formais
Após os 12 anos
Após os 12 anos, as operações lógicas serão realizadas
entre as idéias, expressas numa linguagem qualquer
(palavras ou símbolos), sem necessidade da percepção e
da manipulação da realidade.
O pensamento formal é, portanto, hipotético-dedutivo, isto é, capaz
de deduzir as conclusões de puras hipóteses, e não somente
através de observação real.
O adolescente pode considerar hipóteses que talvez sejam ou não
verdadeiras e examinar o que resultará se essas hipóteses forem
verdadeiras. Ele pode acompanhar a “forma” de um argumento, embora
ignore seu conteúdo concreto. É desta última característica que as
operações formais recebem o nome.
um adolescente raciocina cientificamente, formulando
hipóteses e comprovando-as, na realidade ou em
pensamento. Enquanto o pensamento de uma criança
mais nova envolve apenas objetos concretos, o
adolescente já pode imaginar possibilidades. Quando
tem por volta de 15 anos, o adolescente resolve
problemas analisando-os logicamente e formulando
hipóteses a respeito de resultados possíveis, a respeito
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Piaget fases

  • 1. A maior sabedoria ... ... É a bondade Alessandra Helena Desenvolvimento Humano Jean Piaget
  • 2. A OBRA DE PIAGET: O CONSTRUTIVISMO Ao estudar o desenvolvimento mental, Jean PIAGET baseou-se em observações cuidadosas e detalhadas de crianças em situações naturais, como o lar e a escola. Criava hipóteses para explicar os fatos que observava e desenvolvia meios para testá-las: experimentos não-verbais, ao observar bebês, e experimentos verbais, ao observar crianças maiores. PIAGET se empenhava em suas entrevistas, tentando seguir o pensamento da criança, para onde quer que ele se dirigisse. Suas entrevistas não seguiam um padrão imutável e as perguntas variavam de criança para criança. Formulou com este método uma teoria explicativa acerca da aquisição do conhecimento e do desenvolvimento cognitivo, denominando-a de Psicologia Genética.
  • 3. Pesquisadores mostravam-se céticos quanto à teoria e ao método de PIAGET que, segundo lhes parecia, não era científico, por apresentar as seguintes falhas graves: a) O pequeno número de sujeitos observados. No início de seu trabalho, PIAGET observava apenas três ou quatro ou, mesmo, uma só criança. Sua “amostra” era considerada muito pequena, não lhe permitindo apresentar dados estatísticos. b) Não seguia um padrão formal de entrevista, isto é, não fazia as mesmas perguntas a todas as crianças, impossibilitando a comparação entre as entrevistas. c) Seus próprios filhos eram sujeitos de muitas das suas observações, contrariando o princípio da imparcialidade científica que exige neutralidade do observador quanto aos observados, com os quais não deveria, portanto, ter nenhum laço afetivo.
  • 4. De acordo com sua teoria, todas as crianças se desenvolvem intelectualmente passando pelos estágios: 1. Sensório motorSensório motor (do nascimento aos 2 anos); 2. Pré-operacionalPré-operacional (de 2 a 7 anos); 3. Das operações concretasDas operações concretas (de 7 a 12 anos); e 4. Das operações formaisDas operações formais (após os 12 anos). A seqüência dos estágios é a mesma no desenvolvimento de todas as crianças, porém as idades em que se dá a mudança de um estágio para outro poderão variar.
  • 5. ESTÁGIO SENSÓRIO MOTOR Fonte: http://www.jcwilke.hpg.ig.com.br/fases.htm
  • 6. Até um mês Comportamentos como respirar, chorar ou sugar o leite materno são determinados hereditariamente e manifestam-se sob a forma de reflexos inatos. ESTÁGIO SENSÓRIO MOTOR
  • 7. 1 a 4 meses O toque físico permite as primeiras adaptações e o reconhecimento do ambiente. Repetições sucessivas testam as reações, cujos resultados são assimilados e incorporados a novas situações. ESTÁGIO SENSÓRIO MOTOR
  • 8. Porque para Ele , e por Ele são todas as coisas... Dai a Ele a glória !!! Dai a Ele a glória!!!!
  • 9. ESTÁGIO SENSÓRIO MOTOR Novos movimentos provocam ações sobre as coisas: toques sucessivos em móbiles, pequenos barulhos e movimentos que estimulam o interesse. 4 a 8 meses
  • 10. O bebê aplica formas já conhecidas por ele para resolver situações novas: sentado no cadeirão, pega com as mãos os alimentos e joga objetos no chão provocando reações diferentes. 8 a 12 meses ESTÁGIO SENSÓRIO MOTOR
  • 11. As experiências com objetos ampliam os meios para entendimento de novas situações. A criança começa a considerar, por exemplo, que os objetos saem da visão, como uma bola atrás de uma almofada. 12 a 18 meses ESTÁGIO SENSÓRIO MOTOR
  • 12. SENSÓRIO MOTOR Surgem combinações mentais e de ações. Os jogos de encaixe tornam-se instigantes. Há uma mudança qualitativa da organização da inteligência, que passa de sensível e motora para mental. 18 a 24 meses
  • 14. Neste período, que vai dos 2 aos 7 anos, ocorre uma grande transformação na qualidade do pensamento em relação ao primeiro estágio. O pensamento da criança não está mais limitado a seu ambiente sensorial imediato em virtude do desenvolvimento da capacidade simbólica. A criança começa a usar símbolos mentais, imagens ou palavras, que representam coisas e pessoas que não estão presentes. Há uma verdadeira explosão lingüística, um considerável aumento de vocabulário, bem como da habilidade de entender e usar as palavras. A criança que, aos 2 anos, possuía um vocabulário de duzentas a trezentas palavras, por volta dos 5 anos entende mais de duas mil palavras e já forma sentenças gramaticalmente corretas.
  • 15. PIAGET notou, nesta fase, várias características doPIAGET notou, nesta fase, várias características do pensamento infantil:pensamento infantil: EgocentrismoEgocentrismo:incapacidade de se colocar no ponto de vista de outra pessoa. Na teoria de PIAGET, “egocentrismo” não é um termo pejorativo, mas um modo característico do pensamento. De modo geral, as crianças pequenas, de 4 a 5 anos, são incapazes de aceitar o ponto de vista de outra pessoa quando este difere do delas. CentralizaçãoCentralização: a criança consegue perceber apenas um dos aspectos de um objeto ou acontecimento. Ela não relaciona entre si os diferentes aspectos ou dimensões de uma situação. Isto é, PIAGET diz que a criança, antes dos 7 anos, focaliza apenas uma única dimensão do estímulo, centralizando-se nela e sendo incapaz de levar em conta mais de uma dimensão ao mesmo tempo.
  • 16. Realismo nominalRealismo nominal: Trata-se de um outro modo característico de a criança pequena pensar. Ela pensa que o nome faz parte do objeto, que é uma propriedade do objeto que ele representa. A criança bilíngüe parece adquirir, bem antes que as outras, a distinção entre o objeto e a palavra que o designa, por ter a experiência de que um objeto é chamado de determinada forma em uma língua, mas de forma bem diferente em outra. ClassificaçãoClassificação: Elas não usam um critério definido para fazer a tarefa. Agrupam as coisas ao acaso, pois não têm uma concepção real de princípios abstratos que orientem a classificação.
  • 17. Inclusão de classeInclusão de classe. Embora aos 5 anos a criança já consiga classificar os objetos, ela ainda tem dificuldade de entender que uma coisa possa pertencer, ao mesmo tempo, a duas classes diferentes. diante de um vaso contendo dez rosas vermelhas e cinco amarelas, perguntando-se à criança se há mais rosas vermelhas ou rosas, ela geralmente responde que há mais rosas vermelhas. SeriaçãoSeriação: as crianças pequenas são incapazes de lidar com problemas de ordenação ou seriação. Conservação do númeroConservação do número: Crianças pré-operacionais, mesmo que já saibam contar verbalmente 1, 2, 3, 4..., ainda não construíram o conceito de número.
  • 18. ESTÁGIO PRÉ OPERACIONAL AnimismoAnimismo. A criança atribui vida aos objetos. Supõe que eles são vivos e capazes de sentir, que as pedras (e mesmo as montanhas) crescem, que os animais entendem nossa fala e também podem falar, e assim por diante. (Animismo deriva de anima, palavra latina que significa alma. Consiste em atribuir vida a objetos que se movem ou podem ser movidos.) Surgem pensamentos anímicos e intuitivos, sobre natureza. Para a criança, tudo se compara como ela: nuvens "choram", pássaros voam "porque gostam" e o sol tem "rosto".
  • 19.
  • 20.
  • 22. Começam as operações chamadas de lógico- concretas, nas quais as respostas baseiam-se na observação do mundo e no conhecimento adquirido. É a fase de escolarização, dos primeiros textos e operações matemáticas. OPERAÇÕES CONCRETAS 7 a 12 anos
  • 23. Neste período, que se estende dos 7 aos 12 anos, as operações mentais da criança ocorrem em resposta a objetos e situações reais. A criança usa a lógica e o raciocínio de modo elementar, mas os aplica apenas na manipulação de objetos concretos. A criança não pensa em termos abstratos, nem raciocina a respeito de proposições verbais ou hipotéticas. Assim, experimenta dificuldades com os problemas verbais. PIAGET diz que, antes da idade de 11 ou 12 anos, as operações da inteligência infantil são unicamente concretas, isto é, só se referem a objetos tangíveis, suscetíveis de serem manipulados. Se se pede que as crianças raciocinem sobre hipóteses simples ou enunciados puramente verbais dos problemas, elas logo fracassam.
  • 25. Após os 12 anos, as operações lógicas serão realizadas entre as idéias, expressas numa linguagem qualquer (palavras ou símbolos), sem necessidade da percepção e da manipulação da realidade. O pensamento formal é, portanto, hipotético-dedutivo, isto é, capaz de deduzir as conclusões de puras hipóteses, e não somente através de observação real. O adolescente pode considerar hipóteses que talvez sejam ou não verdadeiras e examinar o que resultará se essas hipóteses forem verdadeiras. Ele pode acompanhar a “forma” de um argumento, embora ignore seu conteúdo concreto. É desta última característica que as operações formais recebem o nome.
  • 26. um adolescente raciocina cientificamente, formulando hipóteses e comprovando-as, na realidade ou em pensamento. Enquanto o pensamento de uma criança mais nova envolve apenas objetos concretos, o adolescente já pode imaginar possibilidades. Quando tem por volta de 15 anos, o adolescente resolve problemas analisando-os logicamente e formulando hipóteses a respeito de resultados possíveis, a respeito do que poderia ocorrer.