Aula 31 agosto 2011

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Disciplina Comunicação na Web 2011/2

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Aula 31 agosto 2011

  1. 1. Hipertexto Comunica ção na Web -BIB 02021 31/08/2011 http://cw2011-2.blogspot.com/
  2. 2. definição <ul><li>O hipertexto é um formato textual “composto por diferentes blocos de informação interconectadas. Essas informações são amarradas por meio de elos associativos, ok links. Os links permitem que o usuário avance em sua leitura na ordem que desejar”. (LEÃO, 2001, p. 15) </li></ul><ul><li>( ver vídeo - http://www.youtube.com/watch?v=iphEbL4KS2o ) </li></ul><ul><li>Hipertexto = hipermídia </li></ul>
  3. 3. definição <ul><li>O hipertexto é um formato textual “composto por diferentes blocos de informação interconectadas. Essas informações são amarradas por meio de elos associativos, ok links. Os links permitem que o usuário avance em sua leitura na ordem que desejar. (LEÃO, 2001, p. 15) </li></ul><ul><li>Blocos de textos = lexias </li></ul><ul><li>Textos = informação multimídia </li></ul>
  4. 4. definição <ul><li>O hipertexto é um formato textual “composto por diferentes blocos de informação interconectadas. Essas informações são amarradas por meio de elos associativos, os links. Os links permitem que o usuário avance em sua leitura na ordem que desejar. (LEÃO, 2001, p. 15) </li></ul><ul><li>Links = hotwords - sumário - tags – imagens - ícones </li></ul>
  5. 5. definição <ul><li>O hipertexto é um formato textual “composto por diferentes blocos de informação interconectadas. Essas informações são amarradas por meio de elos associativos, ok links. Os links permitem que o usuário avance em sua leitura na ordem que desejar. (LEÃO, 2001, p. 15) </li></ul><ul><li>leitura não linear ou multilinear </li></ul>
  6. 6. precurssores <ul><li>Vanevar Bush </li></ul><ul><li>1945 – Memex – As we may think </li></ul><ul><li>(vídeo - http://www.youtube.com/watch?v=uj6ADC8ezxk) </li></ul><ul><li>Douglas Engelbart </li></ul><ul><li>Expandir potencial congnitivo dos “trabalhadores do conhecimento”, processador de texto e mouse. </li></ul><ul><li>Quando do seu projeto no Stanford Research Institute perde o financiamento que recebia da ARPA, membros de sua equipe vão para a Xerox </li></ul><ul><li>Ted Nelson </li></ul><ul><li>Cria termo hipertexto, projeto Xanadu, anos 60 </li></ul><ul><li>(vídeo- http://www.youtube.com/watch?v=DRu62yAk3PQ) </li></ul>
  7. 7. lexias
  8. 8. lexias
  9. 9. estruturas hipertextuais Linear Arborescente Em rede Rizomático
  10. 10. Seis princípios do hipertexto (Lévy, 1995) <ul><li>1. Princípio de metamorfose </li></ul><ul><li>2. Princípio de heterogeneidade </li></ul><ul><li>3. Princípio de multiplicidade e de encaixe das escalas </li></ul><ul><li>4. Princípio de exterioridade </li></ul><ul><li>5. Princípio de topologia </li></ul><ul><li>6. Princípio de mobilidade dos centros </li></ul>
  11. 11. <ul><li>1. Princípio de metamorfose : a rede hipertextual encontra-se em constante construção e renegociação. Sua extensão, composição e desenho estão sempre em mutação, conforme o trabalho dos atores envolvidos, sejam eles humanos, palavras, sons, imagens, etc. </li></ul>
  12. 12. <ul><li>2. Princípio de heterogeneidade : os nós de uma rede hipertextual são heterogêneos; podem ser compostos de imagens, sons, palavras, etc. E o processo sociotécnico colocará em jogo pessoas, grupos, artefatos, com todos os tipos de associações que pudermos imaginar entre eles. </li></ul>
  13. 13. <ul><li>3. Princípio de multiplicidade e de encaixe das escalas: o hipertexto é fractal, ou seja, qualquer nó ou conexão, quando acessado, pode revelar-se como sendo composto por toda uma rede de nós e conexões, e assim, indefinidamente. </li></ul>
  14. 14. <ul><li>4. Princípio de exterioridade: a rede não possui unidade orgânica, nem motor interno. Seu crescimento e diminuição, composição e recomposição dependem de um exterior indeterminado, como adição de novos elementos, conexões com outras redes, etc. </li></ul>
  15. 15. <ul><li>5. Princípio de topologia : no hipertexto, tudo funciona por proximidade e vizinhança. O curso dos acontecimentos é uma questão de topologia, de caminhos. A rede não está no espaço, ela é o espaço. </li></ul>
  16. 16. <ul><li>6. Princípio de mobilidade dos centros: a rede possui não um, mas diversos centros, que são perpetuamente móveis, saltando de um nó a outro, trazendo ao redor de si uma ramificação infinita de pequenas raízes, rizomas, perfazendo mapas e desenhando adiante outras paisagens” (Lévy, 1993, p. 25-26). </li></ul>
  17. 17. leitura multilinear discussões sobre autoria papel do leitor (ativo) Vídeo Interativo http://www.youtube.com/watch?v=Ed-kmSqhl08
  18. 18. texto fragmentado <ul><li>LINK </li></ul>Paratexto faz uma apresentação do texto principal; estabelece a negociação (transação) entre leitor e texto; realiza a transição entre o mundo do leitor e o mundo do texto; está situado nas fronteiras do texto, estabelecendo-lhe os limites. o link como paratexto
  19. 19. hipertexto colaborativo <ul><li>wikipedia </li></ul><ul><li>Blogs (de mais de um autor, blogroll) </li></ul><ul><li>seção de comentários </li></ul><ul><li>Twitter (interconexões) </li></ul><ul><li>TV digital </li></ul><ul><li>(ver vídeo 2) </li></ul>

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