O slideshow foi denunciado.
Utilizamos seu perfil e dados de atividades no LinkedIn para personalizar e exibir anúncios mais relevantes. Altere suas preferências de anúncios quando desejar.

Império Carolíngio - Professor Menezes

403 visualizações

Publicada em

15 slides

Publicada em: Educação
  • Login to see the comments

Império Carolíngio - Professor Menezes

  1. 1. IMPÉRIO CAROLÍNGIO Professor Menezes
  2. 2. Povos e reinos bárbaros
  3. 3. Império Carolíngio – rei Carlos Magno
  4. 4. Origem do Império Carolíngio De todos os reinos germânicos que sucederam o Império Romano, o Reino Franco foi o único que conseguiu sobreviver e manter- se unido. Aos poucos, o poder efetivo do Reino Franco passou das mãos dos reis para as dos principais funcionários, chamados majordomus (prefeitos ou mordomos do palácio).
  5. 5. O majordomus mais importante foi Carlos Martel, que derrotou os muçulmanos na batalha de Poitiers (732), contendo seu avanço na Europa. Seu filho, Pepino, o Breve, destronou o último monarca franco no ano 751. Com a ajuda do papa, ele se fez consagrar como novo rei, dando início à dinastia Carolíngia..
  6. 6. Três séculos após a desintegração do Império Romano do Ocidente, Carlos Magno reunificou parte desse território sob o poder franco. No ano 800, ele foi coroado imperador em Roma pelo papa Leão III, nascia então o Império Carolíngio.
  7. 7. Administração do Império
  8. 8. Os condados eram administrados pelos condes, que correspondiam ao território dominado por uma cidade. O rei nomeava os condes, que ficavam responsáveis pelo recolhimento dos impostos, pela segurança e pela aplicação das leis. As marcas eram territórios situados nas fronteiras do Império, e tinham uma função defensiva. A frente de cada marca havia um marquês. Alguns funcionários, como os missi dominici (enviados do rei), vigiavam os condes, marqueses e bispos para evitar que seu poder fugisse ao controle do imperador.
  9. 9. DESENVOLVIMENTO CULTURAL O desenvolvimento político foi acompanhado por um verdadeiro renascimento cultural. Em seu palácio imperial, Carlos Magno cercou-se de alguns dos maiores sábios da época, como Alcuíno de York, Pedro de Pisa e o monge Eginardo (seu biógrafo), entre outros que traduziram obras antigas. Além disso, criou a Escola Palatina, formada por um grupo de eruditos e onde se ensinavam gramática, retórica, dialética, aritmética, geometria e música.
  10. 10. Carlos Magno precisava de pessoas instruídas que se ocupassem da aplicação das leis, bem como do registro das rendas e dos gastos do Império. Portanto, para que se ensinassem gramática e escrita, preocupou-se em criar escolas no interior das catedrais e dos mosteiros. Nos mosteiros, os monges copiavam manualmente os livros, adomando-os com belas e minuciosas ilustrações, denominadas iluminuras. Em seus desenhos, reproduziam obras da Antiguidade clássica, sobretudo as dos gregos e romanos.
  11. 11. A manutenção dos conhecimentos clássicos (gregos e romanos) foi o principal objetivo da reforma educacional do império de Carlos Magno. As escolas funcionavam junto aos mosteiros (escolas monacais), aos bispados (escolas catedrais) ou às cortes (escolas palatinas), onde eram ensinadas as sete artes liberais, a saber: aritmética, geometria, astronomia, música, gramática, retórica e dialética. Para melhor administrar o vasto território, as regiões do Império de Carlos Magno foram divididas em condados, que eram administrados pelos condes
  12. 12. O fim do Império Carolíngio A fraqueza dos sucessores de Carlos Magno levou à divisão do Império. As contínuas invasões de vikings, sarracenos e magiares acabaram fragmentando a Europa. O Tratado de Verdun e a dissolução do Império Quando um rei franco morria, era costume repartir o Império entre os filhos do soberano. O único herdeiro de Carlos Magno era seu filho Luís, o Piedoso, mas, com a morte deste, o Império Carolíngio foi dividido entre seus três filhos.
  13. 13. Em 843, os três irmãos assinaram o Tratado de Verdun, que estabelecia o seguinte: Carlos, o Calvo, receberia a parte ocidental, que mais tarde se transformaria na atual França; Luís, o Germânico, ocuparia a parte oriental, da qual emergiria o Sacro Império Romano- Germânico, em 962; Lotário, o filho mais velho, herdaria o título imperial e o território intermediário, a Lotaríngia, que desapareceu no ano 870, após ser dividida e anexada pelos outros dois reinos, que, por sua vez, não demoraram a dividir-se. A Europa ficava, assim, fragmentada e perdia sua força como unidade.
  14. 14. Povos bárbaros e as nações europeias
  15. 15. FIM

×