Grupo I

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1.
O modo verbal predominante é o
imperativo («Segue», v. 1; «Rega», v. 2;
«Ama», v. 3; «Deixa», v. 14; «Vê», v. 16;
«Imit...
2.
Nestes versos, o sujeito poético
realça a importância de cada um se
concentrar na busca da sua felicidade,
valorizando ...
3.
Ao longo do poema, é evidente a
ideia de fatalismo, que perpassa nas
crenças de que não se pode modificar o
destino (vv...
4.
Na última estrofe, o sujeito poético
aconselha a imitar o Olimpo, nas figuras
dos seus deuses e naquilo que eles
revela...
Segue o teu destino,
Rega as tuas plantas,
Ama as tuas rosas.
O resto é a sombra
De árvores alheias.
A realidade
Sempre é mais ou menos
Do que nós queremos.
Só nós somos sempre
Iguais a nós-próprios.
Segue o teu destino,
Ama as tuas rosas.
Segue o teu destino,
No teu coração.
Suave é viver só.
Grande e nobre é sempre
Viver simplesmente.
Deixa a dor nas aras
Como ex-voto aos deuses.
Vê de longe a vida.
Nunca a interrogues.
Ela nada pode
Dizer-te. A resposta
Está além dos deuses.
Segue o teu destino,
Ama as tuas rosas.
Segue o teu destino,
No teu coração.
Mas serenamente
Imita o Olimpo
No teu coração.
Os deuses são deuses
Porque não se pensam.
Segue o teu destino,
Ama as tuas rosas.
Segue o teu destino,
No teu coração.
TPC — Lê, ou relanceia, «O reino
das marionetas» (p. 291). Responde a
esta pergunta (Grupo I-B do exame de
2009, 2.ª fase)...
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 73-74
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Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 73-74

  1. 1. Grupo I 100 pontos A 70 1 2 3 4 20 (12 + 8) 20 (12 + 8) 15 (9 + 6) 15 (9 + 6) B 30 (18 + 12) 60 40
  2. 2. 1. O modo verbal predominante é o imperativo («Segue», v. 1; «Rega», v. 2; «Ama», v. 3; «Deixa», v. 14; «Vê», v. 16; «Imita», v. 22), uma vez que o poeta adota um tom moralizador, através do qual pretende transmitir alguns conselhos que se coadunam com a sua filosofia moral.
  3. 3. 2. Nestes versos, o sujeito poético realça a importância de cada um se concentrar na busca da sua felicidade, valorizando a Natureza e ignorando tudo aquilo que o possa desviar da sua razão de viver e que funcione como uma «sombra» (v. 4) que o impeça de «Viver simplesmente» (v. 13).
  4. 4. 3. Ao longo do poema, é evidente a ideia de fatalismo, que perpassa nas crenças de que não se pode modificar o destino (vv. 1, 16 e 17) e de que não se lhe deve oferecer resistência (vv. 12-13 e 16-20). É essencial procurar não sofrer e aceitar a vida sem a questionar, uma vez que nunca se obterá uma resposta.
  5. 5. 4. Na última estrofe, o sujeito poético aconselha a imitar o Olimpo, nas figuras dos seus deuses e naquilo que eles revelam de aceitação. Só desse modo, evitando questionamentos que nada acrescentam à existência, será possível viver sem perturbações.
  6. 6. Segue o teu destino, Rega as tuas plantas, Ama as tuas rosas. O resto é a sombra De árvores alheias.
  7. 7. A realidade Sempre é mais ou menos Do que nós queremos. Só nós somos sempre Iguais a nós-próprios.
  8. 8. Segue o teu destino, Ama as tuas rosas. Segue o teu destino, No teu coração.
  9. 9. Suave é viver só. Grande e nobre é sempre Viver simplesmente. Deixa a dor nas aras Como ex-voto aos deuses.
  10. 10. Vê de longe a vida. Nunca a interrogues. Ela nada pode Dizer-te. A resposta Está além dos deuses.
  11. 11. Segue o teu destino, Ama as tuas rosas. Segue o teu destino, No teu coração.
  12. 12. Mas serenamente Imita o Olimpo No teu coração. Os deuses são deuses Porque não se pensam.
  13. 13. Segue o teu destino, Ama as tuas rosas. Segue o teu destino, No teu coração.
  14. 14. TPC — Lê, ou relanceia, «O reino das marionetas» (p. 291). Responde a esta pergunta (Grupo I-B do exame de 2009, 2.ª fase): Refira dois dos traços de carácter de D. João V determinantes na acção de Memorial do Convento, de José Saramago, fazendo alusões pertinentes à obra. Escreva um texto de oitenta a cento e vinte palavras.

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