<ul><li>Critérios de pontuação da recitação </li></ul><ul><li>Se não tiver havido memorização, podem ler, mas a pontuação ...
 
 
 
<ul><li>Na  proposição , o poeta enuncia o que se propõe tratar: os navegadores que dilataram o império; os  reis  que con...
<ul><li>Na  invocação , o poeta dirige-se às Tágides, a quem pede  inspiração . Escolheu, note-se, entidades míticas  naci...
<ul><li>A  dedicatória  tem como destinatário  D.   Sebastião , a quem o poeta  louva  pelo que representa para a independ...
<ul><li>Aos louvores, segue-se o  apelo . Referindo-se com modéstia à sua obra, pede ao rei que a leia. Na breve exposição...
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<ul><li>Lê as estrofes 105-106 e apercebe-te da «lição» a que procuram chegar. Depois, imagina que essas estâncias (e, sob...
<ul><li>Lê as estrofes 105-106 e apercebe-te da «lição» a que procuram chegar. Depois, imagina que essas estâncias (e, sob...
<ul><li>[105]  O recado que traziam era amistoso, mas encobria o veneno [da traição], porque as intenções eram hostis, com...
<ul><li>[106] No mar tantas tormentas e tantos perigos, tantas vezes a morte iminente! Na terra tanta luta, tantas traiçõe...
<ul><li>I,105-106 </li></ul><ul><li>Chegada a Mombaça, depois de vicissitudes (em Moçambique e Quíloa) provocadas por Baco...
<ul><li>III, 138-142 </li></ul><ul><li>Amores  d e Pedro e Inês; paixão de D. Fernando por Leonor Teles. </li></ul><ul><li...
<ul><li>IV, 94-104 </li></ul><ul><li>Despedidas em Belém. [ Reflexão pelo Velho do Restelo: ] </li></ul><ul><li>A ambição ...
<ul><li>V, 92-100 </li></ul><ul><li>Fim do grande relato de Vasco da Gama ao Rei de Melinde. </li></ul><ul><li>É important...
<ul><li>TPC  — Em menos de cento e vinte palavras, defende a ideia de que  Memorial do Convento  tem alguma coisa de epope...
<ul><li>Capítulos de  Memorial do Convento  ainda sem baltafilme:  20 & 21 </li></ul><ul><li>Quem ainda tem filme para ent...
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Apresentação para décimo segundo ano, aula 51

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Apresentação para décimo segundo ano, aula 51

  1. 2. <ul><li>Critérios de pontuação da recitação </li></ul><ul><li>Se não tiver havido memorização, podem ler, mas a pontuação não ultrapassará os dez valores (e, ainda assim, terá de ser leitura perfeita). </li></ul><ul><li>Os dez valores correspondem também a texto memorizado, sem grandes pausas, ainda que com alguns erros ou com pouca expressividade. </li></ul>
  2. 6. <ul><li>Na proposição , o poeta enuncia o que se propõe tratar: os navegadores que dilataram o império; os reis que contribuíram para a expansão da fé; todos os homens que por feitos grandiosos se imortalizaram («o peito ilustre lusitano»). </li></ul>
  3. 7. <ul><li>Na invocação , o poeta dirige-se às Tágides, a quem pede inspiração . Escolheu, note-se, entidades míticas nacionais . </li></ul>
  4. 8. <ul><li>A dedicatória tem como destinatário D. Sebastião , a quem o poeta louva pelo que representa para a independência de Portugal e para o aumento da mundo cristão; pela ilustre e cristianíssima ascendência; pelo império de que é senhor. </li></ul>
  5. 9. <ul><li>Aos louvores, segue-se o apelo . Referindo-se com modéstia à sua obra, pede ao rei que a leia. Na breve exposição que faz sobre o assunto da epopeia, vinca que a obra não versará heróis e factos lendários ou fantasiosos (como as epopeias anteriores), mas matéria histórica . </li></ul>
  6. 10. <ul><li>Por fim, incita o rei a continuar os feitos gloriosos dos portugueses (nomeadamente, combatendo os mouros) e renova o pedido de que leia os seus versos. </li></ul>
  7. 11. <ul><li>A narração começa com o plano central, da viagem («já no largo Oceano navegavam»), mas passa-se logo para o plano mitológico , com o Consílio no Olimpo. (A intervenção dos deuses no destino dos homens está amplamente documentada nas epopeias da Antiguidade.) </li></ul>
  8. 12. <ul><li>Neste consílio, Júpiter pretende dar conhecimento da sua determinação de ajudar os navegantes portugueses (como está no «Fado eterno, cuja lei não pode ser quebrada»); e elogia as proezas históricas do povo português e a sua coragem. Esta decisão gera controvérsia: Baco teme que seja destruído o prestígio que tem no Oriente; no entanto, Vénus e Marte defendem os portugueses. </li></ul>
  9. 13. <ul><li>Planos </li></ul><ul><li>da Viagem </li></ul><ul><li>(central) </li></ul><ul><li>da História de Portugal </li></ul><ul><li>(encaixado) </li></ul><ul><li>da Mitologia </li></ul><ul><li>(paralelo) </li></ul><ul><li>do Poeta </li></ul><ul><li>(ocasional) </li></ul>
  10. 14. <ul><li>Lê as estrofes 105-106 e apercebe-te da «lição» a que procuram chegar. Depois, imagina que essas estâncias (e, sobretudo, os versos finais de 106) serviam de epígrafe a um curto texto narrativo que ilustrasse o ensinamento moral que as estrofes inculcam. </li></ul><ul><li>Escreve esse texto, em prosa, narrativo, na 3.ª ou na 1.ª pessoa, em cerca de cento e vinte palavras. Usa caneta, sem problemas em riscar o que seja preciso. </li></ul>
  11. 15. <ul><li>Lê as estrofes 105-106 e apercebe-te da «lição» a que procuram chegar. Depois, imagina que essas estâncias (e, sobretudo, os versos finais de 106) serviam de epígrafe a um curto texto narrativo que ilustrasse o ensinamento moral que as estrofes inculcam. </li></ul><ul><li>Escreve esse texto, em prosa, narrativo, na 3.ª ou na 1.ª pessoa, em cerca de duzentas palavras. Usa caneta, sem problemas em riscar o que seja preciso. </li></ul>
  12. 16. <ul><li>[105] O recado que traziam era amistoso, mas encobria o veneno [da traição], porque as intenções eram hostis, como [se provou quando] se descobriu o ardil. Oh! Grandes e gravíssimos perigos [ameaçam os mortais!] Quão pouco seguro é o caminho da vida! [Como é possível] que a vida tenha tão pouca segurança, [mesmo] naquilo em que pomos as nossas esperanças! </li></ul>
  13. 17. <ul><li>[106] No mar tantas tormentas e tantos perigos, tantas vezes a morte iminente! Na terra tanta luta, tantas traições, tanta cruciante fatalidade! Onde poderá acolher-se um débil humano? Onde poderá ter segura a curta vida, sem que o tranquilo Céu se arme e se irrite contra um tão humilde verme da terra?] </li></ul>
  14. 18. <ul><li>I,105-106 </li></ul><ul><li>Chegada a Mombaça, depois de vicissitudes (em Moçambique e Quíloa) provocadas por Baco. </li></ul><ul><li>Condição humana é frágil; a vida é efémera. </li></ul>
  15. 19. <ul><li>III, 138-142 </li></ul><ul><li>Amores d e Pedro e Inês; paixão de D. Fernando por Leonor Teles. </li></ul><ul><li>O amor é muito poderoso. </li></ul>
  16. 20. <ul><li>IV, 94-104 </li></ul><ul><li>Despedidas em Belém. [ Reflexão pelo Velho do Restelo: ] </li></ul><ul><li>A ambição desmedida e a busca cega da fama têm consequências nefastas. </li></ul>
  17. 21. <ul><li>V, 92-100 </li></ul><ul><li>Fim do grande relato de Vasco da Gama ao Rei de Melinde. </li></ul><ul><li>É importante registar as façanhas do povo português, glorificá-lo, até para estimular novos heróis. </li></ul>
  18. 22. <ul><li>TPC — Em menos de cento e vinte palavras, defende a ideia de que Memorial do Convento tem alguma coisa de epopeia, procurando assinalar o que no romance de Saramago é aproximável de um texto épico. </li></ul>
  19. 23. <ul><li>Capítulos de Memorial do Convento ainda sem baltafilme: 20 & 21 </li></ul><ul><li>Quem ainda tem filme para entregar (e ainda não começou o trabalho) convinha que se encarregasse de um destes. </li></ul>

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