Apresentação para décimo segundo ano, aula 50

2.914 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação
0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
2.914
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
1.322
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
22
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Apresentação para décimo segundo ano, aula 50

  1. 2. <ul><li>Abre o livro nas pp. 23, para lembrares a estrutura de Os Lusíadas . </li></ul>
  2. 3. <ul><li>O trabalho é para ser feito em dupla (nas carteiras com dois colegas) ou individualmente. </li></ul><ul><li>Nos trabalhos em dupla, devem escrever em ambas as folhas. </li></ul>
  3. 4. <ul><li>Por favor, tratar os livros com os cuidados que qualquer livro merece: </li></ul><ul><li>Não forçar a lombada, e os cadernos, espalmando-os; </li></ul><ul><li>Não escrever sobre eles; </li></ul><ul><li>Não folhear bruscamente, arriscando rasgos; </li></ul><ul><li>Não os besuntar com o sebo das vossas mãos imundas e nojentas. </li></ul>
  4. 5. <ul><li>Não insistas demasiado em encontrar os limites das várias partes (Proposição, Invocação, Dedicatória, Narração), se não for logo evidente. </li></ul>
  5. 6. <ul><li>Ir relanceando as pp. 20-21-24, 104-105. </li></ul>
  6. 7. <ul><li>Homero, Ilíada </li></ul><ul><li>cfr. p. 21 </li></ul><ul><li>Aventuras de Aquiles, durante o último ano da Guerra de Tróia. </li></ul><ul><li>vinte e quatro cantos </li></ul>
  7. 8. <ul><li>Homero, Odisseia </li></ul><ul><li>cf. p. 21 </li></ul><ul><li>Aventuras de Ulisses no regresso da Guerra de Tróia, até chegar a Ítaca. </li></ul><ul><li>vinte quatro cantos </li></ul>
  8. 9. <ul><li>Virgílio, Eneida </li></ul><ul><li>cfr. p. 21 </li></ul><ul><li>Aventuras de Eneias, desde a queda de Tróia até à fundação de Roma. </li></ul><ul><li>doze cantos </li></ul>
  9. 10. <ul><li>Ludovico Ariosto, Orlando Furioso </li></ul><ul><li>Aventuras cavaleirescas e amorosas (luta entre cristãos e mouros). </li></ul><ul><li>quarenta e seis cantos </li></ul>
  10. 11. <ul><li>Torquato Tasso, Jerusalém Libertada </li></ul><ul><li>Conquista da Palestina, na primeira cruzada. </li></ul><ul><li>vinte cantos </li></ul>
  11. 12. <ul><li>Kalevala. O poema épico da Finlândia </li></ul>
  12. 14. <ul><li>Jerónimo Corte-Real, Sucesso do segundo cerco de Diu , 1546 </li></ul><ul><li>[cfr. título; D. João de Castro]. </li></ul><ul><li>vinte e um cantos </li></ul><ul><li>sem rima </li></ul><ul><li>sem delimitação estrófica </li></ul><ul><li>decassílabos </li></ul>
  13. 15. <ul><li>Gabriel Pereira de Castro, Ulisseia ou Lisboa Edificada , 1636 </li></ul><ul><li>Lenda da fundação de Lisboa. </li></ul><ul><li>dez cantos </li></ul><ul><li>oitavas </li></ul><ul><li>decassílabos </li></ul>
  14. 16. <ul><li>José Martins Rua, Pedreida. Poema heroico da liberdade portugueza , 1843 </li></ul><ul><li>Vida e feitos de D. Pedro IV. </li></ul><ul><li>dez cantos </li></ul><ul><li>oitavas </li></ul><ul><li>decassílabos </li></ul>
  15. 17. <ul><li>José Agostinho de Macedo, O Oriente , 1854 </li></ul><ul><li>Viagem à Índia. </li></ul><ul><li>doze cantos </li></ul><ul><li>oitavas </li></ul><ul><li>decassílabos </li></ul>
  16. 18. <ul><li>José Agostinho de Macedo, Newton , 1854 </li></ul><ul><li>Newton. </li></ul><ul><li>quatro cantos </li></ul><ul><li>sem delimitação estrófica </li></ul><ul><li>sem rima </li></ul><ul><li>decassílabos </li></ul>
  17. 19. <ul><li>Tomás Ribeiro, D. Jayme , 1862 </li></ul><ul><li>Rivalidades entre Portugal e Espanha. </li></ul><ul><li>nove cantos </li></ul><ul><li>irregular </li></ul><ul><li>irregular </li></ul>
  18. 20. <ul><li>José Agostinho de Macedo, A Creação , 1865 </li></ul><ul><li>O Universo. </li></ul><ul><li>um canto </li></ul><ul><li>oitavas </li></ul><ul><li>decassílabos </li></ul>
  19. 21. <ul><li>António José V i ale, Bosquejo metrico da historia de Portugal , 1866 </li></ul><ul><li>História de Portugal. </li></ul><ul><li>seis cantos </li></ul><ul><li>oitavas </li></ul><ul><li>decassílabos </li></ul>
  20. 22. <ul><li>Augusto Bacelar, Migueleida. Poema em memoria do Senhor Dom Miguel de Bragança , 1867 </li></ul><ul><li>Feitos de D. Miguel. </li></ul><ul><li>três cantos </li></ul><ul><li>oitavas </li></ul><ul><li>decassílabos </li></ul>
  21. 23. <ul><li>Carlos Alberto Nunes, Os Brasileidas , 1938 </li></ul><ul><li>História do Brasil. </li></ul><ul><li>nove cantos + um epílogo </li></ul><ul><li>sem delimitação estrófica </li></ul><ul><li>sem rima </li></ul><ul><li>decassílabos </li></ul>
  22. 25. <ul><li>Camões do Rossio [Caetano da Silva Souto-Maior], A Martinhada , séc. XVIII </li></ul><ul><li>«Sensualidades generosas» de Frei Martinho de Barros, confessor de el-rei. </li></ul><ul><li>dois cantos </li></ul><ul><li>oitavas </li></ul><ul><li>decassílabos </li></ul>
  23. 26. <ul><li>Francisco de Paula de Figueiredo, Santarenaida , 1792 </li></ul><ul><li>Um taberneiro e as suas aventuras entre Baco (vinho) e Neptuno (água). </li></ul><ul><li>oito cantos </li></ul><ul><li>[nem sempre oitavas] </li></ul><ul><li>decassílabos </li></ul>
  24. 27. <ul><li>António Diniz da Cruz e Silva, O Hyssope , 1808 </li></ul><ul><li>Uma questão de cerimonial entre o bispo de Elvas e o deão da respectiva Sé. </li></ul><ul><li>oito cantos </li></ul><ul><li>não há estrofes regulares </li></ul><ul><li>decassílabos </li></ul>
  25. 28. <ul><li>João Jorge de Carvalho, Gaticanea ou cruelissima guerra entre os cães e os gatos [...] , 1816 </li></ul><ul><li>Guerra entre cães e gatos, em Mafra. </li></ul><ul><li>quatro cantos </li></ul><ul><li>sem regularidade estrófica </li></ul><ul><li>decassílabos </li></ul>
  26. 29. <ul><li>[ Nuno Pato Moniz], Agostinheida , 1817 </li></ul><ul><li>Vida e feitos do Padre José Agostinho de Macedo, grande inimigo do autor. </li></ul><ul><li>nove cantos </li></ul><ul><li>sem delimitação estrófica </li></ul><ul><li>decassílabos </li></ul>
  27. 30. <ul><li>J. M. P. [Camilo Aureliano Silva e Sousa], Os Ratos da Alfandega de Pantana , 1849 </li></ul><ul><li>Irregularidades na administração na alfândega do Porto. </li></ul><ul><li>oito cantos </li></ul><ul><li>oitavas </li></ul><ul><li>decassílabos </li></ul>
  28. 31. <ul><li>A Revolução , 1850 </li></ul><ul><li>«Golpe de estado» em 1846. </li></ul><ul><li>seis cantos </li></ul><ul><li>oitavas </li></ul><ul><li>decassílabos </li></ul>
  29. 32. <ul><li>Alexandre de Almeida Garrett, As Viagens a Leixões ou a Troca das Nereidas , 1855 </li></ul><ul><li>Crítica de costumes no Porto. </li></ul><ul><li>doze cantos </li></ul><ul><li>quadras </li></ul><ul><li>heptassílabos </li></ul>
  30. 33. <ul><li>Francisco de Almeida, Os Lusiadas do seculo XIX , 1865 </li></ul><ul><li>Acontecimentos políticos em Portugal, no século XIX. </li></ul><ul><li>cinco cantos </li></ul><ul><li>oitavas </li></ul><ul><li>decassílabos </li></ul>
  31. 34. <ul><li>Manuel Roussado, Roberto , 1867 </li></ul><ul><li>Paródia a D. Jayme , de Tomaz Ribeiro. </li></ul><ul><li>nove cantos </li></ul><ul><li>variável </li></ul><ul><li>variável </li></ul>
  32. 35. <ul><li>Quatro estudantes de Evora, Parodia ao primeiro canto dos Lusiadas de Camões , 1880 </li></ul><ul><li>Bebedice de alguns eborenses. </li></ul><ul><li>um canto </li></ul><ul><li>oitavas </li></ul><ul><li>decassílabos </li></ul>
  33. 36. <ul><li>Pedro de Azevedo Tojal, Foguetario , 1904 </li></ul><ul><li>Fogo de artifício por um cónego, por alturas dos esponsais de D. José e Mariana Vitória. </li></ul><ul><li>seis cantos </li></ul><ul><li>oitavas </li></ul><ul><li>decassílabos </li></ul>
  34. 37. <ul><li>Marco António, Republicaniadas , 1913 </li></ul><ul><li>Peripécias no início da República. </li></ul><ul><li>quatro cantos </li></ul><ul><li>oitavas </li></ul><ul><li>decassílabos </li></ul>
  35. 38. <ul><li>Um velho tripeiro, «A Carrileida». Poema épico-commercial , 1917 </li></ul><ul><li>Decadência da Companhia Carris do Porto. </li></ul><ul><li>cinco cantos </li></ul><ul><li>oitavas </li></ul><ul><li>decassílabos </li></ul>
  36. 39. <ul><li>Octávio de Medeiros, Affonseida , 1925 </li></ul><ul><li>Afonso Costa. </li></ul><ul><li>seis cantos </li></ul><ul><li>oitavas </li></ul><ul><li>decassílabos </li></ul>
  37. 40. <ul><li>Padre Ângelo do Carmo Minhava, Cabrilíada , 1947 </li></ul><ul><li>Uma viagem ao Cabril. </li></ul><ul><li>três cantos </li></ul><ul><li>oitavas </li></ul><ul><li>decassílabos </li></ul>
  38. 41. <ul><li>Amândio Vilares, Portuscale , s.d. </li></ul><ul><li>Serviço militar em África. </li></ul><ul><li>dez cantos </li></ul><ul><li>décimas </li></ul><ul><li>decassílabos </li></ul>
  39. 46. <ul><li>epopeia de </li></ul><ul><li>pedra para Mafra </li></ul><ul><li>transporte de </li></ul><ul><li>barco de um rio ao outro </li></ul>
  40. 47. <ul><li>operários de todo o país </li></ul><ul><li>com humildes </li></ul><ul><li>índios arregimentados </li></ul>
  41. 48. <ul><li>ao serviço </li></ul><ul><li>João V </li></ul><ul><li>do megalómano </li></ul><ul><li>Fitzcarraldo </li></ul>
  42. 49. <ul><li>Francisco Marques </li></ul><ul><li>morto, esmagado, </li></ul><ul><li>um dos índios </li></ul>
  43. 50. <ul><li>pretexto artístico </li></ul><ul><li>varanda esculpida numa pedra única </li></ul><ul><li>ópera na selva </li></ul>
  44. 52. <ul><li>TPC — Prepara a recitação da estância dos Lusíadas (no canto I, pp. 26-36) que corresponda ao teu número. </li></ul>
  45. 53. <ul><li>(A recitação implica, é claro, memorização; no entanto, não se pretende que debitem a estrofe à pressa, como se não a percebessem. Aconselho que primeiro compreendam bem o passo, incluindo as suas imediações. Depois decorem-no, logo com a entoação devida. Uma vez a oitava já bem interiorizada, ir sempre ajustando a expressividadade.) </li></ul>

×