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<ul><li>  A  metáfora  — «uma névoa impalpá-vel» (l. 31) — traduz a incapacidade de Maria Bárbara para representar o conve...
<ul><li>3.  </li></ul><ul><li>O recurso de estilo mais visível é a construção anafórica — «Maria Bárbara não viu, não sabe...
<ul><li>4.   A resposta deve apresentar frases que sintetizem o conteúdo da cada uma das partes encontradas: </li></ul><ul...
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<ul><li>Valores temporais </li></ul><ul><li>Valores aspectuais </li></ul><ul><li>Valores modais </li></ul>
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<ul><li>1.  </li></ul><ul><li>com valor de permissão:  </li></ul><ul><li>Leva o lixo que quiseres.  </li></ul><ul><li>Pode...
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<ul><li>Ao vermos o início de  Marie Antoinette , ficaram implícitas as analogias entre a viagem de Maria Bárbara (ao enco...
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Apresentação Para Décimo Segundo Ano, Aula 41

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Apresentação Para Décimo Segundo Ano, Aula 41

  1. 2. <ul><li>1. A resposta deve contemplar três destes aspectos: </li></ul><ul><li>[ condições climatéricas adversas: ] «voltou a chover» (l. 1); «esta chuva» («este frio») (l. 11); </li></ul><ul><li>[ consequência da precipitação: ] «os atoleiros» (ll. 1-2); </li></ul>
  2. 3. <ul><li>[ desgaste dos meios de transporte: ] «eixos» que se partem e «raios das rodas» que se racham «como gravetos» (l. 2); </li></ul><ul><li>visão perturbadora de «um pardo ajuntamento de homens, alinhados [...] e atados uns aos outros por cordas» (ll. 7-8). </li></ul>
  3. 4. <ul><li>1. </li></ul><ul><li>Na viagem de Montemor a Évora, a princesa e a sua comitiva confrontam-se com vários imprevistos: o primeiro é constituído pelas condições climatéricas adversas que degradam o estado das estradas, assim dificultando a viagem e aumentando o des-conforto dos viajantes: «voltou a chover» (l. 1); «já não chegava o péssimo tempo que faz, esta chuva, este frio» (l. 11); o segundo tem a ver com os efeitos da chuva no estado da es-trada e nos meios de transporte: «tornaram os atoleiros» (l. 1), «partiram-se eixos, racha-vam-se como gravetos os raios das rodas» (l. 2); o terceiro consiste na descoberta, </li></ul>
  4. 5. <ul><li>pela princesa, de um grupo de homens amarrados uns aos outros, recrutados à força para irem trabalhar nas obras do convento de Mafra: «viu parado um pardo ajuntamento de homens, alinhados na beira do caminho e atados uns aos outros por cordas, seriam talvez uns quinze» (ll. 9-10), que mandou saber «que homens eram aqueles e o que tinham feito, que crimes, e se iam para o Limoeiro ou para África» (ll. 13-14); e D. Maria Bárbara acabará por ficar a saber que «aqueles homens vão trabalhar para Mafra, nas obras do convento real (...), vão atados (...) porque não vão de vontade, se os soltam fogem» (ll. 17-19). </li></ul>
  5. 6. <ul><li>2. A resposta deve contemplar </li></ul><ul><li>a ideia de contraste entre </li></ul><ul><li>a vontade de festejar a anunciada felicidade «das suas bodas» (l. 10) </li></ul><ul><li> e a visão da realidade brutal (a constatação da escravatura de homens no trabalho e construção o convento) negativamente conotada pelo adjectivo «lastimoso» e pelo nome «grilhetas». </li></ul>
  6. 7. <ul><li>2. </li></ul><ul><li>O excerto estabelece um contraste entre o estado de espírito da princesa D. Maria Bárbara, profundamente incomodada pela visão daquele grupo de homens amarrados, vítimas de grande violência, roubados às suas famílias, e o ambiente festivo criado à volta o seu casamento. Tudo devia ser «ledice e regozijo» (l. 10), mas era-o só no círculo restrito da corte que integrava o cortejo nupcial; lá fora, o povo, triste, agrilhoado, é forçado a trabalhar para que um rei vaidoso e megalómano veja cumprida a sua promessa no prazo marcado. </li></ul>
  7. 8. <ul><li>3. A resposta deve contemplar apenas um dos recursos e o comentário à respectiva expressividade: </li></ul><ul><li>A construção anafórica — «Maria Bárbara não viu, não sabe, não tocou [...] não serviu, não aliviou, não enxu-gou» (ll. 26-29) — realça o forte con-traste negativo entre a indiferença da princesa face à construção do conven-to e essa construção como fonte de desgosto e de sofrimento para os trabalhadores. </li></ul>
  8. 9. <ul><li>A comparação — «o convento é para si como um sonho sonhado» (ll. 30-31) — sublinha que o convento não faz parte da realidade de Maria Bárbara. É um sonho inconsistente, sem imagens; «sonho sonhado» — redundância que reforça o afastamento do real. </li></ul>
  9. 10. <ul><li> A metáfora — «uma névoa impalpá-vel» (l. 31) — traduz a incapacidade de Maria Bárbara para representar o convento. Este, apesar de existir porque Maria Bárbara existe, não é, para a princesa, mais do que essa «névoa» abstracta. </li></ul>
  10. 11. <ul><li>3. </li></ul><ul><li>O recurso de estilo mais visível é a construção anafórica — «Maria Bárbara não viu, não sabe, não tocou com o dedinho rechonchudo a primeira pedra, nem a segunda, não serviu com as suas mãos o caldo dos pedreiros, não aliviou com bálsamo as dores que Sete-Sóis sente no coto do braço quando retira o gancho, não enxugou as lágrimas da mulher que teve o seu homem esmagado» (ll. 25-29) —, que realça o contraste entre a indiferença da princesa face à construção do convento e o sofrimento que essa mesma construção acarreta para trabalhadores e suas famílias. </li></ul>
  11. 12. <ul><li>4. A resposta deve apresentar frases que sintetizem o conteúdo da cada uma das partes encontradas: </li></ul><ul><li>os contratempos surgidos durante a viagem da princesa de Montemor a Évora (1.º e 2.º períodos do 1.º parágrafo); </li></ul>
  12. 13. <ul><li>a curiosidade e a perturbação que a princesa revela perante o «pardo ajuntamento» (l. 7) e o amor do oficial pela princesa (último período do 1.º parágrafo e o 2.º parágrafo); </li></ul><ul><li>a reflexão em torno do desinteresse da princesa por um convento que está a ser construído para celebrar o seu nascimento. </li></ul>
  13. 14. <ul><li>4. </li></ul><ul><li>O texto divide-se em três partes lógicas: os primeiro e segundo períodos do primeiro parágrafo constituem a primeira parte, em que se enumeram os contratempos e alguns dos imprevistos surgidos durante a viagem de D. Maria Bárbara de Montemor a Évora; já a segunda parte inclui o terceiro período do primeiro parágrafo e todo o segundo parágrafo, que se referem ao aparecimento de um </li></ul>
  14. 15. <ul><li>grupo de homens amarrados a caminho das obras do convento e ao amor impossível de um jovem oficial pela princesa, a quem presta informação sobre o «pardo ajuntamento de homens, alinhados na beira do caminho»; finalmente, a terceira parte é constituída pelo terceiro parágrafo e nela deparamos com uma reflexão em torno do desinteresse da princesa por um convento que está a ser construído para celebrar o seu nascimento. </li></ul>
  15. 16. <ul><li>Grupo I 100 pontos </li></ul><ul><li>A </li></ul><ul><li>1 20 (12 + 8) </li></ul><ul><li>2 20 (12 + 8) </li></ul><ul><li>3 15 (9 + 6) </li></ul><ul><li>4 15 (9 + 6) </li></ul><ul><li>B 30 (18 + 12) </li></ul>
  16. 17. <ul><li>Valores temporais </li></ul><ul><li>Valores aspectuais </li></ul><ul><li>Valores modais </li></ul>
  17. 18. <ul><li>Valor modal (ou modalidade) </li></ul><ul><li>(atitude do locutor relativamente ao que diz e ao destinatário) </li></ul><ul><li>pode ser expresso por: </li></ul><ul><li>entoação </li></ul><ul><li>modos verbais </li></ul><ul><li>verbos principais </li></ul><ul><li>verbos auxiliares </li></ul><ul><li>adjectivos </li></ul><ul><li>advérbios </li></ul>
  18. 19. <ul><li>modalidade apreciativa </li></ul><ul><li>modalidade deôntica </li></ul><ul><li>modalidade epistémica </li></ul>
  19. 20. <ul><li>modalidade apreciativa </li></ul><ul><li>(locutor exprime opinião, apreciação sobre o conteúdo de um enunciado) </li></ul><ul><li>É pena não teres entregado o tepecê. </li></ul><ul><li>Lamento que tenhas morrido. </li></ul><ul><li>Agrada-me que tenhas tido má nota. </li></ul><ul><li>É desagradável Baltasar só ter uma mão. </li></ul><ul><li>Felizmente, Baltasar tem um espigão e um gancho. </li></ul><ul><li>Bonito! </li></ul>
  20. 21. <ul><li>modalidade deôntica </li></ul><ul><li>(o locutor pretende agir sobre interlocutor para exprimir imposição ou permissão) </li></ul><ul><li>Obrigação </li></ul><ul><li>Tens de ser rápido a fazer as tarefas. </li></ul><ul><li>Deves comer mais abacate, Albano. </li></ul><ul><li>É necessário que comas mais cebola. </li></ul><ul><li>Permissão </li></ul><ul><li>Podes comer nas aulas, Ricardo. </li></ul><ul><li>Podem entregar o trabalho no dia 11 de Março. </li></ul>
  21. 22. <ul><li>modalidade epistémica </li></ul><ul><li>(o locutor pretende expressar um valor de certeza ou probabilidade/possibilidade em relação ao conteúdo do enunciado que diz) </li></ul><ul><li>Certeza </li></ul><ul><li>O convento foi construído no século XVIII. </li></ul><ul><li>O convento não foi construído ontem. </li></ul><ul><li>Probabilidade/Possibilidade </li></ul><ul><li>O jogo deve ter sido difícil. </li></ul><ul><li>É possível que te dê um doce. </li></ul><ul><li>O museu pode ter ruído. </li></ul>
  22. 23. <ul><li>Deves fazer os tepecês. (deôntico) </li></ul><ul><li>Ele não deve ter feito a porcaria do tepecê. (epistémico) </li></ul>
  23. 25. <ul><li>1. </li></ul><ul><li>com valor de permissão: </li></ul><ul><li>Leva o lixo que quiseres. </li></ul><ul><li>Podes levar o lixo que quiseres. </li></ul>
  24. 26. <ul><li>com valor modal apreciativo: </li></ul><ul><li>Que boa ideia levares esse lixo todo! </li></ul><ul><li>A tua ideia de levares o lixo foi uma parvoíce, meu sacana. </li></ul>
  25. 27. <ul><li>2. </li></ul><ul><li>valor deôntico: A sociedade tem de motivar as crianças para as questões ambientais . </li></ul><ul><li>valor epistémico: Há já muitas iniciativas que visam motivar as crianças para as questões ambientais. </li></ul><ul><li>valor apreciativo: Bastante estúpida, esta forma de motivar as crianças para as questões ambientais. </li></ul>
  26. 28. <ul><li>3. </li></ul><ul><li>c) As bicicletas disponíveis não chegam, certamente, para satisfazer a procura. </li></ul><ul><li>a) As bicicletas disponíveis não chegam para satisfazer a procura. </li></ul><ul><li>d) As bicicletas disponíveis não chegam, minimamente, para satisfazer a procura. </li></ul><ul><li>b) É evidente que as bicicletas disponíveis não prestam (e por isso é que estão disponíveis). </li></ul>
  27. 29. <ul><li>4. </li></ul><ul><li>a) valor de possibilidade / probabilidade </li></ul><ul><li>b) valor de certeza </li></ul><ul><li>c) valor de possibilidade </li></ul><ul><li>d) valor apreciativo </li></ul>
  28. 30. <ul><li>5. </li></ul><ul><li>Ó canalha, podeis trazer o lixo todo que tenhais em casa (incluindo os cadernos). </li></ul><ul><li>Criancinhas, participem nesta iniciativa tão interessante, que a organização dá-lhes um prémio Tia Albertina. </li></ul>
  29. 32. <ul><li>Ao vermos o início de Marie Antoinette , ficaram implícitas as analogias entre a viagem de Maria Bárbara (ao encontro de Fernando de Espanha), tal como relatada em Memorial do Convento (capítulo XXII), e a de Maria Antonieta, no âmbito do seu casamento com o futuro Luís XVI. </li></ul>
  30. 33. <ul><li>Tendo entretanto avançado mais um tanto no filme, são agora mais evidentes os paralelismos entre a relação de Maria Antonieta e Luís Augusto (em breve, Luís XVI) e outro casal real, o constituído por D. João V e D. Maria Ana (de Áustria, como aliás a célebre rainha decapitada em Paris). </li></ul>
  31. 34. <ul><li>Num texto com cerca de cento e vinte palavras, compara os dois casais reais. Podes aproveitar aspectos comuns e dissemelhantes das suas relações; das personalidades de reis e rainhas; das duas cortes. </li></ul>
  32. 35. <ul><li>[Evitar: (demasiadas) repetições de vocabulário; discurso não-factual, vago, de quem procura esconder desconhecimento da obra; registo informal.] </li></ul><ul><li>A tinta. </li></ul>
  33. 37. <ul><li>TPC — Responde a este último grupo de um exame nacional recente. </li></ul><ul><li>[...] </li></ul><ul><li>Manuscrito. </li></ul>

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