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<ul><li>Biografia  vs.  Palmarés </li></ul><ul><li>1572 — Publica  Os Lusíadas </li></ul><ul><li>1572 — Publicação de  Os ...
<ul><li>Faculdade de Coimbra </li></ul><ul><li>Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra </li></ul>
<ul><li>de Coimbra </li></ul><ul><li>de Lisboa </li></ul><ul><li>do Porto </li></ul><ul><li>Universidade  Nova de Lisboa <...
<ul><li>Faculdade de  Letras </li></ul><ul><li>Direito </li></ul><ul><li>Ciências </li></ul><ul><li>Medicina </li></ul><ul...
<ul><li>Técnico </li></ul><ul><li>Agronomia </li></ul><ul><li>Faculdade de Motricidade </li></ul><ul><li>Comunicação Socia...
<ul><li>Luis </li></ul><ul><li>Luís </li></ul>
 
<ul><li>os argonautas </li></ul><ul><li>os «segundos argonautas» </li></ul><ul><li>os nautas </li></ul><ul><li>os navegant...
<ul><li>«não usar, ao mesmo tempo, itálico e aspas» </li></ul><ul><li>assim é que  </li></ul><ul><li>«assim é que» </li></ul>
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<ul><li>ilha de Calíope </li></ul><ul><li>ilha de Calipso </li></ul><ul><li>Ogígia </li></ul>
<ul><li>3 </li></ul><ul><li>[Refiro-me a] vocês, portugueses, tão poucos quanto  valentes/estúpidos , que não pensam nas p...
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<ul><li>2. Explica de que modo a perspectiva aqui apresentada pelo poeta: </li></ul><ul><ul><li>engrandece a proeza dos Po...
<ul><li>TPC </li></ul><ul><li>Se ainda não o fizeste, lê  Memorial do Convento . (Proximamente, faremos mais tarefas relac...
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ApresentaçãO Para DéCimo Segundo Ano, Aula 32

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ApresentaçãO Para DéCimo Segundo Ano, Aula 32

  1. 2. <ul><li>Linguagens </li></ul><ul><li>Línguas </li></ul><ul><li>domínio do inglês oral </li></ul><ul><li>conhecimentos de francês (compreensão escrita e expressão oral) </li></ul>
  2. 3. <ul><li>Finalização de </li></ul><ul><li>Conclusão de </li></ul>
  3. 4. <ul><li>Biografia vs. Palmarés </li></ul><ul><li>1572 — Publica Os Lusíadas </li></ul><ul><li>1572 — Publicação de Os Lusíadas </li></ul>
  4. 5. <ul><li>Faculdade de Coimbra </li></ul><ul><li>Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra </li></ul>
  5. 6. <ul><li>de Coimbra </li></ul><ul><li>de Lisboa </li></ul><ul><li>do Porto </li></ul><ul><li>Universidade Nova de Lisboa </li></ul><ul><li>Técnica de Lisboa </li></ul><ul><li>Instituto Politécnico de Lisboa </li></ul>
  6. 7. <ul><li>Faculdade de Letras </li></ul><ul><li>Direito </li></ul><ul><li>Ciências </li></ul><ul><li>Medicina </li></ul><ul><li>Psicologia </li></ul><ul><li>Farmácia </li></ul><ul><li>FCSH </li></ul><ul><li>Campus do Monte de Caparica </li></ul><ul><li>Direito </li></ul><ul><li>Ciências Médicas </li></ul>
  7. 8. <ul><li>Técnico </li></ul><ul><li>Agronomia </li></ul><ul><li>Faculdade de Motricidade </li></ul><ul><li>Comunicação Social </li></ul><ul><li>ISEL </li></ul><ul><li>ESE </li></ul>
  8. 9. <ul><li>Luis </li></ul><ul><li>Luís </li></ul>
  9. 11. <ul><li>os argonautas </li></ul><ul><li>os «segundos argonautas» </li></ul><ul><li>os nautas </li></ul><ul><li>os navegantes </li></ul><ul><li>a armada </li></ul><ul><li>os heróis da chegada à Índia </li></ul><ul><li>os tripulantes </li></ul>
  10. 12. <ul><li>«não usar, ao mesmo tempo, itálico e aspas» </li></ul><ul><li>assim é que </li></ul><ul><li>«assim é que» </li></ul>
  11. 13. <ul><li>«Os Lusíadas» em prosa , de Amélia Pinto Pais, é um belo livro. </li></ul><ul><li>Os Lusíadas em prosa , de Amélia Pinto Pais, é um belo livro. </li></ul>
  12. 14. <ul><li>Amor </li></ul><ul><li>amor </li></ul><ul><li>Viagem </li></ul><ul><li>viagem </li></ul>
  13. 15. <ul><li>sendo que </li></ul>
  14. 16. <ul><li>ilha de Calíope </li></ul><ul><li>ilha de Calipso </li></ul><ul><li>Ogígia </li></ul>
  15. 17. <ul><li>3 </li></ul><ul><li>[Refiro-me a] vocês, portugueses, tão poucos quanto valentes/estúpidos , que não pensam nas poucas forças de que dispõem; a vocês, que, à custa das muitas baixas que têm sofrido, vão dilatando a fé. Assim foi destinado pelo céu: que vocês, apesar de serem poucos, façam muito em favor da Santa Cristandade, porque Cristo exaltou os humildes/balandraus . </li></ul>
  16. 18. <ul><li>4 </li></ul><ul><li>Vejam os alemães, orgulhoso povo que se estende por tão vasto território, revoltados contra o Sumo Pontífice/de alperce e inventando novo Papa e nova seita; vejam-nos (ainda não satisfeitos com a heresia) ocupados numa abominável guerra/seca , não contra o orgulhosíssimo sultão da Turquia, mas procurando sacudir o jugo do imperador [Carlos V]. </li></ul>
  17. 19. <ul><li>5 </li></ul><ul><li>Vejam o cruel inglês [Henrique VIII], que se intitula rei da antiga e sagrada cidade [de Jerusalém], que se encontra em poder dos muçulmanos/japoneses (quem viu honra tão longe da verdade?). Entrega-se à devassidão entre as neves do Norte, funda nova seita cristã e desembainha a espada, não para reconquistar o território [da Palestina], que lhe pertencia, mas contra os católicos/ornitorrincos . </li></ul>
  18. 20. <ul><li>6 </li></ul><ul><li>Entretanto, um falso rei, [o sultão da Turquia], guarda a Jerusalém terrestre, ao mesmo tempo que Henrique VIII nem sequer guarda a santa religião da Jerusalém celeste. Pois que direi de ti, [Francisco I], indigno francês/saloio , que pretendeste o título de «Cristianíssimo», não para o defender e manter, mas para o contradizer e anular/beijar ? </li></ul>
  19. 21. <ul><li>7 </li></ul><ul><li>Achas que tens direito aos domínios dos católicos, sendo o teu domínio tamanho e tão vasto, e não tens à Tripolitânia e ao Egipto/bilhar , adversários do santo nome de Deus? Nessas regiões é que deveria retemperar os fios da espada quem pretende hostilizar o Papa/Sr. Brás . Herdaste o nome e o território de Carlos [Magno] e de [S. Luís], e não os motivos [que levaram estes monarcas] a guerrear os infiéis. </li></ul>
  20. 22. <ul><li>8 </li></ul><ul><li>E que direi daqueles que, esquecidos do seu antigo valor, gastam as vidas/solas e desperdiçam as riquezas nas delícias que a vil ociosidade/pornografia acarreta? A tirania origina discórdias que dividem o valoroso povo. A ti me refiro, Itália, agora mergulhada em inúmeros vícios e adversária de ti própria. </li></ul>
  21. 23. <ul><li>9 </li></ul><ul><li>Ó desgraçados Cristãos, serão vocês por acaso os dentes de Cadmo semeados, que se mataram uns aos outros , não obstante serem irmãos/sogros ? Não vêem o sepulcro de Cristo possuído pelos turcos, que, constantemente unidos, tornando-se famosos pelas armas, se apoderaram daquele antigo vosso território/penico ? </li></ul>
  22. 24. <ul><li>10 </li></ul><ul><li>Sabem que [os muçulmanos] têm por uso e lei, que tão inteiramente cumprem, reunirem os irrequietos exércitos/sacaninhas contra os povos cristãos; nunca as Fúrias deixaram de semear entre vós discórdias/cebolas inimigas do sossego. Vejam se é possível estarem isentos de perigos, sendo os muçulmanos, e vocês próprios, vossos inimigos. </li></ul>
  23. 25. <ul><li>11 </li></ul><ul><li>Se é a ambição de grandes domínios que vos leva à conquista dos territórios de outrem, não vêem que tanto o rio Pactolo como o Hermo arrastam areias auríferas? Na Lídia e na Assíria tecem-se brocados de oiro/massapão ; as terras africanas ocultam no seu seio/sutiã brilhantes filões. Que ao menos vos estimulem tantas riquezas, já que o não consegue fazer o Tempo [de Jerusalém]. </li></ul>
  24. 26. <ul><li>12 </li></ul><ul><li>Os cruéis e recentes inventos dos mortais aparelhos da artilharia devem fazer agora as suas rudes provas nos muros de Constantinopla e da Turquia. Façam que regresse às cavernas silvestres dos montes Cáspios/casposos e da gelada Cítia a raça turca/pitbull , que se vai multiplicando dentro da civilização da vossa fértil Europa . </li></ul>
  25. 27. <ul><li>13 </li></ul><ul><li>Gregos, Trácios, Arménios e Georgianos estão-vos bradando que o brutal povo [turco] lhes obriga os queridos filhos/sapos a [aprenderem] os ímpios preceitos do Alcorão (pesado tributo!). Gloriem-se de, com ânimo esforçado e inteligente/javardo , castigar as desumanas acções [dos turcos]; e não queiram vangloriosos louvores de serem valentes contra os vossos. </li></ul>
  26. 28. <ul><li>14 </li></ul><ul><li>Todavia, enquanto vocês, homens insanos, andam cegos/pernetas e sedentos/esfomeados do sangue de irmãos, não faltarão arrojos [praticados por] cristãos desta pequena nação portuguesa: possui bases navais na África; domina na Ásia mais que nenhuma outra; está colonizando a América; e, se mais mundo houvesse, lá chegaria. </li></ul>
  27. 30. <ul><li>Faz um comentário , um curto texto expositivo (até cento e vinte palavras), que dê resposta ao que é perguntado no ponto 2 da «Orien-tação de leitura» da p. 80. </li></ul><ul><li>(Pode ser útil relancear os textos em fundo salmão da p. 83 e da p. 80 .) </li></ul>
  28. 31. <ul><li>2. Explica de que modo a perspectiva aqui apresentada pelo poeta: </li></ul><ul><ul><li>engrandece a proeza dos Portugueses; </li></ul></ul><ul><ul><li>alarga o seu âmbito para além do interesse nacional; </li></ul></ul><ul><ul><li>confirma a noção de que reis e heróis portugueses apresentam nos Lusíadas incumbidos de uma missão transcendente e mística — alargar a cristandade. </li></ul></ul>
  29. 32. <ul><li>TPC </li></ul><ul><li>Se ainda não o fizeste, lê Memorial do Convento . (Proximamente, faremos mais tarefas relacionadas com a obra.) </li></ul>

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