Apresentação para décimo primeiro ano de 2012 3, aula 83-84

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Apresentação para décimo primeiro ano de 2012 3, aula 83-84

  1. 1. No monólogo na cena IV, Telmoexpressa várias emoções. Explica-as.
  2. 2. Telmo mostra-se confuso, repartidoentre emoções díspares. Pressente quevai saber notícias sobre D. João dePortugal, por quem esperava havia vinte eum anos. Ao mesmo tempo, preocupa-oagora Maria, por quem foi ganhandodevoção que já ultrapassa a que tinhapelo antigo amo. Este debate leva-o apedir a Deus a própria morte, adiandoassim «algum tempo» a da frágil Maria.
  3. 3. [Resolve o ponto 1.1 da p. 211:]
  4. 4. A pergunta de Telmo («Romeiro, quemés tu?») repete a penúltima fala do ato II,por Jorge. A resposta do Romeiro foraentão «Ninguém», que, no seu minima-lismo, era sentida mais crua e tragica-mente. Desta vez, ao responder «Ninguém,se nem já tu me conheces!», se é certo quese mantém o tom desiludido, ao nomear-seo aio há já um esclarecimento implícito euma abertura à continuação do diálogo,logo uma possibilidade de aproximaçãoque era coartada a Jorge no final do ato II.
  5. 5. Na cena V, como reage o Romeiro aotomar conhecimento das diligências de D.Madalena aquando do seu desapareci-mento?
  6. 6. Ao saber que Madalena («a maisvirtuosa dama que tem Portugal») o fizeraprocurar insistentemente e tudo tentarapara, se possível, o resgatar, D. João ficaarrependido de vir destruir a famíliaentretanto constituída e pede a Telmo quenegue o que dissera o Romeiro, queatribua essas alegações a uma conspi-ração dos inimigos de Manuel.
  7. 7. Madalena debate-se entre dúvidas,entrevê possibilidades de soluçãobenigna, apela aos outros, estranhareações frias. (Nem Manuel nem Jorge aesclarecem ou ajudam muito.)
  8. 8. Sam vive em conflito interior, mostra-seesquivo, agride-se e agride os outros,porque pretende desabafar. (Só Gracepercebe que ele tem alguma pena aremir.)
  9. 9. Final é trágico (quando Madalena hesita,e Telmo e João combinam estratégiasalvadora, os irmãos Manuel e Jorgeimpedem uma soluçãocontemporizadora).
  10. 10. Final só por pouco não é trágico (nacena do desespero-quase-suicídio deSam, ação do irmão Tommy é crucialpara se poder evitar desfecho mortal).
  11. 11. Expiação da culpa é obtida por ingressona vida religiosa e por morte de Maria.
  12. 12. Expiação da culpa é obtida pelointernamento e pela confissão a Grace.
  13. 13. Final é relativamente fechado, emborahaja pontos por esclarecer (destino deJoão). Abre-se para os protagonistas umnovo ciclo, puramente religioso (masessa já não é a história contada nodrama — mesmo se, historicamente,quase só agora comece o escritor FreiLuís de Sousa).
  14. 14. Final é aberto. (Não fica claro odesfecho. Supõe-se para breve arecuperação da felicidade anterior dafamília?)
  15. 15. TPC — Lança no ficheiro respetivoas emendas que fiz ao comentário sobrecanção e Frei Luís de Sousa e envia-mo.(A classificação — que será relativa àprimeira versão, sobretudo, masdepende da verificação segunda — ficarájunto dos textos em Gaveta de Nuvens.) Vai já trazendo o teu exemplar de OsMaias, sem esquecer também o manual.
  16. 16. (Lembro a quem não chegou aentregar a gravação de apreciação críticapedida ainda no 1.º período, nem mesmono prazo que estabeleci já neste 2.ºperíodo, que, a manter-se, essa falta teráconsequências antipáticas naclassificação deste período.)

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