<ul><li>Tomás de Alencar, «6 de Agosto»,  Flores e martírios , 2.ª ed., Alenquer,  Editora «A Romântica» , 1850 [1.ª ed.: ...
<ul><li>Assírio & Alvim </li></ul><ul><li>Caminho </li></ul><ul><li>Edições João Sá da Costa </li></ul><ul><li>Moraes Edit...
<ul><li>Flores e Martírios </li></ul>
<ul><li>p.  </li></ul><ul><li>pp. </li></ul><ul><li>pág. </li></ul><ul><li>págs. </li></ul>
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<ul><li>lívido  = pálido, cadavérico  </li></ul><ul><li>adulação  = lisonja, bajulação </li></ul><ul><li>literato  = o que...
 
 
 
<ul><li>Experiência pessoal concreta (a «contrariedade», que resulta de os jornais e os editores não  o publicarem ). </li...
<ul><li>Preocupação social (a observação da engomadeira) </li></ul><ul><li>estrofes dos vv. 9-12,  13 - 16 ,  49 - 52 , 53...
<ul><li>Observação da cidade (para além da própria vizinha) </li></ul><ul><li>estrofes dos vv.  29 - 32 </li></ul>
<ul><li>Léxico «pouco poético»:   </li></ul>
<ul><li>estrangeirismos e palavras recentes </li></ul><ul><li>«réclame», « blague », « coterie » </li></ul>
<ul><li>palavras de registos quase orais </li></ul><ul><li>« sopas », « o doutor », «coitadinha!» </li></ul>
<ul><li>diminutivos pejorativos </li></ul><ul><li>« populacho » </li></ul>
<ul><li>nomes de pessoas conhecidas  </li></ul><ul><li>«Taine», « Zaccone » </li></ul>
<ul><li>5.  O poeta  [sujeito poético]  não é bajulador dos poderosos («nunca publiquei poemas às fortunas») nem dos liter...
<ul><li>7.  Ao longo do poema alternavam os planos do poeta (contrariado) e o da engomadeira (doente e pobre). Os dois pla...
<ul><li>O poeta admite que ela não chegue a cear; vê que continua a trabalhar; e descobre a sua fealdade. O tipo de frases...
<ul><li>TPC </li></ul><ul><li>Prepara leitura de «Num Bairro Moderno» ( Antologia , 256-259).  </li></ul><ul><li>Na próxim...
 
 
 
<ul><li>1.  As mulheres cícones violentam Orfeu, porque acham que este não lhes liga.  </li></ul><ul><li>2.  As Bacantes (...
<ul><li>4.  Orfeu morre. </li></ul><ul><li>5.  A natureza chora Orfeu. </li></ul><ul><li>6.  Os membros de Orfeu, disperso...
<ul><li>7.  Apolo (Febo) evita que uma serpente se apodere da cabeça de Orfeu. </li></ul><ul><li>8.  A sombra de Orfeu vai...
<ul><li>2  As Bacantes (ou Ménades) atacam os animais que estavam extasiados perante Orfeu. </li></ul><ul><li>8  A sombra ...
<ul><li>10  As mulheres Edónias que tinham assistido ao atentado sobre Orfeu são presas ao solo por meio de raízes. </li><...
<ul><li>Repara que os factos com que se ocupa o texto de  Antologia  são  posteriores  ao episódio desenvolvido no filme. ...
 
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Apresentação para décimo primeiro ano, aula 61

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Apresentação para décimo primeiro ano, aula 61

  1. 2. <ul><li>Tomás de Alencar, «6 de Agosto», Flores e martírios , 2.ª ed., Alenquer, Editora «A Romântica» , 1850 [1.ª ed.: 1848], pp. 23-25, p. 24. </li></ul>
  2. 3. <ul><li>Assírio & Alvim </li></ul><ul><li>Caminho </li></ul><ul><li>Edições João Sá da Costa </li></ul><ul><li>Moraes Editores </li></ul>
  3. 4. <ul><li>Flores e Martírios </li></ul>
  4. 5. <ul><li>p. </li></ul><ul><li>pp. </li></ul><ul><li>pág. </li></ul><ul><li>págs. </li></ul>
  5. 6. <ul><li>usar frontispício </li></ul><ul><li>quando data não estiver no frontispício, veja-se o colofão (ou a ficha técnica) </li></ul><ul><li>não havendo data nenhuma, pode pôr-se s.d. </li></ul>
  6. 7. <ul><li>Tomás de Alencar, «6 de Agosto», Flores e martírios , Monte de Caparica, Editora Bulhão Pato, 1848, pp. 27-29, p. 28 </li></ul><ul><li>não se põe 1.ª ed. </li></ul>
  7. 8. <ul><li>lívido = pálido, cadavérico </li></ul><ul><li>adulação = lisonja, bajulação </li></ul><ul><li>literato = o que é do meio intelectual; escritor </li></ul><ul><li>plangente = que chora, triste </li></ul><ul><li>alexandrino = versos de doze sílabas métricas (com acento na sexta) </li></ul>
  8. 12. <ul><li>Experiência pessoal concreta (a «contrariedade», que resulta de os jornais e os editores não o publicarem ). </li></ul><ul><li>estrofes dos vv. 16-20, 21-24, 25-28, [v. 29], 33-36, 37-40, 41-44, 45-48, 57-60, 61-64 </li></ul>
  9. 13. <ul><li>Preocupação social (a observação da engomadeira) </li></ul><ul><li>estrofes dos vv. 9-12, 13 - 16 , 49 - 52 , 53-56, 65 - 68 </li></ul>
  10. 14. <ul><li>Observação da cidade (para além da própria vizinha) </li></ul><ul><li>estrofes dos vv. 29 - 32 </li></ul>
  11. 15. <ul><li>Léxico «pouco poético»: </li></ul>
  12. 16. <ul><li>estrangeirismos e palavras recentes </li></ul><ul><li>«réclame», « blague », « coterie » </li></ul>
  13. 17. <ul><li>palavras de registos quase orais </li></ul><ul><li>« sopas », « o doutor », «coitadinha!» </li></ul>
  14. 18. <ul><li>diminutivos pejorativos </li></ul><ul><li>« populacho » </li></ul>
  15. 19. <ul><li>nomes de pessoas conhecidas </li></ul><ul><li>«Taine», « Zaccone » </li></ul>
  16. 20. <ul><li>5. O poeta [sujeito poético] não é bajulador dos poderosos («nunca publiquei poemas às fortunas») nem dos literatos («raramente falo aos nossos literatos»), é demasiado independente. Por outro lado, ao escrever em verso também fica desfavorecido, já que os jornais — e os editores — preferem a prosa. </li></ul>
  17. 21. <ul><li>7. Ao longo do poema alternavam os planos do poeta (contrariado) e o da engomadeira (doente e pobre). Os dois planos encontram-se agora numa mesma estrofe: o sujeito poético está pacificado (e talvez também graças ao cantarolar da pobre mulher referido um pouco antes) ; a tísica continua a trabalhar. Este contraste parece avivar a denúncia do sofrimento da engomadeira. </li></ul>
  18. 22. <ul><li>O poeta admite que ela não chegue a cear; vê que continua a trabalhar; e descobre a sua fealdade. O tipo de frases (interrogação, declaração, declaração suspensa, exclamações) e a sua pouca extensão fazem que o ritmo seja o de quem está a pensar, quase coloquialmente, e depois se emociona. O último verso é de crítica à sociedade mas contém igualmente espontânea comiseração. </li></ul>
  19. 23. <ul><li>TPC </li></ul><ul><li>Prepara leitura de «Num Bairro Moderno» ( Antologia , 256-259). </li></ul><ul><li>Na próxima aula constituiremos grupos para o desafio final do http:// www.nescolas.dn.pt / . </li></ul>
  20. 27. <ul><li>1. As mulheres cícones violentam Orfeu, porque acham que este não lhes liga. </li></ul><ul><li>2. As Bacantes (ou Ménades) atacam os animais que estavam extasiados perante Orfeu. </li></ul><ul><li>3. As Bacantes atacam Orfeu. </li></ul>
  21. 28. <ul><li>4. Orfeu morre. </li></ul><ul><li>5. A natureza chora Orfeu. </li></ul><ul><li>6. Os membros de Orfeu, dispersos, chegam a Lesbos. </li></ul>
  22. 29. <ul><li>7. Apolo (Febo) evita que uma serpente se apodere da cabeça de Orfeu. </li></ul><ul><li>8. A sombra de Orfeu vai em busca de Eurídice, repetindo visita aos Infernos. </li></ul><ul><li>9. Orfeu volta-se para trás e para a frente, a olhar Eurídice (mas sem problema nenhum). </li></ul><ul><li>10. As mulheres Edónias que tinham assistido ao atentado sobre Orfeu são presas ao solo por meio de raízes. </li></ul>
  23. 30. <ul><li>2 As Bacantes (ou Ménades) atacam os animais que estavam extasiados perante Orfeu. </li></ul><ul><li>8 A sombra de Orfeu vai em busca de Eurídice, repetindo visita aos Infernos. </li></ul><ul><li>7 Apolo (Febo) evita que uma serpente se apodere da cabeça de Orfeu. </li></ul><ul><li>3 As Bacantes atacam Orfeu. </li></ul><ul><li>9 Orfeu volta-se para trás e para a frente, a olhar Eurídice (mas sem problema nenhum). </li></ul><ul><li>1 As mulheres cícones violentam Orfeu, porque acham que este não lhes liga. </li></ul>
  24. 31. <ul><li>10 As mulheres Edónias que tinham assistido ao atentado sobre Orfeu são presas ao solo por meio de raízes. </li></ul><ul><li>5 A natureza chora Orfeu. </li></ul><ul><li>6 Os membros de Orfeu, dispersos, chegam a Lesbos. </li></ul><ul><li>4 Orfeu morre. </li></ul>
  25. 32. <ul><li>Repara que os factos com que se ocupa o texto de Antologia são posteriores ao episódio desenvolvido no filme. </li></ul>

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