ApresentaçãO Para DéCimo Ano, Aula 77 78

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ApresentaçãO Para DéCimo Ano, Aula 77 78

  1. 2. <ul><li>Querida amiga: </li></ul><ul><li>Sei que estás melhor e que para a semana já vens à escola. </li></ul><ul><li>Hoje o Luís disse-me que a professora de Ciências da Natureza tinha várias ratazanas presas nas gaiolas do laboratório para experiências . </li></ul>
  2. 3. <ul><li>Vê lá tu que horror! Então eu, a Patrícia e o Pedro resolvemos libertá-las, mas primeiro perguntámos aos restantes colegas da turma se achavam bem que se prendessem e torturassem aqueles pobres e inocentes animais e ficássemos de braços cruzados . </li></ul><ul><li>Todos, menos um, responderam: «Não!» Apenas o Raul , que é sempre do contra, gritou lá do </li></ul>
  3. 4. <ul><li>fundo da sala: «Ah! Eu não concordo que se libertem esses nojentos animais, que são tudo menos pobres e inocentes.» </li></ul><ul><li>Então, quando acabou a aula de Educação Visual, eu, a Patrícia e o Pedro oferecemo-nos para arrumar a sala que fica mesmo ao lado do laboratório. Entrámos sorrateiramente e abrimos as gaiolas todas. </li></ul>
  4. 5. <ul><li>Foi quando o Pedro alertou: «Não são ratazanas, suas parvas, são hamsteres !» </li></ul><ul><li>Logo por azar apareceu o gato da escola, que apanhou um e o levou na boca. Ouviu-se uma chiadeira enorme, enquanto nós corríamos atrás dos bichinhos que fugiam pelo corredor fora. Os meninos da turma chamaram-me estúpida por não saber distinguir uma ratazana de um hamster. E eu só pude responder-lhes que o princípio estava certo. Não se deve prender um ser numa gaiola. </li></ul><ul><li>Adeus. Um beijinho </li></ul><ul><li>Paula </li></ul>
  5. 6. <ul><li>A. 13 </li></ul><ul><li>B. 14 </li></ul><ul><li>C. 15 </li></ul><ul><li>D. 16 </li></ul><ul><li>E. 17 </li></ul>
  6. 7. <ul><li>1. Indique o que levou Paula a abrir as gaiolas do laboratório. </li></ul><ul><li>A. Não gostava da professora e queria pregar-lhe uma partida. </li></ul><ul><li>B. Detestava aquela matéria. </li></ul><ul><li>C. Não gostava de participar nos trabalhos de laboratório. </li></ul><ul><li>D. Queria defender os direitos dos animais. </li></ul>
  7. 8. <ul><li>2. Assinale a opção que está de acordo com a história: </li></ul><ul><li>A. A menina era estúpida, porque não sabia distinguir uma ratazana de um hamster. </li></ul><ul><li>B. A menina tinha já estado no laboratório e tinha visto os referidos animaizinhos dentro da gaiola. </li></ul><ul><li>C. A Paula não tinha estado no laboratório e fora o Luís quem lhe contara que havia ratazanas presas nas gaiolas. </li></ul><ul><li>D. Paula escreve a Patrícia a contar episódios da escola. </li></ul>
  8. 9. <ul><li>3. A forma verbal «ficássemos» está </li></ul><ul><li>A. no pretérito imperfeito do conjuntivo </li></ul><ul><li>B. no futuro do conjuntivo </li></ul><ul><li>C. no pretérito imperfeito do indicativo </li></ul><ul><li>D. no presente do conjuntivo </li></ul>
  9. 10. <ul><li>4. Na frase «Esta história coloca-nos em situação difícil de julgar.», indique o determinante. </li></ul><ul><li>A. esta </li></ul><ul><li>B. história </li></ul><ul><li>C. situação </li></ul><ul><li>D. julgar </li></ul>
  10. 11. <ul><li>esta história </li></ul><ul><li>determinante nome </li></ul><ul><li>demonstrativo </li></ul>
  11. 12. <ul><li>5. Das palavras seguintes, indique a que está correctamente acentuada. </li></ul><ul><li>A. combóio ( comboio ) </li></ul><ul><li>B. Saúl ( Saul ) </li></ul><ul><li>C. sòzinho ( sozinho ) </li></ul><ul><li>D. herói </li></ul>
  12. 13. <ul><li>6. Indique o aumentativo de «gato». </li></ul><ul><li>A. gatarrão </li></ul><ul><li>B. gatíssimo </li></ul><ul><li>C. gatinho </li></ul><ul><li>D. gatasão </li></ul>
  13. 14. <ul><li>pared ão </li></ul><ul><li>grand alhão </li></ul><ul><li>homenz arrão </li></ul><ul><li>tol eirão </li></ul><ul><li>barb aça </li></ul><ul><li>ric aço </li></ul><ul><li>cop ázio </li></ul><ul><li>corp anzil </li></ul><ul><li>boc arra </li></ul><ul><li>cabeç orra </li></ul>
  14. 15. <ul><li>7. Qual é o colectivo de «lobos»? </li></ul><ul><li>A. manada ( bois, búfalos, elefantes ) </li></ul><ul><li>B. cáfila ( camelos ) </li></ul><ul><li>C. alcateia </li></ul><ul><li>D. chusma ( pessoas ) </li></ul>
  15. 16. <ul><li>8. Diga qual das seguintes frases está correcta: </li></ul><ul><li>A. Foram eles quem fizeram ( fez ) a reportagem. </li></ul><ul><li>B. Fui eu quem fez este desenho. </li></ul><ul><li>C. Fomos nós quem abordámos ( abordou ) o problema. </li></ul><ul><li>D. São eles quem têm ( tem ) razão. </li></ul>
  16. 17. <ul><li>9. Na frase «Esta casa é sua.», classifique a palavra «sua». </li></ul><ul><li>A. pronome relativo </li></ul><ul><li>B. pronome pessoal </li></ul><ul><li>C. pronome possessivo </li></ul><ul><li>D. verbo «suar», no presente do indicativo </li></ul><ul><li>E. pronome indefinido </li></ul>
  17. 18. <ul><li>10. Qual é a origem da palavra «gaiola»? </li></ul><ul><li>A. hebraica </li></ul><ul><li>B. castelhana </li></ul><ul><li>C. latina </li></ul><ul><li>D. árabe </li></ul><ul><li>E. italiana </li></ul>
  18. 19. <ul><li>Embora sexagenário, o escudeiro não havia perdido a robusta e marcial aparência que outrora fizera inveja aos elegantes do séquito do regente . </li></ul><ul><li>Diante do leito do capitão, a sua elevada estatura mostrava, à vacilante luz da lanterna, as vigorosas formas de compleição atlética. O rosto revelava essa calma profunda de quando um homem se encontra perante uma decisão inabalável . </li></ul>
  19. 20. <ul><li>A presença do antigo escudeiro junto do capitão tornava decisiva a sentença de morte que pesava sobre este último. </li></ul><ul><li>Há decisões na vida que não são acessórias , mas cruciais. A intenção pode ter fundamentos justos, mas uma execução nunca justifica as motivações. </li></ul><ul><li>A. 11 / B. 12 / C. 13 / D. 14 / E. 15 </li></ul>
  20. 21. <ul><li>11. Indique a frase incorrecta: </li></ul><ul><li>A. Propôs-se [a] fazer este trabalho. </li></ul><ul><li>B. Ele dispôs-se a levar a mulher ao cinema. </li></ul><ul><li>C. Ela cedeu aos seus encantos. </li></ul><ul><li>D. O filho sucedeu ao pai nos negócios. </li></ul>
  21. 22. <ul><li>12. As palavras «segar» e «cegar» são </li></ul><ul><li>A. homónimas </li></ul><ul><li>B. homógrafas </li></ul><ul><li>C. homófonas </li></ul><ul><li>D. sinónimas </li></ul>
  22. 23. <ul><li>13. Qual é o sujeito da frase «Ainda há jasmins neste belo jardim.»? </li></ul><ul><li>A. jasmins </li></ul><ul><li>B. não tem </li></ul><ul><li>C. indeterminado </li></ul><ul><li>D. belo jardim </li></ul>
  23. 24. <ul><li>verbo haver = verbo impessoal ( não há sujeito ); amanhecer; nevar; ... </li></ul><ul><li>sujeito indeterminado </li></ul><ul><li>andaram a comer por aqui </li></ul><ul><li>diz-se </li></ul>
  24. 25. <ul><li>14. O que significa «perfulgente»? </li></ul><ul><li>A. brilhante </li></ul><ul><li>B. perfumado </li></ul><ul><li>C. perfunctório </li></ul><ul><li>D. cumpridor </li></ul>
  25. 26. <ul><li>15. Quantas orações há neste período: « O professor , quando entrou na sala , encontrou os alunos de pé e aos gritos , por isso ficou muito zangado .»? </li></ul><ul><li>A. uma </li></ul><ul><li>B. duas </li></ul><ul><li>C. três </li></ul><ul><li>D. quatro </li></ul>
  26. 27. <ul><li>16. Na frase «Cheguei à praia às onze horas.», como classifica «à praia»? </li></ul><ul><li>A. complemento directo </li></ul><ul><li>B. complemento circunstancial de lugar aonde </li></ul><ul><li>C. complemento circunstancial de meio </li></ul><ul><li>D. complemento circunstancial de fim </li></ul>
  27. 28. <ul><li>17. Qual a frase correcta no seguinte grupo? </li></ul><ul><li>A. Fazem ( Faz ) dez anos que faleceu esse grande escritor. </li></ul><ul><li>B. Não sabiam aonde ( onde ) ele estava. </li></ul><ul><li>C. Inaugurou amanhã ( ontem ) o pavilhão de desportos desta cidade. </li></ul><ul><li>D. Houve este ano muitos acidentes. </li></ul>
  28. 29. <ul><li>18. Como classifica, quanto à classe de palavras, «algo», na frase «A minha filha tem algo para me dizer.»? </li></ul><ul><li>A. pronome demonstrativo </li></ul><ul><li>B. pronome indefinido </li></ul><ul><li>C. advérbio de modo </li></ul><ul><li>D. preposição simples </li></ul>
  29. 30. <ul><li>pronomes indefinidos </li></ul><ul><li>(invariáveis) </li></ul><ul><li>alguém </li></ul><ul><li>ninguém </li></ul><ul><li>tudo </li></ul><ul><li>outrem </li></ul><ul><li>nada </li></ul><ul><li>cada </li></ul><ul><li>algo </li></ul>
  30. 31. <ul><li>variáveis </li></ul><ul><li>algum </li></ul><ul><li>nenhum </li></ul><ul><li>todo </li></ul><ul><li>certo </li></ul><ul><li>... </li></ul>
  31. 32. <ul><li>19. Na frase «Era Inverno e fazia frio.», qual o sujeito da oração «e fazia frio»? </li></ul><ul><li>A. frio </li></ul><ul><li>B. não tem sujeito </li></ul><ul><li>C. indeterminado </li></ul>
  32. 33. <ul><li>20. Há certas incoerências de registo que são provocadas pelo uso de plebeísmos (gíria, calão ou coloquialismos) num discurso científico ou literário. Diga quantos encontra no seguinte texto. </li></ul>
  33. 34. <ul><li>«Os romances deste conceituado escritor têm como principal objectivo a crítica social. No entanto, é giro verificar que, nas suas obras, embora critique a imitação do estrangeiro, ele próprio está-se nas tintas para a pureza da língua e emprega bué de estrangeirismos. Na verdade, para alguns puristas da língua, isso é chato .» </li></ul>
  34. 35. <ul><li>A. dois </li></ul><ul><li>B. três </li></ul><ul><li>C. quatro </li></ul><ul><li>D. cinco </li></ul><ul><li>E. seis </li></ul>
  35. 36. <ul><li>Na minha horta , quando a Primavera começa, vocês não imaginam como é fresca, exuberante e viva a passarada. Todo o pomar floresce por cima das relvas salpicadas de campainhas e trevos . </li></ul><ul><li>Vão um pouco através dessas ruas de parreiras, alfazemas, dálias e roseirais e observem as corolas gotejando pérolas de orvalho que caem e entornam subtis perfumes . </li></ul>
  36. 37. <ul><li>caem </li></ul><ul><li>saem </li></ul><ul><li>traem </li></ul>
  37. 38. <ul><li>À medida que as árvores se vestem e a tepidez do ar, o azul do céu e a magnificência do Sol garantem prosperidade aos pequenos seres, começa uma invasão de artífices , chilreando contentes, e fundando, à maneira dos outros anos, a sua grande e pitoresca cidade de ninhos. </li></ul><ul><li>Mal alvorece, os pássaros levantam voo e lá vão em busca do alimento que trazem no bico para sustentar as suas crias. </li></ul>
  38. 39. <ul><li>A. 14 </li></ul><ul><li>B. 15 </li></ul><ul><li>C. 16 </li></ul><ul><li>D. 17 </li></ul><ul><li>E. 18 </li></ul>
  39. 40. <ul><li>21. Qual é a frase correcta? </li></ul><ul><li>A. Tive má nota por que ( porque ) não estudei. (= conj. causal, 'dado que' ) </li></ul><ul><li>B. Porque ( Por que ) motivo não fizeste o trabalho? ( 'Por qual' ) </li></ul><ul><li>C. Por que razão te demoras tanto? </li></ul><ul><li>D. Eis a razão porque ( por que ) ele é tão bom aluno. ( 'pela qual' ) </li></ul>
  40. 41. <ul><li>22. Indique o sujeito da oração «Nesta prisão só o existires me consola.». </li></ul><ul><li>A. tu </li></ul><ul><li>B. me </li></ul><ul><li>C. o existires </li></ul><ul><li>D. indeterminado </li></ul>
  41. 42. <ul><li>Nesta prisão , o existires consola- me </li></ul><ul><li>C. c. lugar sujeito predicado </li></ul><ul><li> c.directo </li></ul>
  42. 43. <ul><li>23. Como classifica, quanto à classe de palavras, «todo aquele que» na frase «Todo aquele que fizer este trabalho terá uma boa nota.»? </li></ul><ul><li>A. locução pronominal demonstrativa </li></ul><ul><li>B. pronome indefinido </li></ul><ul><li>C. locução pronominal indefinida </li></ul><ul><li>D. pronome demonstrativo </li></ul>
  43. 44. <ul><li>24. Das seguintes frases, qual é a incorrecta? </li></ul><ul><li>A. São urgentes reformas radicais neste sistema. </li></ul><ul><li>B. São necessárias mais alterações a este regulamento. </li></ul><ul><li>C. É preciso tomar os medicamentos a horas. </li></ul><ul><li>D. É preciso ( São precisas / É preciso que haja ) bolas de vólei para este ginásio. </li></ul>
  44. 45. <ul><li>25. O que significa «intemerato»? </li></ul><ul><li>A. valente </li></ul><ul><li>B. intrépido </li></ul><ul><li>C. íntegro </li></ul><ul><li>D. aventureiro </li></ul>
  45. 46. <ul><li>26. Como classifica, quanto à classe de palavras, «um terço» na frase «Dei-lhe um terço das minhas economias.»? </li></ul><ul><li>A. substantivo </li></ul><ul><li>B. numeral ordinal </li></ul><ul><li>C. numeral cardinal </li></ul><ul><li>D. numeral fraccionário </li></ul>
  46. 47. <ul><li>27. Qual a forma gramaticalmente correcta, na voz passiva, da frase «Ele tinha louvado Mariana pelas suas belas qualidades.»? </li></ul><ul><li>A. Mariana foi louvada por ele pelas suas belas qualidades. </li></ul><ul><li>B. As belas qualidades de Mariana tinham sido louvadas por ele. </li></ul><ul><li>C. Mariana tinha sido louvada por ele pelas suas belas qualidades. </li></ul><ul><li>D. Mariana era louvada por ele pelas suas belas qualidades. </li></ul>
  47. 48. <ul><li>Ele tinha louvado Mariana </li></ul><ul><li>pelas suas belas qualidades. </li></ul><ul><li>Mariana tinha sido louvada por ele pelas suas belas qualidades. </li></ul>
  48. 49. <ul><li>28. «Tanga», em qualquer das suas acepções, não tem origem numa destas línguas. Qual? </li></ul><ul><li>A. suaíli </li></ul><ul><li>B. sânscrito </li></ul><ul><li>C. inglês </li></ul><ul><li>D. quimbundo </li></ul>
  49. 50. <ul><li>29. O que significa a frase «A destruição de locais de nidificação tem conduzido sobretudo ao rareamento desta espécie de aves.»? </li></ul><ul><li>A. Sobretudo a destruição dos locais onde as aves fazem o seu ninhotem levado ao completo desaparecimento das aves. </li></ul><ul><li>B. O desaparecimento de certas espécies de aves tem conduzido sobretudo à destruição dos ninhos. </li></ul><ul><li>C. A destruição dos locais onde as aves fazem os ninhos tem conduzido particularmente à rarefacção desta espécie de aves. </li></ul>
  50. 51. <ul><li>30. Na frase «Era forçoso que fosse assim.», qual é o sujeito da primeira oração? </li></ul><ul><li>A. forçoso </li></ul><ul><li>B. sujeito indeterminado </li></ul><ul><li>C. que fosse assim </li></ul>
  51. 52. <ul><li>Que fosse assim era forçoso </li></ul><ul><li>Sujeito </li></ul><ul><li>Verbo copulativo NPS </li></ul><ul><li>Predicado nominal </li></ul>
  52. 53. <ul><li>Camões lírico ( vs. épico) </li></ul><ul><li>Formas tradicionais (pp. 90-95) </li></ul><ul><li>Estilo novo (pp. 96-106) </li></ul>
  53. 54. <ul><li>Formas tradicionais </li></ul><ul><li>Esparsa (p. 90) </li></ul><ul><li>Vilancete (pp. 91-92) </li></ul><ul><li>Cantigas (pp. 93-95) </li></ul>
  54. 55. <ul><li>Estilo novo (pp. 96-106) </li></ul><ul><li>Soneto </li></ul>
  55. 56. <ul><li>Redondilha (= medida velha) </li></ul><ul><li>redondilha maior (heptassílabo) </li></ul><ul><li>redondilha menor (pentassílabo) </li></ul>
  56. 57. <ul><li>Decassílabo (= medida nova) </li></ul><ul><li>cfr. sonetos </li></ul>
  57. 58. <ul><li>decassílabo </li></ul><ul><li>heróico </li></ul><ul><li>6.ª / 10.ª </li></ul><ul><li>Depois de proce lo sa tempes ta de </li></ul><ul><li>sáfico </li></ul><ul><li>4.ª / 8.ª / 10.ª </li></ul><ul><li>Nauta inex per to lhe di ri ge o leme </li></ul>
  58. 59. <ul><li>Mote (ou Cabeça ) </li></ul><ul><li>Glosas ( Voltas ou Pé ) </li></ul>
  59. 60. <ul><li>moura = morra </li></ul><ul><li>nüa = numa </li></ul><ul><li>üa = ama </li></ul><ul><li>inda = ainda </li></ul><ul><li>cousas = coisas </li></ul><ul><li>asinha = depressa </li></ul>
  60. 61. <ul><li>Melhora o mote </li></ul><ul><li>de dois ou três versos; </li></ul><ul><li> dois deles a rimarem; </li></ul><ul><li> redondilhos maiores (7) </li></ul>
  61. 62. <ul><li>Repegando no vilancete que estavas a fazer, </li></ul><ul><li>verifica se o esquema rimático está certo (a / b / b/ a / a / c / c); </li></ul><ul><li>Verifica se c recupera o mote (ou parte dele, ou a palavra da rima pelo menos) </li></ul><ul><li>ajusta o verso ao heptassílabo; </li></ul><ul><li>melhora o texto (introduz pontuação , incluindo, se for caso disso, nas mudanças de verso); </li></ul>
  62. 63. <ul><li>TPC </li></ul><ul><li>Ver o que está em Gaveta de Nuvens sobre bibliofilme (‘microfilme a propósito de livro, texto literário’) e ir fazendo ( entregar nos próximos quinze dias ). </li></ul>

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