Portfolio @ Iniciativas #10

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Portfolio @ Iniciativas #10

  1. 1. Boas FestasINICIATIVASSEXTA-FEIRA, 23 DE DEZEMBRO DE 2011 | EDIÇÃO N.º 10 | “SUPLEMENTO DISTRIBUÍDO EM CONJUNTO COM O SEMANÁRIO SOL” A DOMÓTICA POSSIBILITA A EXPERIÊNCIA DE “«HABITAR NUM LAR DIGITAL» PERMITINDO TER O CONTROLO DO EDIFÍCIO NA SUA MÃO, A PARTIR DE QUALQUER PARTE DO MUNDO” GARANTE FILIPE COELHO, CONSULTOR COMERCIAL DA iDR | P. 13
  2. 2. 6 iniciativasAssociação Comercial de Braga Pastelaria San RemoUMA DOCE REINVENÇÃO FRUTOS TROPICAIS EMO bolo-rei faz parte do imaginário dos portugueses e marca presença assí-dua nas mesas natalícias, mas a especialidade que todos conhecemos mudou,após uma metamorfose inovadora e criativa, impulsionada pela AssociaçãoComercial de Braga (ACB), que lhe conferiu nova roupagem. É pois de Bolo-Rei ÉPOCA NATALÍCIA O bolo-rei ‘gourmet’ vai para o seuGourmet que falamos. Fique a conhecê-lo nesta entrevista com Albina Pinhei- terceiro ano e a sua aceitação foiro, responsável pelo Departamento de Associativismo da ACB. um sucesso. O Iniciativas esteve à conversa com João Meireles e José COMO É QUE ESTÁ ESTRUTURADO O Santos, gerente e pasteleiro da San PROCESSO DE FABRICO E DE COMER- Remo, que faz parte do grupo restri- CIALIZAÇÃO DO BOLO-REI GOURMET? to de pastelarias que o podem con- Cada pastelaria que vende o Bolo Rei Gourmet está devidamente autorizada pela Associação feccionar. Comercial de Braga a produzir e vender o Bolo- -Rei Gourmet. Para isso, os pasteleiros tiveram ralmente, no bolo-rei e no pão-de-ló. Mas, que frequentar uma acção de formação especí- explica o pasteleiro, “temos umas excelentes fica que os habilitou a fabricar o Bolo Rei Gour- rabanadas, feitas com leite condensado, assim met. As matérias primas e o processo de fabrico como o bolo-rei de chocolate, o bolo-rei de estão devidamente controlados. Tem um preço chila, de maçã, e mais recentemente o bolo- fixo de venda ao público e cada empresário as- rei ‘gourmet’”. Aposta ganha nos últimos dois sinou com a ACB um contrato de boas práticas anos, a pastelaria San Remo vai para o tercei- do uso da marca, Bolo Rei Gourmet. ro ano gourmet com grandes expectativas. JOÃO MEIRELES, GERENTE DA SAN REMO “Acredito que as pessoas vão aderir cada vezQUANDO É QUE NASCEU O CONCEITO DE QUE FORMA É QUE O BOLO REI GOUR- mais a este bolo-rei, até porque não faz tão NDO “BOLO REI GOURMET” E QUE OBJEC- MET SE APRESENTA AOS CONSUMIDO- mal à saúde, leva menos açúcar, não leva con-TIVOS É QUE ESTIVERAM SUBJACENTES RES, EM TERMOS DE IDENTIFICAÇÃO E servantes nem corantes, é melhor para todos”,À SUA CRIAÇÃO? EMBALAGEM? os comandos da Pastelaria San diz o gerente. José Santos explica a compo-O conceito Bolo Gourmet teve o seu início O Bolo Rei Gourmet apresenta-se numa emba- Remo há 25 anos, João Mei- sição do bolo-rei ‘gourmet’, um bolo semnum estudo organolético e técnico-pasteleiro, lagem própria, com uma paleta de cores fortes reles orgulha-se dos doces químicos, com “uma selecção de frutos maisiniciado em 2008. Foi um longo processo de e atractivas, onde sobressaem a cor castanha tropicais que a pastelaria apresenta todos os específica, frutos secos, naturais, enquantotestes e de reengenharia do receituário de um e laranja, com um ‘design’ muito apelativo e dias nos seus balcões. “Procuramos sempre o tradicional leva os frutos cristalizados, queBolo Rei tradicional, considerando a resposta apropriado. O Bolo apresenta-se tendo como os frutos mais frescos. Mandamos vir a fruta contêm os químicos”. E em vez da tradicionalao problema de saúde causado pelos excessos factor distintivo as geleias de fruta usados na do Brasil por avião. Fica mais caro mas chega fruta e açúcar no topo, o gourmet leva umade açúcares e gorduras. Portugal possui já cer- sua decoração e confecção, que passam desde aqui melhor do que se viesse de barco, não cobertura de geleia natural de cinco sabores, aca de um milhão de diabéticos e um milhão de o vermelho, do morango, ao verde do kiwi, ao é colhida tão verde”, adianta o gerente. Com saber: laranja, kiwi, maçã, ananás e morangos.obesos. Pretendendo-se manter um sector de dourado da maçã e canela, ao amarelo do ana- uma pastelaria variada, as telhas, feitas com “São os sabores que mais realçam o bolo-rei”.actividade que pelos seus produtos dá felicida- nás e a cor laranja do respectivo fruto. amêndoas, os pudins e os doces tropicais Mas é o bolo-rei tradicional que ainda liderade e prazer aos consumidores não seja condi- realçam-se nos gostos dos clientes. “Os as vendas, embora em 2010 tivesse havidocionado por tendências que o sector da saúde TÊM OU PENSAM VIR A TER A MARCA nossos ‘croissants’ também são excelentes, uma grande adesão ao ‘gourmet’. O princi-vai, compreensivelmente, impondo. O Bolo Rei “BOLO-REI GOURMET” REGISTADA? sem esquecer o nosso sortido de miniaturas, pal entrave está no preço, mais caro do queGourmet está associado a uma determinada A marca Bolo Rei Gourmet iniciou o seu pro- sempre frescas”, acrescenta José Santos, o o tradicional. Este ano, para ir ao encontro doépoca do ano, o Natal. Foram vários meses de cesso de registo em Setembro de 2009, mas só pasteleiro da casa, que também é responsá- poder de compra cada vez mais restrito dostrabalho intenso e testes sucessivos na elabo- em Julho de 2010 aceite o registo, pois houve vel pelas suculentas sobremesas do restau- portugueses, a pastelaria San Remo vai venderração de novos preparados de fruta, até chegar condicionantes que tiveram que ser ultrapas- rante da pastelaria, que tem capacidade para ‘gourmet’ de meio quilo, “para as pessoas co-a um resultado excelente que satisfizesse os sadas. A marca está registada como marca co- 80 pessoas. Com várias especialidades, João nhecerem e levarem um pequeno para provar,intervenientes neste processo de produção e lectiva e só pode ser utilizada pelas pastelarias Meireles destaca as “suas” tripas à moda do em vez de levar um grande”.reinvenção. que assinarem um contrato de uso e boas prá- Porto, o arroz de pato e o cozido à San Remo e Pasteleiro e gerente aconselham vivamente os ticas com a Associação Comercial de Braga. adianta que aceitam encomendas para o Natal, portugueses a provarem e a compararem asQUAIS É QUE SÃO OS ELEMENTOS DIS- em que o peru é rei. Semi-frios, toucinho-do- diferenças para o tradicional. No ano passado,TINTIVOS DO BOLO REI GOURMET RELA- QUAL TEM SIDO A RECEPTIVIDADE E O céu e bolo brigadeiro são, entre tantas outras, ofereceram, inclusive, uma fatia a cada cliente,TIVAMENTE AOS DEMAIS BOLOS REI CO- IMPACTO DESTA INICIATIVA, JUNTO DA as iguarias propostas para a sobremesa. para acompanhar com o café. “É novidade eMERCIALIZADOS NA ÉPOCA NATALÍCIA? INDÚSTRIA E JUNTO DOS CLIENTES? Nesta quadra natalícia, a aposta recai, natu- temos de a divulgar”. IAO Bolo Rei Gourmet, distingue-se dos outros A indústria da pastelaria aceitou muito bem aBolos Rei, pois trata-se de um Bolo Rei sem introdução deste novo produto inovador nofrutas cristalizadas, menos açúcar com mais mercado, pois é um produto diferenciador egeleias de fruta natural (90por cento de fruta revolucionário pois criou uma melhor predis-natural) este bolo, sendo coberto com uma ge- posição dos fabricantes para os produtos ali-leia de marmelo natural, favoreceu uma maior mentares mais saudáveis e seguros. Os consu-durabilidade do Bolo (7/8 dias), em excelentes midores ficam agradavelmente surpreendidos,condições organoléticas o que não acontece acontecendo que muitas das vezes dizem quecom o Bolo Rei tradicional, muito industrializa- não gostam de Bolo-Rei tradicional, por causado pelo excesso de recurso aos mix’s artificiais das frutas cristalizadas, mas quando provam o(é a diferença entre uma sopa caseira e um Bolo-Rei Gourmet ficam completamente ren-sopa instantânea). didos ao gosto e a textura do mesmo. IA
  3. 3. 7 iniciativasAIPAL - Agrupamento Industrial de Panificação de EspinhoBOLO-REI GOURMET: É BOM E APRESENTA-SE BEMNascida em 1964 como Agrupamento Industrial de Panificação de Espinho, fruto da junção de várias padarias da cidade, a AIPAL começou por se dedicarexclusivamente à padaria. Uma década depois apostou na pastelaria, uma área que se tem diversificado, sobretudo, desde os anos 80 até hoje. É numa dasmais antigas padarias de Espinho, na Rua 19, que vamos conhecer uma das estrelas do Natal, o Bolo-Rei Gourmet, pela mão e pela palavra de Paula Tavares,responsável operacional.S e outro monarca na História de Portugal não tivesse sido cognominado de “O Formoso”,falamos pois de D. Fernando I, este Bolo-ReiGourmet bem que seria um sério candidato bor, de cinco variedades – morango, laranja, kiwi, ananás e maçã. O próprio interior tem recheio de maçã, para se tornar mais suculen- to e tenro, além de frutos secos. Paula Tavares revela-nos que o Bolo-Rei Gourmet pode sera essa designação, pela sua excelente apa- fabricado durante todo o ano e que a AIPALrência, um aspecto que não desilude, nem na produz, para além desta especialidade ino-fama, nem no proveito. Criado há dois anos vadora, outras versões do Bolo-Rei – a tradi-por mestres pasteleiros do Minho, num de- cional, e mais conhecida, e a de frutos secos.safio lançado pela Associação Comercial de “São os três Reis da casa”, brinca. Sensível aosBraga, em parceria com a Decorgel, esta ino- cuidados de alimentação dos consumidores,vação do Bolo-Rei Tradicional subiu ao tro- a AIPAL desenvolveu também uma versão dono das pastelarias aderentes, depois de uma bolo-rei para celíacos, ou seja, as pessoas in-formação comum de todos os profissionais tolerantes ao glúten presente na farinha deenvolvidos na sua confecção, com honras de trigo. “Cientes do sucesso alcançado em tornomarca colectiva, que obedece a preceitos de da qualidade, procuramos sempre inovar e in-um verdadeiro soberano. troduzir novas especialidades, como é exem-“O Bolo-Rei Gourmet veio colmatar um nicho plo o Bolo-Rei Gourmet, uma aposta ganha”,de mercado que sentia falta de uma alterna- reitera, a finalizar, Paula Tavares.tiva quer à especialidade tradicional, quer àsvariantes de frutos secos e a outras, que, na ONDE COMPRARbase, são muito parecidas entre si”, começapor afirmar Paula Tavares, explicando que O Bolo-Rei Gourmet poderá ser adquirido nosesta especialidade se dirige “a todos os que nove estabelecimentos da AIPAL, em Espinho,não gostam de frutas cristalizadas e dos com- incluindo no de venda nocturna, aberto todosponentes habituais, bem como àquelas pes- os dias das 21h30 às quatro da madrugada,soas que não podem ingerir muita quantidade que vende não só pão e pastelaria quente,de açúcar, como os diabéticos”. O Bolo-Rei onde pontuam os ex-líbris da casa – PastéisGourmet apresenta as frutas do topo sob a de Nata e Bolas de Berlim -, mas também sal-forma de geleias naturais, ricas em cor e sa- gados, pizas e lanches. IA
  4. 4. 15 iniciativasJunta de Freguesia de Vila das Aves Junta de Freguesia de Monte CórdovaCOM ESPÍRITO SOLIDÁRIO CRESCER CONTRA A CORRENTE Privada de subsídios e de iniciativa camarária para a prossecução de obrasVila das Aves é o título urbano da antiga freguesia rural de S. Miguel das Aves, estruturantes, a freguesia de Monte Córdova, a maior do concelho de Santodenominação que resulta da sua localização geográfica no bico terráqueo Tirso em área, e a 5.ª mais populosa, tem registado, sobretudo ao longo da úl-onde os rios Ave e Vizela se encontram. Para conhecer melhor esta freguesia, tima década, um grande crescimento, à margem de cisões e decisões motiva-o Iniciativas esteve à conversa com Carlos Valente, presidente da Junta da das pelo facto de assumir uma cor política diferente da do município tirsense,Freguesia de Vila das Aves. como nos revela Manuel Leal, presidente da junta de freguesia local. contacto com a freguesia, conheço muito bem o povo e posso dizer que temos pessoas traba- lhadoras, sérias e empreendedoras, mas deno- to da parte da população um certo mal-estar. Não poderemos suportar durante muito mais tempo esta discriminação do presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso em relação à freguesia de Monte Córdova. O mais lacónico é que a edilidade pede às freguesias para elencar as obras prioritárias, para que possam cons- MANUEL LEAL, PRESIDENTE tar do plano municipal de actividades, Monte Córdova sugere aquelas que entende serem as COMO É QUE CARACTERIZA A FREGUE- mais prioritárias e algumas destas aparecem SIA DE MONTE CÓRDOVA, NO CONTEX- incluídas no plano de actividade municipal, TO DO CONCELHO DE SANTO TIRSO? mas não têm passado do papel. Temos ne- Em termos económicos e sociais, temos bas- cessidade de intervenções prementes, como o tante capacidade e assumimo-nos como uma abastecimento de água, a construção da rede freguesia com qualidade de vida. Neste sentido, de saneamento e a edificação de um pavilhão constatamos nos Censos de 2011 que Monte desportivo, destinado, sobretudo, aos jovens Córdova foi a freguesia do concelho de Santo da freguesia, para além de que, sendo a maior Tirso que mais cresceu, a todos os níveis. freguesia do concelho de Santo Tirso, ainda CARLOS VALENTE, PRESIDENTE DA JUNTA DE VILA DAS AVES temos mais de 20 quilómetros de estradas e APESAR DE MONTE CÓRDOVA TER DI- caminhos de terra batida, que gostaríamos de FICULDADES IMPOSTAS PELA CÂMARA pavimentar.N MUNICIPAL DE SANTO TIRSO, POR NÃO RECEBER FUNDOS HÁ DOIS ANOS, VERI- CONSCIENTE DESTES CONSTRANGI- as últimas décadas, esta fre- Junta sem encargos para a mesma, onde está FICA-SE UM INTERESSANTE DINAMISMO MENTOS QUE TEM VINDO A REFERIR, guesia evoluiu economica- instalado um bar social, uma sala de convívio NA FREGUESIA. COMO É QUE É, ANTES QUAIS É QUE SÃO OS PROJECTOS QUE mente devido à proliferação da e uma sala destinada aos trabalhos manuais. DE MAIS, LIDAR COM ESTA SITUAÇÃO NO AINDA GOSTARIA DE CUMPRIR ATÉ AOindústria têxtil, contudo recentemente esta Para os idosos ainda disponibilizamos aulas QUOTIDIANO? FIM DO MANDATO, DAQUI A DOIS ANOS?fileira económica começou a dar sinais de de ginástica duas vezes por semana. Estas É um facto que nos deixa sem muita margem Temos em vista concretizar a ligação de Caba-estagnação com o encerramento de muitas são duas formas de actuarmos sem termos a de manobra… Nos últimos dois anos, a fre- nas a Redundo, uma obra, já assumida publi-fábricas importantes. acção social confinada na actuação da Junta”, guesia não tem recebido nenhuma ajuda do camente pelo presidente da câmara municipalApesar do pelouro da acção social estar in- comenta. município, nem em termos de subsídios, nem de Santo Tirso. Gostaríamos de concretizar, etegrado nas competências da Câmara Mu- Num momento em que se discutem os con- na realização de obras, quer sejam executadas tem sido debatido, o projecto de melhoria danicipal de Santo Tirso, devido à conjuntura tornos da nova reforma administrativa, Carlos pela câmara municipal ou delegadas na junta. Estrada Municipal 558 e 558-1, a via com maisactual a Junta de Vila das Aves tem vindo a Valente reforça a importância da proximi- Apesar disso, continuamos com um dinamis- tráfego, que liga a freguesia à sede de conce-expandir a sua actuação no âmbito da acção dade existente entre as juntas e as popula- mo interessante, somos uma freguesia de gen- lho. Teríamos um grande prazer em concre-social a fim de prestar o apoio necessário às ções, sendo por isso necessário implementar te empreendedora, que aposta na qualidade. tizar a construção do pavilhão desportivo e apessoas mais carenciadas. “Lamento que, por uma reforma que tenha em consideração Eu constato que, apesar de enfrentarmos todas pavimentação dos mais de 20 quilómetros devezes, não exista a interligação desejada en- esse aspecto. “É comum a população recor- estas dificuldades e de não estarmos dotados rede viária da freguesia, sem esquecer a ques-tre a autarquia e a Junta para identificar e so- rer ao presidente da Junta para encontrarem nem de distribuição de água, nem de rede de tão da água e o saneamento. Se com todas es-lucionar casos em conjunto”, sublinha. Mas, uma solução para os seus problemas e fico saneamento básico, somos a freguesia com tas dificuldades, a freguesia teve o crescimentoindependentemente dessa situação, a Junta revoltado quando não temos possibilidade mais crescimento do concelho de Santo Tirso, conhecido, agora imagine-se se esta estivessetem procurado actuar na área da acção social de ajudar por falta de mecanismos próprios em termos populacionais e de incremento do dotada de todas as infra-estruturas…e, nesse sentido, proporcionou a criação da ou meios financeiros. Se as juntas tivessem volume de construção. É muito difícil gerir todaAssociação Aves Solidária cujas despesas são maior autonomia e mais meios financeiros, esta realidade, é uma luta que parece inglória, GOSTARIA DE ENDEREÇAR UMA MENSA-suportadas pela Junta de Vila das Aves e sem- as populações obteriam maiores benefícios mas que faz com que valorizemos mais as pe- GEM FINAL AOS NOSSOS LEITORES?pre que é necessário transporte, esta dispo- directos na sua qualidade de vida. Resta sa- quenas conquistas. Esta discriminação já não Gostaria de deixar à população de Monte Cór-nibiliza o mesmo para recolha de mobiliário, ber quais serão as competências atribuídas é deste século, é inconcebível que aconteça e, dova acima de tudo a minha gratidão e o pro-roupa e alimentos. “Aliás, agora na época de às juntas no âmbito da recente reforma ad- sobretudo, que se arraste. fundo respeito que me merece. Fui candidato aNatal a Aves Solidária realizou uma recolha de ministrativa, um aspecto fundamental espe- presidente de junta e tive o prazer de ser eleitoalimentos no Intermarché, a fim de compor cialmente se tivermos em atenção a injusta OS CIDADÃOS DE MONTE CÓRDOVA SÃO com a convicção de dar o melhor à freguesia.os cabazes de Natal que serão entregues às distribuição de verbas pela Câmara de Santo INTERVENTIVOS, NO SENTIDO DE LUTAR Podem contar comigo, porque, independente-famílias mais carenciadas da freguesia. Pa- Tirso às diversas juntas do concelho”, remata PELOS SEUS DIREITOS E ASSIM FAZER mente das dificuldades, esta freguesia estaráralelamente, prestamos um grande apoio à Carlos Valente. IA FACE A ESTA DISCRIMINAÇÃO? acima de tudo e zelarei sempre pelo seu inte-Associação de Reformados de Vila das Aves Nestes últimos seis anos, tomei um profundo resse.IAe, para tal, disponibilizamos as instalações da LER NA ÍNTEGRA EM WWW.INICIATIVAS.COM.PT
  5. 5. 18 iniciativasAssociação de Socorros Mútuos de S. Mamede de InfestaA RAZÃO DA NOSSA EXISTÊNCIAA Associação de Socorros Mútuos de S. Mamede de Infesta comemora, em Janeiro de 2012, 122 anos de existência ao serviço da população. para podermos ampliar em termos de fu- turo. Gerir as instituições privadas mas de inte- resse público é um grande desafio. Mas para trabalhar para as pessoas para nós é uma profunda motivação. Apesar de não haver ajudas que precisa- vam e que segundo o Conselho de admi- nistração merecem a confiança de todos, incluindo colaboradores, funcionários, por- que sem eles esta instituição não seria esta referência, no concelho de Matosinhos. O facto de as ajudas não aparecerem não desmotiva este Conselho de Administração, DIRECÇÃO DA ASSOCIAÇÃO DE SOCORROS MÚTUOS DE S. MAMEDE INFESTA composto ,António Vilaça Joaquim Sousa,N Áureo de Almeida, Manuel Moreira e Lino Navio, que cada vez se entusiasma com o esta altura com 121 anos Cidade de S. Mamede de Infesta cresceram congestionava o trânsito, e não garantia evoluir e termos conseguido alguns acordos existência e com 17.500 as- as novas instalações que oferecem um am- condições de segurança, contudo na óp- com as farmácias locais e do grande porto é sociados o mesmo será dizer biente acolhedor, e moderno, com espaço ticas do presidente da associação, agora é mais um trabalho de equipa que este grupoque 12 por cento da população de Matosi- suficiente para o exercício das novas tare- tudo muito mais fácil, pois de um modelo tem conseguido.nhos são associados da Associação, sendo fas de apoio à comunidade com algumas de gestão adaptado às condicionantes da O Conselho de Administração em nome dea mais velha e a única no género no conce- valências. Uma de especialidades médicas, sociedade, passou para um modelo que é todos os órgãos sociais deseja um Santo elho de Matosinhos e com história, anterior à outra de medicina física e reabilitação. capaz de responder à necessidade de en- Feliz Natal e que o ano de 2012 seja paraimplantação da República, com uma adesão Esta evolução não seria possível sem os contrar soluções para os novos problemas todos um ano de muita esperança.tão significativa que as responsabilidades fundadores e todos aqueles que criaram as das famílias e das pessoas. Aos nossos funcionários colaboradores ede exigência aumentam cada vez são mais condições necessárias para que esta gestão A prova disso é a criação da Associação em especial aos nossos cobradores que sãoacrescidas, pelo grau de procura pelos nos- que sustentou uma caminhada de sucesso dos Doentes de Alzheimer em S. Mamede o nosso rosto e que levam o nome da insti-sos associados. sobretudo aqueles que já partiram, e são de Infesta (ADASMI) com o apoio da Câma- tuição aos nossos associados,Esta associação conviveu com o longo pro- muitos mas especialmente aos que colabo- ra de Matosinhos e da REFER, na cedência Um bem-haja para todos. IAcesso da Republica, e com as suas contra- raram nesta caminhada que tem sido muito das instalações para a formação de técni-dições, com as suas fragilidades e com as difícil, graças ao esforço de todos os órgãos cos voluntários para apoio domiciliário aoconvulsões que foram surgindo. sociais desta instituição que ao longo do doentes e familiares, criada por elementos Artigo por António Vilaça, Presidente doE enquanto se viveram tempos de instabili- tempo tem sido os responsáveis pela gestão que fazem parte do Conselho de Adminis- Conselho de Administraçãodade, esta Associação de Socorros Mútuos e pela liderança desta instituição, no ultimo tração da Associaçãode S. Mamede de Infesta, numa linha de co- quarto de século de facto com liderança de de Socorros Mútuos, eerência de afirmação e de convicções pro- estes órgãos sociais que deu um salto qua- que vem dar respostafundas foi atuando ao serviço das pessoas, litativo, tanto na luta pela diversificação das a inúmeros doentes eprincipalmente as mais desfavorecidas, atividades e do serviço público, mas tam- respetivas famílias queafirma o presidente António Vilaça, que é o bém no apoio na área da saúde, e na cons- sofrem com a doençapresidente há longos anos. trução do novo edifício, estes órgãos sociais dos seus familiares.O percurso, sempre ao serviço dos mais ao comemorar os 121 anos de existência, Usando novas tecno-pobres, tem sido notável. E segundo An- merecem uma homenagem a todos os que logias rentabilizandotónio Vilaça, a associação transformou-se durante estes anos todos deram o seu me- os meios humanos,progressivamente num suporte para fa- lhor em prol desta instituição, merecem a avançando com umamílias que foram vítimas de consecutiva gratidão por tudo o que deram a esta asso- gestão, moderna eincapacidade dos sucessivos regimes, das ciação a população da cidade de S. Mamede eficaz e muito exi-sucessivas contradições políticas que foram muito deve a estes homens e mulheres que gente, temos que ge-fazendo com que em diversas conjunturas, ao longo dos anos tem contribuído para que rir bem os recursosos ricos ficassem mais ricos e os pobres esta associação seja uma referência. físicos, humanos e fi-mais pobres. Está vincado nos alicerces deste edifício, nanceiros que temos,Tem sido uma caminhada de muito suces- mas também na memória de todos os as- os resultados que es-so ao longo destes 121 anos de existência, sociados. tão à vista, já demosporém nos últimos anos a instituição sofreu Também resolvemos um grave problema, um salto significativo,alterações radicais. Mesmo no coração da que era o problema das ambulâncias, que criamos condições

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