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Dimorfismo Sexual, Anomalia e Monstruosidade Animal

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Slide da apresentaçao de seminário dos alunos de Anatomia Animal I.

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Dimorfismo Sexual, Anomalia e Monstruosidade Animal

  1. 1. DIMORFISMO SEXUAL, ANOMALIA E MONSTRUOSIDADE Anatomia Animal I Orientador: Profº Dr. Raphael Auguste Dantas
  2. 2. DIMORFISMO SEXUAL  Refere-se às variações fenotípicas entre machos e fêmeas de determinada espécie. Essas variações podem se manifestar na morfologia, tamanho, ornamentação e comportamento do animal. Variação fenotípica no casal de Gamos
  3. 3. Dimorfismo - Mamíferos LEÃO – Panthera leo:  Macho maior e mais pesado;  Presença da Juba;
  4. 4. Dimorfismo - Mamíferos VEADO – Cervus elaphus:  Macho podendo pesar até 100kg a mais que a fêmea;  Só os machos possuem hastes, usada como arma em confronto com outros machos
  5. 5. Dimorfismo - Aves PAVÃO – Pavo cristatus  O pavão macho apresenta cauda grande, colorida que desempenha função de impressionar as fêmeas, além de oferecer proteção contra os predadores.
  6. 6. Dimorfismo - Aves GALO E GALINHA – Gallus gallus domesticus  Galo possui grandes esporões, que constituem um instrumento de defesa e ataque nas brigas, alem de uma coloração mais brilhante;  Galinha tem crista menor e penas do rabo mais curtas;  O canto é evidente apenas nos machos;
  7. 7. ANOMALIA  Variações morfológicas que acarretam prejuízo funcional ao indivíduo, sendo COMPATÍVEL com a vida.
  8. 8. ANOMALIA  A anomalia se origina da alteração de um ou mais genes durante os processos de mitose ou meiose, acarretando num desenvolvimento anormal do embrião.  SÍNDROME DE DOEN Ex: Alteração cromossômica responsável pela Síndrome de Down
  9. 9. Exemplos de Anomalia
  10. 10. MONSTRUOSIDADE Caracteriza-se por uma anomalia acentuada, onde as variações morfológicas são INCOMPATÍVEIS com a vida.
  11. 11. São considerados como monstruosidades:  Aumento exagerado do corpo;  Atitudes anormais congênitas da forma do corpo fetal;  Podem ser má formações relacionadas a cabeça, pescoço, extremidades e corpo fetal
  12. 12. Monstruosidade:  Pode causar aborto ou morte neonatal;  Em casos de morte neonatal o animal tem curto tempo de vida;  Os abortos podem ocorrer sob forma esporádica em formas de surtos, envolvendo agentes infecciosos ou não.
  13. 13. Tipos de Monstruosidade  Anencefalia – uma má formação do cérebro do feto, que pode ser representada pela ausência completa de cérebro, ou por cérebro muito reduzido, o que inviabiliza sua vida extra-uterina. Contudo a anencefalia não envolve apenas o cérebro, ou a ausência deste, envolve também todo o sistema nervoso.
  14. 14. Tipos de Monstruosidade  Porencefalia - consiste em uma rara desordem que afeta o sistema nervoso central, caracterizada pelo aparecimento de cistos ou cavidades em um hemisfério cerebral.
  15. 15. Tipos de Monstruosidade  Meningocele - protrusão das meninges através de um defeito ósseo no crânio ou na coluna vertebral, o que dá origem à formação de um cisto visível desde o exterior que está cheio de líquido cefalorraquídeo.
  16. 16. Tipos de Monstruosidade  Diprosopia - anormalidade caracterizada pela duplicidade da face. A diprosopia ou duplicação craniofacial é uma deformação rara que aparece em humanos, gatos, ratos e bovinos. Essa duplicação da face faz o animal aparentar ter duas cabeças, sendo que vemos uma face colada na outra.
  17. 17. Monstruosidade x Defeito Congênito  Defeitos congênitos são anormalidades estruturais ou funcionais presentes ao nascimento, que acometem os sistemas parcial ou totalmente (ROTTA et al., 2008);  Toda monstruosidade é um defeito congênito mas nem todo defeito congênito é uma monstruosidade. Ex: Tetralogia de Fallot.
  18. 18. Incidência Mundial de Monstruosidade  Levantamentos realizados em 265 fetos bovinos no Canadá indicaram que 2,6% dos abortos são devidos a defeitos congênitos, dos quais a artrogripose é a anomalia mais comum (Knodakaram-Tafti et al. 2005).  No Brasil, casos de defeitos congênitos já foram mencionados em búfalos (Schild et al. 2003), caprinos (Schmidt & Oliveira 2004, Pimentel 2007), ovinos (Nóbrega et al. 2005) e bovinos (Santos et al. 2005), entretanto, informações sobre a prevalência de anomalias em fetos bovinos abortados são limitadas.
  19. 19. REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS  dimorfismosexualmuseudaciencia.wee bly.com;  cienciasmorfologicas.webnode.pt;

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