Presídios no Brasil

302 visualizações

Publicada em

Trata da situação dos presídios no Brasil

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
302
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
5
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
32
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Presídios no Brasil

  1. 1. PRESÍDIOS ACADÊMICOS: EDSON YAGO LARISSA MONTES LUCIMARA RABEL MAYARA BRESSAN MOISÉS MOREIRA
  2. 2. BREVE HISTÓRICO SISTEMA PRISIONAL NO BRASIL -Brasil Colonial -Período Imperial -Brasil República
  3. 3. PRESÍDIOS HOJE: Os principais problemas encontrados nas prisões brasileiras são: ◦ O espaço físico inadequado, onde o limite de preso por cela não é respeitado; ◦ Atendimento médico, odontológico e psicológico insatisfatório; ◦ Incapacidade da segurança pública em manter a ordem e aplicar a lei sem desrespeitar os Direitos de cada um, resultando assim em rebeliões e atentados dentro das próprias prisões. ◦ O Artigo 3º do FUNPEN (Fundo Penitenciário Nacional) diz: “Os recursos do FUNPEN serão aplicados em: V - implantação de medidas pedagógicas relacionadas ao trabalho profissionalizante do preso e do internado;(...) VII - elaboração e execução de projetos voltados à reinserção social de presos, internados e egressos;” ◦ Contudo, medidas pedagógicas e reinserção social dos presos ocorrem de forma gradual.
  4. 4. PRESÍDIOS HOJE Tabela de acordo com Mameluque (2006), dos encarcerados em dados percentuais: ◦ 1. Reincidência 86% ◦ 2. Crimes praticados sob efeito de drogas 80% ◦ 3. População carcerária usuária de droga 60% ◦ 4. População entre dezoito e vinte e oito anos de idade 60% ◦ 5. Analfabetos ou semi-alfabetizados 75%
  5. 5. Documentário: “O Grito Das Prisões”, de 2011
  6. 6. APRENDIZAGENS GERADAS
  7. 7. PERPECTIVAS TEÓRICAS Teoria sociocultural de Lev Vygotsky Zona de desenvolvimento real
  8. 8. PERSPECTIVAS TEÓRICAS De acordo com Vygotsky apud Papalia e Feldman (2013), as pessoas aprendem por meio da interação social. Adquirem habilidades cognitivas como parte de sua indução a um modo de vida. Zona de desenvolvimento proximal: Distância entre o que o sujeito sabe fazer sozinho e o que pode realizar com auxílio de seus pares. Possibilidade de ressocialização? Para Rogers (1983, p.50) apud Mameluque (2006), a tendência à auto- realização é ativa no ser humano: “Quando criamos um clima psicológico que permite que as pessoas sejam, estamos descobrindo uma tendência para se tornar toda a complexidade de que o organismo é capaz.”
  9. 9. PAPEL DO PSICÓLOGO
  10. 10. CONCLUSÃO E DISCUSSÃOJeremy Bentham (1748-1832) “Basta tratar o delinquente como um ser humano, e não como uma besta, para se descobrir nele a chama incerta do pavio fumegante que a pena, em vez de extinguir, deve reavivar.” Francesco Carnelutti
  11. 11. REFERÊNCIAS GARUTTI, Selson e OLIVEIRA, Rita de Cássia. A prisão e o sistema penitenciário- Uma visão histórica. Seminário de Pesquisa PPE. Maringá, 2012. MAMELUQUE, Maria da Glória. A subjetividade do encarcerado, um desafio para a psicologia: Psicologia, Ciência e Profissão, 2006, 26(4), pg 620-631. MINISTÉRIO DA JUSTIÇA. Disponível em: portal.mj.gov.br/main.asp?ViewID; acesso em 25/05/2015 MTJR Penal. O sistema prisional brasileiro. Estácio de Sá. 2006 PAPALIA, D.E; OLDS, S.W; FELDMAN, R.D. Desenvolvimento Humano. 12. ed. Porto Alegre: Artmed, 2013.

×