Fenomenologia

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  • Muito bom me ajudo muito no meu trabalho.
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  • OLA PROFESSORA, obrigado por postar esse slide, ele tem me ajudado muito. Estou preparando um projeto para seleçao de mestrado e nao encontrava o metodo adequado a pesquisa, vejo que era por nao conhecer esse metodo, que é perfeito para o que estou fazendo, tenho duvidas se a banca vai conhecer, mas vou arriscar assim mesmo. MEU TEMA É: A ação da emoção no feedback e sua influência na aprendizagem de língua estrangeira no curso formação de professores do PARFOR. Se estiver com tempo e disponibilidade eu poderia lhe enviar o projeto por email pra apreciação, seria de grande ajuda e um ato heroico auxiliar alguem com quem ainda não se estabeleceu nenhuma relação.THANK YOU. EMAIL: bragilgil@hotmail.com
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Fenomenologia

  1. 1. Fenomenologia Profa. Dra. Lucila Pesce PUC/SP – COGEAE - Met. Pesq.
  2. 2. Fenomenologia <ul><li>Ênfase no mundo da vida cotidiana. Volta ao mundo da vida, no confronto com o mundo de valores, crenças, ações conjuntas... </li></ul>
  3. 3. Fenomenologia <ul><li>Husserl : </li></ul><ul><li>Fundador da Fenomenologia Moderna. Nascido em 08/04/1859, atual República Tcheca e falecido em 27/04/1938, na Alemanha. </li></ul><ul><li>Escritor e filósofo de grande influência sobre o Existencialismo e as ciências sociais. </li></ul><ul><li>Funda a Fenomenologia: a base filosófica para a lógica e a matemática precisa começar com uma análise da experiência que está antes de todo o pensamento formal. </li></ul>
  4. 4. Fenomenologia <ul><li>Merleau-Ponty : </li></ul><ul><li>Filósofo francês nascido em 1908. </li></ul><ul><li>Desenvolveu suas teorias a partir da Fenomenologia. </li></ul><ul><li>Segundo ele, quando o ser humano se depara com algo que se apresenta diante de sua consciência, primeiro o nota e o percebe em total harmonia com sua forma, a partir de sua consciência perceptiva. </li></ul><ul><li>Após perceber o objeto, esse entra na sua consciência e passa a ser um fenômeno. Com a intenção de percebê-lo, o ser humano intui sobre ele, imagina-o em toda sua plenitude, e será capaz de descrever o que ele realmente é. Dessa forma, o conhecimento do fenômeno é gerado em torno do próprio fenômeno. </li></ul><ul><li>Para ele, o ser humano é o centro da discussão sobre o conhecimento. O conhecimento nasce e faz-se sensível em sua corporeidade. </li></ul>
  5. 5. Fenomenologia <ul><li>A Fenomenologia questiona a pretensão do positivismo à neutralidade do pesquisador, por desconsiderar as crenças, os valores presentes nos seus atos e pensamentos. </li></ul>
  6. 6. Pesquisa fenomenológica <ul><li>Propõe um retorno à totalidade do mundo vivido. </li></ul><ul><li>Apresenta-se como pesquisa exploratória , na medida em que se entende como interpretação aberta a outras interpretações; portanto, como trabalho ainda por se completar. </li></ul><ul><li>O pesquisador está no mundo, interrogando-o. </li></ul>
  7. 7. Método fenomenológico <ul><li>Cunhado na atitude fenomenológica de abertura para compreender o fenômeno em um status de suspensão ( epoqué ). </li></ul><ul><li>Na epoqué , a apreensão do fenômeno não deve partir de idéias preconcebidas sobre o fenômeno em estudo, de definições ou conceitos apriorísticos, mas sim partir da compreensão do nosso viver. </li></ul><ul><li>Por isso, o pesquisador fenomenólogo busca colocar entre parênteses todas as suas pressuposições. </li></ul>
  8. 8. Método fenomenológico <ul><li>Indicado nos casos em que o método científico clássico não dá conta de apreender o fenômeno, em sua complexidade. </li></ul><ul><li>Por exemplo, na análise de fenômenos subjetivos , a partir do pressuposto de que as verdades essenciais acerca da realidade baseiam-se na experiência vivida (o que interessa é a experiência vivida no cotidiano). </li></ul>
  9. 9. Método fenomenológico <ul><li>Destina-se a empreender pesquisas sobre fenômenos humanos, com ênfase sobre os vividos e experienciados. </li></ul><ul><li>Daí voltar-se à análise dos relatos / descrições dos sujeitos que vivenciaram o fenômeno em questão. </li></ul>
  10. 10. Método fenomenológico <ul><li>Na pesquisa fenomenológica, não há hipóteses a serem verificadas, mas sim dúvidas / suposições a serem respondidas, por intermédio dos relatos dos sujeitos de pesquisa. </li></ul>
  11. 11. Método fenomenológico <ul><li>Todo e qualquer fenômeno humano contém: </li></ul><ul><li>o lado externo: afeito ao pólo objetivo, do comportamento - o que os sujeitos de pesquisa fazem e dizem - que é passível de ser identificável por mais de um observador; </li></ul><ul><li>o lado interno: afeito ao pólo subjetivo, da experiência - emoções, pensamentos, sensações... - que não é observável pelo observador externo. </li></ul>
  12. 12. Método fenomenológico <ul><li>Apreensão do fenômeno de segunda mão, por meio de relato do sujeito de pesquisa. </li></ul><ul><li>Propõe-se a desvendar o fenômeno, para além das aparências. </li></ul>
  13. 13. Método fenomenológico <ul><li>Vale-se da descrição / interpretação hermenêutica. </li></ul><ul><li>A interpretação hermenêutica pretende pôr a descoberto os sentidos menos aparentes (incluso o silêncio), situados como aqueles que o fenômeno tem de mais fundamental. </li></ul>
  14. 14. Método fenomenológico <ul><li>Vale-se do círculo hermenêutico : compreensão – interpretação – nova compreensão. </li></ul><ul><li>Lança mão das reduções fenomenológicas presentes: </li></ul><ul><ul><li>na análise ideográfica </li></ul></ul><ul><ul><li>na matriz nomotética </li></ul></ul><ul><ul><li>na rede de significados </li></ul></ul>
  15. 15. Método fenomenológico <ul><li>A redução fenomenológica visa à maior aproximação possível da essência do fenômeno investigado, na apreensão da parcela invariável, da experiência vivida comum a todos os participantes. </li></ul><ul><li>Não deixar de perceber as idiossincrasias . </li></ul><ul><li>Da redução fenomenológica surgem as temáticas comuns aos participantes, que podem ser entendidas como categorias de análise . </li></ul>
  16. 16. Pesquisa fenomenológica em Educação (Massini) <ul><li>Discussão e ação : coleta e reunião de dados do vivido. </li></ul><ul><li>Reflexão : interpretação do relato vivido; recuo do pesquisador e busca do significados manifestos na situação em análise, sem quadro de referência (stauts de suspensão – epoqué). </li></ul><ul><li>Ação : nova compreensão apresentada como proposta, em forma de nova pergunta. </li></ul>
  17. 17. Referências bibliográficas <ul><li>MASINI, Elcie. Enfoque fenomenológico de pesquisa em educação. In: FAZENDA, Ivani. (org.). Metodologia da pesquisa educacional . 3ª. ed. São Paulo: Cortez, 1994. p. 59-67. </li></ul><ul><li>MOREIRA, Daniel Augusto. Transporte da Fenomenologia para o domínio da pesquisa. In: O método fenomenológico na pesquisa . São Paulo: Pioneira Thomson, 2002. p. 103-115. </li></ul>
  18. 18. Apêndice I: Protocolos de pesquisa - análise ideográfica (129)
  19. 19. Apêndice II
  20. 20. Apêndice III: análise nomotética - categorias abertas e idiossincrasias. - Articulação com a prática - Tempo - Autonomia profissional - Familiaridade com as TIC - Incorporação conceptual - Interação - Metodologia de intervenção - Reflexão - Sentimento Emergiram na articulação entre as asserções evidenciadas nos discursos dos sujeitos de pesquisa: A2 D14 As16

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