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  1. 1. ANÁLISE DE MODELOS DE PERIODIZAÇÃO PARA O FUTEBOL Diogo Pantaleão Renato Luis de Alvarenga Introdução O treinamento desportivo não faz parte somente da sociedade civil moderna, como cita Bompa (2002) que na Antiguidade Clássica treinava-se sistematicamente para atividades militares ou olímpicas. Com o passar do tempo às atividades físicas foram tomando um caráter extremamente competitivo e até em certo momento da história uma questão de supremacia racial, e na busca de melhores resultados houve a necessidade da sistematização dos treinos, para a melhor forma física dos atletas e conseqüentemente melhores resultados. A periodização em treinamentos é um assunto que atrai treinadores de atletas, e como afirma De La Rosa (2001) a estruturação do treinamento desportivo é hoje uma das principais condições para obter um resultado esportivo em qualquer esporte. A busca por treinos eficazes e orientados apenas de forma empírica, foi naturalmente perdendo o sentido e a eficácia com os avanços da ciência, sendo introduzidas teorias de periodização sustentadas pelos dados científicos contemporâneos. No presente estudo foi desenvolvida uma análise sobre as teorias de estruturação do treinamento, com objetivo específico de analisar a aplicação dos modelos mais discutidos na literatura, no treinamento de jogadores de futebol de alto nível. Revisão de literatura Segundo De La Rosa (2001) indiscutivelmente, a paternidade de uma teoria científica ainda válida (mesmo que com profundas modificações) sobre a estrutura e a planificação do treinamento no mundo desportivo, é devida ao professor Lev Pavilovit Matveev.
  2. 2. Ainda segundo De La Rosa (2001) vários estudos foram realizados, uns de forma complementar para o aperfeiçoamento da periodização de Matveev (Platonov, 1988; Harre, 1988; Ozolin, 1989; Forteza,1990; Viru, 1991), sendo estes podendo ser chamados de modelos tradicionais, e outros quebram esta forma tradicional de estruturação de treinamento (Verkhoshanski, 1990; Tschiene,1986, 1988; Bondarchuk e Tschiene, 1985). 1. Modelos tradicionais Entre os autores que se basearam nas teorias de Matveev para formularem e/ou complementarem suas teorias podemos destacar Tudor O. Bompa e Armando Forteza de La Rosa, que atualmente contribuem de forma efetiva com modelos de estruturação no treinamento de atletas de alto nível. 1.1. Sistema Matveev No sistema original de Matveev que está baseada na utilização da dinâmica de variações ondulatórias do treino que em vias de aumento gradual de carga, podem ser retilíneas, escalonadas e ondulatórias, sendo a dinâmica ondulatória que possibilita melhorar a funcionalidade e a adaptação do atleta de alto nível. Essas ondas são de características baixas (microciclos), médias (mesociclos) e grande (macrociclo). As oscilações ondulatórias fazem parte tanto da dinâmica do volume quanto da intensidade, com particularidades de os valores máximos de cada uma não coincidirem. Esta dinâmica das ondas pode ser visualizada na figura 1, na qual o volume alcança o valor máximo do período preparatório e a intensidade no período competitivo.
  3. 3. Figura 1. Sistema de periodização clássico de Matveev Estas oscilações possuem como objetivo proporcionar ao atleta nas competições a forma desportiva, que é o estado no qual o atleta está preparado para a obtenção de resultados desportivos. Este fenômeno é polifacetado, composto por predisposição ótima do aspecto físico, psíquico, técnico e tático para obtenção dos resultados, sendo somente com a existência de todos estes componentes possível à afirmação que o atleta se encontra em forma (MATVEEV, 1997). A aquisição, manutenção e a perda da forma acontecem em decorrência dos treinos, variando conforme a fase de desenvolvimento da forma, podendo ser dividido em três períodos, o preparatório que devem ser criadas e desenvolvidas premissas para o aparecimento da forma desportiva, e deve ser assegurada a sua consolidação, sendo esta primeira etapa subdividida em mais dois períodos: o de preparação geral e específica; o competitivo esta pode ter uma estrutura simples ou complexa, e o emprego de uma ou de outra depende do calendário de competições, das características do desporto e de outras circunstâncias. A orientação desta etapa é a obtenção do nível máximo de treino especial (para este ciclo) e para a sua manutenção, bem como para a conservação do nível de treino geral alcançado; e o de transição que deve possuir um caráter de descanso ativo, sendo alterada a forma e os
  4. 4. conteúdos dos treinos. A duração destes períodos pode variar de 3 a 5 meses para o período preparatório, de 1 a 5 meses para o competitivo, e de 3 a 4 semanas para o período de transição. A duração segundo Matveev (1997) não é imutável devendo ser equalizada conforme o desporto. Para exemplificar, no caso do futebol é adotada a estrutura complexa para o período de competição longa (de 4 a 5 meses). Neste caso pode-se utilizar a dinâmica de alternância do volume e da intensidade como na dinâmica geral do período preparatório, mas, ressalta Matveev (1997) em escalas reduzidas. 1.2. Sinos estruturais A partir do modelo de Matveev os russos Arosiev e Kalinin propuseram a estruturação pendular, como esta estrutura é muito rígida De La Rosa (2001) propôs um modelo baseado na estrutura pendular, porém com uma proposta mais atual denominada de Sinos estruturais, assim chamada pelo seu idealizador o Prof. Dr. Armando Forteza De La Rosa. Os sinos estruturais seguem os mesmos princípios da diferenciação entre as cargas gerais e específicas, porém em momento algum as cargas gerais estarão acima das cargas específicas, mesmo em momentos de carga especial mínima. Segundo De La Rosa (2001) ainda não estamos em condições de elaborar uma nova teoria a respeito, mas sim fórmulas baseadas nas concepções metodológicas existentes, uma metodologia que permita, passo a passo, determinar o mais exatamente possível um sistema de planificação de treinamento. 1.3. Modelo Bompa Em seu modelo de periodização Bompa (2002) descreve que a terminologia não é a mesma em todos os países. O autor utiliza como denominação de seus períodos o microciclo, o macrociclo e o planejamento anual. Bompa (2002) explica que não enfatiza o mesociclo russo
  5. 5. por entender que se trata de mera formalidade.Um planejamento anual possui três períodos: o preparatório, o competitivo e o de transição. Por meio do período preparatório que se subdivide em geral e específico, o atleta desenvolve as características gerais da preparação física, técnica, tática e psicológica para o período competitivo. Este período é de muita importância para o restante do ano do atleta devendo durar para desportos coletivos não menos que dois ou três meses. O treinamento físico segundo Bompa (2002) é desenvolvido primeiramente pelo treinamento físico geral, treinamento físico específico e por fim o aperfeiçoamento das capacidades biomotoras.Fundamentalmente a estrutura e os objetivos dos macrociclos vão ser traçados de acordo com o desporto. Macrociclos para o período de competição, em desportos coletivos com um ou dois jogos por semana, devem possuir um caráter de carga estável. A mudança de intensidade deve ocorrer durante o microciclo (semana), nos quais os jogos, a recuperação, e treinamento de baixa e média intensidade devem ser a norma. 2. Modelos Contemporâneos 2.1. Sistema de Treinamento em Blocos Este sistema é proposto pelo Prof. Dr. Yuri V. Verkhoshanski, sendo denominado pelo próprio de moderna teoria e metodologia do treinamento desportivo. É proposto um grande ciclo de adaptação (GCA), que pode ser entendido como uma fase completa de desenvolvimento do organismo na qual é submetido a transformações, que servem de base para a passagem a um nível mais elevado da capacidade específica de trabalho do organismo. Verkhoshanski (1996) cita que na organização do GCA é necessário respeitar duas condições indispensáveis: Orientação concreta da carga de treinamento, (deve-se estabelecer
  6. 6. as funções e os mecanismos energéticos específicos do desporto) e a formulação objetiva do resultado do treinamento (o objetivo concreto que se pretende obter). Figura 2. Modelo Geral do Sistema de Treinamento do CGA (VERKHOSHANSKI, 2001c) O grande ciclo de adaptação, como pode ser visto na figura 2, é dividido em três blocos (etapas) que, na sua sucessão, são reunidos em uma determinada lógica: O bloco A ou de preparação física especial (Pfe), é dedicado à ativação dos mecanismos do processo de adaptação e à orientação deste à especialização morfo-funcional do organismo na direção necessária ao trabalho no regime motor específico. O bloco B ou de preparação técnico-tática, tem como objetivo principal à assimilação da capacidade de utilizar o crescente potencial locomotor, em condições de intensidade gradualmente crescente de execução do exercício de competição. O bloco C ou etapa das competições mais importantes, prevê a conclusão do ciclo de adaptação e a capacidade do organismo, de desenvolver ao máximo a potência de trabalho no regime motor específico, ou seja, nas competições. Cada bloco não constitui uma estrutura isolada e Cervero e Granell (2003) afirmam que os blocos se sucedem de forma que parte dos conteúdos de um possa se sobrepor aos do bloco
  7. 7. sucessor. Desta forma os efeitos do bloco sucessor são aproveitados com efeitos retardados do treinamento. 2.2, Modelo de Cargas Seletivas Este modelo é proposto pelo Prof . Dr. Antonio Carlos Gomes sendo dentre todos os modelos apresentados o mais específico para o futebol. Este modelo foi idealizado pelo grande número de jogos que dificulta distribuição de cargas durante o calendário anual. Na prática Gomes (2002) prevê um ciclo anual de 52 semanas que será dividido em duas etapas, sendo caracterizada uma periodização dupla com duração de 26 semanas cada. A estruturação das cargas de treinamento proposta deve ser organizada de acordo com os seguintes fatores: a. número de sessões na semana; b. tempo destinado ao treinamento no macrociclo; e, c. total de horas destinadas ao mesociclo/macrociclo. Segundo Gomes (2002) considerar a carga horária semanal para distribuição das capacidades de treinamento, facilitará na montagem da periodização do número de sessões destinadas a cada semana/mês do macrociclo. As capacidades de treinamento a serem consideras segundo Gomes (2002) são a resistência especial, força, flexibilidade, velocidade e técnico-tática. A distribuição percentual para cada capacidade é feita levando em consideração a temporada de competições, por exemplo, os treinos técnicos e táticos no primeiro mês de treino ocupam 15% do tempo, e ao final, no último mês do primeiro ciclo atingem 35% do tempo total dos treinos. Discussão
  8. 8. Existem diversas e freqüentes críticas de especialistas sobre o modelo tradicional de estruturação do treinamento, e nesta corrente de autores que tentam romper completamente com a forma tradicional, Verkhoshanski destaca-se como sendo o maior crítico em relação às teorias de Matveev. Verkhoshanski (2001b) expõe que os princípios da periodização formulados por Matveev tomando como base um estudo relativamente breve da preparação dos atletas, no período inicial da formação do sistema soviético de treinamento (anos 50) e, sobretudo, tendo como base exemplos tirados de três esportes (natação, levantamento de peso e atletismo). No Brasil a estruturação de treinamentos para futebolistas está baseada em Matveev, Arruda et all (1999) afirma que praticamente todo o processo de organização e estruturação desenvolvido com futebolistas no Brasil, fundamenta-se no sistema proposto por Matveev. Matveev (1996) analisa que existe uma problemática acerca da forma desportiva em modalidades coletivas por vários aspectos. Um dos aspectos apresentados é a dificuldade na “combinação” da forma desportiva individual e do coletivo, levando à dificuldade na elaboração de pesquisas experimentais. Outro aspecto colocado é a profissionalização dos atletas, que possuem duas esferas semelhantes porém com princípios diferentes, o do profissionalismo do alcance desportivo e o comercial, sendo este último em decorrência das propriedades atrativas que são despertadas pelo desporto. Em razão desta perspectiva de desporto comercial, períodos preparatórios curtos e calendários competitivos grandes como existe no futebol, os atletas segundo Matveev (1996) com muita probabilidade não conseguem alcançar a forma desportiva, estando em um patamar denominado de “forma quase desportiva” na qual o atleta não avança na qualidade da sua atividade motora, entretanto consegue conservar a qualidade por um período maior do que na forma desportiva. Nos estudos de especialistas como Franz e Reis; Morton; Swinkels; Tschiene; Woodman e Pyke, apud Vekhoshanski (2001b) é sustentado que os conceitos antiquados da teoria de
  9. 9. periodização de Matveev não correspondem às tendências de desenvolvimento do esporte de alto nível. Outros autores corroboram com algumas críticas, explicando que estão relacionadas principalmente aos calendários e ao grande número de competições no ano, confirmando isto, Bompa, apud De La Rosa (2001) argumenta que com os calendários competitivos atuais, não existe tempo suficiente para a utilização de meios de preparação geral que não correspondam à especificidade concreta do esporte em questão, demonstrando uma clara contradição com a própria teoria. Cervero e Granell (2003) acrescentam que atualmente são poucos os desportistas que utilizam a estrutura de Matveev para a organização do treinamento. Esta dificuldade acontece porque o calendário dos desportos atualmente tem de ser divididos dentro do ciclo anual, em no mínimo, duas fases, bem como considerar as particularidades de cada desportista. Em relação aos períodos de preparação é conveniente afirmar que a preparação geral principalmente para atletas de alto nível de especialização, como em atletas profissionais de alto nível de futebol, conflita com o princípio da especificidade do treinamento, que segundo Dantas (2003) é aquele que impõe como ponto essencial, que o treinamento deve ser montado sobre os requisitos da performance desportiva em termos da qualidade física interveniente, sistema energético predominante, segmentos corporais e coordenações psicomotoras utilizadas. Dando suporte a esta colocação Weineck, apud De La Rosa (2001), afirma que a preparação geral só elevaria o estado físico geral, não contribuindo para outros processos adaptativos que aumentassem o rendimento, e por esta razão, não faz sentido para um atleta de alto nível que já o possui elevado devido aos anos de treinamento realizá-lo. Bompa (2002) cita que a especialização fisiológica é o fator determinante de vitórias em competições, além de que altas capacidades fisiológicas auxiliam a rápida recuperação dos atletas.
  10. 10. No intuito de justificar o período preparatório no modelo tradicional, argumenta-se que durante o período preparatório se criam premissas que levam os atletas à forma desportiva e esta só pode ser sustentada com uma boa base, obtida através de uma grande estimulação do sistema aeróbio, para após desenvolver outras capacidades biomotoras como a força, velocidade, resistência anaeróbia, flexibilidade e coordenação, corroborando com esta colocação Arruda et all (1999) confirma que tradicionalmente, acredita-se que uma grande estimulação da aptidão cardiorrespiratória, principalmente no período preparatório, seria capaz de sustentar durante algum tempo as capacidades mais específicas como a resistência de força anaeróbia e força rápida. Apesar de diversas críticas ao modelo tradicional Gomes (2002) analisa que os modelos tradicionais contribuíram de forma positiva para os modelos contemporâneos, que evoluíram em muito no aspecto qualitativo, pondo origem às propostas específicas para cada modalidade esportiva. Conclusão Assumindo uma análise acerca do desporto comercial que exige resultados em curto prazo e, calendários com deficiência na estruturação, a proposta metodológica clássica de Matveev na estruturação do treinamento se mostra com soluções metódicas não coerentes com o esporte de alto nível, muito pelo fato de o calendário não possuir um espaço para preparações pré-competitivas longas com alguns momentos no ciclo anual de performance. Com isso, admite-se concluir que os modelos tradicionais não são coerentes com o atual calendário do futebol brasileiro e com a evolução do desporto moderno, como já citado e amplamente abordado em Vekhoshanski (2001a; 2001b; 2001c); Vekhoshanski (1996) Pantaleão e Alvarenga (2005). As teorias da corrente contemporânea apresentam-se mais coerentes com a realidade do futebol brasileiro, principalmente pelo fato de não se utilizar à preparação geral que na opinião
  11. 11. de diversos especialistas como Weineck, apud De La Rosa (2001) a preparação geral só elevaria o estado físico geral, não contribuindo para outros processos adaptativos que aumentassem o rendimento, e por esta razão, não faz sentido para um atleta de alto nível que já o possui elevado devido aos anos de treinamento realizá-lo. Compreendendo a complexidade da forma desportiva, que conforme Almeida et all (2000) deve se considerar a existência de uma série de variáveis intrínsecas e extrínsecas interferindo direta ou indiretamente no rendimento esportivo, e ainda que, com controle sobre estas variáveis seria também necessário entender a interrelação entre elas, sendo desta forma uma prática dificultada porém, necessária, é que ainda faltam claras fundamentações e parâmetros fisiológicos na literatura para fenômenos como a transferência de potencial com efeito retardado, os meios e métodos mais eficazes de treinamento para cada etapa do treinamento, parâmetros para mudanças de estímulos e alternância das cargas, para que, durante as competições no futebol de alto nível, não ocorra a perda acentuada ou possa minimizar a perda da performance durante a temporada. Devido ao extenso calendário do futebol brasileiro é de essencial importância através de mais estudos experimentais, a elucidação acerca do alcance e de sustentação do alto nível de performance. Sobre as diversas metodologias apresentadas neste estudo é conveniente concluir que apesar dos modelos contemporâneos estarem coerentes com o calendário do futebol brasileiro e com a evolução do desporto moderno, a tendência geral é à busca de novas formas de estruturação devido às novas tendências do desporto moderno. O principal objetivo destas novas buscas para Gomes (2002), é assegurar a prontidão do atleta na obtenção de resultados no maior número de competições possíveis durante o ano. Referências • ABOARRAGE, N. Hidrotreinamento. 2. ed. Rio de Janeiro: Shape, 2003.
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