Cartilha de meio ambiente procedimentos AEA SUL

663 visualizações

Publicada em

cartilha com metodologia de trabalho na área de meio ambienta da empresa AEA sul.

Publicada em: Negócios
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
663
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
17
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Cartilha de meio ambiente procedimentos AEA SUL

  1. 1. Cartilha de Meio Ambiente
  2. 2. O objetivo desta cartilha é apresentar os principais procedimentos adotados pela AES Sul para eliminar ou minimizar os impactos ambientais gerados em suas atividades operacionais e administrativas. A AES Sul atua na prevenção, no respeito aos recursos naturais, no gerenciamento de suas emissões, incluindo fornecedores e prestadores de serviço, visando o atendimento da legislação ambiental aplicável e buscando sempre constituir uma base sólida para a melhoria contínua de seus processos.
  3. 3. ASPECTOS E IMPACTOS AMBIENTAIS Conceito ASPECTO AMBIENTALE:le mento da atividade, produtos ou serviço de uma organização, que pode interagir com o meio ambiente. IMPACTO AMBIENTALÉ: toda a modifcação que se provoca ao meio ambiente. IMPACTO (Efeito) ASPECTO (Causa) Todos os colaboradores devem saber quais são os principais Aspectos e Impactos Ambientais relacionados à sua atividade e às formas de controle para eliminar ou minimizá-los. Você sabia que... Existe uma cópia física da planilha de “Aspectos e Impactos Ambientais” disponibilizada para consulta no seu local de trabalho? Mais informações Consulte a planilha de Aspectos e Impactos Ambientais e o processo operacional SULSGA1001 disponíveis na intranet ou consulte o multiplicador ambiental da sua unidade.
  4. 4. PRINCIPAIS ASPECTOS E IMPACTOS AMBIENTAIS DA AES SUL GER A IMPACTOS Esgotamento dos recursos naturais Contaminação do solo e água subterrânea Contaminação da água Poluição do ar Poluição sonora Alteração da biodiversidade Subestação Resíduos de Baterias com ácido Equipamentos com óleo Resíduos perigosos Explosão/Incêndio Ruído Áreas administrativas Consumo de água Utilização de papel e plástico Consumo de energia Construção e reforma Resíduos de Pilhas e Baterias Bases operacionais Equipamentos com óleo Utilização de veículo Resíduos perigosos Efuente de fossa séptica Distribuição Utilização de veículo Podas/Supressão/Roçada de árvores Resíduos com óleo Resíduos de sucata metálica AS P E CTO S
  5. 5. PRODUTOS QUÍMICOS Conceito Produto Químico é toda substância orgânica ou inorgânica, natural ou sintética que durante a sua fabricação, transporte, armazenamento e manuseio pode incorporar-se ao meio ambiente sob forma líquida, poeiras, gases e vapores, com efeitos em quantidades tais que, representam perigos à saúde e integridade física do ser humano e/ou ao meio ambiente. Na prática você deve... • Conhecer os produtos químicos de sua atividade; • Identifcar os produtos químicos com os rótulos adequados; • Compreender a descrição do Diamante de Hommel; • Armazenar os produtos químicos em local apropriado; • Observar a compatibilidade dos produtos químicos no momento da armazenagem; • Utilizar adequadamente os produtos químicos com os EPIs apropriados; • Descartar em local adequado (Área de resíduos).
  6. 6. Você sabia que... O Diamante de Hommel é o diagrama que apresenta o risco do produto de forma rápida. Ele classifca os riscos para a saúde, infamabilidade, reatividade e riscos específcos, com valores de 0 a 4, onde: PRODUTOS QUÍMICOS AZUL - Saúde 0 – Não apresenta riscos à saúde, nenhum cuidado especial é necessário. 1 – Risco leve – substâncias que podem causar irritação com sequelas menores. 2 – Perigoso – substâncias que em exposição intensa ou contínua, mas não crônica, podem causar incapacidade temporária ou possível sequela. 3 – Muito perigoso – substâncias que são capazes de produzir danos físicos sérios temporários ou sequelas. 4 – Letal – substâncias que são capazes de produzir a morte ou danos sérios ou sequelas sérias em exposição curta. VERMELHO - Fogo 0 – Materiais não combustíveis. 1 – Acima de 93º C. 2 – Abaixo de 93º C. 3 – Abaixo de 38º C. 4 – Abaixo de 23º C. AMARELO - Reatividade 0 – Estável. 1 – Instável se aquecido. 2 – Reação química violenta. 3 – Pode explodir com choque mecânico ou calor. 4 – Pode explodir. Fogo Saúde Especial • Diamante de Hommel Reatividade BRANCO - Riscos Especiais OX – Oxidante. ACID – Ácido. ALK – Álcali (base). COR – Corrosivo. W – Não misture com água.
  7. 7. PRODUTOS QUÍMICOS Você sabia que... A AES Sul tem um sistema de Material Controlado AES (SMC) com o inventário de todos produtos químicos utilizados. Este sistema disponibiliza a FISPQ (Fichas Informação de Segurança de Produtos Químicos) de todos os produtos cadastrados. Mais informações Consulte o processo operacional SULSGI1003 disponível na intranet ou consulte o multiplicador ambiental.
  8. 8. GESTÃO DE RESÍDUOS Conceito O programa de gerenciamento de resíduos da AES Sul possui foco principal na “REDUÇÃO” da geração de resíduos, ou seja, reduzir cada vez mais a geração de resíduos. Mesmo aplicando o princípio da redução, ainda teremos alguma geração de resíduos, para este resíduo a AES Sul realiza uma destinação adequada, direcionando este material para “REUTILIZAÇÃO” ou “RECICLAGEM”, baseado no conceito dos 3Rs. REDUZIR REUTILIZAR RECICLAR • Conceito dos 3Rs.
  9. 9. GESTÃO DE RESÍDUOS Para REDUZIR e REUTILIZAR Na prática você deve... • Imprimir apenas a versão fnal dos documentos; • Aproveitar melhor o papel, usando frente e verso sempre que possível; • Comprar materiais menos tóxicos; • Comprar produtos mais duráveis e com menos embalagem; • Reutilizar envelopes, pastas de arquivos, clips, etc.; • Evitar o uso de produtos descartáveis; • Dar preferência a produtos de recarga e embalagens com retorno. Para RECICLAR Na prática você deve... • Dispor os resíduos nos recipientes adequados.
  10. 10. GESTÃO DE RESÍDUOS Para RECICLAR Na prática você deve... • Colocar as pilhas e baterias nos recipientes especiais de coleta; • Entregar para armazenamento nos almoxarifados, as sucatas e materiais vendáveis (alumínio, cobre, materiais ferrosos, porcelanas, vidros, madeira e postes); • Destinar pneus e baterias veiculares aos fabricantes, através dos revendedores destes materiais; • Destinar os resíduos das podas realizadas em áreas urbanas, nos locais autorizados pelas prefeituras; • No caso de transporte de resíduos pelas equipes, dispor o material de forma segura, que evite a possível queda ou derramamento em via pública. Você sabia que... A AES Sul possui parcerias com cooperativas de reciclagem? Com isso, além da destinação ambientalmente correta dos resíduos recicláveis, contribui com a geração de renda dos cooperativados.
  11. 11. GESTÃO DE RESÍDUOS Resíduos perigosos Os resíduos perigosos são classifcados por suas características e propriedades, físicas e químicas, de causarem danos à saúde humana e ao meio ambiente se destinados de forma inadequada. Os resíduos perigosos gerados nas atividades da AES Sul são basicamente: óleo, resíduos impregnados com óleo mineral isolante, lâmpadas, baterias, tinta. Estes resíduos devem ser acondicionados em local apropriado, em recipientes devidamente identifcados e sua destinação deve ser realizada para empresas especializadas, licenciadas pelo órgão ambiental e homologadas pela AES Sul. Mais informações Consulte o Guia de Gerenciamento de Resíduos, disponível no Sistema SMC, o processo operacional SULSGA1010 e a instrução de trabalho SULSGA2004 disponíveis na intranet ou então consulte o Multiplicador Ambiental da sua unidade/área. • identifcação de resíduos perigosos
  12. 12. GESTÃO DE AMIANTO Conceito Amianto é uma fbra derivada de silicatos minerais fbrosos, praticamente indestrutível, altamente resistente ao calor. É usado na construção civil, têxtil, isolantes, plásticos, lonas de freio de carros. O Amianto somente é perigoso à saúde se inalado sob forma de poeira, no entanto os seus resíduos são considerados perigosos pela legislação e devem ser destinados em locais licenciados pelo órgão ambiental. Na prática você deve... Avisar o Multiplicador Ambiental da sua área, sempre que localizar um resíduo de amianto nas instalações da AES Sul. Não manipular (furar, cortar, quebrar ou lixar) materiais de Amianto. Somente empresas contratadas, treinadas e com os EPI’s específcos podem manusear estes resíduos. Mais informações Consulte a instrução de trabalho SULSGI2002 disponível na intranet ou consulte o multiplicador ambiental da unidade. • Identifcação do amianto
  13. 13. PRE (PLANO DE RESPOSTAS À EMERGÊNCIA) Conceito Sistemática que visa estabelecer e manter procedimentos e critérios necessários para atender às situações de emergências ambientais, bem como prevenir e mitigar os danos à saúde, à segurança e os impactos ao meio ambiente que possam estar associados aos cenários ambientais emergenciais. Na prática você deve... • Saber quem são os representantes da Brigada de Emergência da sua área; • Conhecer os “pontos de encontro” da sua unidade; • Comunicar imediatamente os membros da Brigada de Emergência, sempre que identifcar alguma situação de emergência ambiental; • Participar dos treinamentos de simulados organizados com o objetivo de preparar-se para atender a possíveis emergências reais; • Seguir orientação dos membros da Brigada em uma situação de emergência ambiental; • Utilizar o kit de emergência ambiental em situações que envolvam o vazamento de óleo e/ou derramamento.
  14. 14. PRE (PLANO DE RESPOSTAS À EMERGÊNCIA) Você sabia que... Os cenários de emergências ambientais identifcados para as atividades da AES Sul, são: derramamento de produtos químicos / óleo, derramamento em transporte, explosão. A AES Sul tem como meta realizar periodicamente simulados dos cenários mapeados a fm de avaliar a efcácia do PRE. Mais informações Consulte o processo operacional SULSGI1000 disponível na intranet ou consulte os Brigadistas de sua área.
  15. 15. CONTROLE DE DERRAMAMENTOS Conceito Conjunto de sistemas de contenção e inspeções que visam minimizar os riscos de derramamentos que venham a provocar contaminação do solo ou água. Na prática você deve... • Manter todos os transformadores e equipamentos com óleo dentro das plataformas de armazenamento; • Separar fsicamente os equipamentos novos dos equipamentos danifcados e dos demais produtos estocados na plataforma; • Informar o Multiplicador Ambiental ou Brigadista sempre que identifcar algum vazamento ou problema na plataforma.
  16. 16. CONTROLE DE DERRAMAMENTOS Você sabia que... Em todas as coordenações existem plataforma para armazenamento de equipamentos com óleo. Mais informações Consulte o processo operacional SULSGA1009 e a instrução de trabalho SULSGA2002 disponíveis na intranet ou consulte o Multiplicador Ambiental de sua área.
  17. 17. GESTÃO DE EMISSÕES Conceito A AES Sul possui gerenciamento das emissões dos gases do efeito estufa – GEE. Dentro deste gerenciamento estabelece monitoramento para verifcação de fumaça preta de veículos a diesel, consumo de combustíveis dos veículos e vazamentos de gás SF6 (Hexaforeto de Enxofre), utilizado nos equipamentos da subestação e distribuição. Na prática você deve... • Verifcar se o seu veículo está emitindo fumaça preta em excesso; • Informar ao Multiplicador Ambiental sempre que identifcar um veículo próprio ou contratado com emissão de fumaça preta; • Fazer a manutenção preventiva nos equipamentos com gás SF6; •R e alizar a manutenção preventiva dos veículos conforme planejamento estabelecido; • Respeitar o sistema de controle de velocidade dos veículos.
  18. 18. GESTÃO DE EMISSÕES Você sabia que... Mensalmente são realizadas medições de fumaça preta em 33% da frota movida a diesel. A medição de fumaça preta é realizada através de comparação visual, com o uso da escala de Ringelmann. Mais informações Consulte a instrução de trabalho SULSGA2005 disponível na intranet ou consulte o Multiplicador Ambiental de sua área.
  19. 19. MANEJO DA VEGETAÇÃO Conceito Sistemática que estabelece critérios e procedimentos necessários para gerenciar, orientar e informar equipes operacionais da AES Sul e prestadoras de serviços, nas atividades de manejo da vegetação, garantindo a preservação e a minimização dos impactos ambientais. Na prática você deve... • Executar poda, roçada ou supressão seguindo as técnicas de poda, manuais e procedimentos passados nos treinamentos; • Verifcar se existe licença ambiental (Alvará DEFAP e/ou Anuência do município e licença da motosserra) antes da execução da atividade; • Informar o “Gestor de Poda” quando detectar que a licença ambiental encontra-se vencida; • Participar do planejamento da execução com todos os envolvidos na tarefa; • Utilizar todos os EPI’s e EPC’s defnidos para a atividade; • Quando se tratar de área urbana, limpar a área, recolhendo os resíduos; • Quando se tratar de área rural, picar e espalhar os resíduos da poda no local.
  20. 20. MANEJO DA VEGETAÇÃO Você sabia que, pode ser considerado crime ambiental... • Suprimir ou podar vegetais em extinção, ou protegidos, sem autorização específca; • Executar supressão ou podar árvores em Área de Preservação Permanente (APP) ou reserva legal sem permissão; • Impedir ou difcultar a regeneração natural de formas de vegetação, danifcar plantas em logradouros públicos ou em propriedades alheias; • Comercializar produtos forestais sem licenciamento. Você sabia que... Para cada árvore nativa suprimida, a AES Sul deve fazer a reposição forestal ao órgão ambiental de 15 árvores. E para cada metro de roçada de árvores nativas, a reposição é de 10 árvores. Mais informações Consulte os processos operacionais SULSGI1004 e SULSGA1011 e a Instrução de trabalho SULSGA2007 disponíveis na intranet ou consulte o Gestor de Poda da sua área.
  21. 21. GESTÃO DE CONTRATADAS Conceito Sistemática que estabelece critérios e procedimentos para qualifcar e avaliar os fornecedores de produtos e serviços críticos ao Meio Ambiente da AES Sul, além de comunicar aos mesmos a Política de Meio Ambiente, Saúde e Segurança do Trabalho e os requisitos ambientais que devem ser seguidos. Na prática você deve... • Ficar atento à conduta ambiental das empresas contratadas, orientando estas sobre as boas práticas; • Informar ao Multiplicador Ambiental ou à Coordenação de Meio Ambiente, através de registro de COA, sobre conduta de contratados que esteja em desacordo com a Política e os procedimentos ambientais da AES Sul; • Somente contratar empresas qualifcadas ambientalmente.
  22. 22. GESTÃO DE CONTRATADAS Você sabia que... • Existe um documento chamado “Diretrizes Básicas de Meio Ambiente para Fornecedores e Prestadores de Serviços da AES Brasil”, que visa informar os fornecedores de materiais e serviços críticos ao meio ambiente, sobre as diretrizes básicas que devem ser seguidas por estes, assim como a documentação que deve ser encaminhada no momento da contratação e durante o desenvolvimento dos trabalhos; • A Coordenação de Meio Ambiente coordena auditorias periódicas nos fornecedores de materiais e serviços críticos ao meio ambiente. Estas auditorias ocorrem no momento da homologação destes fornecedores ou a qualquer momento da execução do contrato destes. Mais informações Consulte o processo operacional SULSGA1008 e a instrução de trabalho SULSGA2003 disponíveis na intranet ou consulte o Multiplicador Ambiental de sua área.
  23. 23. COMUNICADO DE OCORRÊNCIA AMBIENTAL Saiba ainda que... Qualquer desvio que você encontrar com relação aos conceitos e práticas apresentados nesta cartilha, pode ser registrado através de um COA (Comunicado de Ocorrência Ambiental). O formulário de COA pode ser encontrado junto às caixas de “Relato de Perigo”, disponibilizadas em todas as unidades da AES Sul. Mais informações Basta preencher o formulário e colocá-lo na caixa de Relato de Perigo. Utilize o COA também para solicitar informações ou sugerir melhorias.
  24. 24. www.aessul.com.br

×