Oficina de legendagem de vídeos

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Oficina de legendagem de vídeos ministrada na Faculdade de Letras da UFRJ em 2014.

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Oficina de legendagem de vídeos

  1. 1. Oficina de legendagem de vídeos Luciana Viter (FAETEC/UFRJ) Simone Lima (CPII/UFRJ) Kátia Tavares (UFRJ)
  2. 2. TRADUÇÃO AUDIOVISUAL (TAV) Inclui todos os modos de tradução que lidam com sons e imagens:  Legendagem;  Dublagem, narração, voice-over;  Interpretação simultânea/consecutiva de eventos ao vivo;  Tradução e localização de software interativo e videogame;  Tradução audiovisual inclusiva;  Legenda fechada (closed caption) e teletexto;  Audiodescrição.
  3. 3. LEGENDAGEM O texto é segmentado em trechos curtos que são geralmente uma versão condensada do original. Isso ocorre devido a limitações de tempo e de espaço e da velocidade de leitura dos espectadores. “O texto deve ser o mais “enxuto” possível, e, ao mesmo tempo, passar o maior número de informações a fim de proporcionar bom entendimento da mensagem ao espectador.” (JOIA, 2004)
  4. 4. LEGENDAGEM INCLUSIVA Deve incluir sons não verbais relevantes para a compreensão, como uma campainha tocando, pessoas rindo e assim por diante. Para facilitar a identificação do interlocutor, cores diferentes podem ser atribuídas a participantes do vídeo, e as legendas propriamente ditas podem ser posicionadas mais próximas de quem está falando, ao invés de aparecerem no centro da tela.
  5. 5. LIMITES PARA LEGENDAS  2 linhas.  36 caracteres por linha idealmente, contabilizados espaços e pontuações, sendo toleráveis até 40 caracteres.  Não se divide sílabas entre linhas.  Não havendo restrição de caracteres, é preferível dividir as linhas de acordo com seu sentido completo.
  6. 6. SEGMENTAÇÃO (SPOTTING) (SANTOS, 2012)
  7. 7. SÍNTESE  Substituir palavras mais longas por sinônimos compactos ("Digo", em vez de "Eu quero dizer"; "algo", em vez de "alguma coisa"; "cerca de", em vez de "aproximadamente“).  Omitir (dentro do possível): – Interjeições e onomatopéias . – Adjetivos, advérbios e pronomes: Orig.: "Do you think you can use your mind...". Trad.: "Você acha que pode usar a mente...". Orig.: "I’m gonna go kiss Ben goodnight". Trad.: "Vou dar um beijinho no Ben". – Termos e expressões implícitas no contexto.
  8. 8. PADRÕES ITÁLICO: Dispositivos eletrônicos, vozes em off, narração, pensamentos, músicas. CAIXA ALTA: Letreiros, cartazes, placas, faixas, avisos. USAR ALGARISMOS ARÁBICOS.
  9. 9. SINCRONIA A legenda deve respeitar o tempo de entrada e saída das falas, dentro do possível, mas também procurar permitir um confortável tempo de leitura.  Duração mínima de 1 segundo (1000 milissegundos). Aparecer antes da fala dos personagens - 300ms. E sumir depois da fala dos personagens no mínimo - 300ms
  10. 10. DIREITOS AUTORAIS E DIREITO DE IMAGEM
  11. 11. LEGENDAGEM ON-LINE
  12. 12. PUBLICAÇÃO DE VÍDEOS EM REPOSITÓRIOS
  13. 13. EDITOR DE LEGENDAS DO YOUTUBE (com reconhecimento de voz)
  14. 14. Instalação de CODECS: K-LITE CODECS PACK Pacote de codecs. Caso tenha dificuldade em visualizar os vídeos, será necessário instalar esse pacote de codecs.
  15. 15. Downloads: VIDEO DOWNLOAD HELPER Plugin instalado no navegador Mozilla Firefox que facilita o download de vídeos de sites como o YouTube.
  16. 16. Downloads e conversão de formatos: ATUBE CATCHER Ferramenta para download, extração de áudio e conversão de formatos de vídeos.
  17. 17. Conversão de Formatos: FORMAT FACTORY Múltiplo conversor. Para legendar seu vídeo, ele precisará estar em formato AVI. Caso não esteja, será necessário convertê-lo com esse programa.
  18. 18. Editor de Legendas: DVIX MEDIA SUBTITLER Essa é a ferramenta que você irá utilizar para legendar seu vídeo. Na primeira execução, você deverá selecionar a língua de interface. No menu correspondente, escolha "Português - Brasil"
  19. 19. Editor de legendas: SUBTITLE WORKSHOP Programa gratuito para edição de legendas no Windows.
  20. 20. Editor de vídeo: VIRTUAL DUB Editor de vídeo gratuito. Programa que permite que as legendas sejam embutidas.
  21. 21. REFERÊNCIAS ARAÚJO, Vera Lúcia Santiago; NASCIMENTO, Ana Katarinna Pessoa. Investigando Parâmetros de Legendas Para Surdos e Ensurdecidos no Brasil. Tradução em Revista v. 11, n. 2, p. 2 , 2011. CARROLL, Mary; IVARSON, Jan. Code of Good Subtitling Practice . European Association for Studies in Screen Translation , Berlin, 1998 JOIA, Lucia Kerr. A tradução audiovisual e a voz do tradutor. Tradução em Revista Estudos da tradução: questões linguísticas e literárias. v. 1, n. 1, p. 75–100 , 2004. LIMA, Simone da Costa. Oficina de Legendagem de Vídeo. Disponível em: < https://sites.google.com/site/oficinalegendagemcp2> . Acesso em: 24 ago. 2014. SANTOS, Hitalo. Oficina de tradução: legendagem para cinema e TV. 2012. Disponível em: <http://pt.slideshare.net/hitalosantos/oficina- dublagem-e-legendagem-aula-3> . Acesso em: 24 ago. 2014.

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