DESIGN DE INTERIORES - UNID III REVESTIMENTOS

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Material de aula da disciplina optativa Design de Interiores do curso de Design da Universidade do Estado do Pará - UEPa

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DESIGN DE INTERIORES - UNID III REVESTIMENTOS

  1. 1. GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS NATURAIS E TECNOLOGIA CURSO DE BACHARELADO EM DESIGN DESIGN DE INTERIORES Revestimentos e Acabamentos Profª Luciana Guimarães NOVEMBRO-2013
  2. 2. TINTAS E TEXTURAS PORQUÊ SE UTILIZA A TINTA:  - Proteção  - Acabamento  - Decoração  - Distribuição da Luz  - Higiene ORDEM PARA PINTAR UM AMBIENTE.  1 – Forro e teto  2 – Paredes  3 – Portas  4 – Janelas  5 – Rodapé
  3. 3. TINTAS E TEXTURAS TIPOS DE TINTA:  Látex PVA  Acrílica  Esmalte Sintético  Verniz  Tinta Óleo  Tinta Epóxi USOS:  Paredes Internas  Paredes Externas  Madeira  Superfícies Metálicas TIPOS DE ACABAMENTO:  Fosco  Acetinado  Brilho  Semi-Brilho
  4. 4. TINTAS E TEXTURAS PRODUTOS UTILIZADOS COMO BASE  Massa Corrida PVA  Massa Acrílica  Fundo Preparador de Paredes  Líquido Base PVA  Selador Acrílico ou Látex  Fundo Nivelante para Madeira  Massa para Madeira  Primer  Silicone
  5. 5. TINTAS E TEXTURAS   TEXTURAS Superfície acabamento aplicado com massa que resulta em relevos na parede. O estuque veneziano é um deles. Estuque Veneziano É uma antiga técnica de pintura em paredes resultante, originalmente, de uma mistura de cal e água; a massa, depois de colorida com pigmentos tirados da terra, era aplicada com uma espátula, obtendo-se uma cobertura texturizada e rústica. Atualmente, a cal foi substituída pela massa corrida à base de látex e de gesso dissolvido em água, à qual são adicionados cola branca e corantes. CATÁLAGOS ELETRÔNICOS: www.ypiranga.com.br - www.tintascoral.com.br www.tintasrenner.com.br - www.suvinil.com.br www.eucatex.com.br - www.sherwinwilliams.com.br
  6. 6. REVESTIMENTOS CERÂMICOS CLASSIFICAÇÃO QUANTO A ABSORÇÃO DE ÁGUA:  Porcelanatos  Grês  Semi-Grês  Semi-Porosos  Porosos CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO DESGASTE POR ABRASÃO:  PEI 1  PEI 2  PEI 3  PEI 4  PEI 5
  7. 7. REVESTIMENTOS CERÂMICOS JUNTAS DE ASSENTAMENTO    As juntas de assentamento são os "espaços" mínimos recomendados entre as peças cerâmicas no assentamento, preenchidos posteriormente com rejunte. Têm por finalidade: evitar o estufamento do painel quando estas "expandem"; acertar possíveis variações dimensionais dos revestimentos cerâmicos; impermeabilizar as laterais das peças cerâmicas (biscoito / massa).
  8. 8. REVESTIMENTOS CERÂMICOS INÍCIO DO ASSENTAMENTO
  9. 9. REVESTIMENTOS CERÂMICOS CUIDADOS ESTÉTICOS     Continuidade de juntas Continuidade de Desenhos Meia-esquadria Faixas e Festones de encaixe
  10. 10. REVESTIMENTOS CERÂMICOS PORCELANTO Existem três tipos de porcelanato:    Natural - São também chamados de rústicos Polido - O polimento proporciona à superfície do porcelanato uma característica de brilho espelhado Esmaltado - Confere acabamento semelhante às peças esmaltadas tradicionais
  11. 11. REVESTIMENTOS CERÂMICOS PORCELANTO
  12. 12. PASTILHA DE VIDRO A pastilha de vidro é resultado da mistura de massa de vidro e corante, submetidas a altas temperaturas. Algumas marcas são feitas artesanalmente, e outras, industrialmente. VANTAGENS  A absorção de água é praticamente zero;  As pastilhas de vidro dificilmente perdem o brilho e a cor;  resistência a produtos químicos, como ácidos e alcalinos;  O coeficiente de dilatação térmica das pastilhas de vidro é mínimo;  Fácil também pela praticidade de sua colocação em superfícies onduladas e curvas, além de suas bordas serem arredondadas , o que proporciona um melhor acabamento à obra;  Catálogos Eletrônicos www.glassmosaic.com.br www.vidrotil.com.br
  13. 13. PASTILHA DE VIDRO
  14. 14. BORRACHA VANTAGENS:  Acústica  Resistência ao desgaste  Resistência ao fogo  Flexibilidade  Resistência Química  Resistência Biológica  Resistência à água APLICAÇÃO:  A borracha é aplicada em forma de placas com argamassa ou cola. A primeira opção é mais trabalhosa e exige um contrapiso feito com argamassa de cimento e areia, nivelado, desempenado e rústico.
  15. 15. CARPETES   Os carpetes e forrações são produtos fabricados com tecidos sintéticos fabricados em rolos; São fixados com cola sobre um contrapiso nivelado com um composto de nata de cimento e cola branca. São pisos relativamente econômicos, porém de pouca durabilidade; VANTAGENS  Isolamento acústico  Isolamento térmico  Segurança  Conforto  Proteção antimicrobial (procurar selo)  Variedade de cores  Versatilidade
  16. 16. CARPETES MANUTENÇÃO:  a. A limpeza com o aspirador diária é essencial;  b. Todos os líquidos derramados devem ser limpos imediatamente;  c. É importante que se faça uma limpeza profissional completa pelo menos uma vez por ano. CATÁLAGOS ELETRÔNICOS www.novit.com.br - www.antron.com.br - www.inylbra.com.br www.tabacow.com.br - www.veronacarpetes.com.br
  17. 17. CARPETES
  18. 18. LAMINADO MELAMÍNICO       Os pisos laminados são formados por uma camada superficial em uma ou mais lâminas finas de um material fibroso (normalmente papel) impregnado com resinas (normalmente melaminas). Finalidade: Residencial e comercial Características: Não mancha ou risca. Variedade de cores e texturas Resistência: Baixa e alta Lavabilidade: Pano úmido e detergente. Assentamento: Fixados com adesivos sobre qualquer tipo de superfície (desde que ela não contenha adição de cal).
  19. 19. LAMINADO MELAMÍNICO VANTAGENS  Resistência ao desgaste, riscos e marcas de móveis;  Resistência a manchas  Resistência a produtos domésticos  Resistência à alta temperatura  Resistência a impactos  Estabilidade de cor – resistência à luz solar  Facilidade de limpeza Catálago Eletrônico:  Antialérgico www.formica.com.br www.duratex.com.br  Rapidez na instalação
  20. 20. LAMINADO MELAMÍNICO
  21. 21. MADEIRA Principais formas de trabalhar a madeira no revestimento e acabamento de construção civil:     ASSOALHOS OU TÁBUAS LARGAS TÁBUA CORRIDA – Largura de 6 a 20cm CARPETE DE MADEIRA TACO – Dim. Máx 42x10cm – Uso de Parquê
  22. 22. MADEIRA OUTRAS UTILIZAÇÕES:  Forros e Lambris – nas medidas de 5, 7 ou 10 cm de largura e 9 e 10 mm de espessura. Fornecidos em diversos comprimentos.  Frisos – minifrisos de madeira, geralmente na medida de 3 cm, usados para a separação de assoalhos ou como detalhe decorativo.  Decks – réguas de 10 cm de largura com 20 mm de espessura com as bordas arredondadas. Seu comprimento varia de 1 a 6 m.  Rodapés, molduras e acessórios – em várias medidas pra conferir acabamentos perfeitos.
  23. 23. PEDRAS DECORATIVAS Pedras decorativas naturais - são aquelas utilizadas sem polimento, conservando o seu aspecto natural.  Pedras tratadas - são diversas as possibilidades de tratamento: Polidas Lustradas Apicoadas Levigadas Flameadas Impermeabilizadas 
  24. 24. PEDRAS DECORATIVAS    MÁRMORES É uma rocha de PH básico, apresentando reações químicas quando em contato com ácidos, podendo provocar manchas em sua superfície; sua porosidade permite a penetração de líquidos que poderão provocar manchas irrecuperáveis. É recomendado para pisos e paredes em ambientes internos, desde que não haja uma circulação excessiva de pessoas.
  25. 25. PEDRAS DECORATIVAS   GRANITOS Apresentam alta resistência a abrasão (dureza), baixa porosidade por possuírem maior densidade. No entanto também estão sujeitas a infiltrações que poderão provocar manchas, porém com menor frequência. CATÁLAGOS ELETRÔNICOS: www.paraisodaspedras.com.br www.marmobraz.com.br
  26. 26. PEDRAS DECORATIVAS      Mármore ou granito? Uma das grandes diferenças entre estes dois materiais é a dureza: o mármore é composto por um mineral e por calcita. Já o granito é formado por três minerais (a mica, feldspato e quartzo ). Na prática, isso significa que o granito é bem mais duro, resistente e menos poroso do que o mármore, que risca. O mármore deve ser utilizado preferencialmente em ambientes internos. Deve ser evitado a sua utilização em cozinhas: por ser poroso, absorve gordura. Além do mais, não tendo resistência contra ácido, pode adquirir manchas e perda de brilho com produtos como vinagre, limão ou materiais de limpeza pesados. Por outro lado, o mármore é mais indicado que o granito para revestimento de paredes internas, porque é mais leve. Tome cuidado, também, ao utilizar o granito polido: em pisos externos, torna-se escorregadio. Por outro lado, é uma excelente opção para a bancada da cozinha, por ser bastante higiênico.
  27. 27. PISOS EM CONCRETO E CIMENTO   A execução de revestimentos de piso em cimento queimado é uma técnica bastante antiga que, apesar de estar em desuso, pode ser uma alternativa econômica e prática para áreas não sujeitas a tráfego muito intenso, secundárias, ou quando se quer dar um caráter mais rústico para o ambiente. O problema do custo do cimento queimado está no acabamento final, principalmente para áreas molhadas é necessário a aplicação de resinas, que no final o preço do m² de equipara a de porcelanatos naturais.
  28. 28. PISOS EM CONCRETO E CIMENTO
  29. 29. PISOS EM CONCRETO E CIMENTO       GRANILITE: Material: Tipo de argamassa composta por cimento, pequenos cacos de pedra granito ou mármore e corantes (recomenda-se o uso de cimento branco para ressaltar a cor dos corantes). Finalidade: Residencial e comercial Características: Economia e versatilidade. Resistência: Alta Lavabilidade: Água
  30. 30. PISOS EM CONCRETO E CIMENTO   PISOS ALTA RESISTÊNCIA A qualidade desses pisos baseia-se na homogeneização dos diversos agregados minerais. As placas normalmente são compostas de duas camadas, de aproximadamente 15mm cada uma, prensadas automaticamente, com: 1ª capa Argamassa com cimento de alta resistência e pó de pedra, formando a sólida base da placa. 2ª capa Composição de cimento branco estrutural, pigmentos e agregados minerais. Catálogos Eletrônicos: http://www.cimentoeareia.com.br http://www.tecnogran.com.br - www.korodur.com.br

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