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Modelo de Relatório Neuropsicopedagógico
Psicopedagogia (Universidade Salgado de Oliveira)
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Modelo de Relatório Neuropsicopedagógico
Psicopedagogia (Universidade Salgado de Oliveira)
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Ana Carolina Gonçalves
Psicopedagoga – CRPp Sindical 267
Neuropsicopedagoga – SBNPp 1.186
Educadora Especial – Pesquisadora do Autismo
AVALIAÇÃO NEUROPSICOPEDAGÓGICA
27 de abril de 2019
I – IDENTIFICAÇÃO
Nome: Ryan Gonçalves Ribeiro
Data do nascimento: 17/09/2008 Idade: 10 anos
Escolaridade: 3º ano
Escola: Nova Escola LTDA
Dominância manual: canhoto
Filiação:
Mãe: Juliana dos Santos Gonçalves
Pai: Ronald do Amaral Ribeiro
Faz uso de medicamento: Sim, Arnica Montana (Homeopático)
II – QUEIXA
A queixa principal é a falta de atenção, dificuldade de aprendizagem e retenção
de memória.
Segundo a professora de Ryan, toda vez que ele é posto diante de um novo
conhecimento ou é solicitado que realize uma atividade que requer maior
atenção dele, Ryan diz estar com dor em diversas partes do corpo.
III – HISTÓRICO DA SAÚDE
Infelizmente não há histórico da gestação tão pouco dos seus cinco primeiros
anos de vida.
A vó paterna do paciente, atual tutora, relatou que seus pais são jovens e de
caráter duvidoso, acredita que a mãe do Ryan não tenha feito pré-natal e diz
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Ana Carolina Gonçalves
Psicopedagoga – CRPp Sindical 267
Neuropsicopedagoga – SBNPp 1.186
Educadora Especial – Pesquisadora do Autismo
AVALIAÇÃO NEUROPSICOPEDAGÓGICA
que ambos pais tinham o hábito de ingerir bebidas alcoólicas, não sabe dizer
se havia consumo de drogas ilícitas.
Os pais do Ryan viveram juntos até que o pai foi preso por tráfico de drogas,
quando ele completara três anos. Logo depois da prisão do pai, o paciente
vive uma história de abandono materno, passou dois anos sem lar fixo, vivendo
em casa de vários parentes.
Quando Ryan completou cinco anos a avó paterna assumiu sua guarda e Ryan
vai pela primeira vez à escola.
III.1 – Antecedentes familiares:
Ryan não faz nenhum acompanhamento terapêutico.
Não há histórico familiar de transtornos do neurodesenvolvimento.
III.2 – Jeito de ser da criança, segundo a vó paterna
De acordo com a avó, Ryan é agitado na escola, suas professoras reclamam
que ele se distrai muito e que quando posto diante de algo novo diz ter dores
de cabeça, dores na barriga, o corpo todo dói. Com isso sua escrita e leitura
estão comprometidas e suas notas baixas.
Sua avó ainda relata a dificuldade de Ryan fazer suas tarefas, pois não
consegue manter o foco nos exercícios, e não quer obedecer as regras que
estabelecemos para seus estudos em casa.
IV – VIDA ESCOLAR
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Psicopedagoga – CRPp Sindical 267
Neuropsicopedagoga – SBNPp 1.186
Educadora Especial – Pesquisadora do Autismo
AVALIAÇÃO NEUROPSICOPEDAGÓGICA
Ryan à escola pela primeira vez aos cinco anos. Alfabetizou sem muitas
dificuldades, mas a partir do 2 º ano suas dificuldades acentuaram, fazia-se
necessário maior autonomia e habilidades das funções executivas
desenvolvidas de acordo com a idade, começa então as dificuldades escolares.
Hoje, a equipe pedagógica envolvida no processo de aprendizagem diz que na
horas da avaliações a impressão que se tem é que Ryan “se desliga”.
V – COMPORTAMENTO DA CRIANÇA DURANTE A AVALIAÇÃO
Ryan se mostrou receptivo e participativo durante todo processo de avaliação,
entretanto a queixa da escola a respeito das dores manifestadas diante do
novo ou das atividades que exigiam mais dele, apareceram durante algumas
sessões, bem como a falta de interesse pelas atividades de desenho, pinturas,
leitura e escrita.
Percebe-se falta de motivação por qualquer atividade que remeta a escola ou
ambiente escolar já que nas atividades lúdicas ele se mostrou empolgado e
competitivo.
Nota-se a partir da quinta sessão um forte vínculo estabelecido, os
atendimentos passam a ser mais produtivos. Ryan demonstra uma carência
afetiva. As dores somem e aparecem tiques.
VI – AVALIAÇÂO
Para a Avaliação Neuropsicopedagógica foram utilizados testes padronizados,
qualitativos, ecológicos, além da observação clínica, lúdica, do material escolar,
das informações obtidas pela escola, pela família e pela criança, realizou-se
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AVALIAÇÃO NEUROPSICOPEDAGÓGICA
dez sessões as quais discorreram sobre as áreas: Sócio afetiva/Emocional;
Habilidades Sociais; Psicomotora; Funções Executivas, Memória e Atenção;
Linguagem (Leitura e Escrita) e Pensamento Lógico-Matemático/Aritmética,
além do IAR (Instrumento de Avaliação do Repertório Básico para a
Alfabetização), aos quais Ryan respondeu aos testes específicos a seguir:
VI.1 – Instrumentos:
INSTRUMENTO OBJETIVO
Conversa Informal Construção de vínculo com o paciente.
Testes Projetivos:
Desenho da família e
Planta da sala de
aula.
Compreender melhor os sentimentos, as relações
familiares e o nível de maturidade afetiva das
crianças.
Investigar a representação do campo geográfico da
sala e sua posição, real e desejada na mesma.
Instrumento de
Avaliação do
Repertório Básico
para a Alfabetização
(IAR)
Avaliar os pré requisitos para aprendizagem da leitura
e escrita.
Verificar quais habilidades ou conceitos precisão ser
trabalhados para melhor desenvolver as habilidades
de leitura e escrita.
Teste de Atenção por
Cancelamento
(TAC)
Funções Executivas padrão: Organização,
Planejamento e Execução das ações.
Teste de Trilhas:
Partes A e B
Funções Executivas padrão: Organização,
Planejamento e Execução das ações.
Teste do
desempenho escolar
Avalia as capacidades fundamentais para o
desempenho escolar, mais especificamente da
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AVALIAÇÃO NEUROPSICOPEDAGÓGICA
(TDE) escrita, aritmética e leitura. Indica de uma maneira
abrangente, quais as áreas da aprendizagem escolar
que estão preservadas ou prejudicadas no
examinando.
Avaliação da Leitura
e Escrita - Borel
Maysony - Tompson
Avaliar a aquisição da habilidade da leitura , para
posterior avaliação da escrita.
VI.2 – Interpretação dos resultados
Instrumento Resultado
TAC Desempenho Médio
TRILHAS Desempenho Médio
TDE Desempenho inferior para o ano que frequenta.
IAR Falhas em Lateralidade; Tamanho; Discriminação
auditiva; Verbalização das palavras e coordenação
motora final.
Leitura e escrita Na escrita: O Ryan apesar de reconhecer todas as
letras, ainda apresenta troca de fonemas na
escrita;
Apresentou troca fonéticas x/ch, in/em, s/z, s/c, u/l,
c/g. Sua memória auditiva é razoavelmente boa;
Não foi capaz de organizar o pensamento para
escrita da história. Não enumera os elementos de
forma estática ou dinâmica, tão pouco apresentou
o personagem central: quem é, onde está, que
ação executa. Demonstrou pouca criatividade e
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uma escrita pobre.
Na leitura: Não existem trocas fonéticas na leitura,
embora o ritmo não tenha sido adequado. Foram
feitas pausas inapropriadas e por vezes leitura
silabada, indicando esforço de decifração.
VII – CONCLUSÃO
As teorias e práticas que amparam a avaliação Neuropsicopedagógica
decorrem dos estudos das Neurociências e da Educação, com a finalidade de
compreender a enredamento do funcionamento cerebral e as articulações entre
cérebro, comportamento e os processos de aprendizagem humana. Com isso,
os problemas na aprendizagem podem emergir de problemas neurofuncionais
e das dificuldades escolares, como transtorno de déficit de atenção, depressão,
transtorno de humor, problemas emocionais em decorrência a baixa
autoestima, dentre outros, como também por problemas vinculados ao
ambiente em que a criança está inserida e do método de ensino que é adotado
pelos professores.
Faz-se necessário portanto, destacar que muitos dos elementos trazidos nas
narrativas de Ryan sinalizaram, como hipóteses, os comprometimentos na
aprendizagem vinculados a sinais característicos de ansiedade, bem como
sinais de déficit de atenção e hiperatividade, ao qual demonstrou sintomas
vinculados a instabilidade e insegurança, o qual merece maiores investigações,
já que tais hipóteses podem estar intimamente vinculado aos fatores familiares,
sociais e emocionais/psíquicos, além de baixa autoestima, sempre destacando
“Eu não sei” ,” Eu não consigo”, “Eu me sinto sozinho”, “Me ajuda.”
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Tais fatores, vinculados ao longo do desenvolvimento da criança, influenciam a
qualidade e no resultado da aquisição das experiências de aprendizagem. Fato
é que a autoestima e a afetividade são elementos essenciais para que as
experiências de vida do indivíduo se façam possíveis e necessárias.
A história de vida de Ryan, compreendendo seus contextos sociais e a partir
das respostas dos testes específicos, pode-se inferir que a mostra da
capacidade cognitiva dentro da normalidade conforme sua faixa etária, mas,
muitos foram os momentos em que apresentou comportamentos característicos
de desatenção, bem como insegurança, baixa autoestima e necessidade de
realizar as atividades propostas com auxílio, mostrando-se bem dependente.
Após a análise dos instrumentos padronizados aplicados , da observação
lúdica e das provas qualitativas conclui-se que Ryan apresenta:
 Consciência Fonológica em desenvolvimento;
 Desatenção;
 Problemas de memória e raciocínio logico;
 Falhas perceptivas que interferem no processo de codificação e
decodificação dos sons;
 Hipótese de TDAH;
 Hipótese de problemas emocionais interferindo no processo de
aprendizagem.
VIII – INDICAÇÕES DE TRATAMENTO
Para melhor posicionamento e acompanhamento terapêutico solicito as
seguintes avaliações:
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Neuropsicopedagoga – SBNPp 1.186
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 Avaliação Neurológica
 Avaliação Psicológico
 Acompanhamento Neuropsicopedagógico
IX – ORIENTAÇÃO À ESCOLA
- Valorizar as potencialidades e habilidades;
- Estimular a participar de atividades coletivas;
- Propiciar espaços com atividades lúdicas;
- Acompanhar o caderno;
- Elogiar;
- Avaliar a capacidade de realizar as tarefas de maneira diferenciada;
- Propor que ela seja ajudante da professora e dos colegas, buscando
fortalecer sua autoestima;
- Demonstrar que acredita na sua capacidade, vislumbrando a zona de
desenvolvimento proximal
X – ORIENTAÇÃO AOS RESPONSÁVEIS
- Construir regras e combinados comportamentais com a participação;
- Propiciar momentos de lazer e integração entre a família;
- Propor momentos de brincadeiras coletivas;
- Realizar momentos de brincadeiras e jogos em família;
- Manter a rotina diária de estudo e realização de tarefas, sob o olhar sensível
da família, bem como sua estimulação e incentivos;
- Mediar e negociar nos momentos de conflitos;
- Valorizar as potencialidades e habilidades;
- Estimular a participar de atividades coletivas com demais crianças e seus
familiares;
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Ana Carolina Gonçalves
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Coloco-me à disposição para quaisquer outros esclarecimentos.
Atenciosamente,
_____________________________
Ana Carolina Gonçalves
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  • 1. StuDocu is not sponsored or endorsed by any college or university Modelo de Relatório Neuropsicopedagógico Psicopedagogia (Universidade Salgado de Oliveira) StuDocu is not sponsored or endorsed by any college or university Modelo de Relatório Neuropsicopedagógico Psicopedagogia (Universidade Salgado de Oliveira) Downloaded by Luciana Carvalho (lucarvalhopsicopedagoga@gmail.com) lOMoARcPSD|11784279
  • 2. Ana Carolina Gonçalves Psicopedagoga – CRPp Sindical 267 Neuropsicopedagoga – SBNPp 1.186 Educadora Especial – Pesquisadora do Autismo AVALIAÇÃO NEUROPSICOPEDAGÓGICA 27 de abril de 2019 I – IDENTIFICAÇÃO Nome: Ryan Gonçalves Ribeiro Data do nascimento: 17/09/2008 Idade: 10 anos Escolaridade: 3º ano Escola: Nova Escola LTDA Dominância manual: canhoto Filiação: Mãe: Juliana dos Santos Gonçalves Pai: Ronald do Amaral Ribeiro Faz uso de medicamento: Sim, Arnica Montana (Homeopático) II – QUEIXA A queixa principal é a falta de atenção, dificuldade de aprendizagem e retenção de memória. Segundo a professora de Ryan, toda vez que ele é posto diante de um novo conhecimento ou é solicitado que realize uma atividade que requer maior atenção dele, Ryan diz estar com dor em diversas partes do corpo. III – HISTÓRICO DA SAÚDE Infelizmente não há histórico da gestação tão pouco dos seus cinco primeiros anos de vida. A vó paterna do paciente, atual tutora, relatou que seus pais são jovens e de caráter duvidoso, acredita que a mãe do Ryan não tenha feito pré-natal e diz Downloaded by Luciana Carvalho (lucarvalhopsicopedagoga@gmail.com) lOMoARcPSD|11784279
  • 3. Ana Carolina Gonçalves Psicopedagoga – CRPp Sindical 267 Neuropsicopedagoga – SBNPp 1.186 Educadora Especial – Pesquisadora do Autismo AVALIAÇÃO NEUROPSICOPEDAGÓGICA que ambos pais tinham o hábito de ingerir bebidas alcoólicas, não sabe dizer se havia consumo de drogas ilícitas. Os pais do Ryan viveram juntos até que o pai foi preso por tráfico de drogas, quando ele completara três anos. Logo depois da prisão do pai, o paciente vive uma história de abandono materno, passou dois anos sem lar fixo, vivendo em casa de vários parentes. Quando Ryan completou cinco anos a avó paterna assumiu sua guarda e Ryan vai pela primeira vez à escola. III.1 – Antecedentes familiares: Ryan não faz nenhum acompanhamento terapêutico. Não há histórico familiar de transtornos do neurodesenvolvimento. III.2 – Jeito de ser da criança, segundo a vó paterna De acordo com a avó, Ryan é agitado na escola, suas professoras reclamam que ele se distrai muito e que quando posto diante de algo novo diz ter dores de cabeça, dores na barriga, o corpo todo dói. Com isso sua escrita e leitura estão comprometidas e suas notas baixas. Sua avó ainda relata a dificuldade de Ryan fazer suas tarefas, pois não consegue manter o foco nos exercícios, e não quer obedecer as regras que estabelecemos para seus estudos em casa. IV – VIDA ESCOLAR Downloaded by Luciana Carvalho (lucarvalhopsicopedagoga@gmail.com) lOMoARcPSD|11784279
  • 4. Ana Carolina Gonçalves Psicopedagoga – CRPp Sindical 267 Neuropsicopedagoga – SBNPp 1.186 Educadora Especial – Pesquisadora do Autismo AVALIAÇÃO NEUROPSICOPEDAGÓGICA Ryan à escola pela primeira vez aos cinco anos. Alfabetizou sem muitas dificuldades, mas a partir do 2 º ano suas dificuldades acentuaram, fazia-se necessário maior autonomia e habilidades das funções executivas desenvolvidas de acordo com a idade, começa então as dificuldades escolares. Hoje, a equipe pedagógica envolvida no processo de aprendizagem diz que na horas da avaliações a impressão que se tem é que Ryan “se desliga”. V – COMPORTAMENTO DA CRIANÇA DURANTE A AVALIAÇÃO Ryan se mostrou receptivo e participativo durante todo processo de avaliação, entretanto a queixa da escola a respeito das dores manifestadas diante do novo ou das atividades que exigiam mais dele, apareceram durante algumas sessões, bem como a falta de interesse pelas atividades de desenho, pinturas, leitura e escrita. Percebe-se falta de motivação por qualquer atividade que remeta a escola ou ambiente escolar já que nas atividades lúdicas ele se mostrou empolgado e competitivo. Nota-se a partir da quinta sessão um forte vínculo estabelecido, os atendimentos passam a ser mais produtivos. Ryan demonstra uma carência afetiva. As dores somem e aparecem tiques. VI – AVALIAÇÂO Para a Avaliação Neuropsicopedagógica foram utilizados testes padronizados, qualitativos, ecológicos, além da observação clínica, lúdica, do material escolar, das informações obtidas pela escola, pela família e pela criança, realizou-se Downloaded by Luciana Carvalho (lucarvalhopsicopedagoga@gmail.com) lOMoARcPSD|11784279
  • 5. Ana Carolina Gonçalves Psicopedagoga – CRPp Sindical 267 Neuropsicopedagoga – SBNPp 1.186 Educadora Especial – Pesquisadora do Autismo AVALIAÇÃO NEUROPSICOPEDAGÓGICA dez sessões as quais discorreram sobre as áreas: Sócio afetiva/Emocional; Habilidades Sociais; Psicomotora; Funções Executivas, Memória e Atenção; Linguagem (Leitura e Escrita) e Pensamento Lógico-Matemático/Aritmética, além do IAR (Instrumento de Avaliação do Repertório Básico para a Alfabetização), aos quais Ryan respondeu aos testes específicos a seguir: VI.1 – Instrumentos: INSTRUMENTO OBJETIVO Conversa Informal Construção de vínculo com o paciente. Testes Projetivos: Desenho da família e Planta da sala de aula. Compreender melhor os sentimentos, as relações familiares e o nível de maturidade afetiva das crianças. Investigar a representação do campo geográfico da sala e sua posição, real e desejada na mesma. Instrumento de Avaliação do Repertório Básico para a Alfabetização (IAR) Avaliar os pré requisitos para aprendizagem da leitura e escrita. Verificar quais habilidades ou conceitos precisão ser trabalhados para melhor desenvolver as habilidades de leitura e escrita. Teste de Atenção por Cancelamento (TAC) Funções Executivas padrão: Organização, Planejamento e Execução das ações. Teste de Trilhas: Partes A e B Funções Executivas padrão: Organização, Planejamento e Execução das ações. Teste do desempenho escolar Avalia as capacidades fundamentais para o desempenho escolar, mais especificamente da Downloaded by Luciana Carvalho (lucarvalhopsicopedagoga@gmail.com) lOMoARcPSD|11784279
  • 6. Ana Carolina Gonçalves Psicopedagoga – CRPp Sindical 267 Neuropsicopedagoga – SBNPp 1.186 Educadora Especial – Pesquisadora do Autismo AVALIAÇÃO NEUROPSICOPEDAGÓGICA (TDE) escrita, aritmética e leitura. Indica de uma maneira abrangente, quais as áreas da aprendizagem escolar que estão preservadas ou prejudicadas no examinando. Avaliação da Leitura e Escrita - Borel Maysony - Tompson Avaliar a aquisição da habilidade da leitura , para posterior avaliação da escrita. VI.2 – Interpretação dos resultados Instrumento Resultado TAC Desempenho Médio TRILHAS Desempenho Médio TDE Desempenho inferior para o ano que frequenta. IAR Falhas em Lateralidade; Tamanho; Discriminação auditiva; Verbalização das palavras e coordenação motora final. Leitura e escrita Na escrita: O Ryan apesar de reconhecer todas as letras, ainda apresenta troca de fonemas na escrita; Apresentou troca fonéticas x/ch, in/em, s/z, s/c, u/l, c/g. Sua memória auditiva é razoavelmente boa; Não foi capaz de organizar o pensamento para escrita da história. Não enumera os elementos de forma estática ou dinâmica, tão pouco apresentou o personagem central: quem é, onde está, que ação executa. Demonstrou pouca criatividade e Downloaded by Luciana Carvalho (lucarvalhopsicopedagoga@gmail.com) lOMoARcPSD|11784279
  • 7. Ana Carolina Gonçalves Psicopedagoga – CRPp Sindical 267 Neuropsicopedagoga – SBNPp 1.186 Educadora Especial – Pesquisadora do Autismo AVALIAÇÃO NEUROPSICOPEDAGÓGICA uma escrita pobre. Na leitura: Não existem trocas fonéticas na leitura, embora o ritmo não tenha sido adequado. Foram feitas pausas inapropriadas e por vezes leitura silabada, indicando esforço de decifração. VII – CONCLUSÃO As teorias e práticas que amparam a avaliação Neuropsicopedagógica decorrem dos estudos das Neurociências e da Educação, com a finalidade de compreender a enredamento do funcionamento cerebral e as articulações entre cérebro, comportamento e os processos de aprendizagem humana. Com isso, os problemas na aprendizagem podem emergir de problemas neurofuncionais e das dificuldades escolares, como transtorno de déficit de atenção, depressão, transtorno de humor, problemas emocionais em decorrência a baixa autoestima, dentre outros, como também por problemas vinculados ao ambiente em que a criança está inserida e do método de ensino que é adotado pelos professores. Faz-se necessário portanto, destacar que muitos dos elementos trazidos nas narrativas de Ryan sinalizaram, como hipóteses, os comprometimentos na aprendizagem vinculados a sinais característicos de ansiedade, bem como sinais de déficit de atenção e hiperatividade, ao qual demonstrou sintomas vinculados a instabilidade e insegurança, o qual merece maiores investigações, já que tais hipóteses podem estar intimamente vinculado aos fatores familiares, sociais e emocionais/psíquicos, além de baixa autoestima, sempre destacando “Eu não sei” ,” Eu não consigo”, “Eu me sinto sozinho”, “Me ajuda.” Downloaded by Luciana Carvalho (lucarvalhopsicopedagoga@gmail.com) lOMoARcPSD|11784279
  • 8. Ana Carolina Gonçalves Psicopedagoga – CRPp Sindical 267 Neuropsicopedagoga – SBNPp 1.186 Educadora Especial – Pesquisadora do Autismo AVALIAÇÃO NEUROPSICOPEDAGÓGICA Tais fatores, vinculados ao longo do desenvolvimento da criança, influenciam a qualidade e no resultado da aquisição das experiências de aprendizagem. Fato é que a autoestima e a afetividade são elementos essenciais para que as experiências de vida do indivíduo se façam possíveis e necessárias. A história de vida de Ryan, compreendendo seus contextos sociais e a partir das respostas dos testes específicos, pode-se inferir que a mostra da capacidade cognitiva dentro da normalidade conforme sua faixa etária, mas, muitos foram os momentos em que apresentou comportamentos característicos de desatenção, bem como insegurança, baixa autoestima e necessidade de realizar as atividades propostas com auxílio, mostrando-se bem dependente. Após a análise dos instrumentos padronizados aplicados , da observação lúdica e das provas qualitativas conclui-se que Ryan apresenta:  Consciência Fonológica em desenvolvimento;  Desatenção;  Problemas de memória e raciocínio logico;  Falhas perceptivas que interferem no processo de codificação e decodificação dos sons;  Hipótese de TDAH;  Hipótese de problemas emocionais interferindo no processo de aprendizagem. VIII – INDICAÇÕES DE TRATAMENTO Para melhor posicionamento e acompanhamento terapêutico solicito as seguintes avaliações: Downloaded by Luciana Carvalho (lucarvalhopsicopedagoga@gmail.com) lOMoARcPSD|11784279
  • 9. Ana Carolina Gonçalves Psicopedagoga – CRPp Sindical 267 Neuropsicopedagoga – SBNPp 1.186 Educadora Especial – Pesquisadora do Autismo AVALIAÇÃO NEUROPSICOPEDAGÓGICA  Avaliação Neurológica  Avaliação Psicológico  Acompanhamento Neuropsicopedagógico IX – ORIENTAÇÃO À ESCOLA - Valorizar as potencialidades e habilidades; - Estimular a participar de atividades coletivas; - Propiciar espaços com atividades lúdicas; - Acompanhar o caderno; - Elogiar; - Avaliar a capacidade de realizar as tarefas de maneira diferenciada; - Propor que ela seja ajudante da professora e dos colegas, buscando fortalecer sua autoestima; - Demonstrar que acredita na sua capacidade, vislumbrando a zona de desenvolvimento proximal X – ORIENTAÇÃO AOS RESPONSÁVEIS - Construir regras e combinados comportamentais com a participação; - Propiciar momentos de lazer e integração entre a família; - Propor momentos de brincadeiras coletivas; - Realizar momentos de brincadeiras e jogos em família; - Manter a rotina diária de estudo e realização de tarefas, sob o olhar sensível da família, bem como sua estimulação e incentivos; - Mediar e negociar nos momentos de conflitos; - Valorizar as potencialidades e habilidades; - Estimular a participar de atividades coletivas com demais crianças e seus familiares; Downloaded by Luciana Carvalho (lucarvalhopsicopedagoga@gmail.com) lOMoARcPSD|11784279
  • 10. Ana Carolina Gonçalves Psicopedagoga – CRPp Sindical 267 Neuropsicopedagoga – SBNPp 1.186 Educadora Especial – Pesquisadora do Autismo AVALIAÇÃO NEUROPSICOPEDAGÓGICA Coloco-me à disposição para quaisquer outros esclarecimentos. Atenciosamente, _____________________________ Ana Carolina Gonçalves Psicopedagoga – CRPp Sindical 267 Neuropsicopedagoga – SBNPp 1.186 Downloaded by Luciana Carvalho (lucarvalhopsicopedagoga@gmail.com) lOMoARcPSD|11784279