NHINGUITIMO Luís Bernardo Honwana
Luís Bernardo Honwana <ul><li>Luís Bernardo Honwana nasceu na capital de Moçambique em 1942.Muito jovem publicou (1964) se...
Nós matamos o cão tinhoso <ul><li>As qualidades literárias desse livro ainda mantêm Honwana em evidência, embora não tenha...
A violência da sociedade colonial  <ul><li>Em seu livro Luís Bernardo aborda as relações entre colonizadores e colonizados...
Trechos do conto: <ul><li>“ Essencialmente prática, a rola sacrifica no seu vôo a graça de uma pirueta e a amplitude de um...
O nhinguitimo <ul><li>“ O nhinguitimo irrompe pelo vale e varre instantaneamente a poeira que enche o ar. Célere, vasculha...
Como seria possível esquecer aquela noite, caramba?! <ul><li>“ ...só eram admitidas pessoas “ da nossa melhor sociedade.” ...
<ul><li>“Sabes...Eu não sei se eles não ficarão zangados por teres tanto dinheiro...Eles são capazes de não gostar disso.....
“Eu nasci naquela terra... <ul><li>O  meu pai também nasceu lá. Toda a minha família é de Goana.... Os meus avós todos est...
Conscientização <ul><li>“ Poça, aquilo tinha que mudar!.....” </li></ul>
 
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Nhinguitimo

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Análise de conto moçambicano.

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Nhinguitimo

  1. 1. NHINGUITIMO Luís Bernardo Honwana
  2. 2. Luís Bernardo Honwana <ul><li>Luís Bernardo Honwana nasceu na capital de Moçambique em 1942.Muito jovem publicou (1964) seu livro de contos – Nós matamos o cão tinhoso - considerado pela crítica como um dos alicerces da narrativa moçambicana. </li></ul>
  3. 3. Nós matamos o cão tinhoso <ul><li>As qualidades literárias desse livro ainda mantêm Honwana em evidência, embora não tenha publicado nada mais até hoje, em boa parte porque esteve envolvido com a luta armada(militante da Frente de Libertação de Moçambique – FRELIMO) e posteriormente com a administração do novo país. </li></ul>
  4. 4. A violência da sociedade colonial <ul><li>Em seu livro Luís Bernardo aborda as relações entre colonizadores e colonizados – os dois pólos sociais preponderantes da situação colonial. </li></ul><ul><li>Personagens: o universo dos personagens com as quais o protagonista convive ou a quem enfrenta é outra marca da condição desprestigiante à qual está condenado o africano. </li></ul>
  5. 5. Trechos do conto: <ul><li>“ Essencialmente prática, a rola sacrifica no seu vôo a graça de uma pirueta e a amplitude de uma curva à necessidade de chegar mais depressa.” </li></ul><ul><li>“ O seu canto não tem tempo de ser musical, é imediatamente triste...” </li></ul><ul><li>“ Cantando a rola não lamenta, como fazem muitos outros pássaros, acusa. Entristece o vale.” </li></ul>
  6. 6. O nhinguitimo <ul><li>“ O nhinguitimo irrompe pelo vale e varre instantaneamente a poeira que enche o ar. Célere, vasculha as matas, as micaias, que gemem de aflição.” </li></ul>
  7. 7. Como seria possível esquecer aquela noite, caramba?! <ul><li>“ ...só eram admitidas pessoas “ da nossa melhor sociedade.” </li></ul><ul><li>“ Caramba, ainda hoje parece-me sentir no ombro o rude impacto do encontrão que o tipo me deu quando, com seu andar desengonçado, passou pela mesa da malta!” </li></ul>
  8. 8. <ul><li>“Sabes...Eu não sei se eles não ficarão zangados por teres tanto dinheiro...Eles são capazes de não gostar disso...” </li></ul><ul><li>“...eu não mato nem roubo: como o que ganho no trabalho:gasto o dinheiro com minha família:pago o imposto...” </li></ul>
  9. 9. “Eu nasci naquela terra... <ul><li>O meu pai também nasceu lá. Toda a minha família é de Goana.... Os meus avós todos estão lá enterrados....” </li></ul><ul><li>“ Caramba, como é que é possível haver tipos como eu? Enquanto eu matava rolas e jogava sete-e-meio aconteciam uma data de coisas e eu nem me impressionava! </li></ul>
  10. 10. Conscientização <ul><li>“ Poça, aquilo tinha que mudar!.....” </li></ul>

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