SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 20
Trabalho de

                  Gasol
                  Química


                  ina

Componentes:
♣ Denise Gleyse Beckster   ♣ Emilly Rakelle
♣ Lucas Roberto            ♣ Janayna Pacheco
♣ Taynara Moreira          ♣ Bruno Maximiano
* Gasolina *
A utilização do petróleo como fonte de energia foi essencial para garantir o
desenvolvimento industrial verificado durante o século XX.
Através da sua destilação fracionada, pode-se obter vários produtos
derivados de grande importância econômica, tais como o gás natural, o
querosene, o diesel, os óleos lubrificantes, a parafina e o asfalto. Mas a
fração do petróleo que apresenta maior valor comercial é a gasolina.
            “Gasolina, é o derivado mais nobre e importante
                        atualmente do petróleo”
            A gasolina é um combustível constituído basicamente por
            hidrocarbonetos (compostos orgânicos que contém átomos de
            carbono e hidrogênio) e, em menor quantidade, por produtos
            oxigenados (produtos que possuem átomos de oxigênio em sua
            formula química).
*COMPONENTES DA GASOLINA*
♣ Os hidrocarbonetos são, em geral, mais "leves" do que aqueles que
  compõem o óleo diesel, pois são formados por moléculas de menor
  cadeia carbônica (normalmente de 4 a 12 átomos de carbono).
♣ Maioritariamente composta por alcanos e alguns hidrocarbonetos
  aromáticos, lefínicos e saturados. A mistura pode conter hidrocarbonetos
  de C6 a C12 mas é principalmente constituída por octano : C8H18.

♣ Além dos hidrocarbonetos e dos oxigenados, a gasolina também pode
  conter compostos de enxofre e compostos de nitrogênio e compostos
  metálicos, todos eles em baixas concentrações. A faixa de destilação da
  gasolina automotiva varia de 30 a 220 C.
“Esta é a fórmula química da gasolina pura, porém esta não é encontrada
                       nas bombas de combustíveis”



                                               Gasolina (C8H18)



  Assim, a reação química que põe um motor de combustão interna de um
automóvel a gasolina em funcionamento pode escrever-se da seguinte forma:


          2C8H18(l) + 25O2(g)     →     16CO2(g) + 18H2O(g)
COMPOSIÇÃO DA GASOLINA
A gasolina básica (sem oxigenados) possui uma composição complexa. A sua
formulação pode demandar a utilização de diversas correntes nobres oriundas
do processamento do petróleo como nafta DD (produto obtido a partir da
destilação direta do petróleo), nafta craqueada que é obtida a partir da quebra
de moléculas de hidrocarbonetos mais pesados (gasóleos), nafta reformada
(obtida de um processo que aumenta a quantidade de substâncias aromáticas)
e nafta de coque, obtida através do processo de craqueamento, nafta
alquilada (de um processo que produz iso-parafinas de alta octanagem a
partir de iso-butanos e olefinas), etc.
♣ Quanto maior a octanagem (número de moléculas com octanos) da
    gasolina maior será a sua resistência à detonação espontânea.




                                                                         Emilly
* Gasolina *
Em nome da eficiência da máquina, uma das principais preocupações da engenharia é o
controle da queima da mistura gasolina-ar dentro de cada cilindro de modo a obter uma
expansão suave da mistura gasosa. É que nos cilindros de motores de combustão
interna, pode acontecer a detonação ─ combustão prematura da gasolina- durante a
compressão exercida pelo pistão, o que origina uma diminuição na eficiência da
conversão da energia da combustão em energia mecânica.


Foi então estabelecida uma escala para medir a tendência à detonação de uma gasolina.

Nesta escala considera-se, arbitrariamente, que um composto C8 ramificado (isooctano)
tem um número de octanas igual a 100, e que o n-pentano, um composto de cadeia linear
tem 0. Quando uma gasolina é referida como sendo de 95 octanas, significa que ela
oferece uma resistência à compressão equivalente a uma mistura de: 5% de n-heptano +
95% de isoctano (testada em laboratório).




                                                                                   Emilly
♣ O número de octanas de uma gasolina é então a percentagem de isooctano
   e n-heptano, que tem as mesmas características de detonação que a
   gasolina.
 ♣ A gasolina de elevado número de octanas (resiste à compressão) sofre
   combustão diante da faísca produzida pela vela do motor, estando nesse
   momento sujeita na sua mistura com o ar, à compressão máxima.

 ♣ Assim, quanto maior for o número de octanas de um combustível mais
    eficiente será a sua ação num motor de combustão interna.
Em relação ao número de octanas que uma gasolina pode oferecer sabe-se que:

♣ Alcanos ramificados têm número de octanas maior do que alcanos de cadeia
  linear.

♣ Hidrocarbonetos aromáticos têm número de octanas muito elevado.
♣ Para aumentar o número de octanas na fracção gasolina, submetem-se os
  alcanos dessa fracção a processos que incluem a isomerização e
  aromatização.
                                                                      Jana
♣ No processo de isomerização, os alcanos de cadeia linear são transformados
  em alcanos isómeros ramificados:
♣ No processo de aromatização, os alcanos de cadeia linear são transformados
   em hidrocarbonetos aromáticos:

♣ A qualidade da gasolina é ainda melhorada pela adição de substâncias
   denominadas "anti-detonantes".
♣ Para minimizar a detonação, as gasolinas sem chumbo contêm agora uma
   maior proporção de hidrocarbonetos de cadeia ramificada, tais como o
   2,2,3-trimetilbutano e o metil tert-butil éter (MTBE) que também atua como
   agente anti-detonante.
               Apesar de tudo, o rendimento real de um motor de explosão
               que funcione com gasolina é apenas cerca de 23%, quer isto
               dizer que por cada 100 J de energia potencial química
               (gasolina), sujeita a investimento na bomba, só 23 J serão
               transformados em energia útil, isto é em trabalho mecânico,
               a maior parte da energia é dissipada sob a forma de calor...
                                                                Lucas
Como a Gasolina é Obtida?
 A gasolina é obtida do petróleo bruto
  bombeado do solo. Este líquido contém
  hidrocarbonetos que ligam-se em
  cadeias de diferentes comprimentos. Os
  diferentes comprimentos das cadeias
  têm diferentes pontos de ebulição e
  podem ser separadas por destilação
  fracionada.

 As cadeias de C7H16 até C11H24 são
  misturadas e usadas para fazer gasolina.
  Todas elas evaporam a temperaturas
  abaixo do ponto de ebulição da água. É
  por isso que a gasolina evapora tão
  rápido quando é derramada no chão.


                                             Lucas
Como se Obtém a Gasolina através do Petróleo
Octanagem

Octanagem é a denominação dada à capacidade que um combustível tem
de resistir à compressão, sem entrar em processo de detonação (queima
espontânea da mistura).Quanto maior a octanagem, maior será a
resistência a esse fenômeno, muito prejudicial ao motor.


Gasolina de baixa octanagem               Gasolina de alta octanagem
(não resiste à compressão)                (resiste à compressão) sofre
sofre combustão prematura,                combustão diante de uma
pela simples compressão                   faísca produzida pela vela do
                                          motor.




                                                              Bruno
Heptano (valor 0)
Menor resistência á combustão por
           compressão
                                               O índice de octanagem da
                                               gasolina brasileira é 86,
                                               ou seja, comporta-se
                                               como      uma      mistura
                                               contendo 86% deis octano
                                               e 14% de heptano.

            isooctano (valor 100)
Maior resistência á combustão por compressão
Teor de Álcool da Gasolina
Gasolina no Brasil
♣ Desde janeiro de 1992, a gasolina brasileira é isenta de chumbo. O chumbo
  era utilizado mundialmente para aumentar a octanagem da gasolina, mas,
  por questões ambientais, vem sendo gradualmente eliminado. O Brasil foi
  um dos pioneiros na eliminação deste componente da gasolina.




                                        Antidetonante da gasolina
        Tetraetil - chumbo               abolido a alguns anos.




           Tetraetil - chumbo
Gasolina no Brasil
No Brasil, é utilizada uma gasolina única no mundo, pois trata-se de uma
mistura de 76% de gasolina e 24% de álcool etílico (etanol). O teor de álcool
na gasolina é especificado pela Agência Nacional do Petróleo - ANP, e é
objeto de lei federal. Atualmente, estão à disposição dos consumidores
brasileiros três tipos de gasolina: comum, comum aditivada e alta octanagem.
O preço da gasolina no Brasil já está 80% acima do verificado nos Estados Unidos,
segundo uma pesquisa feita pelo professor de economia Alcides Leite.
Compare o preço da gasolina (em dólar) em 7 países, segundo levantamento:

     Noruega                                     2,76
     Grécia                                      2,53
     França                                      2,10
     Brasil                                      1,75
     Estados Unidos                              0,97
     Argentina                                   0,84
     México                                      0,75
Gasolina Adulterada
♣ Gasolina adulterada é caracterizada pela adição irregular de qualquer
  matéria, sem recolhimento de impostos, com vistas à obtenção de lucro.
  Ela recebe elementos que a diferenciam da gasolina comum, como o
  dióxido de enxofre e solventes.




                                                             Taynara
OBRIGADO
  PELA
ATENÇÃO

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Cinetica quimica
Cinetica quimicaCinetica quimica
Cinetica quimicaLiana Maia
 
Reações orgânicas
Reações orgânicasReações orgânicas
Reações orgânicasparamore146
 
Balanceamento de equações químicas
Balanceamento de equações químicasBalanceamento de equações químicas
Balanceamento de equações químicasRafael Nishikawa
 
Quimica SoluçõEs
Quimica SoluçõEsQuimica SoluçõEs
Quimica SoluçõEsThiago
 
Estudo dos gases slides
Estudo dos gases   slidesEstudo dos gases   slides
Estudo dos gases slidesMicaela Neiva
 
Acidos carboxilicos e esteres
Acidos carboxilicos e esteresAcidos carboxilicos e esteres
Acidos carboxilicos e esteresKamila Brito
 
1. introdução a química
1. introdução a química1. introdução a química
1. introdução a químicaRebeca Vale
 
Forca e Nomenclatura dos Ácidos
Forca e Nomenclatura dos ÁcidosForca e Nomenclatura dos Ácidos
Forca e Nomenclatura dos ÁcidosHebertty Dantas
 
Química Orgânica: introdução ao estudo do carbono
Química Orgânica: introdução ao estudo do carbonoQuímica Orgânica: introdução ao estudo do carbono
Química Orgânica: introdução ao estudo do carbonoCarlos Priante
 
8. tabela periódica
8. tabela periódica8. tabela periódica
8. tabela periódicaRebeca Vale
 
Equilíbrio químico
Equilíbrio químicoEquilíbrio químico
Equilíbrio químicoCarlos Kramer
 
ppt Química orgânica
ppt Química orgânicappt Química orgânica
ppt Química orgânicaJoyce Fagundes
 

Mais procurados (20)

Cinetica quimica
Cinetica quimicaCinetica quimica
Cinetica quimica
 
Reações Químicas
Reações QuímicasReações Químicas
Reações Químicas
 
Reações orgânicas
Reações orgânicasReações orgânicas
Reações orgânicas
 
Balanceamento de equações químicas
Balanceamento de equações químicasBalanceamento de equações químicas
Balanceamento de equações químicas
 
Equilíbrio iônico
Equilíbrio iônicoEquilíbrio iônico
Equilíbrio iônico
 
Quimica SoluçõEs
Quimica SoluçõEsQuimica SoluçõEs
Quimica SoluçõEs
 
Número de oxidação (Nox)
Número de oxidação (Nox)Número de oxidação (Nox)
Número de oxidação (Nox)
 
Estudo dos gases slides
Estudo dos gases   slidesEstudo dos gases   slides
Estudo dos gases slides
 
Acidos carboxilicos e esteres
Acidos carboxilicos e esteresAcidos carboxilicos e esteres
Acidos carboxilicos e esteres
 
Hidrocarbonetos
HidrocarbonetosHidrocarbonetos
Hidrocarbonetos
 
1. introdução a química
1. introdução a química1. introdução a química
1. introdução a química
 
Forca e Nomenclatura dos Ácidos
Forca e Nomenclatura dos ÁcidosForca e Nomenclatura dos Ácidos
Forca e Nomenclatura dos Ácidos
 
Cadeias carbônicas
Cadeias carbônicasCadeias carbônicas
Cadeias carbônicas
 
Química Orgânica: introdução ao estudo do carbono
Química Orgânica: introdução ao estudo do carbonoQuímica Orgânica: introdução ao estudo do carbono
Química Orgânica: introdução ao estudo do carbono
 
8. tabela periódica
8. tabela periódica8. tabela periódica
8. tabela periódica
 
Petroleo aula ppt.
Petroleo   aula ppt.Petroleo   aula ppt.
Petroleo aula ppt.
 
Petroleo
PetroleoPetroleo
Petroleo
 
Equilíbrio químico
Equilíbrio químicoEquilíbrio químico
Equilíbrio químico
 
11 aula refino do petróleo
11  aula refino do petróleo11  aula refino do petróleo
11 aula refino do petróleo
 
ppt Química orgânica
ppt Química orgânicappt Química orgânica
ppt Química orgânica
 

Destaque (20)

Gasolina
GasolinaGasolina
Gasolina
 
Petróleo e seus derivados (Gás de cozinha "GLP" E Gasolina)
Petróleo e seus derivados (Gás de cozinha "GLP"  E  Gasolina)Petróleo e seus derivados (Gás de cozinha "GLP"  E  Gasolina)
Petróleo e seus derivados (Gás de cozinha "GLP" E Gasolina)
 
Gasolina
Gasolina Gasolina
Gasolina
 
Combustiveis - Química
Combustiveis - QuímicaCombustiveis - Química
Combustiveis - Química
 
Gasolina automotiva
Gasolina automotiva  Gasolina automotiva
Gasolina automotiva
 
Aula De Quimica Organica Petroleo 2
Aula De Quimica Organica   Petroleo 2Aula De Quimica Organica   Petroleo 2
Aula De Quimica Organica Petroleo 2
 
Exemplos de compostos orgânicos
Exemplos de compostos orgânicosExemplos de compostos orgânicos
Exemplos de compostos orgânicos
 
Nomenclatura hidrocarbonetos combustiveis
Nomenclatura  hidrocarbonetos combustiveisNomenclatura  hidrocarbonetos combustiveis
Nomenclatura hidrocarbonetos combustiveis
 
Diesel
DieselDiesel
Diesel
 
Gasolina y Octanaje (Química Orgánica)
Gasolina y Octanaje (Química Orgánica)Gasolina y Octanaje (Química Orgánica)
Gasolina y Octanaje (Química Orgánica)
 
Projeto pintores
Projeto pintoresProjeto pintores
Projeto pintores
 
Combustiveis
CombustiveisCombustiveis
Combustiveis
 
Combustiveis e Lubrificantes
Combustiveis e LubrificantesCombustiveis e Lubrificantes
Combustiveis e Lubrificantes
 
Química Orgânica - Função Álcool
Química Orgânica - Função ÁlcoolQuímica Orgânica - Função Álcool
Química Orgânica - Função Álcool
 
Gasolina x Álcool
Gasolina x ÁlcoolGasolina x Álcool
Gasolina x Álcool
 
Teor de álcool na gasolina
Teor de álcool na gasolinaTeor de álcool na gasolina
Teor de álcool na gasolina
 
Conceito de estado de equilibrio
Conceito de estado de equilibrioConceito de estado de equilibrio
Conceito de estado de equilibrio
 
Eliacim aday airam pablo gasolina 3A
Eliacim aday airam pablo gasolina 3AEliacim aday airam pablo gasolina 3A
Eliacim aday airam pablo gasolina 3A
 
Palestra oficila business gás ltda
Palestra oficila business gás ltdaPalestra oficila business gás ltda
Palestra oficila business gás ltda
 
Cemitérios
CemitériosCemitérios
Cemitérios
 

Semelhante a Gasolina - Química Orgânica

Semelhante a Gasolina - Química Orgânica (20)

O que é octanagem
O que é octanagemO que é octanagem
O que é octanagem
 
Petroleo
PetroleoPetroleo
Petroleo
 
Petróleo
Petróleo Petróleo
Petróleo
 
QUIMICA AMBIENTAL PARA PRE ENEM, PROBLEMAS AMBIENTAIS
QUIMICA AMBIENTAL PARA PRE ENEM, PROBLEMAS AMBIENTAISQUIMICA AMBIENTAL PARA PRE ENEM, PROBLEMAS AMBIENTAIS
QUIMICA AMBIENTAL PARA PRE ENEM, PROBLEMAS AMBIENTAIS
 
Parte ii técnico
Parte ii  técnicoParte ii  técnico
Parte ii técnico
 
Gasolina automotiva
Gasolina automotivaGasolina automotiva
Gasolina automotiva
 
Trab quimica
Trab quimica Trab quimica
Trab quimica
 
PETROLEO.pptx
PETROLEO.pptxPETROLEO.pptx
PETROLEO.pptx
 
Petroleo e Gasolina
Petroleo e GasolinaPetroleo e Gasolina
Petroleo e Gasolina
 
Teor de ácool na gasolina
Teor de ácool na gasolinaTeor de ácool na gasolina
Teor de ácool na gasolina
 
04 combustíveis e sistemas de combustível
04   combustíveis e sistemas de combustível04   combustíveis e sistemas de combustível
04 combustíveis e sistemas de combustível
 
Hidrocarbonetos - Marco Aurélio
Hidrocarbonetos - Marco AurélioHidrocarbonetos - Marco Aurélio
Hidrocarbonetos - Marco Aurélio
 
Glossario petrobras
Glossario petrobrasGlossario petrobras
Glossario petrobras
 
Aula de Quimica Organica - Petroleo.ppt
Aula de Quimica Organica - Petroleo.pptAula de Quimica Organica - Petroleo.ppt
Aula de Quimica Organica - Petroleo.ppt
 
Aula petroleo-2010
Aula petroleo-2010Aula petroleo-2010
Aula petroleo-2010
 
Petróleo
PetróleoPetróleo
Petróleo
 
Determinação do teor de álcool em gasolina
Determinação do teor de álcool em gasolinaDeterminação do teor de álcool em gasolina
Determinação do teor de álcool em gasolina
 
Cap 4 sist combustivel
Cap 4 sist combustivelCap 4 sist combustivel
Cap 4 sist combustivel
 
"Somos Físicos" Derivados do Petróleo
"Somos Físicos" Derivados do Petróleo"Somos Físicos" Derivados do Petróleo
"Somos Físicos" Derivados do Petróleo
 
Petróleo e gasolina
Petróleo e gasolinaPetróleo e gasolina
Petróleo e gasolina
 

Mais de Lucas Castro

Análise exploratória e modelação com r parte 3
Análise exploratória e modelação com r  parte 3Análise exploratória e modelação com r  parte 3
Análise exploratória e modelação com r parte 3Lucas Castro
 
Análise exploratória e modelação com r parte 2
Análise exploratória e modelação com r  parte 2Análise exploratória e modelação com r  parte 2
Análise exploratória e modelação com r parte 2Lucas Castro
 
Análise exploratória e modelação com R parte 1
Análise exploratória e modelação com R parte 1Análise exploratória e modelação com R parte 1
Análise exploratória e modelação com R parte 1Lucas Castro
 
O Período Militar - Geografia
O Período Militar - GeografiaO Período Militar - Geografia
O Período Militar - GeografiaLucas Castro
 
Pobreza, condição de nascença, desgraça, destino
Pobreza, condição de nascença, desgraça, destinoPobreza, condição de nascença, desgraça, destino
Pobreza, condição de nascença, desgraça, destinoLucas Castro
 
O poder e o estado
O poder e o estadoO poder e o estado
O poder e o estadoLucas Castro
 
Triste fim de policarpo quaresma
Triste fim de policarpo quaresmaTriste fim de policarpo quaresma
Triste fim de policarpo quaresmaLucas Castro
 

Mais de Lucas Castro (8)

Análise exploratória e modelação com r parte 3
Análise exploratória e modelação com r  parte 3Análise exploratória e modelação com r  parte 3
Análise exploratória e modelação com r parte 3
 
Análise exploratória e modelação com r parte 2
Análise exploratória e modelação com r  parte 2Análise exploratória e modelação com r  parte 2
Análise exploratória e modelação com r parte 2
 
Análise exploratória e modelação com R parte 1
Análise exploratória e modelação com R parte 1Análise exploratória e modelação com R parte 1
Análise exploratória e modelação com R parte 1
 
O Período Militar - Geografia
O Período Militar - GeografiaO Período Militar - Geografia
O Período Militar - Geografia
 
Pobreza, condição de nascença, desgraça, destino
Pobreza, condição de nascença, desgraça, destinoPobreza, condição de nascença, desgraça, destino
Pobreza, condição de nascença, desgraça, destino
 
O poder e o estado
O poder e o estadoO poder e o estado
O poder e o estado
 
Filo Mollusca
Filo MolluscaFilo Mollusca
Filo Mollusca
 
Triste fim de policarpo quaresma
Triste fim de policarpo quaresmaTriste fim de policarpo quaresma
Triste fim de policarpo quaresma
 

Último

activIDADES CUENTO lobo esta CUENTO CUARTO GRADO
activIDADES CUENTO  lobo esta  CUENTO CUARTO GRADOactivIDADES CUENTO  lobo esta  CUENTO CUARTO GRADO
activIDADES CUENTO lobo esta CUENTO CUARTO GRADOcarolinacespedes23
 
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdf
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdfUFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdf
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdfManuais Formação
 
Modelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e Tani
Modelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e TaniModelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e Tani
Modelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e TaniCassio Meira Jr.
 
William J. Bennett - O livro das virtudes para Crianças.pdf
William J. Bennett - O livro das virtudes para Crianças.pdfWilliam J. Bennett - O livro das virtudes para Crianças.pdf
William J. Bennett - O livro das virtudes para Crianças.pdfAdrianaCunha84
 
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024Sandra Pratas
 
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptxQUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptxIsabellaGomes58
 
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chaveAula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chaveaulasgege
 
Caixa jogo da onça. para imprimir e jogar
Caixa jogo da onça. para imprimir e jogarCaixa jogo da onça. para imprimir e jogar
Caixa jogo da onça. para imprimir e jogarIedaGoethe
 
Cenários de Aprendizagem - Estratégia para implementação de práticas pedagógicas
Cenários de Aprendizagem - Estratégia para implementação de práticas pedagógicasCenários de Aprendizagem - Estratégia para implementação de práticas pedagógicas
Cenários de Aprendizagem - Estratégia para implementação de práticas pedagógicasRosalina Simão Nunes
 
Educação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SPEducação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SPanandatss1
 
Gerenciando a Aprendizagem Organizacional
Gerenciando a Aprendizagem OrganizacionalGerenciando a Aprendizagem Organizacional
Gerenciando a Aprendizagem OrganizacionalJacqueline Cerqueira
 
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029Centro Jacques Delors
 
Aula 1, 2 Bacterias Características e Morfologia.pptx
Aula 1, 2  Bacterias Características e Morfologia.pptxAula 1, 2  Bacterias Características e Morfologia.pptx
Aula 1, 2 Bacterias Características e Morfologia.pptxpamelacastro71
 
LEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃO
LEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃOLEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃO
LEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃOColégio Santa Teresinha
 
cartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdf
cartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdfcartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdf
cartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdfIedaGoethe
 
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdfSimulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdfEditoraEnovus
 
Bullying - Texto e cruzadinha
Bullying        -     Texto e cruzadinhaBullying        -     Texto e cruzadinha
Bullying - Texto e cruzadinhaMary Alvarenga
 
Slides Lição 03, Central Gospel, O Arrebatamento, 1Tr24.pptx
Slides Lição 03, Central Gospel, O Arrebatamento, 1Tr24.pptxSlides Lição 03, Central Gospel, O Arrebatamento, 1Tr24.pptx
Slides Lição 03, Central Gospel, O Arrebatamento, 1Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdfBRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdfHenrique Pontes
 

Último (20)

activIDADES CUENTO lobo esta CUENTO CUARTO GRADO
activIDADES CUENTO  lobo esta  CUENTO CUARTO GRADOactivIDADES CUENTO  lobo esta  CUENTO CUARTO GRADO
activIDADES CUENTO lobo esta CUENTO CUARTO GRADO
 
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdf
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdfUFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdf
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdf
 
Modelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e Tani
Modelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e TaniModelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e Tani
Modelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e Tani
 
William J. Bennett - O livro das virtudes para Crianças.pdf
William J. Bennett - O livro das virtudes para Crianças.pdfWilliam J. Bennett - O livro das virtudes para Crianças.pdf
William J. Bennett - O livro das virtudes para Crianças.pdf
 
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
 
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
 
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptxQUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
 
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chaveAula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
 
Caixa jogo da onça. para imprimir e jogar
Caixa jogo da onça. para imprimir e jogarCaixa jogo da onça. para imprimir e jogar
Caixa jogo da onça. para imprimir e jogar
 
Cenários de Aprendizagem - Estratégia para implementação de práticas pedagógicas
Cenários de Aprendizagem - Estratégia para implementação de práticas pedagógicasCenários de Aprendizagem - Estratégia para implementação de práticas pedagógicas
Cenários de Aprendizagem - Estratégia para implementação de práticas pedagógicas
 
Educação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SPEducação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SP
 
Gerenciando a Aprendizagem Organizacional
Gerenciando a Aprendizagem OrganizacionalGerenciando a Aprendizagem Organizacional
Gerenciando a Aprendizagem Organizacional
 
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
 
Aula 1, 2 Bacterias Características e Morfologia.pptx
Aula 1, 2  Bacterias Características e Morfologia.pptxAula 1, 2  Bacterias Características e Morfologia.pptx
Aula 1, 2 Bacterias Características e Morfologia.pptx
 
LEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃO
LEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃOLEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃO
LEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃO
 
cartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdf
cartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdfcartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdf
cartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdf
 
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdfSimulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
 
Bullying - Texto e cruzadinha
Bullying        -     Texto e cruzadinhaBullying        -     Texto e cruzadinha
Bullying - Texto e cruzadinha
 
Slides Lição 03, Central Gospel, O Arrebatamento, 1Tr24.pptx
Slides Lição 03, Central Gospel, O Arrebatamento, 1Tr24.pptxSlides Lição 03, Central Gospel, O Arrebatamento, 1Tr24.pptx
Slides Lição 03, Central Gospel, O Arrebatamento, 1Tr24.pptx
 
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdfBRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
 

Gasolina - Química Orgânica

  • 1. Trabalho de Gasol Química ina Componentes: ♣ Denise Gleyse Beckster ♣ Emilly Rakelle ♣ Lucas Roberto ♣ Janayna Pacheco ♣ Taynara Moreira ♣ Bruno Maximiano
  • 2. * Gasolina * A utilização do petróleo como fonte de energia foi essencial para garantir o desenvolvimento industrial verificado durante o século XX. Através da sua destilação fracionada, pode-se obter vários produtos derivados de grande importância econômica, tais como o gás natural, o querosene, o diesel, os óleos lubrificantes, a parafina e o asfalto. Mas a fração do petróleo que apresenta maior valor comercial é a gasolina. “Gasolina, é o derivado mais nobre e importante atualmente do petróleo” A gasolina é um combustível constituído basicamente por hidrocarbonetos (compostos orgânicos que contém átomos de carbono e hidrogênio) e, em menor quantidade, por produtos oxigenados (produtos que possuem átomos de oxigênio em sua formula química).
  • 3. *COMPONENTES DA GASOLINA* ♣ Os hidrocarbonetos são, em geral, mais "leves" do que aqueles que compõem o óleo diesel, pois são formados por moléculas de menor cadeia carbônica (normalmente de 4 a 12 átomos de carbono). ♣ Maioritariamente composta por alcanos e alguns hidrocarbonetos aromáticos, lefínicos e saturados. A mistura pode conter hidrocarbonetos de C6 a C12 mas é principalmente constituída por octano : C8H18. ♣ Além dos hidrocarbonetos e dos oxigenados, a gasolina também pode conter compostos de enxofre e compostos de nitrogênio e compostos metálicos, todos eles em baixas concentrações. A faixa de destilação da gasolina automotiva varia de 30 a 220 C.
  • 4. “Esta é a fórmula química da gasolina pura, porém esta não é encontrada nas bombas de combustíveis” Gasolina (C8H18) Assim, a reação química que põe um motor de combustão interna de um automóvel a gasolina em funcionamento pode escrever-se da seguinte forma: 2C8H18(l) + 25O2(g) → 16CO2(g) + 18H2O(g)
  • 5. COMPOSIÇÃO DA GASOLINA A gasolina básica (sem oxigenados) possui uma composição complexa. A sua formulação pode demandar a utilização de diversas correntes nobres oriundas do processamento do petróleo como nafta DD (produto obtido a partir da destilação direta do petróleo), nafta craqueada que é obtida a partir da quebra de moléculas de hidrocarbonetos mais pesados (gasóleos), nafta reformada (obtida de um processo que aumenta a quantidade de substâncias aromáticas) e nafta de coque, obtida através do processo de craqueamento, nafta alquilada (de um processo que produz iso-parafinas de alta octanagem a partir de iso-butanos e olefinas), etc. ♣ Quanto maior a octanagem (número de moléculas com octanos) da gasolina maior será a sua resistência à detonação espontânea. Emilly
  • 6. * Gasolina * Em nome da eficiência da máquina, uma das principais preocupações da engenharia é o controle da queima da mistura gasolina-ar dentro de cada cilindro de modo a obter uma expansão suave da mistura gasosa. É que nos cilindros de motores de combustão interna, pode acontecer a detonação ─ combustão prematura da gasolina- durante a compressão exercida pelo pistão, o que origina uma diminuição na eficiência da conversão da energia da combustão em energia mecânica. Foi então estabelecida uma escala para medir a tendência à detonação de uma gasolina. Nesta escala considera-se, arbitrariamente, que um composto C8 ramificado (isooctano) tem um número de octanas igual a 100, e que o n-pentano, um composto de cadeia linear tem 0. Quando uma gasolina é referida como sendo de 95 octanas, significa que ela oferece uma resistência à compressão equivalente a uma mistura de: 5% de n-heptano + 95% de isoctano (testada em laboratório). Emilly
  • 7. ♣ O número de octanas de uma gasolina é então a percentagem de isooctano e n-heptano, que tem as mesmas características de detonação que a gasolina. ♣ A gasolina de elevado número de octanas (resiste à compressão) sofre combustão diante da faísca produzida pela vela do motor, estando nesse momento sujeita na sua mistura com o ar, à compressão máxima. ♣ Assim, quanto maior for o número de octanas de um combustível mais eficiente será a sua ação num motor de combustão interna. Em relação ao número de octanas que uma gasolina pode oferecer sabe-se que: ♣ Alcanos ramificados têm número de octanas maior do que alcanos de cadeia linear. ♣ Hidrocarbonetos aromáticos têm número de octanas muito elevado. ♣ Para aumentar o número de octanas na fracção gasolina, submetem-se os alcanos dessa fracção a processos que incluem a isomerização e aromatização. Jana
  • 8. ♣ No processo de isomerização, os alcanos de cadeia linear são transformados em alcanos isómeros ramificados: ♣ No processo de aromatização, os alcanos de cadeia linear são transformados em hidrocarbonetos aromáticos: ♣ A qualidade da gasolina é ainda melhorada pela adição de substâncias denominadas "anti-detonantes". ♣ Para minimizar a detonação, as gasolinas sem chumbo contêm agora uma maior proporção de hidrocarbonetos de cadeia ramificada, tais como o 2,2,3-trimetilbutano e o metil tert-butil éter (MTBE) que também atua como agente anti-detonante. Apesar de tudo, o rendimento real de um motor de explosão que funcione com gasolina é apenas cerca de 23%, quer isto dizer que por cada 100 J de energia potencial química (gasolina), sujeita a investimento na bomba, só 23 J serão transformados em energia útil, isto é em trabalho mecânico, a maior parte da energia é dissipada sob a forma de calor... Lucas
  • 9. Como a Gasolina é Obtida?  A gasolina é obtida do petróleo bruto bombeado do solo. Este líquido contém hidrocarbonetos que ligam-se em cadeias de diferentes comprimentos. Os diferentes comprimentos das cadeias têm diferentes pontos de ebulição e podem ser separadas por destilação fracionada.  As cadeias de C7H16 até C11H24 são misturadas e usadas para fazer gasolina. Todas elas evaporam a temperaturas abaixo do ponto de ebulição da água. É por isso que a gasolina evapora tão rápido quando é derramada no chão. Lucas
  • 10. Como se Obtém a Gasolina através do Petróleo
  • 11.
  • 12.
  • 13. Octanagem Octanagem é a denominação dada à capacidade que um combustível tem de resistir à compressão, sem entrar em processo de detonação (queima espontânea da mistura).Quanto maior a octanagem, maior será a resistência a esse fenômeno, muito prejudicial ao motor. Gasolina de baixa octanagem Gasolina de alta octanagem (não resiste à compressão) (resiste à compressão) sofre sofre combustão prematura, combustão diante de uma pela simples compressão faísca produzida pela vela do motor. Bruno
  • 14. Heptano (valor 0) Menor resistência á combustão por compressão O índice de octanagem da gasolina brasileira é 86, ou seja, comporta-se como uma mistura contendo 86% deis octano e 14% de heptano. isooctano (valor 100) Maior resistência á combustão por compressão
  • 15. Teor de Álcool da Gasolina
  • 16. Gasolina no Brasil ♣ Desde janeiro de 1992, a gasolina brasileira é isenta de chumbo. O chumbo era utilizado mundialmente para aumentar a octanagem da gasolina, mas, por questões ambientais, vem sendo gradualmente eliminado. O Brasil foi um dos pioneiros na eliminação deste componente da gasolina. Antidetonante da gasolina Tetraetil - chumbo abolido a alguns anos. Tetraetil - chumbo
  • 17.
  • 18. Gasolina no Brasil No Brasil, é utilizada uma gasolina única no mundo, pois trata-se de uma mistura de 76% de gasolina e 24% de álcool etílico (etanol). O teor de álcool na gasolina é especificado pela Agência Nacional do Petróleo - ANP, e é objeto de lei federal. Atualmente, estão à disposição dos consumidores brasileiros três tipos de gasolina: comum, comum aditivada e alta octanagem. O preço da gasolina no Brasil já está 80% acima do verificado nos Estados Unidos, segundo uma pesquisa feita pelo professor de economia Alcides Leite. Compare o preço da gasolina (em dólar) em 7 países, segundo levantamento: Noruega 2,76 Grécia 2,53 França 2,10 Brasil 1,75 Estados Unidos 0,97 Argentina 0,84 México 0,75
  • 19. Gasolina Adulterada ♣ Gasolina adulterada é caracterizada pela adição irregular de qualquer matéria, sem recolhimento de impostos, com vistas à obtenção de lucro. Ela recebe elementos que a diferenciam da gasolina comum, como o dióxido de enxofre e solventes. Taynara