Descupinização - Aprenda um pouco!

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Aprenda um pouco sobre os cupins!

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Descupinização - Aprenda um pouco!

  1. 1. CONTROLE DE CUPINS EM ÁREAS URBANAS
  2. 2. Área de Infestação de Cupins Distribuição Mundial <ul><li>2500 espécies descritas no mundo </li></ul><ul><li>250 no Brasil </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Operárias </li></ul><ul><ul><ul><li>Responsável pelos serviços da colônia (obtenção de alimento, construção e conservação do ninho, eliminação de indivíduos doentes. </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Soldados </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Função de defesa do ninho e proteção dos operários durante a busca de alimentos. Possuem um par de mandíbulas (exceto Nasutitermes ) </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Alados </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Formados uma vez por ano para o vôo nupcial (conhecidos como “Siriris”). O vôo ocorre normalmente entre 17 e 20hs, no início da primavera, período em que existe grande umidade (em São Paulo, este período é de Agosto à Dezembro) </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Rainha </li></ul></ul><ul><ul><li>Possui unicamente a função reprodutiva. É responsável pela continuidade da espécie. </li></ul></ul>CICLO CUPIM
  4. 4. Trofalaxia Troca de conteúdo bucal (feromônios, alimento, água) entre indivíduos de uma mesma colônia . Operária Operária Soldado Rainha e Rei Alados
  5. 5. Espécies de Cupim A identificação de cupins baseia-se, em muitos casos, na comparação das características de indivíduos da casta dos soldados. Para fins práticos apenas para reconhecimento.
  6. 6. Espécies <ul><ul><li>Coptotermes gestrói </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Biologia </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Constroem seus ninhos </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>(do tipo cartonado) no solo. </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>São constituídos por madeira, saliva e fezes, cimentados. São colônias mais vigorosas e agressivas, com milhões de indivíduos. </li></ul></ul></ul></ul>
  7. 7. Syntermes sp. <ul><ul><ul><li>Biologia </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Possuem hábitos noturnos ou crepusculares </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Formam caminhos em forma de proteção </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>São muito confundidos com saúvas </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Infestam gramados amarelando e secando dificultando a rebrota </li></ul></ul></ul></ul>
  8. 8. <ul><li>Nasutitermes </li></ul><ul><ul><ul><li>Biologia </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Estabelecem suas colônias nas partes altas das edificações preferencialmente. </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Possuem grande capacidade de forrageamento, com inúmeras galerias. </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Em ambientes naturais constroem ninhos nas árvores </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Os danos provocados são grandes. </li></ul></ul></ul></ul>
  9. 9. <ul><ul><li>Cryptotermes Brevis </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Biologia </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Não vivem no solo. </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Estabelecem suas colônias na madeira e não constrõem túneis. </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Suas colônias são de pequeno tamanho - uma colônia de 15 anos irá apresentar, em média, 3.000 indivíduos. </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Os danos provocados são pequenos,mas devido às reinfestações, formam-se inúmeras colônias, agravando o problema. </li></ul></ul></ul></ul>
  10. 10. Brocas de Madeira Seca (Ordem Coleoptera ) <ul><li>Lyctus brunneus </li></ul><ul><li>Anobium punctatum </li></ul><ul><li>São espécies xilófagas na maioria das vezes (alimentam-se de madeira ) </li></ul><ul><li>Pequenos besouros de coloração escura, geralmente medindo de 1á 9 mm; </li></ul><ul><li>Metamorfose completa; </li></ul><ul><li>Danificam móveis, portas, batentes, madeiramento de telhados, etc; </li></ul><ul><li>A fêmea deposita seus ovos ( de 20 à 80 ) nos vasos das madeiras, em frestas ou antigos orifícios de emergência; </li></ul><ul><li>Toda a fase larval se dá no interior da madeira(esta fase pode durar até 2 anos) </li></ul><ul><li>Sintoma de ataque: resíduo muito fino (semelhante ao talco), expelindo pelo orifício de emergência do inseto adulto; </li></ul>
  11. 11. Condições favoráveis à infestação <ul><li>São falhas na construção, normalmente entre um andar e outro, pouco ventiladas, com grande umidade, onde existe um acúmulo de restos de materiais (entulhos e madeira), tornando-se um local ideal para instalação de uma colônia. </li></ul><ul><li>Vãos Livres (conhecidos como “caixões perdidos”) </li></ul>
  12. 12. Condições favoráveis à infestação <ul><li>Árvores (troncos, raízes e galhos) </li></ul><ul><li>A decomposição desse material celulósico serve de fonte de alimento para cupins. É comum encontrar ninhos de cupins nesses locais. Quando as mesmas forem podadas, o ideal é retirar os restos do local. </li></ul>
  13. 13. Condições favoráveis à infestação <ul><li>Solos de Construção sem Tratamento </li></ul><ul><li>Não é comum por parte das construtoras realizar tratamentos no solo antes da construção, entretanto, poderíamos seguir exemplos de outros países que adotam esta tecnologia preventiva. </li></ul>
  14. 15. Vistoria em Prédio
  15. 16. Indícios de infestações
  16. 17. Locais típicos de Infestação Fiação elétrica Quadro de disjuntores Parede interna Junta de dilatação Trilha parede interna Cupim in loco
  17. 18. EXECUÇÃO DE BARREIRA QUÍMICA
  18. 19. TRATAMENTO DO MADEIRAMENTO FIXO
  19. 20. TRATAMENTO DAS SANCAS DE GESSO
  20. 21. TRATAMENTO DE AZULEJOS
  21. 22. TRATAMENTO DO MADEIRAMENTO DO TELHADO
  22. 23. TRATAMENTO REDE ELÉTRICA
  23. 24. TRATAMENTO ÁREAS VERDES
  24. 25. Controle em Madeiras
  25. 26. Somente utilizada esta metodologia em objetos que não são permitidos a utilização de controle líquido, o material deverá ser lonado e fechado.
  26. 27. Controle e Monitoramento com Iscas
  27. 28. Controle Através Efeito Dominó

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