PPGCOM-UFSM Mestrado em Comunicação Midiática Linha: Mídia e Estratégias Comunicacionais Legitimação institucional do jorn...
COMISSÃO EXAMINADORA Drª Elizabeth Saad – USP Drª Raquel Recuero – UCPEL Drª Rejane Pozzobon – UFSM <ul><li>Legitimação in...
<ul><li>Tema:   </li></ul><ul><li>estratégias de legitimação institucional emergentes no conteúdo das organizações jornalí...
<ul><li>Objetivos </li></ul><ul><li>Geral: </li></ul><ul><li>Compreender as estratégias de legitimação institucional do jo...
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<ul><li>Noções fundamentais do estudo </li></ul><ul><li>Legitimação e instituição </li></ul><ul><li>Jornalismo informativo...
Capítulos 1  LEGITIMAÇÃO INSTITUCIONAL DO JORNALISMO INFORMATIVO PELO PAPEL DE MEDIAÇÃO 1.1 INSTITUIÇÃO E LEGITIMAÇÃO 1.2 ...
Capítulos 2  MÍDIAS SOCIAIS DIGITAIS: CRISE DE LEGITIMAÇÃO E DESINTERMEDIAÇÃO INSTITUCIONAL 2.1 A LÓGICA DA COMUNICAÇÃO NO...
Capítulos 3  TWITTER: CARACTERÍSTICAS E FUNCIONALIDADES COMO MÍDIA SOCIAL 3.1 BREVE HISTÓRICO DO TWITTER 3.2 O TWITTER COM...
Capítulos 4  ESTRATÉGIAS DO JORNALISMO INFORMATIVO NAS MÍDIAS SOCIAIS DIGITAIS: POSSIBILIDADES PARA A LEGITIMAÇÃO 4.1 ESTR...
Capítulos 5  ZERO HORA NO TWITTER: ESTRATÉGIAS EMERGENTES DE LEGITIMAÇÃO INSTITUCIONAL 5.1 O JORNAL ZERO HORA NA WEB   5.1...
Capítulos 5  ZERO HORA NO TWITTER: ESTRATÉGIAS EMERGENTES DE LEGITIMAÇÃO INSTITUCIONAL Objetivo:  apresentar o trabalho de...
5.1.1 Zero Hora no Twitter  <<voltar
Constituição das categorias de análise   <<voltar Menção a outro perfil do Twitter, seja leitor, fonte ou jornalista, com ...
<ul><li>5.2.2 Primeira etapa da AC: corpus 1 – o #temporalrs  <<voltar </li></ul><ul><li>18/11/2009 a 18/12/2009 - Total d...
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Corpus 2 – difusão de informações  <<voltar
Corpus 2 – participação  <<voltar
Corpus 2 – compartilhamento <<voltar
Corpus 2 – conversação   <<voltar
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<ul><li>Entrevistas – set. 2010  avançar >> </li></ul><ul><li>Bárbara Nickel </li></ul><ul><li>Na ZH desde 2007; editora d...
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Defesa 11 março 2011

  1. 1. PPGCOM-UFSM Mestrado em Comunicação Midiática Linha: Mídia e Estratégias Comunicacionais Legitimação institucional do jornalismo informativo nas mídias sociais digitais: estratégias emergentes no conteúdo de Zero Hora no Twitter DISSERTAÇÃO DE MESTRADO Mestranda: Luciana Menezes Carvalho Orientadora: Drª Eugenia Mariano da Rocha Barichello Santa Maria, 11 de março de 2011.
  2. 2. COMISSÃO EXAMINADORA Drª Elizabeth Saad – USP Drª Raquel Recuero – UCPEL Drª Rejane Pozzobon – UFSM <ul><li>Legitimação institucional do jornalismo informativo nas mídias sociais digitais: estratégias emergentes no conteúdo de Zero Hora no Twitter </li></ul>Santa Maria, 11 de março de 2011.
  3. 3. <ul><li>Tema: </li></ul><ul><li>estratégias de legitimação institucional emergentes no conteúdo das organizações jornalísticas nas mídias sociais digitais. </li></ul><ul><li>Questão / Problema: </li></ul><ul><li>Quais são e como são desenvolvidas estratégias de legitimação das organizações jornalísticas por meio de práticas informativas nas mídias sociais digitais? </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Objetivos </li></ul><ul><li>Geral: </li></ul><ul><li>Compreender as estratégias de legitimação institucional do jornalismo informativo nas mídias sociais digitais. </li></ul><ul><li>Específicos: </li></ul><ul><li>reconhecer usos institucionais do Twitter por Zero Hora; </li></ul><ul><li>identificar estratégias de legitimação institucional emergentes nas postagens de Zero Hora no Twitter; </li></ul><ul><li>observar como Zero Hora desenvolve seu papel de mediação informativa no uso do Twitter como mídia social; </li></ul><ul><li>analisar a relação entre o papel de mediação do jornalismo e as características desintermediadoras das mídias sociais digitais . </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Percurso metodológico </li></ul><ul><li>Metodologia híbrida com foco na Análise de Conteúdo (AC) de matriz qualitativa </li></ul><ul><li>Pressuposto: relação circular entre teoria e objeto </li></ul><ul><li>Técnicas : </li></ul><ul><ul><li>AC em duas etapas; </li></ul></ul><ul><ul><li>entrevistas semi-estruturadas; </li></ul></ul><ul><ul><li>observação participante; </li></ul></ul><ul><ul><li>interpretação das estratégias emergentes com base na AC. </li></ul></ul>
  6. 6. <ul><li>Noções fundamentais do estudo </li></ul><ul><li>Legitimação e instituição </li></ul><ul><li>Jornalismo informativo </li></ul><ul><li>Mídia social digital </li></ul><ul><li>Desintermediação </li></ul><ul><li>Deslegitimação </li></ul><ul><li>Estratégia de legitimação </li></ul>
  7. 7. Capítulos 1 LEGITIMAÇÃO INSTITUCIONAL DO JORNALISMO INFORMATIVO PELO PAPEL DE MEDIAÇÃO 1.1 INSTITUIÇÃO E LEGITIMAÇÃO 1.2 O JORNALISMO INFORMATIVO COMO INSTITUIÇÃO SOCIAL 1.3 A LÓGICA DA COMUNICAÇÃO DE MASSA NO JORNALISMO INFORMATIVO 1.4 A MEDIAÇÃO INSTITUCIONAL DO JORNALISMO INFORMATIVO Objetivo: contextualizar o processo de institucionalização do jornalismo informativo e sua relação com o papel de mediação informativa que o legitima historicamente. Pricipais autores: Berger e Luckmann (1985); Barichello (2000, 2001, 2004, 2008, 2009); Rodrigues (1990, 1999); Thompson (2008); Guerra (2008); Martino (2001); Primo (2007); Sodré (2002); Traquina (1995); Charaudeau (2009); Alsina (1989).
  8. 8. Capítulos 2 MÍDIAS SOCIAIS DIGITAIS: CRISE DE LEGITIMAÇÃO E DESINTERMEDIAÇÃO INSTITUCIONAL 2.1 A LÓGICA DA COMUNICAÇÃO NOS FLUXOS DIGITAIS 2.1.1 Mídia e Midiatização 2.1.2 Mídias Sociais Digitais – Noções e Características 2.2 CRISE DE LEGITIMAÇÃO INSTITUCIONAL DO JORNALISMO: O PROBLEMA DA DESINTERMEDIAÇÃO NAS MÍDIAS SOCIAIS DIGITAIS Objetivo: discutir o pressuposto da crise de legitimação das instituições e sua exacerbação com as práticas desintermediadoras das mídias sociais digitais; definir o que são mídias sociais digitais e suas implicações para o jornalismo. Pricipais autores: Lyotard (2000); Castells (1999); Anderson (2006); Di Felice (2008); Jenkins (2008); Sodré (2002); Braga (2006); Palacios (2002); Mielniczuk (2003); Recuero (2008, 2009); Lemos (2009); Saad (2008); Boyd (2010).
  9. 9. Capítulos 3 TWITTER: CARACTERÍSTICAS E FUNCIONALIDADES COMO MÍDIA SOCIAL 3.1 BREVE HISTÓRICO DO TWITTER 3.2 O TWITTER COMO MÍDIA SOCIAL: CARACTERÍSTICAS E FUNCIONALIDADES 3.2.1 Principais usos do Twitter 3.2.1.1 Conversação 3.2.1.2 Participação 3.2.1.3 Compartilhamento 3.2.1.4 Difusão de informações Objetivo: apresentar aspectos históricos do serviço, funcionamento, características e funcionalidades, principalmente em relação aos usos informativos; justificar sua abordagem pela noção de mídia social digital. Pricipais autores: Java et al (2007); Honeycutt & Herring (2009); Recuero (2008, 2009).
  10. 10. Capítulos 4 ESTRATÉGIAS DO JORNALISMO INFORMATIVO NAS MÍDIAS SOCIAIS DIGITAIS: POSSIBILIDADES PARA A LEGITIMAÇÃO 4.1 ESTRATÉGIA NAS MÍDIAS DIGITAIS 3.2 POSSIBILIDADES ESTRATÉGICAS PARA LEGITIMAÇÃO DO JORNALISMO INFORMATIVO NAS MÍDIAS SOCIAIS DIGITAIS Objetivo: discutir possibilidades de uso estratégico das mídias sociais digitais pelo jornalismo com vistas à legitimação institucional. Pricipais autores: Pérez (2006); Saad (2003, 2008, 2009); Boyd (2010).
  11. 11. Capítulos 5 ZERO HORA NO TWITTER: ESTRATÉGIAS EMERGENTES DE LEGITIMAÇÃO INSTITUCIONAL 5.1 O JORNAL ZERO HORA NA WEB 5.1.1 Zero Hora no Twitter 5.2 A ANÁLISE DE CONTEÚDO 5.2.1 Recorte dos corpora e constituição das categorias de análise 5.2.2 Primeira etapa da AC: corpus 1 – o # temporalrs 5.2.2.1 Interpretação 5.2.3 Segunda etapa da AC: corpus 2 – a cobertura do #trânsito 5.2.3.1 Interpretação 5.2.4 O que diz a organização sobre o uso informativo do Twitter 5.3 ESTRATÉGIAS EMERGENTES: A LEGITIMAÇÃO INSTITUCIONAL DE ZERO HORA NOS USOS DO TWITTER 5.3.1 Estratégias de legitimação emergentes: primeira etapa 5.3.2 Estratégias de legitimação emergentes: segunda etapa
  12. 12. Capítulos 5 ZERO HORA NO TWITTER: ESTRATÉGIAS EMERGENTES DE LEGITIMAÇÃO INSTITUCIONAL Objetivo: apresentar o trabalho de AC com a interpretação das estratégias de legitimação institucional emergentes nos usos informativos do perfil de ZH no Twitter. Pricipais autores: Recchia (2009); Belochio (2009); Neto (1994); Stefanelli (2009, 2010); Bardin (1977); Moraes (1999); Herscovitz (2008); Duarte (2003); Ferrara (2003)
  13. 13. 5.1.1 Zero Hora no Twitter <<voltar
  14. 14. Constituição das categorias de análise <<voltar Menção a outro perfil do Twitter, seja leitor, fonte ou jornalista, com análise contextual do tweet levando em conta a intencionalidade. Conversação Intenção de replicar à rede de followers uma mensagem recebida de outrem (por meio do retweet , ou RT). Compartilhamento Interpelação aos seguidores para que enviem relatos, fotos ou vídeos sobre o acontecimento. Presença dos verbos “envie”, “mande”, “colabore”, “participe” . Participação Predomínio da função informativa do jornalismo. Intenção de divulgar manchetes, notícias da própria Zero Hora. Difusão de informações CRITÉRIO CATEGORIA
  15. 15. <ul><li>5.2.2 Primeira etapa da AC: corpus 1 – o #temporalrs <<voltar </li></ul><ul><li>18/11/2009 a 18/12/2009 - Total de 81 tweets </li></ul><ul><li>Resultado da categorização do corpus 1 </li></ul>9,87 8 “ Obrigada pelas fotos e alertas @dudupoa @demiandiniz...” Mention a outro perfil do Twitter Conversação 9,87 8 “ RT @CEEE_IMPRENSA: A energia já foi restabelecida...” Replica informações por RT Compartilhamento 14,81 12 “ Acompanhe notícias sobre os estragos do temporal e mande relatos.” Solicita colaboração na cobertura Participação 65,4 53 “ Dilma anuncia R$ 162 milhões para auxiliar vítimas de temporal no RS.” ZH informa, distribui, noticia Difusão de informações % TOTAL EXEMPLO DE TWEET CRITÉRIO CATEGORIA
  16. 16. <ul><li>Interpretação do corpus 1 <<voltar </li></ul><ul><li>Predomínio da categoria difusão de informações reforça usos informativos do Twitter apontados por pesquisas anteriores. </li></ul><ul><li>O uso principal reproduz o papel de mediação informativa do jornalismo. </li></ul><ul><li>A ferramenta é utilizada como suporte noticioso por ZH, mas com a incorporação de funcionalidades da mídia digital. </li></ul>
  17. 17. <ul><li>5.2.3 Segunda etapa da AC: corpus 2 – cobertura do #trânsito </li></ul><ul><li><<voltar </li></ul><ul><li>Posts entre 05/12/2010 e 05/01/2011 – 141 tweets </li></ul><ul><li>Resultado da categorização do corpus 2 </li></ul>3,5 5 “@ thlindemann A RS tem fluxo tranquilo...” Mention a outro perfil do Twitter Conversação 65,7 92 “RT @ transitozh : volta do litoral...” Replica informações por RT Compartilhamento 4,2 6 “Se estiver pegando a estrada de carona ou de ônibus... .” Solicita colaboração na cobertura Participação 26,4 37 “ Acidente entre 3 veículos...” ZN informa, distribui, noticia Difusão de informações % TOTAL EXEMPLO DE TWEET CRITÉRIO CATEGORIA
  18. 18. Corpus 2 – difusão de informações <<voltar
  19. 19. Corpus 2 – participação <<voltar
  20. 20. Corpus 2 – compartilhamento <<voltar
  21. 21. Corpus 2 – conversação <<voltar
  22. 22. <ul><li>Interpretação do corpus 2 <<voltar </li></ul><ul><li>Predomínio da categoria compartilhamento de informações. </li></ul><ul><li>Compartilhamento de informações enviadas pelos seguidores. </li></ul><ul><li>Segundo uso mais frequente é a difusão. </li></ul><ul><li>Deslocamento da participação para a categoria compartilhamento. </li></ul>
  23. 23. <ul><li>Entrevistas – set. 2010 avançar >> </li></ul><ul><li>Bárbara Nickel </li></ul><ul><li>Na ZH desde 2007; editora de mídias sociais desde 2009 </li></ul><ul><li>Destaca o caráter experimental dos usos do Twitter </li></ul><ul><li>Público vê o perfil @zerohora como a organização ZH </li></ul><ul><li>Redação privilegia notícias </li></ul><ul><li>Foco no atendimento ao cliente é algo novo </li></ul><ul><li>Twitter reflete política do Grupo para meio digital </li></ul><ul><li>Perfil de ZH no Twitter x subjetividade dos editores </li></ul><ul><li>Mídia social possibilita outro tipo de relação com o leitor (bastidores, pauta...) </li></ul><ul><li>Conversa é pontual, como atendimento </li></ul><ul><li>Foco é a informação (colaboração agrega) </li></ul>
  24. 24. <ul><li>Entrevistas – set. 2010 <<voltar </li></ul><ul><li>Ricardo Stefanelli </li></ul><ul><li>Presença de ZH nas mídias sociais faz parte da “natureza da RBS” </li></ul><ul><li>Objetivo é acompanhar o público </li></ul><ul><li>Papel do twitter como alimentador da pauta (mais gente “telefonando”) </li></ul><ul><li>Papel do jornal é atuar como filtro de credibilidade </li></ul><ul><li>Mídias sociais digitais podem fortalecer o jornalismo </li></ul><ul><li>Interação com o leitor e a comunidade é “intrínseca” ao jornal e ao Grupo RBS. </li></ul>
  25. 25. <ul><li>Estratégia emergente <<voltar </li></ul>
  26. 26. <ul><li>5.3.1 Estratégias de legitimação emergentes: primeira etapa <<voltar </li></ul><ul><ul><li>Voz institucional da organização no editorial e nas entrevistas confirmam a presença das estratégias de legitimação no conteúdo analisado e o uso institucional. </li></ul></ul><ul><ul><li>Editor confirma legitimação pelo papel de mediação informativa admitindo atualizações. </li></ul></ul><ul><ul><li>Organização está alinhada ao momento atual do jornalismo, com as transformações colocadas pelas mídias digitais. </li></ul></ul><ul><ul><li>No corpus 1, ZH reafirma seu papel de intermediário (filtro, atestado de credibilidade). </li></ul></ul><ul><ul><li>Possibilidades de informar são enriquecidas com características da mídia social digital. </li></ul></ul><ul><ul><li>Ocorrem algumas continuidades, potencializações e pouca ruptura em relação às possibilidades da mídia digital. </li></ul></ul><ul><ul><li>A participação e o compartilhamento de conteúdo aparecem como estratégias da organização no Twitter (exaltadas pelos editores). </li></ul></ul>
  27. 27. <ul><li>5.3.1 Estratégias de legitimação emergentes: segunda etapa </li></ul><ul><li>avançar>> </li></ul><ul><li>Emergiram novos resultados em relação à primeira etapa: </li></ul><ul><ul><li>Predomínio do compartilhamento de informações. </li></ul></ul><ul><ul><li>Ao invés de solicitar colaboração, ela foi exaltada por meio dos RTs. </li></ul></ul><ul><ul><li>Há maior ruptura que no primeiro corpus (mais compartilhamento e participação do que mera distribuição). </li></ul></ul><ul><ul><li>Com uma maior apropriação por parte do jornalismo das potencialidades da mídia social digital, renova-se o papel de intermediário do jornal. </li></ul></ul><ul><ul><li>Inclusão estratégica do leitor (apontada por Saad e Boyd). </li></ul></ul><ul><ul><li>Ideia de participação cresceu com a inclusão do leitor no processo cobertura </li></ul></ul>
  28. 28. <ul><li>Considerações finais </li></ul><ul><li>Em relação ao objetivo geral: </li></ul><ul><li>1ª etapa - O processo de busca por legitimação institucional pela organização se dá por meio de tensionamentos entre a lógica da mediação centralizada (massiva) e as características das mídias sociais digitais. Ainda predomina a intermediação tradicional. </li></ul><ul><li>2ª etapa – As estratégias de legitimação emergentes no conteúdo analisado revelam maior ruptura em relação à lógica massiva da mediação informativa, incorporando mais intensamente as possibilidades da mídia social digital. </li></ul>
  29. 29. <ul><li>Considerações finais </li></ul><ul><li>Em relação aos objetivos específicos: </li></ul><ul><li>1ª etapa </li></ul><ul><ul><li>Reconhecimento dos usos institucionais com as entrevistas. </li></ul></ul><ul><ul><li>Identificação das categorias em relação com o referencial teórico. </li></ul></ul><ul><ul><li>Manutenção do papel de mediação informativa do jornalismo, com atualizações tênues. </li></ul></ul><ul><ul><li>Indícios de hibridação entre mediação do jornalismo e características das mídias sociais digitais. </li></ul></ul><ul><li>2ª etapa </li></ul><ul><ul><li>Fica mais claro que ZH reconhece o Twitter como espaço institucional em que procura conduzir um processo de legitimação através das estratégias de participação e colaboração. </li></ul></ul><ul><ul><li>Foram identificadas as mesmas categorias, com uma mudança de sentido. </li></ul></ul><ul><ul><li>O papel de mediação informativa apresenta maior renovação, com crescimento da inclusão do leitor na cobertura. </li></ul></ul><ul><ul><li>Aparece com mais força a ideia de hibridação da mediação jornalística com as potencialidades interacionais da mídia social digital, especialmente com o compartilhamento e a participação. </li></ul></ul>
  30. 30. <ul><li>Considerações finais </li></ul><ul><li>Outros apontamentos </li></ul><ul><ul><li>A inclusão do público aponta para uma inversão do processo de legitimação no jornalismo: ele que atesta a credibilidade da informação. </li></ul></ul><ul><ul><li>A credibilidade não é atestada simplesmente pela “marca” do jornal. </li></ul></ul><ul><ul><li>Dos efeitos de verdade aos efeitos de participação. </li></ul></ul><ul><ul><li>Fenômeno de hibridação > transformação do papel social do jornalismo? </li></ul></ul>

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