Slides do Sistema Urogenital

57.062 visualizações

Publicada em

Publicada em: Saúde e medicina
2 comentários
13 gostaram
Estatísticas
Notas
  • trabalho muito bom! Ajudou muito!
       Responder 
    Tem certeza que deseja  Sim  Não
    Insira sua mensagem aqui
  • PARABÉNS PELO TRABALHO, ME AJUDOUBASTANTE, OBRIGADA PELA DISPONIBILIDADE.
       Responder 
    Tem certeza que deseja  Sim  Não
    Insira sua mensagem aqui
Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
57.062
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
7.867
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
1.054
Comentários
2
Gostaram
13
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Slides do Sistema Urogenital

  1. 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE <ul><li>CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE </li></ul><ul><li>DEPARTAMENTO DE MORFOLOGIA </li></ul><ul><li>DISCIPLINA: EMBRIOLOGIA </li></ul><ul><li>PROF.: SILVIO SANTOS SANDES </li></ul><ul><li>SÃO CRISTÓVÃO </li></ul><ul><li>2009 </li></ul>
  2. 2. COMPONENTES <ul><li>Amanda Souza Menezes </li></ul><ul><li>Gabriella Souza Duarte </li></ul><ul><li>Luanna Oliveira </li></ul>
  3. 3. SISTEMA UROGENITAL
  4. 4. INTRODUÇÃO <ul><li>Funcionalmente é dividido </li></ul><ul><li>- Embriologicamente, sistema intimamente associados ; </li></ul><ul><li>- Origina-se do mesoderma intermediário ( parede dorsal ); </li></ul><ul><li>DESLOCA-SE </li></ul><ul><li>( Posição ventral) </li></ul><ul><li>- Elevação longitudinal do mesoderma - “CRISTA UROGENITAL” </li></ul><ul><li>( dará origem ao sistemas urinários e genitais) </li></ul><ul><li>- CRISTA UROGENITAL </li></ul>SISTEMA GENITAL (REPRODUTOR) SISTEMA URINÁRIO (EXCRETOR) CORDÃO NEFROGÊNICO CRISTA GENITAL
  5. 6. <ul><li>DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA URINÁRIO </li></ul><ul><li>- Consiste nas seguintes estruturas: </li></ul><ul><li>-> rins </li></ul><ul><li>-> ureteres </li></ul><ul><li>-> bexiga </li></ul><ul><li>-> uretra </li></ul><ul><li>DESENVOLVIMENTO DOS RINS E URETERES </li></ul><ul><li>- Em embriões forma-se 3 conjuntos de rins: </li></ul><ul><li>-> Pronefro- rudimentar e não funcional </li></ul><ul><li>-> Mesonefro- bem desenvolvido </li></ul><ul><li>-> Metanefro- rins permanentes </li></ul>
  6. 7. <ul><li>PRONEFRO - Estrutura transitória, não funcional (degenera rapidamente; - Início da quarta semana; </li></ul>
  7. 8. <ul><li>MESONEFRO - Grande e alongado, caudalmente ao pronefro rudimentar; - Fim da quarta semana; - Funciona como rim interino até a formação do rim permanente; - Rim mesonefro </li></ul>glomérulos túbulos mesonéfricos ducto mesonéfrico
  8. 10. <ul><li>METANEFRO - Rim permanente; - Começo da quinta semana, seu funcionamento quatro semanas mais tarde; - Forma-se de duas fontes: -> Divertículo metanéfrico ou broto do ureter; -> Massa metanéfrica do mesoderma intermediário; </li></ul>
  9. 11. - o divertículo origina-se do ducto mesonéfrico, e irá formar : ureter, pelve renal, cálices e túbulos coletores - a massa metanéfrica deriva da porção caudal do cordão nefrogênico GRANDES CÁLICES PEQUENOS CÁLICES
  10. 12. - Da massa metanéfrica, se acumularam nas extremidades dos túbulos coletores formando túbulos metanéfricos. - O Túbulo urinífero, duas partes embriologicamente: -> nefron - deriva da massa metanéfrica (gromérulo, capsula de bowman, túbulo contorcido proximal e distal, alça de Henle) -> túbulo coletor – derivado do divertículo Metanéfrico
  11. 13. <ul><li>Os rins fetais subdividem-se em lobos, esta lobulação diminui no fim do período fetal; </li></ul>
  12. 14. <ul><li>MUDANÇAS DE POSIÇÃO DOS RINS - inicialmente os rins estão localizados na pelve, ventralmente ao sacro; - os rins deslocam-se gradualmente, para o abdome, acabando por assumir uma posição retroperitonial, sobre a parede posterior do abdome; </li></ul>
  13. 15. <ul><li>MUDANÇAS NA IRRIGAÇÃO SANGUÍNEA DOS RINS - inicialmente as artérias renais são ramos das artérias ilíacas comum; - a medida que ascendem recebem novas ramos da aorta; - os ramos arteriais mais cefálicos da aorta, tornam-se artérias renais; </li></ul>
  14. 16. <ul><li>ANOMALIAS CONGÊNITAS DOS RINS E DO URETER </li></ul><ul><li>AGENESIA RENAL </li></ul><ul><li>-> AGENESIA RENAL UNILATERAL </li></ul><ul><li>- Ausência de um dos rins; </li></ul><ul><li>- O rim esquerdo é um dos mais afetados; </li></ul><ul><li>- Suspeita-se quando uma criança apresenta somente uma </li></ul><ul><li>artéria umbilical; </li></ul><ul><li>- Homens são afetados em maiores frequências, ocorrendo uma vez em cada 1000 nascimentos; </li></ul><ul><li>-> AGENESIA RENAL BILATERAL </li></ul><ul><li>- Ausência dos dois rins; </li></ul><ul><li>- Ocorre 1 em cada 3000 nascimentos; </li></ul><ul><li>- É incompatível com a vida pós-natal; </li></ul><ul><li>- Ocorre quando os divertículos metanéfricos não se </li></ul><ul><li>desenvolvem, ou os primórdios dos ureteres se degeneram; </li></ul><ul><li>- Características: olhos muito separados, orelhas em posição </li></ul><ul><li>baixa, nariz é largo e achatado, queixo recuado e defeitos nos </li></ul><ul><li>membros; </li></ul>
  15. 18. <ul><li>RINS ECTÓPICOS - posição anormal do rim(s); - a maioria localiza-se na pelve, mas alguns ficam na parte inferior do abdome; </li></ul>
  16. 19. Desenvolvimento da Bexiga <ul><li>Para propósitos descritivos, o seio urogenital é dividido em três partes: </li></ul><ul><li>Parte vesical cranial </li></ul><ul><li>Forma a maior parte da bexiga </li></ul><ul><li>Parte pélvica mediana </li></ul><ul><li>Torna a uretra no colo da bexiga a parte prostática da uretra nos homens e toda a uretra na mulher. </li></ul><ul><li>Parte fálica caudal </li></ul><ul><li>Cresce em direção ao tubérculo genital </li></ul>
  17. 20. <ul><li>A bexiga é contínua com o alantóide, depois ele sofre constricção e torna-se um cordão fibroso chamado de úraco. </li></ul>
  18. 21. <ul><li>Em recém-nascidos e crianças, a bexiga urinária, mesmo quando vazia fica no abdome. Ela começa a entrar na pelve maior por volta dos 6 anos, mas só se torna um órgão pélvico após a puberdade. </li></ul>
  19. 22. COMPLICAÇÕES <ul><li>Extrofia da bexiga </li></ul><ul><li>Caracteriza-se pela exposição e protusão da parede posterior da bexiga. </li></ul><ul><li>Causa </li></ul><ul><li>Fechamento mediano incompleto da parte inferior da parede abdominal anterior. </li></ul><ul><li>Consequências </li></ul><ul><li>- Epispádia </li></ul><ul><li>- Separação dos ossos pubianos </li></ul><ul><li>- O pênis é dividido em 2 partes e as metades do escroto estão amplamente separadas. </li></ul>
  20. 23. <ul><li>Megacistis congênita </li></ul><ul><li>Resulta de uma desordem congênita do divertrículo metanéfrico, que pode estar associada a uma dilatação da pelve renal e a cálices com pontas obtusas. </li></ul><ul><li>Consequências </li></ul><ul><li>-Falência renal </li></ul><ul><li>-Hipoplasia pulmonar </li></ul>
  21. 24. Anomalias do úraco
  22. 25. Desenvolvimento da Uretra <ul><li>O epitélio da maior parte da uretra feminina e de toda a uretra masculina é derivado do endoderma do seio urogenital. </li></ul><ul><li>A parte distal da uretra na glande do pênis se une com o restante da uretra esponjosa, consequentemente, o epitélio da parte terminal da uretra é derivado do ectoderma superficial. </li></ul>
  23. 26. Desenvolvimento das glândulas supra-renais <ul><li>O córtex de desenvolve a partir do mesoderma e a medula de diferencia a partir de células da crista neural. </li></ul>
  24. 27. Hiperplasia Congênita Adrenal <ul><li>Crescimento anormal das células do córtex resulta na produção excessiva de androgênio. </li></ul><ul><li>- No sexo feminino causa masculinização da genitália externa e aumento do clítoris. </li></ul><ul><li>- No sexo masculino é mais difícil de ser diagnosticada </li></ul>
  25. 28. Desenvolvimento do Sistema Genital <ul><li>Os sistemas genitais iniciais nos 2 sexos são semelhantes; </li></ul><ul><li>Desenvolvimento das Gônadas: </li></ul><ul><li>- São derivadas de 3 fontes : </li></ul><ul><li>-Mesotélio </li></ul><ul><li>-Mesênquima </li></ul><ul><li>- Células Germinativas </li></ul><ul><li>Gônadas Indiferenciadas </li></ul><ul><li>- Consiste em um córtex externo e uma medula interna </li></ul>
  26. 30. Determinação do sexo <ul><li>Masculino </li></ul><ul><li>- O cromossomo Y tem efeito testículo-determinante </li></ul><ul><li>- É o FTD, regulado pelo cromossomo Y, que determina a diferenciação testicular </li></ul><ul><li>- A testosterona, produzida pelo testículo fetal, determina a masculinidade. </li></ul><ul><li>Feminino </li></ul><ul><li>- Não depende de hormônio </li></ul><ul><li>- Ela ocorre mesmo com os ovários ausentes. </li></ul>
  27. 31. Desenvolvimento do testículo <ul><li>O gene SRY para o fator determinante do testículo(FDT), dirige o desenvolvimento da gônada indiferenciada em um testículo. </li></ul><ul><li>O FDT induz os cordões sexuais primários a se condensar e penetrar na medula da gônada indiferenciada, onde se ramificam e forma a rede testicular. </li></ul><ul><li>O cordões primários(seminíferos) estão em conexão com o epitélio de superfície e se desfaz com a formação da túnica albugínea. </li></ul><ul><li>O testículo em crescimento se separa do mesonefro. </li></ul>
  28. 32. Desenvolvimento dos ovários <ul><li>O início do período fetal, os cordões corticais se estendem do epitélio da superfície do ovário em desenvolvimento para dentro do mesênquima subjacente. </li></ul><ul><li>Formação de folículos primordiais </li></ul>
  29. 34. Desenvolvimento dos ductos genitais <ul><li>Embriões masculinos e femininos: 2 pares de ductos genitais; </li></ul><ul><li>Quinta e sexta semanas: Sistema Genital em um estágio indiferenciado, quando ambos os pares de ductos genitais estão presentes; </li></ul><ul><li>Ductos mesonéfricos sistema reprodutor masculino </li></ul><ul><li>Ductos paramesonéfricos sistema reprodutor feminino </li></ul>
  30. 35. Ductos genitais masculinos e glândulas <ul><li>Células de Sertoli – produção da substância inibidora de Muller (sexta e sétima semanas); </li></ul><ul><li>Células intersticiais – produção de testosterona (oitava semana); </li></ul><ul><li>A testosterona estimula os ductos mesonéfricos a formarem os ductos genitais masculinos; </li></ul><ul><li>A substância inibidora de Muller causa a desaparecimento dos ductos paramesonéfricos; </li></ul>
  31. 36. <ul><li>A parte proximal do ducto mesonéfrico forma o EPIDÍDIMO; </li></ul><ul><li>Conforme o mesonefro degenera, alguns túbulos mesonéfricos persistem e são transformados em DÚCTULOS EFERENTES; </li></ul><ul><li>Distalmente ao epidídimo, o ducto mesonéfrico adquire um espesso revestimento de tecido muscular liso e se torna o DUCTO DEFERENTE; </li></ul>
  32. 38. <ul><li>Glândulas seminais </li></ul><ul><li>- Uma evaginação lateral da extremidade caudal de cada ducto mesonéfrico dá origem à VESÍCULA SEMINAL; </li></ul><ul><li>- Produz uma secreção que nutre os espermatozóides; </li></ul><ul><li>- A parte dos ductos mesonéfricos entre o ducto desta glândula e a uretra torna-se o ducto ejaculatório; </li></ul>
  33. 39. <ul><li>Próstata </li></ul><ul><li>- Múltiplas evaginações endodérmicas surgem da parte prostática da uretra e penetram no mesênquima circundante; </li></ul><ul><li>- O epitélio glandular da próstata diferencia-se a partir destas células endodérmicas; </li></ul>
  34. 41. <ul><li>Glândulas Bulbouretrais </li></ul><ul><li>- Desenvolvem-se de evaginações pares da parte esponjosa da uretra; </li></ul><ul><li>- As secreções destas glândulas contribuem para formar o sêmen; </li></ul>
  35. 43. Ductos genitais femininos e glândulas <ul><li>Ductos mesonéfricos regridem devido a ausência de testosterona; </li></ul><ul><li>Ductos paramesonéfricos desenvolvem-se devido a ausência da substância inibidora de Muller; </li></ul><ul><li>Os ductos paramesonéfricos formam a maior parte do trato genital feminino; </li></ul><ul><li>OBS: O desenvolvimento sexual feminino não depende da presença de ovários ou hormônios!! </li></ul>
  36. 44. <ul><li>As TUBAS UTERINAS desenvolvem-se a partir das partes craniais não fusionadas dos ductos paramesonéfricos; </li></ul><ul><li>Porções caudais destes ductos formam o PRIMÓRDIO UTEROVAGINAL; </li></ul><ul><li>A fusão dos ductos paramesonéfricos também une uma dobra peritoneal que forma o ligamento largo e dois compartimentos : a BOLSA RETOUTERINA e a BOLSA VESICOUTERINA; </li></ul>
  37. 46. Desenvolvimento da vagina <ul><li>O epitélio vaginal é derivado do endoderma do seio urogenital; </li></ul><ul><li>PRIMÓRDIO UTEROVAGINAL / SEIO GENITAL </li></ul><ul><li>BULBOS SINOVAGINAIS </li></ul><ul><li>PLACA VAGINAL </li></ul><ul><li>EPITÉLIO DA VAGINA LUZ DA VAGINA </li></ul>
  38. 47. <ul><li>Até o final da vida fetal, a luz da vagina é separada da cavidade do seio urogenital por uma membrana – o HÍMEN; </li></ul><ul><li>O hímen é formado pela invaginação da parede posterior do seio urogenital, resultante da expansão caudal da vagina; </li></ul><ul><li>O hímen geralmente se rompe durante o período perinatal e permanece como uma delgada prega de membrana mucosa dentro do orifício vaginal; </li></ul>
  39. 48. <ul><li>Glândulas genitais auxiliares das mulheres </li></ul><ul><li>- Glândulas uretrais ou parauretrais: brotos que crescem da uretra penetrando o mesênquima circundante; </li></ul><ul><li>Correspondem a próstata do homem </li></ul><ul><li>- Glândulas vestibulares maiores: evaginações do seio urogenital; </li></ul><ul><li>Correspondem às glândulas bulbouretrais do homem </li></ul>
  40. 49. Desenvolvimento da genitália externa <ul><li>Até a sétima semana de desenvolvimento, as genitálias externas são semelhantes em ambos os sexos; </li></ul><ul><li>Características sexuais distintas – nona semana; </li></ul><ul><li>Quarta semana : </li></ul><ul><li>- Mesênquima em proliferação produz o tubérculo genital (extremidade cranial da membrana cloacal); </li></ul><ul><li>- Intumescências labioescrotais e pregas urogenitais; </li></ul><ul><li>- Alongamento do tubérculo genital para formar o falo primordial; </li></ul><ul><li>Sexta semana : </li></ul><ul><li>- Divisão em membrana anal, dorsal e urogenital; </li></ul><ul><li>- As membranas anal e urogenital se rompem formando o ÂNUS e o orifício UROGENITAL, respectivamente; </li></ul>
  41. 51. Genitália externa masculina <ul><li>A masculinização da genitália externa indiferenciada é induzida pela testosterona; </li></ul><ul><li>A medida que o falo cresce para se tornar o pênis, as pregas urogenitais formam as paredes laterais do sulco uretral; </li></ul><ul><li>Sulco revestido por uma proliferação de células endodérmicas, a PLACA URETRAL; </li></ul><ul><li>Fusão das pregas urogenitais para formar a uretra esponjosa; </li></ul><ul><li>O ectoderma da superfície funde-se no plano mediano do pênis para formar a RAFE PENIANA; </li></ul>
  42. 53. <ul><li>Décima segunda semana: uma invaginação circular da ectoderma forma-se na periferia da glande peniana; </li></ul><ul><li>Quando esta invaginação se rompe, ela forma o PREPÚCIO – uma prega de pele; </li></ul><ul><li>Os corpos cavernosos e o corpo esponjoso do pênis se desenvolvem a partir do mesênquima do falo; </li></ul><ul><li>As intumescências labioescrotais crescem e se fundem formado o ESCROTO; </li></ul>
  43. 54. Genitália externa feminina <ul><li>O crescimento do falo primordial cessa gradualmente e ele se torna o CLITÓRIS; </li></ul><ul><li>O clitóris, ainda relativamente grande com 18 semanas, se desenvolve como o pênis, mas as pregas urogenitais não se fundem, exceto em uma parte que forma os PEQUENOS LÁBIOS; </li></ul><ul><li>A maior das pregas labioescrotais forma os grandes lábios; </li></ul>
  44. 56. OBRIGADA!!

×