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Iท√૯ઽ ƬIGΑÇÃѲ ĐΑ Բ IℓѲઽ ѲԲ IΑ 
ΑทƬIGΑ G૨૯૮ Ѳ -૨ ѲʍΑทΑ 
Filosofia antiga é o período 
compreendido entre o surgimento 
da filosofia e a queda do Império 
Romano.
INTRODUÇÃO 
 A filosofia antiga nasceu de uma 
necessidade em explicar o mundo 
com explicações reais, O primeiro 
filósofo foi Tales de Mileto. 
Originalmente, todas as áreas 
que hoje 
denominamos ciências faziam 
parte da Filosofia. 
 Compreende os quatro grandes 
períodos da filosofia Greco- 
Romana indo dos pré-socráticos 
aos grandes sistemas do período 
helenístico. 
 Como todas as criações e 
instituições humanas, a filosofia 
está na história e tem uma 
história. 
Tales de Mileto
 Está na história: a filosofia manifesta e exprime os 
problemas e as questões que, em cada época de 
uma sociedade, os homens colocam para si 
mesmos diante do que é novo e ainda não foi 
compreendido. 
 A filosofia procura enfrentar essa novidade 
oferecendo os caminhos, respostas e, sobretudo, 
propondo novas perguntas, num diálogo 
permanente com a sociedade e a cultura de seu 
tempo, do qual ela faz parte.
OS PERÍODOS DA 
FILOSOFIA GREGA 
 Os quatros grandes 
períodos da filosofia grega, 
nos quais seu conteúdo 
muda e se enriquece, são: 
 Período pré-socrático, do 
fim do século VII a.C ao fim 
do século V e C, quando a 
filosofia se ocupa 
fundamentalmente com a 
origem do mundo e as 
causas das transformações 
na natureza. 
 Os principais 
filósofos pré-socráticos 
forma:
 Os da Escola Jônica: Tales 
de Mileto, Anaxímenes de 
Mileto, Anaximandro de 
Mileto e Heráclito de Éfeso; 
 Os da Escola Itálica: 
Pitágoras de Samos, Filolau 
de Crotona e Árquitas de 
Tarento; 
 Os da Escola de Eleata: 
Parmênides de Eleia e 
Zenão de Eleia; 
 Os da Escola da Pluralidade: 
Empedocles de Agrigento 
Leucipo de Abdera e 
Demócrito.
Algumas características da 
cosmologia são: 
 Busca o principio natural, 
eterno, imperecível e imortal, 
gerador de todos os seres. A 
cosmologia não admite a 
criação do mundo a partir do 
nada; ela afirma a geração de 
todas as coisas por um 
princípio natural de onde 
tudo vem e para onde tudo 
retorna. Esse princípio é uma 
natureza primordial chamado 
physis, sendo ele a causa 
natural contínua e 
imperecível da existência de 
todos os seres e de suas 
transformações. 
Cosmologia
 Também é uma explicação racional e sistemática 
sobre a origem, ordem e transformação da 
natureza, da qual os seres humanos fazem parte, 
de modo que, ao explicá-la, a filosofia também 
explica a origem e as mudanças dos seres 
humanos. 
 Período socrático, do fim do século V a.C a todo o 
século IV a.C., quando a filosofia investiga as 
questões humanas, isto é, a política e as técnicas, 
e busca compreender qual é o lugar do homem no 
mundo.
 Com o desenvolvimento das 
cidades, do comércio, do 
artesanato e das artes militares, 
Atenas tornou-se o centro da vida 
social, política e cultual da Grécia, 
e viveu seu período de esplendor, 
conhecido como o Século de 
Péricles. 
 É época de maior florescimento 
da democracia. A democracia 
grega possuía, entre outras, duas 
características de grande 
importância para o futuro da 
filosofia. 
 Em primeiro lugar, afirmava a 
igualdade de todos os homens 
adultos perante as leis e o direito 
de todos participar diretamente do 
governo da cidade, da polis.
 Em segundo, e como consequência, a democracia, 
sendo direta e não por eleição de representantes, 
garantia toda a participação no governo, e os que 
dele participavam tinham o direito de exprimir, 
discutir e defender em público suas opiniões sobre 
as decisões que a cidade deveria tomar. 
 Para prosseguir que sua opinião fosse aceita nas 
assembleias, o cidadão precisava saber falar e ser 
capaz de persuadir os demais. Com isso, uma 
mudança profunda vai ocorrer na educação grega. 
 Antes da instituição da democracia, as cidades 
eram dominadas pelas famílias aristocráticas, 
senhoras das terras e do poder militar.
 Qual é o momento que o 
cidadão mais aparece e mais 
exerce sua cidadania? Quando 
opina, discute, delibera e vota 
nas assembleias. Assim, a nova 
educação estabelece como 
padrão ideal a formação do bom 
orador, isto é, aquele que sabe 
falar em público e persuadir os 
outros na política. 
 Para dar aos jovens essa 
educação, substituindo a 
educação antiga dos poetas, 
surgiram, na Grécia, os sofistas, 
os primeiros filósofos do período 
socrático. Os sofistas mais 
importantes são: Protágoras de 
Abdera, Górgias de Leontini e 
Isócrates de Atenas.
SÓCRATES CONTRAS OS 
SOFISTAS 
 Sócrates rebelou-se contra os 
sofistas, dizendo que eles não eram 
filósofos, pois não tinham amor pela 
sabedoria nem respeito pela 
verdade, defendendo qualquer ideia, 
se isso fosse vantajoso. Corrompiam 
o espírito dos jovens, pois faziam o 
erro e a mentira valerem tanto 
quanto a verdade. 
 Como homem de seu tempo, 
Sócrates concordava com os sofistas 
em um ponto: por um lado, a 
educação antiga do guerreiro belo e 
bom já não atendia às exigências da 
sociedade grega e, por outro, os 
filósofos cosmologistas defendiam 
ideias tão contrárias entre si que 
também não eram uma fonte segura 
para o conhecimento verdadeiro.
 Discordando dos antigos poetas, dos 
antigos e dos sofistas, o que propunha 
Sócrates? Propunha que, antes de querer 
conhecer a natureza e antes de querer 
persuadir os outros, cada um deveria 
primeiro e antes de tudo, conhecer-se a si 
mesmo.
AS IDEIAS DE SÓCRATES 
 Sabemos que os poderes têm medo do 
pensamento, pois o poder é mais forte se 
ninguém pensar, se todos aceitarem as 
coisas como elas são, ou melhor, como 
nos dizem e nos fazem acreditar que 
são. Para os poderes de Atenas, 
Sócrates tornara-se um perigo, pois fazia 
a juventude pensar. Por isso, eles o 
acusarem de desrespeitar os deuses, 
corromper os jovens a violar as leis. 
Levado à assembleia, Sócrates não se 
defendeu e foi condenado a tomar um 
veneno, a cicuta. 
 Porque Sócrates não se defendeu? 
“Porque”, dia ele, “se eu me defender, 
estarei aceitando as acusações, e eu não 
as aceito. Se eu me defender, o que os 
juízes vão exigir de mim? Que eu pare de 
filosofar. Mas eu prefiro a morte ater de 
renunciar à filosofia”.
 O julgamento e a morte de Sócrates são narrados 
por Platão numa obra intitulada Apologia de 
Sócrates é a defesa de Sócrates, feita por seus 
discípulos, contra Atenas. 
 Sócrates nunca escreveu. O que sabemos de seu 
pensamento encontra-se nas obras de seus vários 
discípulos, e Platão foi o mais importante deles. 
Podemos apresentar algumas 
características gerais do período 
socrático:
 A filosofia se volta para as questões humanas no 
plano da ação, dos comportamentos, das ideias, 
das crenças, dos valores e, portanto, se preocupa 
com as questões morais. 
 O ponto de partida da filosofia é a confiança no 
pensamento ou no homem como um ser racional, 
capaz de conhecer-se a si mesmo e, portanto, 
capaz de reflexão. 
 A reflexo e o trabalho do pensamento são tomados 
como uma purificação intelectual que permite ao 
espírito humano conhecer a verdade invisível, 
imutável, universal e necessária.
PERÍODO SISTEMÁTICO 
 Do final do século IV ao final 
do século III a.C., quando a 
Filosofia busca a reunir e 
sistematizar tudo quando foi 
pensado sobre a cosmologia 
e a antropologia, 
interessando-se, sobre tudo 
em mostrar que tudo pode ser 
objeto do conhecimento 
filosófico, desde que as leis 
do pensamento e de suas 
demonstrações estejam 
firmemente estabelecidas 
para oferecer os critérios da 
verdade e da ciência.
PERÍODO HELENÍSTICO 
 Trata-se do último período da filosofia 
antiga, quando a polis grega 
desaparece como centro político e 
deixa de ser a citação principal dos 
filósofos, uma vez que a Grécia 
encontra-se sob o poder do Império 
Romano. 
 A filosofia helenística corresponde a 
um desenvolvimento natural do 
movimento intelectual que a sucedeu 
e torna-se a enfrentar muitas vezes 
com temas pré-socráticos; porém, 
sobretudo ela é profundamente 
marcada pelo espírito socrático. A 
experiência com outros povos 
também lhe permitiu desempenhar 
certo papel no desenvolvimento da 
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ANTIGA

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Investigação da Filosofia Antiga

  • 1. Iท√૯ઽ ƬIGΑÇÃѲ ĐΑ Բ IℓѲઽ ѲԲ IΑ ΑทƬIGΑ G૨૯૮ Ѳ -૨ ѲʍΑทΑ Filosofia antiga é o período compreendido entre o surgimento da filosofia e a queda do Império Romano.
  • 2. INTRODUÇÃO  A filosofia antiga nasceu de uma necessidade em explicar o mundo com explicações reais, O primeiro filósofo foi Tales de Mileto. Originalmente, todas as áreas que hoje denominamos ciências faziam parte da Filosofia.  Compreende os quatro grandes períodos da filosofia Greco- Romana indo dos pré-socráticos aos grandes sistemas do período helenístico.  Como todas as criações e instituições humanas, a filosofia está na história e tem uma história. Tales de Mileto
  • 3.  Está na história: a filosofia manifesta e exprime os problemas e as questões que, em cada época de uma sociedade, os homens colocam para si mesmos diante do que é novo e ainda não foi compreendido.  A filosofia procura enfrentar essa novidade oferecendo os caminhos, respostas e, sobretudo, propondo novas perguntas, num diálogo permanente com a sociedade e a cultura de seu tempo, do qual ela faz parte.
  • 4. OS PERÍODOS DA FILOSOFIA GREGA  Os quatros grandes períodos da filosofia grega, nos quais seu conteúdo muda e se enriquece, são:  Período pré-socrático, do fim do século VII a.C ao fim do século V e C, quando a filosofia se ocupa fundamentalmente com a origem do mundo e as causas das transformações na natureza.  Os principais filósofos pré-socráticos forma:
  • 5.  Os da Escola Jônica: Tales de Mileto, Anaxímenes de Mileto, Anaximandro de Mileto e Heráclito de Éfeso;  Os da Escola Itálica: Pitágoras de Samos, Filolau de Crotona e Árquitas de Tarento;  Os da Escola de Eleata: Parmênides de Eleia e Zenão de Eleia;  Os da Escola da Pluralidade: Empedocles de Agrigento Leucipo de Abdera e Demócrito.
  • 6. Algumas características da cosmologia são:  Busca o principio natural, eterno, imperecível e imortal, gerador de todos os seres. A cosmologia não admite a criação do mundo a partir do nada; ela afirma a geração de todas as coisas por um princípio natural de onde tudo vem e para onde tudo retorna. Esse princípio é uma natureza primordial chamado physis, sendo ele a causa natural contínua e imperecível da existência de todos os seres e de suas transformações. Cosmologia
  • 7.  Também é uma explicação racional e sistemática sobre a origem, ordem e transformação da natureza, da qual os seres humanos fazem parte, de modo que, ao explicá-la, a filosofia também explica a origem e as mudanças dos seres humanos.  Período socrático, do fim do século V a.C a todo o século IV a.C., quando a filosofia investiga as questões humanas, isto é, a política e as técnicas, e busca compreender qual é o lugar do homem no mundo.
  • 8.  Com o desenvolvimento das cidades, do comércio, do artesanato e das artes militares, Atenas tornou-se o centro da vida social, política e cultual da Grécia, e viveu seu período de esplendor, conhecido como o Século de Péricles.  É época de maior florescimento da democracia. A democracia grega possuía, entre outras, duas características de grande importância para o futuro da filosofia.  Em primeiro lugar, afirmava a igualdade de todos os homens adultos perante as leis e o direito de todos participar diretamente do governo da cidade, da polis.
  • 9.  Em segundo, e como consequência, a democracia, sendo direta e não por eleição de representantes, garantia toda a participação no governo, e os que dele participavam tinham o direito de exprimir, discutir e defender em público suas opiniões sobre as decisões que a cidade deveria tomar.  Para prosseguir que sua opinião fosse aceita nas assembleias, o cidadão precisava saber falar e ser capaz de persuadir os demais. Com isso, uma mudança profunda vai ocorrer na educação grega.  Antes da instituição da democracia, as cidades eram dominadas pelas famílias aristocráticas, senhoras das terras e do poder militar.
  • 10.  Qual é o momento que o cidadão mais aparece e mais exerce sua cidadania? Quando opina, discute, delibera e vota nas assembleias. Assim, a nova educação estabelece como padrão ideal a formação do bom orador, isto é, aquele que sabe falar em público e persuadir os outros na política.  Para dar aos jovens essa educação, substituindo a educação antiga dos poetas, surgiram, na Grécia, os sofistas, os primeiros filósofos do período socrático. Os sofistas mais importantes são: Protágoras de Abdera, Górgias de Leontini e Isócrates de Atenas.
  • 11. SÓCRATES CONTRAS OS SOFISTAS  Sócrates rebelou-se contra os sofistas, dizendo que eles não eram filósofos, pois não tinham amor pela sabedoria nem respeito pela verdade, defendendo qualquer ideia, se isso fosse vantajoso. Corrompiam o espírito dos jovens, pois faziam o erro e a mentira valerem tanto quanto a verdade.  Como homem de seu tempo, Sócrates concordava com os sofistas em um ponto: por um lado, a educação antiga do guerreiro belo e bom já não atendia às exigências da sociedade grega e, por outro, os filósofos cosmologistas defendiam ideias tão contrárias entre si que também não eram uma fonte segura para o conhecimento verdadeiro.
  • 12.  Discordando dos antigos poetas, dos antigos e dos sofistas, o que propunha Sócrates? Propunha que, antes de querer conhecer a natureza e antes de querer persuadir os outros, cada um deveria primeiro e antes de tudo, conhecer-se a si mesmo.
  • 13. AS IDEIAS DE SÓCRATES  Sabemos que os poderes têm medo do pensamento, pois o poder é mais forte se ninguém pensar, se todos aceitarem as coisas como elas são, ou melhor, como nos dizem e nos fazem acreditar que são. Para os poderes de Atenas, Sócrates tornara-se um perigo, pois fazia a juventude pensar. Por isso, eles o acusarem de desrespeitar os deuses, corromper os jovens a violar as leis. Levado à assembleia, Sócrates não se defendeu e foi condenado a tomar um veneno, a cicuta.  Porque Sócrates não se defendeu? “Porque”, dia ele, “se eu me defender, estarei aceitando as acusações, e eu não as aceito. Se eu me defender, o que os juízes vão exigir de mim? Que eu pare de filosofar. Mas eu prefiro a morte ater de renunciar à filosofia”.
  • 14.  O julgamento e a morte de Sócrates são narrados por Platão numa obra intitulada Apologia de Sócrates é a defesa de Sócrates, feita por seus discípulos, contra Atenas.  Sócrates nunca escreveu. O que sabemos de seu pensamento encontra-se nas obras de seus vários discípulos, e Platão foi o mais importante deles. Podemos apresentar algumas características gerais do período socrático:
  • 15.  A filosofia se volta para as questões humanas no plano da ação, dos comportamentos, das ideias, das crenças, dos valores e, portanto, se preocupa com as questões morais.  O ponto de partida da filosofia é a confiança no pensamento ou no homem como um ser racional, capaz de conhecer-se a si mesmo e, portanto, capaz de reflexão.  A reflexo e o trabalho do pensamento são tomados como uma purificação intelectual que permite ao espírito humano conhecer a verdade invisível, imutável, universal e necessária.
  • 16. PERÍODO SISTEMÁTICO  Do final do século IV ao final do século III a.C., quando a Filosofia busca a reunir e sistematizar tudo quando foi pensado sobre a cosmologia e a antropologia, interessando-se, sobre tudo em mostrar que tudo pode ser objeto do conhecimento filosófico, desde que as leis do pensamento e de suas demonstrações estejam firmemente estabelecidas para oferecer os critérios da verdade e da ciência.
  • 17. PERÍODO HELENÍSTICO  Trata-se do último período da filosofia antiga, quando a polis grega desaparece como centro político e deixa de ser a citação principal dos filósofos, uma vez que a Grécia encontra-se sob o poder do Império Romano.  A filosofia helenística corresponde a um desenvolvimento natural do movimento intelectual que a sucedeu e torna-se a enfrentar muitas vezes com temas pré-socráticos; porém, sobretudo ela é profundamente marcada pelo espírito socrático. A experiência com outros povos também lhe permitiu desempenhar certo papel no desenvolvimento da noção de cosmopolitismo, isto é, da ideia de homem como cidadão do mundo.
  • 18. 3º ANO A ANTIGA