Aula 4 crescimento

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Aula 4 crescimento

  1. 1. PEDIATRIA LUCINA
  2. 2. Desenvolvimento
  3. 3. Desenvolvimento O processo do desenvolvimento humano inclui todas as mudanças nas estruturas e funções orgânicas e no modo de pensar e agir dos indivíduos, desde a concepção até a morte, através de sucessivas gerações Resulta de recíprocas influências de processos biológicos, psicológicos e sociais, que incluem o crescimento e a maturação orgânica, as ações do indivíduo, as condições materiais de vida e as relações e práticas sociais, como aquelas relacionadas à criação das crs, à maternidade e à paternidade.
  4. 4. Desenvolvimento A promoção do desenvolvimento da criança envolve os diversos aspectos do bem-estar da população, como a moradia, o lazer, a educação, o trabalho, a saúde e a participação social. O profissional de saúde em atenção primária pode promover o desenvolvimento da criança atuando sobre o indivíduo e a coletividade. A promoção e a proteção do desenvolvimento realizam-se por meio de políticas, programas e ações que favorecem fatores facilitadores do desenvolvimento e evitam, eliminam ou reduzem condições clínicas e ambientais de risco para deficiências e incapacidades no pensar e agir das crianças
  5. 5. Acompanhamento doDesenvolvimento No nível ambulatorial, a promoção e a proteção do desenvolvimento da criança ocorrem principalmente por meio de ações de educação para a saúde, acompanhamento da saúde da família e atenção integral à saúde da criança. Deve-se ouvir, informar e discutir assuntos relacionados à saúde e ao desenvolvimento das crianças como a relação entre as habilidades desenvolvidas, modos de explorar o ambiente, riscos de acidentes e medidas para a sua prevenção.
  6. 6. Acompanhamento doDesenvolvimento O acompanhamento do desenvolvimento é etapa indispensável das consultas sistemáticas da revisão da saúde de todas as crianças. O diagnóstico de deficiências de desenvolvimento com tratamento precoce melhora a saúde mental da mãe, o relacionamento entre os pais e entre pais e filhos, diminui problemas emocionais na cr, melhora seu ajuste social, seu comportamento e desempenho escolar e ainda aumenta a chance de concluir o ensino médio, a conseguir emprego, além de diminuir a chance de engravidar na adolescência
  7. 7. Acompanhamento doDesenvolvimento As avaliações de desenvolvimento devem ser realizadas nas consultas de acompanhamento sistemático da saúde No decorrer das avaliações, constrói-se um perfil do desenvolvimento da criança, baseado na História + Exames Clínicosque podem incluir testes e avaliação por especialistasTal perfil servirá de base para as condutas clínicas
  8. 8. Acompanhamento doDesenvolvimento A construção do perfil de desenvolvimento deve incluir no mínimo 7 etapas:1. Identificação de fatores de risco para a saúde2. Identificação de problemas de saúde3. Escuta das informações e opiniões dos pais sobre o desenvolvimento do filho4. Avaliação clínica de comportamentos funcionais adaptativos5. Exame de reflexos primitivos6. Exame do tônus muscular7. Pesquisa de sinais neurológicos
  9. 9. Identificação de fatores derisco e de problemas de saúde O profissional de saúde deve estar atento para identificar situações que colocam a cr em maior risco para deficiências e incapacidades. Dentre elas, destacam-se: Situações do ambiente físico: renda familiar baixa Discriminação social: crs indesejadas, tímidas Condições paternas: pais com baixa escolaridade Antecedentes gestacionais: desnutrição materna Condições perinatais: prematuridade, baixo peso Antecedentes mórbidos: malformações congênitas Antecedentes familiares: deficiência mental entre familiares Presença de outras deficiências e problemas clínicos como miopia, surdez
  10. 10. Escuta das informações e opiniões dospais sobre o desenvolvimento do filho  Recomenda-se que as avaliações do desenvolvimento da cr seja subsidiadas por informações e opiniões dos pais sobre o desenvolvimento do filho  A opinião dos pais deve ser pedida informalmemnte solicitando: – Observação da maneira de agir dos filhos em relação as outras crs da mesma idade – Perguntando se há alguma preocupação qto ao desenvolvimento, comportamento ou aprendizado da cr – Aplicando quetionários de opinião dos pais sobre o desenvolvimento ou comportamento do
  11. 11. Escuta das informações e opiniões dospais sobre o desenvolvimento do filho  Importante ter em mente que as opiniões dos pais sobre o desenvolvimento do filho são elementos da anamnese, e não um método isolado da triagem, elas complementam a avaliação clínica pelo pediatra
  12. 12. Avaliação clínica de comportamentosfuncionais adaptativos(Marcos do Desenvolvimento) Estudos epidemiológicos e quantitativos demonstram que em cada população as habilidades que refletem o desenvolvimento de funções adaptativas como a comunicação, a locomoção e a manipulação de objetos tendem a emergir,mudar e desaparecer em sequência e faixa etária semelhantes construindo um “ padrão” de desenvolvimento. Recomenda-se que as avaliações das funções adaptativas iniciem-se nos primeiros dias de vida e prossigam, preferencialmente nas ocasiões em que a cr não apresente doença aguda que interfira em suas condições gerais e disposição, o que pode levar a erro.
  13. 13. Avaliação clínica de comportamentosfuncionais adaptativos(Marcos do Desenvolvimento) A avaliação do ritmo de desenvolvimento das habilidades correspondentes às funções adaptativas, a cronologia e o desaparecimento de habilidades é fundamental, pois a sua ordem é razoavelmente estável, devido à maturação do SN e às práticas comuns em cuidados na infância. Importante tb avaliar o modo como as novas aquisições se apresentam e se integram como as demais funções no cotidiano da cr: na marcha, deve-se observar o equilíbrio, a força, a simetria, a direção, a medida e o ritmo dos movimentos e analisar como o caminhar se insere no contexto das atividades da cr.
  14. 14. Avaliação clínica de comportamentosfuncionais adaptativos(Marcos do Desenvolvimento) Mais importante do que verificar o alcance de alguns marcos de desenvolvimento em épocas bem definidas é construir um “perfil do desenvolvimento das funções adaptativas” da cr no decorrer das consultas de revisão da saúde. Para isso, pode basear-se em marcos do desenvolvimento. Os mais utilizados são o Teste de Desenvolvimento de Denver, que é simples e rápida a aplicação e as escalas de desenvolvimento de Griffiths e Bayley, que demoram mais de 45 min. No Brasil, o MS incluiu no Cartão da Cr uma seleção de marcos do desenvolvimento de cr , de 5ª, devendo o profissional de saúde anotar a idade em que a cr adquiriu as habilidades apresentadas no cartão. Os testes e escalas investigam o desenvolvimento de habilidades, e não a inteligência da cr
  15. 15. Acompanhamento do Desenvolvimento de crs, de 5ª, adotado pelo Ministério da Saúde
  16. 16. Exame de reflexos primitivos A motricidade reflexa independe do controle voluntário e é produzida, em resposta a estímulos específicos. No primeiro ano de vida algumas atividades desaparece ou dá lugar a atividade similar. Isso ocorre em virtude da maturação do sistema nervoso Somente em questões patológicas os reflexos primitivos persistem. No mínimo, devem ser pesquisados na avaliação dos lactentes os seguintes reflexos:
  17. 17. Exame de reflexos primitivos No mínimo, devem ser pesquisados na avaliação dos lactentes os seguintes reflexos:1. Reflexo do apoio plantar: pesquisado segurando-se a cr pelas axilas em posição vertical, com as plantas dos pés apoiadas em um plano e o corpo posicionado de maneira que cause uma pequena pressão dos pés sobre o apoio.Evidencia-se o endireitamento do corpo como reação ao apoio. Desaparece até o 6° mês.
  18. 18. Exame de reflexos primitivos2. Sucção Reflexa: pode ser desencadeada colocando-se a mão da cr em sua boca. Não deve persistir a partir do 6º mês
  19. 19. Exame de reflexos primitivos3.Reflexos flexores: sinergias flexoras reflexas são pesquisadas por meio da estimulação de receptores da pele que recobre músculos e tendões flexores. A resposta muscular reflexa é desencadeada apenas no lado do corpo que é estimulado. Qdo realizada bilateralmente o resultado é semelhante pois os reflexos são simétricos. São úteis para pesquisar deficiências de sensibilidade. Três reflexos devem ser pesquisados:  Reflexo da preensão palmar: pode ser obtido ao roçar a palma da mão ou a superfície palmar dos dedos da cr. Desaparece até o 6º mês
  20. 20. Exame de reflexos primitivos Reflexo da apreensão dos artelhos: obtido ao roçar a superfície plantar dos artelhos. Desaparece em torno do 11 mês de vida. Reflexo cutâneo plantar: é obtido pela excitação da porção lateral do pé. Este estímulo desencadeia flexão dorsal do hálux, acompanhada ou não da flexão dos demais artelhos. Do 13° mês em diante toda cr deve apresentar a flexão do hálux. A partir desta idade a dorsiflexão é considerado patológica – sinal de Babinski -
  21. 21. Exame de reflexos primitivos4. Reflexo de Moro: realizado colocando-se a cr em decúbito dorsal e a cabeça na linha média. Desencadeia-se este reflexo segurando a cr pelas duas mãos, distendendo seus membros superiores e liberando-os bruscamente. Tem resposta incompleta a partir do 3° mês; no 4° apenas esboçado e desde o final do 6º mês ausente. A assimetria indica patologia subjacente, por exemplo lesão de membro superior e da clávicula, paresia por lesão do SNC
  22. 22. Exame de reflexos primitivos5. Reflexo tônico-cervical: para desencadear este reflexo deve- se produzir a rotação da cabeça da cr para um dos lados.Essa manobra produz a extensão dos membros superior e inferior do lado facial e flexão dos membros contralaterais. Desaparece até o terceiro mês.
  23. 23. Exame do tônus muscular  Modifica-se intensamente no primeiro ano de vida.  O RN a termo apresenta hipertonia geral  Evidente nos primeiros dois ou três meses de vida e diminui gradativamente  No quinto ou sexto mês acontece o oposto, a hipotonia fisiológica que permite ao bebê brincar com os seus pés e colocá-lo na boca.  Do oitavo mês em diante há nítida diminuição da hipotonia fisiológica , mas ainda é observada até 10 ou 12 meses de idade.  Se o tônus muscular for muito diferente do esperado para a idade da cr, é provável a existência de agravo neurológico.
  24. 24. Pesquisa de sinais neurológicos Sofrimento ou lesões do SN, mesmo qdo graves, podem ocorrer sem manifestações clínicas aberrantes, sendo imprescindível investigar sinais sugestivos de agravos neurológicos. Alguns indicadores de alta probabilidade de agravo neurológico: – No crânio: assimetria após 3m, pode ser cranioestenose, ou simplesmente o hábito de deitar a cr do mesmo lado; – Na linha média da face em cr em atraso de desenvolvimento: fenda palatina – No exame oftalmológico: estrabismo – No exame da audição e da linguagem: ausência de resposta ao som em qq idade – Entre outros
  25. 25. Fases distintas dodesenvolvimento PERÍODO NEONATAL – PRIMEIROS 28 DIAS DE VIDA / FASE DE ADAPTABILIDADE – ATIVIDADE MOTORA REFLÉXICA / REFLEXOS ARCÁICOS PRESENTES – MATURIDADE AUDITIVA + IMATURIDADE VISUAL
  26. 26. PERÍODO LACTENTE (1ª INFÂNCIA)• COMPREENDE DOS 29 DIAS ATÉ O SEGUNDO ANO DE VIDA• MARCADA POR INTENSA ACELERAÇÃO DAS DIMENSÕES ANTROPOMÉTRICAS (PESO E COMPRIMENTO) ASSIM COMO DAS AQUISIÇÕES MOTORAS,COGNITIVAS E SÓCIO- ADAPTATIVAS, DECORRENTES: DO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO NEUROLÓGICO + DOS CUIDADOS DE SAÚDE E NUTRIÇÃO + DA ESTIMULAÇÃO PSICOSSOCIAL (VÍNCULO AFETIVO)• NESTA FASE TAMBÉM AS FUNÇÕES MOTORA, COGNITIVA E INTELECTUAL PROGRIDEM,COM O PROCESSO DE MIELINIZAÇÃO: SUSTENTANDO A CABEÇA E SORRINDO AOS 2 MESES; PEGANDO OBJETOS À FRENTE AOS 4 MESES; SENTANDO COM APOIO AOS 7 MESES; ENGATINHANDO E FICANDO EM PÉ AOS 9 MESES; FALANDO E CONHECENDO BEM A FAMÍLIA APÓS OS 9 MESES• SEGUNDO PIAGET - DO NASCIMENTO AOS 2 ANOS DE VIDA, O DESESENVOLVIMENTO INTELECTUAL E PSICOSSOCIAL CORRESPONDE AO PERÍODO SENSÓRIO-MOTOR (EXPLORAÇÃO DE SI E DO MUNDO)
  27. 27. PERÍODO DA 2ª INFÂNCIAABRANGE OS PERÍODOS PRÉ-ESCOLAR (DOS 2 AOS 5 ANOS) E ESCOLAR (DOS6 AOS 9 ANOS)•PERÍODO DE INTENSO DESENVOLVIMENTO NEUROLÓGICO E MOTOR QUEPERMITEM A EVOLUÇÃO SÓCIO-EDUCATIVA E COGNITIVA DA CRIANÇA.•PRINCIPAL CARACTERÍSTICA: O DESENVOLVIMENTO INTELECTUAL E O INÍCIO DOPROCESSO DE APRENDIZAGEM•SEGUNDO PIAGET:NO PERÍODO PRE-ESCOLAR - DESENVOLVE-SE O PENSAMENTO PRÉ-OPERATÓRIO, CARACTERIZADO PELA CAPACIDADE DE FORMARSÍMBOLOS E CRIAR REPRESENTAÇÕES MENTAIS PARA OBJETOS AOS 2 ANOS: JOGOS SOLITÁRIOS/ CONTROLE DE ESFÍNCTERES AOS 3 ANOS: JOGOS INTERAGINDO PARCIALMENTE COM COLEGAS/ INÍCIO DAS FANTASIAS AOS 4 ANOS: EXACERBAÇÃO DAS FANTASIAS/ USO DA IMAGINAÇÃO/ APRENDE CONDUTAS SOCIAIS LINGUAGEM EVOLUI DA PALAVRA CHAVE ATÉ A LINGUAGEMSOCIALNO PERÍODO ESCOLAR - DESENVOLVE-SE O PENSAMENTO OPERATÓRIOOU CONCRETO,QUE É A CAPACIDADE DE REALIZAR OPERAÇÕESLÓGICAS/ EXECUTA MENTALMENTE O PENSAMENTO REVERSÍVEL, QUE ÉCONDIÇÃO NECESSÁRIA PARA REALIZAR AS 4 OPERAÇÕES (SOMA,SUBTRAÇÃO, DIVISÃO E MULTIPLICÃO). OS JOGOS TÊM REGRAS E USAMO CONHECIMENTO/ APARECE INTERESSE PELO ESPORTE.
  28. 28. Adolescência Desenvolvimento Biológico, Psicológico e Social Síndrome da Adolescência Normal ou Variações Comportamentais Normais da Adolescência – 1. Busca de si mesmo e da identidade adulta. – 2. Tendência grupal – 3. Necessidade de intelectualizar e fantasiar. – 4. Crises religiosas – 5. Deslocação temporal – 6. Evolução sexual, do auto-erotismo até a heterossexualidade. – 7. Atitudes sociais reivindicatórias. – 8. Contradições sucessivas em todas as manifestações de conduta. – 9. Separação progressiva dos pais. – 10. Constantes situações de humor e estado de ânimo.
  29. 29. Sub-Divisão da Adolescência: ADOLESCÊNCIA PRECOCE (10 AOS 14)- PREOCUPADO COM INÚMERAS MODIFICAÇÕES CORPORAIS (PUBERDADE), ASSIM COMO, COM AS MUDANÇAS NAS RELAÇÕES INTER-PESSOAIS COM A FAMÍLIA, DEMONSTRANDO A REBELDIA E A AMBIVALÊNCIA QUANTO À NECESSIDADE DE SEPARAÇÃO DOS PAIS, SEM O REAL DISTANCIAMENTO INTERNO. VIVENCIA TAMBÉM INTENSAMENTE A RELAÇÃO COM GRUPOS DE IGUAIS, ASSIM COMO A RELIGIOSIDADE, EMBORA AINDA SE ENCONTRE MUITO LIGADO À FAMÍLIA.
  30. 30. Sub-Divisão da Adolescência: MÉDIA ADOLESCÊNCIA (14 AOS 16)- INICIA-SE A SEPARAÇÃO DOS PAIS E DA FAMÍLIA ASSIM COMO A SELEÇÃO DE AMIGOS. PREDOMÍNIO DO INTERESSE PELO COMPANHEIRISMO. CONDUTA EXPLORATÓRIA EM RELAÇÃO À SEXUALIDADE. INTENSIFICA-SE TAMBÉM O PROCESSO DE ELABORAÇÃO DO PENSAMENTO ABSTRATO E FILOSÓFICO
  31. 31. Sub-Divisão da Adolescência: ADOLESCÊNCIA TARDIA (17 AOS 19 ANOS, 11 MESES E 29 DIAS )- INICIAM-SE OS RELACIONAMENTOS MAIS ESTÁVEIS, COM MAIOR ENVOLVIMENTO E COMPROMISSO. FASE MARCADA PELO ESTABELECIMENTO DA IDENTIDADE E DA CAPACIDADE DE PLANEJAR O FUTURO, DE FORMA CONCRETA, ASSIM COMO MANIFESTAM-SE MODIFICAÇÕES NA RELAÇÃO E NO JUÍZO CRÍTICO DA FAMÍLIA.
  32. 32. PERÍODO DA ADOLESCÊNCIA ETAPA COMPREENDIDA ENTRE OS 10 E 18 ANOS DE VIDA , COM INTENSAS MUDANÇAS CORPORAIS E PSICOSSOCIAIS QUE PREPARAM O INDIVÍDUO PARA ASSUMIR A ETAPA ADULTA, NO QUE SE REFERE À IDENTIDADE, À INTEGRAÇÃO SOCIAL / PROFISSIONAL, ASSIM COMO AUTO-SUSTENTABILIDADE NA ADOLESCÊNCIA ESTABELE-SE A MATURIDADE FÍSICA E REPRODUTIVA, A IDENTIDADE PSÍQUICA E SEXUAL, A INDEPENDÊNCIA PSICOLÓGICA, A CAPACIDADE DE INSERÇÃO NO MEIO SOCIAL E A INTERAÇÃO EMOCIONAL E SEXUAL COM UM (A) PARCEIRO (A). NA ADOLESCÊNCIA SE CONSTRÓI A IDENTIDADE ADULTA, A PARTIR DE DOIS MODELOS BÁSICOS: AS VIVÊNCIAS DA INFÂNCIA E OS NODELOS DE
  33. 33. PERÍODO DA ADOLESCÊNCIA SEGUNDO PIAGET - É NA ADOLESCÊNCIA QUE SE DESENVOLVE O PENSAMENTO FORMAL OU ADULTO, QUE SE POSSIBILITA AO INDIVÍDUO RESOLVER SITUAÇÕES HIPOTÉTICAS, REGISTRAR EFEITOS E TIRAR CONCLUSÕES, ALEM DE ADQUIRIR A CAPACIDADE DE INTROSPECÇÃO EREFLEXÃO A RESPEITO DE SENTIMENTOS
  34. 34. PUBERDADEDESENVOLVIMENTO SEXUAL – SEXOFEMININO • Ocorre: 1 a 2 anos mais cedo que no sexo masculino; • Primeira manifestação: broto mamário – M 2 • Idade: 9 a 13 anos, podendo ser 6, 7 a 12,7 anos (9,7 anos); • Início do estirão do crescimento em M 2 • P.V.C.: M2MENARCAOcorre entre 10 a 14 anos – 2 a 5 anos após M 2 entre M 3 eM 4 , após o P.V.C. – desaceleração. Ciclos menstruaisiniciais tendem a ser anovulatórios e irregulares e poderáacontecer maior sangramento.OVULAÇÃOPode ocorre desde a 1º menstruação/habitualmente 1 anoapós a menarca.
  35. 35. DESENVOLVIMENTOSEXUALSEXO FEMININOCritérios de Tanner
  36. 36. PUBERDADEDESENVOLVIMENTO SEXUAL – SEXO MASCULINO Um a dois anos mais tarde que no sexo feminino Primeira manifestação – crescimento testicular Avaliação do tamanho do testículo Vol. 1-2-3 ml – Pré-púbere 4 ml – Início da puberdade 12 a 25ml – adulto Pelos axilares: dois anos após início de pelos pubiano Pelos faciais Pelos do restante do corpo , aumento das glândulas sudoríparas (igual pelo axilar) , odor adulto característico alteração da voz (em fase adiantada do desenvolvimento genital )
  37. 37. DESENVOLVIMENTO SEXUAL – SEXO MASCULINOPRÓSTATA Glândulas bulbouretrais – vesículas seminais e epidídimo – crescimento acentuado no início do desenvolvimento testicular G2.ESPERMARCA Primeira ejaculação – variável geralmente no início do crescimento do pênis – 14 anos de idade cronológica e 13,5 de idade óssea G2 – G3.MAMAS (MASC.) Aumento do diâmetro e pigmentação da aréola
  38. 38. DESENVOLVIMENTOSEXUALSEXO MASCULINOCritérios de Tanner

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