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 INTRODUÇÃO 
 A história narrada no capítulo três ocorreu 
possivelmente no final do reinado de 
Nabucodonosor. O texto é mais uma prova de 
que vale a pena ser fiel a Deus até mesmo 
quando somos desafiados em nossa fé. 
Nabucodonosor já havia se esquecido da 
manifestação do poder de Deus na revelação 
dos seus sonhos (Dn 2.1-49). Tornou-se um 
déspota que exigia dos seus súditos um 
servilismo irracional. No meio da multidão dos 
súditos, porém, estavam os três jovens hebreus, 
fiéis ao Deus de Israel, do qual não transigiram 
de modo algum. 
 

 1. A grande estátua. Embriagado pelo poder e 
pelo fulgor de sua própria glória, o rei caldeu 
chegou ao ápice da presunção, não se 
contentando em ser apenas "a cabeça de ouro" da 
grande estátua do seu "primeiro" sonho (Dn 2.36- 
45). Nabucodonosor perdeu o bom senso e 
construiu uma enorme estátua de ouro maciço (Dn 
3.1). Também ordenou que os representantes das 
nações, súditos seus, se ajoelhassem e 
adorassem a estátua que o representava. 
 
 A grande estátua de Nabucodonosor remete-nos a 
uma outra estátua que será erguida pelo último 
império mundial gentílico, profetizado como o 
reino do Anticristo que aparecerá no "tempo do 
fim" (Ap 13.14,15).
 2. A diferença entre as estátuas. 
 É necessário destacar a diferença entre a estátua do 
capítulo dois e a do capítulo três de Daniel. Enquanto 
a estátua do capítulo dois era simbólica e apareceu no 
sonho de Nabucodonosor, a do capítulo três era literal, 
construída por ordem do rei caldeu. A estátua erigida 
tinha a forma de um obelisco que revelava, segundo 
se supõe, a intenção vaidosa de Nabucodonosor em 
autodeificar-se (cf. Dn 4.30). 
 A inauguração da estátua de ouro. Com o coração 
engrandecido, Nabucodonosor desejou ser adorado 
como deus (vv.1-5). Não lhe bastou a revelação de 
que o único Deus verdadeiro triunfaria na história (Dn 
2.47). Ele preferiu exaltar a si mesmo e aos seus 
deuses. O objetivo era escravizar todos os seus 
súditos e obrigá-los a servirem as divindades caldeias. 
Ele queria uma religião totalitária em que as pessoas 
obedecem não pela lealdade, mas pela força bruta 
(vv.5,6). 

 1. A ordem do rei a todos os seus 
súditos (vv.4-7). Nabucodonosor teve duas 
motivações principais para construir a grande 
estátua (v. 1). Uma das motivações era 
exibir-se perante os povos do mundo 
representados naquele evento. As 
dimensões e a magnitude da estátua eram 
impressionantes: Aproximadamente 27 
metros de altura por 6 de largura. A soberba, 
arrogância e insolência do rei não tinham 
limites. A Bíblia diz que "a soberba precede a 
ruína" (Pv 16.18). A segunda motivação de 
Nabucodonosor era o anelo de ser adorado 
como divindade pelos seus súditos. Por isso, 
ele deu ordens para que todos os oficiais do 
reino se reunissem a fim de adorarem a sua 
estátua (Dn 3.1-7). 

 2. A intenção do rei e o espírito do 
Anticristo. 
 A intenção de Nabucodonosor 
prenunciava o espírito do Anticristo, que 
levantará a imagem da Besta para ser 
adorada no tempo do fim (Mt 4.8-10; Ap 
13.11-17). A intenção do rei era impor a 
religião diabólica de sua imagem para 
dominar o mundo, não só nos campos 
material e político, mas também no 
espiritual.
 3. Coragem para não fazer concessões 
à idolatria (Dn 3.12). Os três jovens 
hebreus estavam naquele local por força 
da ordem do rei. Todos os grandes nomes 
do país, os chefes de governos, os 
sátrapas, os governadores das províncias, 
os sábios, os sacerdotes dos vários cultos 
pagãos, todos estavam lá. A ordem era 
que quando a música fosse tocada todos 
deveriam ajoelhar-se e adorar a estátua 
do rei. Quem não obedecesse seria 
lançado na fornalha de fogo ardente. 
Como sabemos, os três jovens hebreus 
preferiram morrer queimados a negar.
 1. Os jovens hebreus foram acusados e 
denunciados (vv.8-12). O rei foi 
informado da desobediência dos judeus. 
Ele ficou enfurecido e mandou que eles 
fossem trazidos à sua presença. Os 
jovens hebreus foram interrogados, mas 
mantiveram sua fidelidade ao Deus de 
Israel. Eles não se intimidaram diante das 
ameaças, porque sabiam que Deus 
poderia intervir naquela situação.
 2. A resposta corajosa dos jovens 
hebreus (Dn 3.16-18). Aqueles jovens 
sabiam que a fidelidade a Deus é algo 
inegociável. A lealdade desses jovens era 
mais que uma qualidade de caráter. Era 
uma confiança inabalável em Deus. A 
resposta resultava também do 
conhecimento que tinham do primeiro 
mandamento do Decálogo (Êx 20.3-5). 
Deus busca homens e mulheres que lhe 
sejam fiéis mesmo quando ameaçados. 
Por isso, mesmo inquiridos pelo rei 
caldeu, Hananias, Misael e Azarias não se 
intimidaram e mantiveram sua posição (Dn 
3.16-18).
 3. Reação à intimidação (Dn 3.16-18). Ao perguntar-lhes: 
"Quem é o Deus que vos poderá livrar das 
minhas mãos?" (Dn3.15), Nabucodonosor afrontou os 
jovens em sua fé. Eles não tiveram dúvida de que 
valia a pena permanecer fiéis ao Todo-Poderoso. 
Então, sem temor e com grande fé, responderam ao 
rei: "Eis que o nosso Deus, a quem nós servimos, é 
que nos pode livrar; ele nos livrará do forno de fogo 
ardente e da tua mão, ó rei. E, se não, fica sabendo, ó 
rei, que não serviremos a teus deuses nem 
adoraremos a estátua de ouro que levantaste" (Dn 
3.17,18). Os três jovens não cederam às ameaças e 
não ficaram livres da fornalha, pois Deus já os 
esperava ali. A companhia do quarto homem visto pelo 
rei dentro da fornalha foi suficiente para que eles 
saíssem ilesos e sem um único fio de cabelo 
queimado. 
 Esta resposta dos jovens hebreus confronta a posição 
de muitos crentes de hoje. Quão facilmente cedemos 
e até negamos a fé, fugindo do caminho da provação. 
Todavia, Deus conta com crentes fiéis que sejam 
capazes de responder às ameaças sem temer.
Conclusão. 
 A grande lição que aprendemos com 
esses três jovens é que "eles confiaram 
suas vidas a Deus e não se preocuparam 
com as consequências da fornalha". 
Mesmo que Deus não os impedissem de 
morrer queimado eles não negariam a fé! 
Que tenhamos essa mesma fé para 
enfrentar as tribulações da vida.
ACESSE O NOSSO SITE 
www.escola-dominical.com 
Produção dos slides 
Pr. Ismael Pereira de Oliveira 
& 
Lourinaldo Serafim

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LIÇÃO 04 – A PROVIDÊNCIA DIVINA NA FIDELIDADE HUMANA

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  • 7.  INTRODUÇÃO  A história narrada no capítulo três ocorreu possivelmente no final do reinado de Nabucodonosor. O texto é mais uma prova de que vale a pena ser fiel a Deus até mesmo quando somos desafiados em nossa fé. Nabucodonosor já havia se esquecido da manifestação do poder de Deus na revelação dos seus sonhos (Dn 2.1-49). Tornou-se um déspota que exigia dos seus súditos um servilismo irracional. No meio da multidão dos súditos, porém, estavam os três jovens hebreus, fiéis ao Deus de Israel, do qual não transigiram de modo algum.  
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  • 9.  1. A grande estátua. Embriagado pelo poder e pelo fulgor de sua própria glória, o rei caldeu chegou ao ápice da presunção, não se contentando em ser apenas "a cabeça de ouro" da grande estátua do seu "primeiro" sonho (Dn 2.36- 45). Nabucodonosor perdeu o bom senso e construiu uma enorme estátua de ouro maciço (Dn 3.1). Também ordenou que os representantes das nações, súditos seus, se ajoelhassem e adorassem a estátua que o representava.   A grande estátua de Nabucodonosor remete-nos a uma outra estátua que será erguida pelo último império mundial gentílico, profetizado como o reino do Anticristo que aparecerá no "tempo do fim" (Ap 13.14,15).
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  • 11.  2. A diferença entre as estátuas.  É necessário destacar a diferença entre a estátua do capítulo dois e a do capítulo três de Daniel. Enquanto a estátua do capítulo dois era simbólica e apareceu no sonho de Nabucodonosor, a do capítulo três era literal, construída por ordem do rei caldeu. A estátua erigida tinha a forma de um obelisco que revelava, segundo se supõe, a intenção vaidosa de Nabucodonosor em autodeificar-se (cf. Dn 4.30).  A inauguração da estátua de ouro. Com o coração engrandecido, Nabucodonosor desejou ser adorado como deus (vv.1-5). Não lhe bastou a revelação de que o único Deus verdadeiro triunfaria na história (Dn 2.47). Ele preferiu exaltar a si mesmo e aos seus deuses. O objetivo era escravizar todos os seus súditos e obrigá-los a servirem as divindades caldeias. Ele queria uma religião totalitária em que as pessoas obedecem não pela lealdade, mas pela força bruta (vv.5,6). 
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  • 15.  1. A ordem do rei a todos os seus súditos (vv.4-7). Nabucodonosor teve duas motivações principais para construir a grande estátua (v. 1). Uma das motivações era exibir-se perante os povos do mundo representados naquele evento. As dimensões e a magnitude da estátua eram impressionantes: Aproximadamente 27 metros de altura por 6 de largura. A soberba, arrogância e insolência do rei não tinham limites. A Bíblia diz que "a soberba precede a ruína" (Pv 16.18). A segunda motivação de Nabucodonosor era o anelo de ser adorado como divindade pelos seus súditos. Por isso, ele deu ordens para que todos os oficiais do reino se reunissem a fim de adorarem a sua estátua (Dn 3.1-7). 
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  • 17.  2. A intenção do rei e o espírito do Anticristo.  A intenção de Nabucodonosor prenunciava o espírito do Anticristo, que levantará a imagem da Besta para ser adorada no tempo do fim (Mt 4.8-10; Ap 13.11-17). A intenção do rei era impor a religião diabólica de sua imagem para dominar o mundo, não só nos campos material e político, mas também no espiritual.
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  • 19.  3. Coragem para não fazer concessões à idolatria (Dn 3.12). Os três jovens hebreus estavam naquele local por força da ordem do rei. Todos os grandes nomes do país, os chefes de governos, os sátrapas, os governadores das províncias, os sábios, os sacerdotes dos vários cultos pagãos, todos estavam lá. A ordem era que quando a música fosse tocada todos deveriam ajoelhar-se e adorar a estátua do rei. Quem não obedecesse seria lançado na fornalha de fogo ardente. Como sabemos, os três jovens hebreus preferiram morrer queimados a negar.
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  • 23.  1. Os jovens hebreus foram acusados e denunciados (vv.8-12). O rei foi informado da desobediência dos judeus. Ele ficou enfurecido e mandou que eles fossem trazidos à sua presença. Os jovens hebreus foram interrogados, mas mantiveram sua fidelidade ao Deus de Israel. Eles não se intimidaram diante das ameaças, porque sabiam que Deus poderia intervir naquela situação.
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  • 25.  2. A resposta corajosa dos jovens hebreus (Dn 3.16-18). Aqueles jovens sabiam que a fidelidade a Deus é algo inegociável. A lealdade desses jovens era mais que uma qualidade de caráter. Era uma confiança inabalável em Deus. A resposta resultava também do conhecimento que tinham do primeiro mandamento do Decálogo (Êx 20.3-5). Deus busca homens e mulheres que lhe sejam fiéis mesmo quando ameaçados. Por isso, mesmo inquiridos pelo rei caldeu, Hananias, Misael e Azarias não se intimidaram e mantiveram sua posição (Dn 3.16-18).
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  • 27.  3. Reação à intimidação (Dn 3.16-18). Ao perguntar-lhes: "Quem é o Deus que vos poderá livrar das minhas mãos?" (Dn3.15), Nabucodonosor afrontou os jovens em sua fé. Eles não tiveram dúvida de que valia a pena permanecer fiéis ao Todo-Poderoso. Então, sem temor e com grande fé, responderam ao rei: "Eis que o nosso Deus, a quem nós servimos, é que nos pode livrar; ele nos livrará do forno de fogo ardente e da tua mão, ó rei. E, se não, fica sabendo, ó rei, que não serviremos a teus deuses nem adoraremos a estátua de ouro que levantaste" (Dn 3.17,18). Os três jovens não cederam às ameaças e não ficaram livres da fornalha, pois Deus já os esperava ali. A companhia do quarto homem visto pelo rei dentro da fornalha foi suficiente para que eles saíssem ilesos e sem um único fio de cabelo queimado.  Esta resposta dos jovens hebreus confronta a posição de muitos crentes de hoje. Quão facilmente cedemos e até negamos a fé, fugindo do caminho da provação. Todavia, Deus conta com crentes fiéis que sejam capazes de responder às ameaças sem temer.
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  • 31. Conclusão.  A grande lição que aprendemos com esses três jovens é que "eles confiaram suas vidas a Deus e não se preocuparam com as consequências da fornalha". Mesmo que Deus não os impedissem de morrer queimado eles não negariam a fé! Que tenhamos essa mesma fé para enfrentar as tribulações da vida.
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  • 33. ACESSE O NOSSO SITE www.escola-dominical.com Produção dos slides Pr. Ismael Pereira de Oliveira & Lourinaldo Serafim