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••Desde 1985, sede em Aparecida de GoiâniaDesde 1985, sede em Aparecida de Goiânia--GO;GO;
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CComportamentoomportamento ee
desempenho térmico dodesempenho térmico do
concreto:concreto:concreto:concreto:
Por que e quando se preocupar ?Por que e quando se preocupar ?
Como evitar fissuras de origem térmica ?Como evitar fissuras de origem térmica ?
Eduardo de AquinoEduardo de Aquino GambaleGambale
Departamento de Tecnologia de EmpreendimentosDepartamento de Tecnologia de Empreendimentos
FURNASFURNAS
A reação de hidratação do cimento provoca, durante
o endurecimento do concreto, variações
dimensionais que, quando restritas, podem levar a
fissuração do concreto.
INTRODUÇÃOINTRODUÇÃO
Complexidade - recentes avanços processos construtivos
Novas concepções de cimentos
Dosagens influem diretamente na fissuração do concreto
0
5
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15
20
25
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35
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Idade (Hora)
Temperatura(ºC)
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Concreto Fluido Autoadensável Concreto de Alto Desempenho
Cimentos BrasileirosCimentos Brasileiros
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Principais fatores que influenciam significativamente
na velocidade de hidratação do cimentovelocidade de hidratação do cimento:
É aquele que, ao ser aplicado numa estrutura, requer a tomadaÉ aquele que, ao ser aplicado numa estrutura, requer a tomada
de precauções que evitem fissurações derivadas de seude precauções que evitem fissurações derivadas de seu
comportamento térmico.comportamento térmico.
Concreto MassaConcreto Massa -- definiçãodefinição
Termômetro 363
40
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Temperatura(°C)
Temperatura
Calculada
Leituras no
Termômetro 363
0 20 40 60 80
20
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Idade (dias)
Temperatura(°C)
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pelo método de Carlson em Itumbiara-GO, 1985.
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Engenharia.
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Coeficiente dilatação
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Fatores de Projeto
e execução
Dimensões da peça
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-1
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Concreto
-1
0
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Concreto
Simulação UNIDIMENSIONALSimulação UNIDIMENSIONAL
-4
-3
-2
-1
Fundação
-4
-3
-2
-1
Fundação
Modelo BIDIMENSIONALModelo BIDIMENSIONAL
Tubo de sucção da UHE Santo Antonio
Caixa Expiral da UHE Batalha
Simulação TRIDIMENSIONALSimulação TRIDIMENSIONAL
Concretagem bloco de fundação de grande
dimensão e volume de concreto : 520 m3
Viga Munhão
UHE Corumbá
O que fazer para minimizar:O que fazer para minimizar:
Dosagem: consumo de cimento, tipo de cimento, aditivo etc.
Plano de concretagem: espessura das camadas, intervalo
de colocação, lançamento noturno, concreto bombeado,
forma deslizante, etc.
Fissuras de Origem TérmicaFissuras de Origem Térmica
Procedimento construtivo: pré-refrigeração (armazenamento
do material na sombra, água gelada, gelo, refrigeração do
agregado etc) ou pós refrigeração (serpentina ou outros
recursos)
Fatores cuja influência é significativa naFatores cuja influência é significativa na
temperatura da estruturatemperatura da estrutura
1. CONSUMO DE CIMENTO
40,0
50,0
60,0
ElevaçãoAdiabática(o
C)
0,0
10,0
20,0
30,0
0 10 20 30
Idade (dia)
ElevaçãoAdiabática
200 kg/m³
250 kg/m³
300 kg/m³
350 kg/m³
400 kg/m³
Fatores cuja influência é significativa naFatores cuja influência é significativa na
temperatura da estruturatemperatura da estrutura
2. TEMPERATURA DE APLICAÇÃO NA PRAÇA
350 kg/m³ do cimento tipo CP II
Tem peratura ambiente = 25o
C
Espessura da camada= 1 metro
66
68
70
72
Temperaturamáxima(
o
C)
52
54
56
58
60
62
64
10 15 20 25 30 35
Temperatura de colocação do concreto na praça (
o
C)
Temperaturamáxima(
Fatores cuja influência é significativa naFatores cuja influência é significativa na
temperatura da estruturatemperatura da estrutura
3. ESPESSURA DA CAMADA
350 kg/m³ do cimento tipo CP II
Temperatura ambiente = 20o
C - Temperatura de colocação = 25 o
C
Intervalo de colocação das camadas = 3 dias
65
70
75
Temperaturamáxima(
o
C)
45
50
55
60
65
0,5 0,75 1 1,25 1,5 1,75 2
Espessura da camada (m)
Temperaturamáxima(
Fatores cuja influência é significativa naFatores cuja influência é significativa na
temperatura da estruturatemperatura da estrutura
4. PLANO DE CONCRETAGEM
Plano :
1 camada de 0,50 m depois de 5 dias uma camada de 1,00 metros depois de 4 dias
camadas de 1,50 metros a cada 8 dias
55
60
65
20
25
30
35
40
45
50
55
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 26 28 30 32 34 36 38 40 42 44 46 48 50
Idade (dia)
Temperatura(ºC)
1º Camada
2º Camada
3º Camada
4º Camada
5º Camada
6º Camada
7º Camada
Fatores cuja influência é significativa naFatores cuja influência é significativa na
temperatura da estruturatemperatura da estrutura
5. INTERVALO DE LANÇAMENTO
350 kg/m³ do cimento tipo CP II
Temperatura ambiente = 20o
C - Temperatura de colocação = 25 o
C
Espessura da camada= 1 metro
60
61
62
63
Temperaturamáxima(
o
C)
54
55
56
57
58
59
60
1 2 3 4 5
Intervalo de colocação (dias)
Temperaturamáxima(
Fatores cuja influência é significativa naFatores cuja influência é significativa na
temperatura da estruturatemperatura da estrutura
6. TIPO DE CIMENTO
25
30
35
40
45
Temperatura(
o
C)
0
5
10
15
20
25
0 5 10 15 20 25 30
Idade (dia)
Temperatura(
CP II
CP III
CP IV
PRÉ-REFRIGERAÇÃO
Como evitar a FISSURAÇÃO ?Como evitar a FISSURAÇÃO ?
Gelo em escamas
Gelo em cubos
Água gelada
PRÉ-REFRIGERAÇÃO – Cálculo da % de GELO
C onsumo de C imento = 400 kg/m
3
Consumo de água = 180 kg/m
3
Tem peratura am biente = 35 o
C
70
80
90
0
10
20
30
40
50
60
0 5 10 15 20 25
Queda de temperatura (∆ t(
o
C ))
%Gelo
Princípio da conservação da Energia:
(ΣQ=0)
PRÉ-REFRIGERAÇÃO – FÁBRICA DE GELO
PRÉ-REFRIGERAÇÃO – CAMINHÃO BETONEIRA
Geladinho
Tecnologista Élcio Guerra
Ganhador do prêmio
“Liberato Bernardo”
1993
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em SERPENTINAS
Como evitar a FISSURAÇÃO ?Como evitar a FISSURAÇÃO ?
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Como evitar a FISSURAÇÃO ?Como evitar a FISSURAÇÃO ?
PROTEÇÃO – Mantas, sacos de aniagem
Como evitar a FISSURAÇÃO ?Como evitar a FISSURAÇÃO ?
Manta de geotêxtil
Manta tipo BIDIN
CUIDADOS COM CURA E VIBRAÇÃO
Como evitar a FISSURAÇÃO ?Como evitar a FISSURAÇÃO ?
Procedimento correto de
vibração do concreto -
revibração do concreto,
visando a melhoria do
acabamento da superfície
vibrada e incorporação das
pedras segregadas e
espalhadas sobre a superfície
do concreto vibrado.
Cura eficiente
ESTUDO DE CASOESTUDO DE CASO
3a Ponte do Lago Sul de BRASÍLIA
Resistência a compressão (MPa)
0
20
40
60
0 10 20 30
Idade (dia)
Resistênciaa
compressão
(MPa)
Ensaio
Ajuste
Caracterização do CONCRETOCaracterização do CONCRETO
Resistência à Tração (MPa)
0
2
4
6
8
10
0 10 20 30
Idade (dia)
ResistênciaàTração(MPa)
Flexão
Diametral
Simples
Ensaio
Ensaio
Ensaio
Módulo de Elasticidade Elétrico (GPa)
0
20
40
60
0 10 20 30
Idade (dia)
Módulo(GPa)
Ensaio
Ajuste
0
5
10
15
0 10 20 30 40
Idade (dia)
CoeficientedeFluência
(10-6/MPa)
Ensaio
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Caracterização do CONCRETOCaracterização do CONCRETO
Ensaios ESPECIAIS
Parâmetros Térmicos
Calor Específico (kcal/kg.oC) : 0,20
Difusividade Térmica (m²/dia) : 0,07705
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F lu ê n c ia E s p e c ífic a
20
30
40
50
60
70
0 1 0 2 0 30 4 0
Id a d e (d ia )
Fluência(10-6
/MPa)
4 d ia s
7 d ia s
2 8 d ia s
ANÁLISE no CAMPO das TEMPERATURASANÁLISE no CAMPO das TEMPERATURAS
Concreto
Água
Concreto
externo
HIPÓTESES DE CÁLCULO ESTUDADASHIPÓTESES DE CÁLCULO ESTUDADAS
60
70
80
90
0 1 2 3 4 5 6 7 8
Temperatura(ºC)
Camada 2,0m
Camada 1,0m
Camada 1,0m
Cronograma Obra
60
70
80
90
Temperatura(ºC)
Camada 2,0m
Camada 1,0m
Camada 1,0m
Cronograma Obra
Cronograma da Obra :
Lançamento de uma camada 0,50m seguido de uma espera de
10 dias, retomada com 3 camadas de 1,00m e última de 0,50 m
Intervalo de Lançamento (dia)
60
0 1 2 3 4 5 6 7 8
Intervalo de Lançamento (dia)
Isotermas do Bloco 4 da 3º Ponte do Lago Sul
1
2
3
ComSem
pós-refrigeração
Tmáx = 85ºC
RESULTADOSRESULTADOS
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
0
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
0
1
2
3
Com
pós-refrigeraçãopós
Tmáx = 75 ºC
Algumas FOTOSAlgumas FOTOS
Estudo térmico do tamponamento doEstudo térmico do tamponamento do
TunelTunel da UHE Batalhada UHE Batalha
Estudo térmico do tamponamento doEstudo térmico do tamponamento do
TunelTunel da UHE Batalhada UHE Batalha
Estudo térmico do tamponamento doEstudo térmico do tamponamento do
TunelTunel da UHE Batalhada UHE Batalha
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TunelTunel da UHEda UHE BatalhaBatalha
Analise térmicaAnalise térmica
MONITORAMENTTO de TemperaturaMONITORAMENTTO de Temperatura
55
60
65
70
75
80
Temperatura(ºC)
Calculo
Leituras do TE-26
45
50
55
0 10 20 30 40 50
Idade (dia)
Monitoramento (Bloco de uma Edificação)
Altura = 1,60m Cimento CP-V consumo XXX Kg/m³
50
60
70
80
Temperatura°C
20
30
40
50
0 20 40 60 80 100 120 140 160 180 200 220 240
Tempo em horas
Temperatura°C
Termômetro Central 1ª Camada Termômetro Central 2ª Camada
Simulação nó central da 1ª camada (nó 63) Simulaçõa nó central da 2ª camada ( nó 163)
CASTRO, D. P. ; NASCENTE, M,R.; “Estudo do Comportamento Térmico do
Concreto de Blocos e sapatas de fundações”Pontífícia Universidade Católica de
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CONSIDERAÇÕES FINAISCONSIDERAÇÕES FINAIS
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deve ser levado em consideração em concretos com
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podem ser tomadas de modo a prevenir a fissuração
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materiais, cura com água da estrutura, sacos de
aniagem molhado,etc);
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espessura das camadas de concretagem e do
intervalo de lançamento entre camadas consecutivas;
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concreto (pré refrigeração);
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MUITOMUITO
OBRIGADO!!!OBRIGADO!!!OBRIGADO!!!OBRIGADO!!!
GambaleGambale
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Comport termico concreto

  • 1. Concreto Massa Residência, Cidade do México Ponte sobre o Rio Orinoco Venezuela Cathedral of Our Lady of the Angels
  • 2. Laboratórios de Tecnologia emLaboratórios de Tecnologia em EmpreendimentosEmpreendimentos de FURNAS:de FURNAS: Uma breve apresentaçãoUma breve apresentação
  • 3. Áreas de AtuaçãoÁreas de Atuação • Tecnologia do concreto • Mecânica dos solos • Mecânica das rochas • Materiais betuminosos • Geologia de engenharia e ambiental • Instrumentação e auscultação para segurança• Instrumentação e auscultação para segurança estrutural • Engenharia hidráulica • Hidrometeorologia • Controle de qualidade da água • Gestão da qualidade • Metrologia
  • 4. ••Atuação Internacional em cerca de 30 obras nos cinco continentes;Atuação Internacional em cerca de 30 obras nos cinco continentes; ••Atuação Nacional em mais de 150 empreendimentos ;Atuação Nacional em mais de 150 empreendimentos ; ••Desde 1985, sede em Aparecida de GoiâniaDesde 1985, sede em Aparecida de Goiânia--GO;GO; ••Certificação ISO 9001 eCertificação ISO 9001 e acreditaçãoacreditação INMETRO;INMETRO; ••Apoio a mais de 100 dissertações de mestrado e 50 teses de doutorado;Apoio a mais de 100 dissertações de mestrado e 50 teses de doutorado; ••Mais de 700 artigos técnicoMais de 700 artigos técnico--científicos publicadoscientíficos publicados
  • 5. CComportamentoomportamento ee desempenho térmico dodesempenho térmico do concreto:concreto:concreto:concreto: Por que e quando se preocupar ?Por que e quando se preocupar ? Como evitar fissuras de origem térmica ?Como evitar fissuras de origem térmica ? Eduardo de AquinoEduardo de Aquino GambaleGambale Departamento de Tecnologia de EmpreendimentosDepartamento de Tecnologia de Empreendimentos FURNASFURNAS
  • 6. A reação de hidratação do cimento provoca, durante o endurecimento do concreto, variações dimensionais que, quando restritas, podem levar a fissuração do concreto. INTRODUÇÃOINTRODUÇÃO
  • 7. Complexidade - recentes avanços processos construtivos Novas concepções de cimentos Dosagens influem diretamente na fissuração do concreto 0 5 10 15 20 25 30 35 40 0 6 12 18 24 Idade (Hora) Temperatura(ºC) CP II F 32 CP IV CP Branco Centro Administrativo Rio Negro Barueri,SP Concreto Fluido Autoadensável Concreto de Alto Desempenho
  • 8. Cimentos BrasileirosCimentos Brasileiros Composição química do cimento : quantidade de C3A e C3SComposição química do cimento : quantidade de C3A e C3S Finura do cimento (m²/g) : moagem e área específicaFinura do cimento (m²/g) : moagem e área específica Principais fatores que influenciam significativamente na velocidade de hidratação do cimentovelocidade de hidratação do cimento:
  • 9. É aquele que, ao ser aplicado numa estrutura, requer a tomadaÉ aquele que, ao ser aplicado numa estrutura, requer a tomada de precauções que evitem fissurações derivadas de seude precauções que evitem fissurações derivadas de seu comportamento térmico.comportamento térmico. Concreto MassaConcreto Massa -- definiçãodefinição Termômetro 363 40 50 Temperatura(°C) Temperatura Calculada Leituras no Termômetro 363 0 20 40 60 80 20 30 40 Idade (dias) Temperatura(°C)
  • 10. Tipos de FissurasTipos de Fissuras Fissuras do concreto no estado plásticoFissuras do concreto no estado plástico Sedimentação; Assentamento diferenciais dentro da massa do concreto; Movimentação das formas ou fundação; Impedimento da sedimentação pela armadura ou agregado; Retração superficial; Variação da temperatura ambiente. Fissuras do concreto no estado endurecidoFissuras do concreto no estado endurecidoFissuras do concreto no estado endurecidoFissuras do concreto no estado endurecido Retração hidráulica; Deformação autógena; Acabamento (uso excessivo da desempenadeira) Concentração de esforços; Em função do fenômeno da hidratação do cimento; Projeto inadequado das Juntas de dilatação; Oxidação das armaduras; Formação da Etringita tardia; Ataque químico (fonte externa e interna).
  • 11. Transmissão de Calor no Maciço de Concreto Energia Solar Convecção e condução Calor Hidratação Condução (Difusividade térmica) Fonte de Calor Interna Fonte de Calor Externa Fissuras de Origem TérmicaFissuras de Origem Térmica Condução (Difusividade térmica)Interna
  • 12. A tensão de tração na flexão é ultrapassada pela tensão instalada Por que aparece a fissura de origem térmica daPor que aparece a fissura de origem térmica da hidratação do cimento ?hidratação do cimento ? Peça de Concreto Livre de tensão Resfriada sem restrições Resfriada com restrições Tensão = 0 Tensão = 0 Tensão <> 0
  • 13. “Existem ótimos planejamentos de construção, que produzirão temperatura favoráveis no concreto massa sem grande custo, mas informações para Eng° Walton Pacelli e Roy Carlson executando cálculo térmico pelo método de Carlson em Itumbiara-GO, 1985. Desenho da Arquiteta Maria Luiza de Ulhôa Carvalho. auxiliar a seleção desses planejamentos geralmente têm faltado.” “A base do método dos elementos finitos foi desenvolvida por Douglas Mchenry” Roy W. Carlson
  • 14. Em1962, a segurança de uma barragem em Arkansas Estados Unidos foi questionada devido à uma grande fissura vertical. Este foi o primeiro caso em que foi utilizado o método dos elementos finitos para resolver um problema da Engenharia. HISTÓRICOHISTÓRICO Engenharia. Tipos de elementos finitos : unidimensional Bidimencional Tridimensional
  • 15. Tensões de origem térmicaTensões de origem térmica Caracterização do Concreto Parâmetros Coeficiente dilatação Módulo de elasticidade Resistência à tração Fluência Parâmetros Fatores de Projeto e execução Dimensões da peça Intervalo de colocação Condições de lançamento Temperatura ambiente Temperatura de colocação Uso de pós refrigeração Consumo de cimento Tipo de cimento; outros Parâmetros Viscoelásticos Cálculo no Campo de Tensões Segurança Parâmetros Térmicos Cálculo no Campo de Temperatura Instrumentação Difusividade Térmica Condutividade Térmica Calor Específico Elevação Adiabática
  • 16. Utilização de um banco de dados (Literatura) Equipe de FURNAS - Editor Walton Pacelli de Andrade Execução de Ensaios Parâmetros térmicos eParâmetros térmicos e viscoelásticosviscoelásticos -- ObtençãoObtenção Modelos de dados exemplo : Rede Neural Equipe de FURNAS - Editor Walton Pacelli de Andrade Concretos: Massa, Estrutural, Projetado e Compactado com Rolo Ensaios e Propriedades Ed. Pini, São Paulo-SP, 1997.
  • 18. Modelo BIDIMENSIONALModelo BIDIMENSIONAL Tubo de sucção da UHE Santo Antonio
  • 19. Caixa Expiral da UHE Batalha
  • 20. Simulação TRIDIMENSIONALSimulação TRIDIMENSIONAL Concretagem bloco de fundação de grande dimensão e volume de concreto : 520 m3 Viga Munhão UHE Corumbá
  • 21. O que fazer para minimizar:O que fazer para minimizar: Dosagem: consumo de cimento, tipo de cimento, aditivo etc. Plano de concretagem: espessura das camadas, intervalo de colocação, lançamento noturno, concreto bombeado, forma deslizante, etc. Fissuras de Origem TérmicaFissuras de Origem Térmica Procedimento construtivo: pré-refrigeração (armazenamento do material na sombra, água gelada, gelo, refrigeração do agregado etc) ou pós refrigeração (serpentina ou outros recursos)
  • 22. Fatores cuja influência é significativa naFatores cuja influência é significativa na temperatura da estruturatemperatura da estrutura 1. CONSUMO DE CIMENTO 40,0 50,0 60,0 ElevaçãoAdiabática(o C) 0,0 10,0 20,0 30,0 0 10 20 30 Idade (dia) ElevaçãoAdiabática 200 kg/m³ 250 kg/m³ 300 kg/m³ 350 kg/m³ 400 kg/m³
  • 23. Fatores cuja influência é significativa naFatores cuja influência é significativa na temperatura da estruturatemperatura da estrutura 2. TEMPERATURA DE APLICAÇÃO NA PRAÇA 350 kg/m³ do cimento tipo CP II Tem peratura ambiente = 25o C Espessura da camada= 1 metro 66 68 70 72 Temperaturamáxima( o C) 52 54 56 58 60 62 64 10 15 20 25 30 35 Temperatura de colocação do concreto na praça ( o C) Temperaturamáxima(
  • 24. Fatores cuja influência é significativa naFatores cuja influência é significativa na temperatura da estruturatemperatura da estrutura 3. ESPESSURA DA CAMADA 350 kg/m³ do cimento tipo CP II Temperatura ambiente = 20o C - Temperatura de colocação = 25 o C Intervalo de colocação das camadas = 3 dias 65 70 75 Temperaturamáxima( o C) 45 50 55 60 65 0,5 0,75 1 1,25 1,5 1,75 2 Espessura da camada (m) Temperaturamáxima(
  • 25. Fatores cuja influência é significativa naFatores cuja influência é significativa na temperatura da estruturatemperatura da estrutura 4. PLANO DE CONCRETAGEM Plano : 1 camada de 0,50 m depois de 5 dias uma camada de 1,00 metros depois de 4 dias camadas de 1,50 metros a cada 8 dias 55 60 65 20 25 30 35 40 45 50 55 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 26 28 30 32 34 36 38 40 42 44 46 48 50 Idade (dia) Temperatura(ºC) 1º Camada 2º Camada 3º Camada 4º Camada 5º Camada 6º Camada 7º Camada
  • 26. Fatores cuja influência é significativa naFatores cuja influência é significativa na temperatura da estruturatemperatura da estrutura 5. INTERVALO DE LANÇAMENTO 350 kg/m³ do cimento tipo CP II Temperatura ambiente = 20o C - Temperatura de colocação = 25 o C Espessura da camada= 1 metro 60 61 62 63 Temperaturamáxima( o C) 54 55 56 57 58 59 60 1 2 3 4 5 Intervalo de colocação (dias) Temperaturamáxima(
  • 27. Fatores cuja influência é significativa naFatores cuja influência é significativa na temperatura da estruturatemperatura da estrutura 6. TIPO DE CIMENTO 25 30 35 40 45 Temperatura( o C) 0 5 10 15 20 25 0 5 10 15 20 25 30 Idade (dia) Temperatura( CP II CP III CP IV
  • 28. PRÉ-REFRIGERAÇÃO Como evitar a FISSURAÇÃO ?Como evitar a FISSURAÇÃO ? Gelo em escamas Gelo em cubos Água gelada
  • 29. PRÉ-REFRIGERAÇÃO – Cálculo da % de GELO C onsumo de C imento = 400 kg/m 3 Consumo de água = 180 kg/m 3 Tem peratura am biente = 35 o C 70 80 90 0 10 20 30 40 50 60 0 5 10 15 20 25 Queda de temperatura (∆ t( o C )) %Gelo Princípio da conservação da Energia: (ΣQ=0)
  • 31. PRÉ-REFRIGERAÇÃO – CAMINHÃO BETONEIRA Geladinho Tecnologista Élcio Guerra Ganhador do prêmio “Liberato Bernardo” 1993
  • 32. PÓS-REFRIGERAÇÃO – Circulação de ÁGUA em SERPENTINAS Como evitar a FISSURAÇÃO ?Como evitar a FISSURAÇÃO ?
  • 33. PÓS-REFRIGERAÇÃO – Circulação de ÁGUA em SERPENTINAS Como evitar a FISSURAÇÃO ?Como evitar a FISSURAÇÃO ?
  • 34. PÓS-REFRIGERAÇÃO – Circulação de ÁGUA em SERPENTINAS Como evitar a FISSURAÇÃO ?Como evitar a FISSURAÇÃO ?
  • 35. RAIOS SOLARES – Proteção contra incidência Como evitar a FISSURAÇÃO ?Como evitar a FISSURAÇÃO ?
  • 36. PROTEÇÃO – Mantas, sacos de aniagem Como evitar a FISSURAÇÃO ?Como evitar a FISSURAÇÃO ? Manta de geotêxtil Manta tipo BIDIN
  • 37. CUIDADOS COM CURA E VIBRAÇÃO Como evitar a FISSURAÇÃO ?Como evitar a FISSURAÇÃO ? Procedimento correto de vibração do concreto - revibração do concreto, visando a melhoria do acabamento da superfície vibrada e incorporação das pedras segregadas e espalhadas sobre a superfície do concreto vibrado. Cura eficiente
  • 38. ESTUDO DE CASOESTUDO DE CASO 3a Ponte do Lago Sul de BRASÍLIA
  • 39.
  • 40.
  • 41. Resistência a compressão (MPa) 0 20 40 60 0 10 20 30 Idade (dia) Resistênciaa compressão (MPa) Ensaio Ajuste Caracterização do CONCRETOCaracterização do CONCRETO Resistência à Tração (MPa) 0 2 4 6 8 10 0 10 20 30 Idade (dia) ResistênciaàTração(MPa) Flexão Diametral Simples Ensaio Ensaio Ensaio Módulo de Elasticidade Elétrico (GPa) 0 20 40 60 0 10 20 30 Idade (dia) Módulo(GPa) Ensaio Ajuste
  • 42. 0 5 10 15 0 10 20 30 40 Idade (dia) CoeficientedeFluência (10-6/MPa) Ensaio Ajuste Caracterização do CONCRETOCaracterização do CONCRETO Ensaios ESPECIAIS Parâmetros Térmicos Calor Específico (kcal/kg.oC) : 0,20 Difusividade Térmica (m²/dia) : 0,07705 Condutividade Térmica (kcal/m.d.oC) : 36,18 Massa específica (Kg/m3) : 2348 Coeficiente de Dilatação Térmica (10-6/oC) : 9,11 F lu ê n c ia E s p e c ífic a 20 30 40 50 60 70 0 1 0 2 0 30 4 0 Id a d e (d ia ) Fluência(10-6 /MPa) 4 d ia s 7 d ia s 2 8 d ia s
  • 43. ANÁLISE no CAMPO das TEMPERATURASANÁLISE no CAMPO das TEMPERATURAS Concreto Água Concreto externo
  • 44. HIPÓTESES DE CÁLCULO ESTUDADASHIPÓTESES DE CÁLCULO ESTUDADAS 60 70 80 90 0 1 2 3 4 5 6 7 8 Temperatura(ºC) Camada 2,0m Camada 1,0m Camada 1,0m Cronograma Obra 60 70 80 90 Temperatura(ºC) Camada 2,0m Camada 1,0m Camada 1,0m Cronograma Obra Cronograma da Obra : Lançamento de uma camada 0,50m seguido de uma espera de 10 dias, retomada com 3 camadas de 1,00m e última de 0,50 m Intervalo de Lançamento (dia) 60 0 1 2 3 4 5 6 7 8 Intervalo de Lançamento (dia)
  • 45. Isotermas do Bloco 4 da 3º Ponte do Lago Sul 1 2 3 ComSem pós-refrigeração Tmáx = 85ºC RESULTADOSRESULTADOS 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 Com pós-refrigeraçãopós Tmáx = 75 ºC
  • 47. Estudo térmico do tamponamento doEstudo térmico do tamponamento do TunelTunel da UHE Batalhada UHE Batalha
  • 48. Estudo térmico do tamponamento doEstudo térmico do tamponamento do TunelTunel da UHE Batalhada UHE Batalha
  • 49. Estudo térmico do tamponamento doEstudo térmico do tamponamento do TunelTunel da UHE Batalhada UHE Batalha
  • 50. Estudo térmico do tamponamento doEstudo térmico do tamponamento do TunelTunel da UHEda UHE BatalhaBatalha Analise térmicaAnalise térmica
  • 51. MONITORAMENTTO de TemperaturaMONITORAMENTTO de Temperatura 55 60 65 70 75 80 Temperatura(ºC) Calculo Leituras do TE-26 45 50 55 0 10 20 30 40 50 Idade (dia)
  • 52. Monitoramento (Bloco de uma Edificação) Altura = 1,60m Cimento CP-V consumo XXX Kg/m³ 50 60 70 80 Temperatura°C 20 30 40 50 0 20 40 60 80 100 120 140 160 180 200 220 240 Tempo em horas Temperatura°C Termômetro Central 1ª Camada Termômetro Central 2ª Camada Simulação nó central da 1ª camada (nó 63) Simulaçõa nó central da 2ª camada ( nó 163) CASTRO, D. P. ; NASCENTE, M,R.; “Estudo do Comportamento Térmico do Concreto de Blocos e sapatas de fundações”Pontífícia Universidade Católica de Goiás, Departamento de Engenharia Civil, Trabalho de Final de Curso, Goiânia, 2013
  • 53. CONSIDERAÇÕES FINAISCONSIDERAÇÕES FINAIS O fenômeno térmico é um problema importante e deve ser levado em consideração em concretos com características massivas. Do ponto de vista da engenharia, diversas medidas podem ser tomadas de modo a prevenir a fissuração do concreto provocada pelos efeitos da reação de hidratação, como por exemplo: 1. Escolha da composição do concreto; 2. Proteção do concreto contra a incidência dos raios solares (armazenamento na sombra dos materiais, cura com água da estrutura, sacos de aniagem molhado,etc); 3. Controle do ritmo de execução da estrutura, isto é, da espessura das camadas de concretagem e do intervalo de lançamento entre camadas consecutivas; 4. Diminuição da temperatura de lançamento do concreto (pré refrigeração); 5. Utilização da pós-refrigeração.
  • 55. ELETROBRAS FURNASELETROBRAS FURNAS DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIA DE EMPREENDIMENTOSDEPARTAMENTO DE TECNOLOGIA DE EMPREENDIMENTOS LABORATÓRIO DE TECNOLOGIA EM ENGENHARIA CIVILLABORATÓRIO DE TECNOLOGIA EM ENGENHARIA CIVIL emails: dtce@furnas.com.br gambale@furnas.com.br Telefone: (62) 3239 6300 Fax: (62) 3239 6500 Endereço: BR 153, km 510 Aparecida de Goiânia – GO