Cancer de prostata

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Informações gerais sobre câncer de próstata.

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Cancer de prostata

  1. 1. CÂNCER DE PRÓSTATA PROFESSOR: FRANCISCO MEDRADOS DISCIPLINA: SAÚDE DO ADULTO E DO IDOSO ALUNA: LORENA SERENITA TELLES – RA: 0050064804 Clarice Leite da Silva – RA: 0050061052 Juliana Baptista Rodrigues – RA: 0050066953 Rosana Caetano da Oliveira – RA: 0050080118 Ana Paula mendes – RA: 0000011883
  2. 2. Objetivos • Conhecer o Câncer de Próstata. • Fatores de Risco. • Possíveis agravos. • Informações básicas. • PSA / Toque retal. • Sinais e Sintomas. • Conhecer as Intervenções de Enfermagem para o paciente de câncer de próstata. • Métodos Diagnósticos. • Tratamentos. • Efeitos do tratamento. • Acompanhamento. • Prevenção. • NHB afetadas. • Diagnostico de Enfermagem. • Prescrição de Enfermagem.
  3. 3. INTRODUÇÃO • O que é câncer de próstata? R: É o tipo de câncer que ocorre na próstata: Grândola localizada abaixo da bexiga e que envolve a uretra, canal que liga a bexiga. • Tumor sólido mais frequente em homens. • 53.000 casos novos, 8.000 mortes ( Brasil, 2010). • 1 em cada 6 homens são acometidos. • Incidência aumentando. • 2ª maior causa de óbito. • Mudança da apresentação clínica. • Doença Ocidental.
  4. 4. FATORES DE RISCO • Idade. • Hereditariedade. • Estilo de vida. • Raça. História familiar Risco (%) Nenhuma 8 Pai ou irmão 15 Pai /irmão <60 a 20 CaP hereditário 35-45
  5. 5. PATOLOGIA • Adenocarcinoma acinar. • 70% Zona Periférica. • Tumor sólido, endurecido, branco- Amarelado. • Escala de Gleason ( 2-10). • Papel da Testosterona.
  6. 6. RASTREAMENTO • Discutível. • Orientações SBU/ AUA: • 40 anos ( HF / raça negra) – TR + PSA. • 45 anos ( sem fatores de risco) – TR + PSA. • Após 50 anos: Acompanhamento anual – TR + PSA
  7. 7. QUADRO CLÍNICO Sinais e sintomas: • Hematúria: Sangue na urina. • ASSINTOMÁTICO. • Disfunção miccional. • Invasão de órgãos adjacentes. • Hemospermia. • Fraturas patológicas. • Metastáses.
  8. 8. PSA Diagnóstico: • Prostatic Specific Antigen, 1980. • Aumenta quando há ruptura de células prostáticas. • Condições benignas. • Ponto de corte. • Refinamentos. • Estadiamento. • Controle pós-tratamento. PSA CaP (%) <0,5 7 0,6-1,0 10 1,1-2,0 17 2,1-3,0 24 3,1-4,0 27
  9. 9. DIAGNÓSTICO • Toque retal • Exame complementar. • Estadiamento.
  10. 10. DIAGNÓSTICO • Biópsia Prostática por Ultrassom Transretal. • No mínimo, 12 fragmentos. • Indicações: • TR retal alterado. • PSA > 4,0. • PSA> 2,5 (< 55 a). • Velocidade PSA> 0,75/ano.
  11. 11. ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO BAIXO RISCO INTERMEDIÁRIO ALTO RISCO PSA <10 10-20 >20 GLEASON <6 7 >8 TOQUE RETAL <50% RESTRITO À PROSTATA INVADE OUTRAS ESTRUTURAS
  12. 12. TRATAMENTO • Visando à cura: • Cirurgia ( Prostatectomia Radical). • Radioterapia. • Braquiterapia. • Visando o Controle: • Hormonioterapia. • Quimioterapia.
  13. 13. TRATAMENTO • Estratégias de acompanhamento: • Vigilância ativa. • Observação.
  14. 14. CIRURGIA • Retirada da Próstata, Vesículas Seminais, Ductos Deferentes e Gânglios Linfáticos. • Convencional /Aberta.
  15. 15. CIRURGIA • Videolaparoscopia. • Robô
  16. 16. RADIOTERAPIA • Resultados similiares.
  17. 17. HORMONIOTERAPIA • Castração ( Retirada da Testosterona): • Química. • Cirúrgica. QUIMIOTERAPIA • Casos refratários. • Metástases.
  18. 18. EFEITOS DO TRATAMENTO • Incontinência Urinária. • Impotência Sexual.
  19. 19. Prevenção • Vitamina E. • Licopeno. • Selênio. • Quimioprevenção.
  20. 20. Quais são as NHB afetadas? • Eliminação e troca • Percepção / Cognição • Princípios de vida • Sexualidade • Segurança e proteção
  21. 21. DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM • Eliminação urinaria prejudicada • Deambulação prejudicada • Sentimento de impotência • Manutenção do lar prejudicada • Padrões de sexualidade ineficazes • Medo, ansiedade, tristeza crônica • Risco de queda • Risco de síndrome do estresse por mudança • Sentimento de pesar disfuncional
  22. 22. PRESCRIÇÃO DE ENFERMAGEM • O profissional de enfermagem deve orientar o paciente como seus familiares a receber informações sobre as possíveis ocorrências após a cirurgia e sobre os cuidados que devem ser realizados em casa. Ter uma boa alimentação. • Consultas periódicas. Atividades físicas. • Incluindo lazer e princípios de vida com objetivo de proporcionar bem estar e tranquilidade mental, física e espiritual deste paciente.

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