Curso: Administração de Empresas                                                        Disciplina: Economia II           ...
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Podemos sintetizar o fluxo circular da renda, exposto acima, na identidademacroeconômica abaixo:                          ...
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Definição de poupança: parcela da renda não consumida. Ou seja,S =Y − C                                     (2)Combinando ...
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I = S p + S g + Se  Onde,  Se = Poupança externa  Ou   I = S p + (T − G) + (M − X )              (13)  Ou seja, o investim...
O PIB real, também chamado de PIB a preços constantes, é o valor de mercado de todosos bens e serviços finais produzidos n...
(b) O PIB real de 2007 e 2008 a preços de 2006 são determinados pela equação                     n          PIB = ∑ Pi ⋅ Q...
5. Produto Interno ou Nacional, Produto Bruto ou Líquido e Produto a PM ou a CF  Quando incluímos o setor externo, aparece...
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6.3 Teoria da Paridade do Poder de Compra – PCC  Segundo a teoria da paridade do poder de compra, um bem deve ser vendido ...
A estrutura básica do balanço de pagamentos é:    1. Transações Correntes (TC)       1.1. Balança Comercial              E...
BP = −28.192 + 29.352 + 1.809 = 2.969        Conclusão: O Brasil fechou o ano de 2008 com superávit de US$ 2.696 milhões n...
8.3 Multiplicador da Base MonetáriaO sistema bancário ao realizar as operações de captação e aplicação multiplica aquantid...
Anexo I – Balanço de Pagamentos (fonte: Banco Central)  Quadro I - Balanço de pagamentos                                  ...
Anexo II – Contas Nacionais Trimestrais (fonte: IBGE)                                                                     ...
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  1. 1. Curso: Administração de Empresas Disciplina: Economia II Prof.: Marcelo Menezes Saraiva Turmas: A, B e C Economia II – Apostila II (Macroeconomia)1. Introdução à Macroeconomia Conforme estudamos na primeira parte do curso, o foco da Microeconomia recai sobre as unidades econômicas. Ou seja, busca-se compreender como as decisões de consumidores e empresas determinam o preço relativo de bens e insumos. A Macroeconomia, por sua vez, estuda a economia como um todo, isto é, no seu aspecto agregado. Dessa forma, a Macroeconomia se concentra no estudo das variáveis agregadas de um país como: inflação, desemprego, demanda agregada, oferta agregada, produto, renda etc. Como se vê, a Macroeconomia está muito presente e nossas vidas. Basta abrir o jornal diariamente que encontraremos manchetes de eventos econômicos que afetam as nossas vidas, como inflação, desemprego, renda, produção, taxa de câmbio etc. Algumas perguntas que a macroeconomia tenta responder: • Por que alguns países crescem mais do que outros? • Por que as taxas de inflação são maiores em alguns países? Por que os países passam por períodos de recessão? • Como o governo pode regulamentar a economia de modo a evitar ou minimizar crises econômicas? Comentário: Deve-se, entretanto, entender a Macroeconomia como uma parte da economia relacionada com a Microeconomia. Na verdade, o conjunto de decisões individuais sobre consumo e produção (micro) gera efeitos em escala global (macro). Ou seja, a Microeconomia, em certa medida, explica fenômenos Macroeconômicos. Os modelos que utilizam a Microeconomia para explicar fenômenos da Macroeconomia são chamados de Modelos Macroeconômicos Micro-fundamentados.2. Mensuração da Atividade Econômica Para fazer análises macroeconômicas é fundamental a mensuração da atividade econômica. Para isso, foi desenvolvida a Contabilidade Nacional, que trata do registro contábil da atividade econômica e social de um país em um determinado período (mês, trimestre ou ano). No Brasil, a Contabilidade Nacional é de responsabilidade do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE e segue os padrões estabelecidos pela Organização das Nações Unidas e adotados pela maioria dos países. Uma das principais medidas da atividade econômica de um país é o Produto Interno Bruto – PIB. O PIB é a soma de todos os bens e serviços finais produzidos dentro do país, em um determinado período, por residentes e não-residentes. Marcelo Menezes Saraiva – Copyright 2009 1
  2. 2. Para compreender de que forma o PIB é calculado, é necessário compreender algumasidentidades macroeconômicas básicas. A primeira delas diz que cada Real produzido érecebido por alguém na forma de renda e é gasto por alguém.O diagrama abaixo, conhecido como fluxo circular da renda, auxilia na compreensão daidentidade acima. Fluxo Circular da Renda Mercado de Bens e Serviços 4 4 Consumo 3 3 Empresas Famílias 1 1 2 Mercado de 2 Produção Fatores de ProduçãoEntendendo o fluxo circular da renda: • Os fluxos internos 1 e 3 giram no sentido horário e representam o lado real da economia (fluxo real). o O fluxo 1 indica que as famílias ofertam trabalho, terra e capital que são demandados pelas empresas. o O fluxo 3 indica que as famílias demandam os bens e serviços que são ofertados pelas empresas. • Os fluxos externos 2 e 4 giram no sentido anti-horário e representam o lado monetário da economia (fluxo monetário). o O fluxo 2 indica que as empresas remuneram os fatores de produção pagando salário (para o fator trabalho), aluguéis (para o fator terra ou capital físico), lucro (para o risco) e juros (para o capital monetário). o O fluxo 4 indica que as famílias gastam consumindo os bens e serviços produzidos pelas empresas. • Os fluxos 1 e 2 pertencem ao mercado dos fatores de produção, enquanto os fluxos 3 e 4 pertencem ao mercado de bens e serviços. • Os fluxos 1 e 2 representam o lado da produção e os fluxos 3 e 4 o lado do consumo.Conclusão: A produção das empresas (produto) é realizada a partir dos fatores deprodução ofertados pelas famílias, que são remuneradas (renda). Os bens e serviçosproduzidos pelas empresas são consumidos pelas famílias (despesa) com os recursosprovenientes da remuneração.Marcelo Menezes Saraiva – Copyright 2009 2
  3. 3. Podemos sintetizar o fluxo circular da renda, exposto acima, na identidademacroeconômica abaixo: Produto = Renda = Despesa____________________________________________________________________2.1. ProdutoO produto agregado (ou PIB), como já foi visto acima, é a soma de todos os bens eserviços finais produzidos dentro do país, em um determinado período, por residentes enão-residentes. Ou seja, n Pr oduto = ∑ Pi ⋅ Qi i =1Exemplo: Suponha que em um determinado país chamado Terra Feliz existam um bem,comida, e dois serviços, diversão e educação. Suponha também que a moeda do país sechame Dinheiro (D$). Em 2008, foram vendidas 100 unidades de comida ao preço de D$2; 50 unidades de diversão ao preço de D$ 10; e 80 unidades de educação ao preço deD$ 5. Qual foi o PIB do referido país? n Para calcularmos o PIB do país, utilizamos a equação acima: Pr oduto = ∑ Pi ⋅ Qi . i =1 3 PIB = ∑ Pi ⋅ Qi = 100 ⋅ 2 + 50 ⋅10 + 80 ⋅ 5 = 200 + 500 + 400 = 1.100 (D$ 1.100) i =1 Conclusão: o PIB do país em 2008 foi de D$ 1.100.Uma forma alternativa de calcular o produto é por meio do valor adicionado, isto é, pelovalor que foi acrescido ao valor dos bens intermediários em cada etapa produtiva. Atabela abaixo mostra que se somarmos os valores adicionados obtemos o valor final doproduto. Produto Valor adicionado Insumos Valor final Trigo R$ 0,05 R$ 0 R$ 0,05 Farinha R$ 0,05 R$ 0,05 R$ 0,10 Pão R$ 0,10 R$ 0,10 R$ 0,20Em síntese, Valor adicionado = Valor final – Insumos (consumo de bens intermediários)2.2. RendaA renda agregada representa a remuneração dos fatores de produção. Conforme visto nofluxo 2 (fluxo circular da renda), são os salários (remuneração do trabalho), aluguel (terrae capital físico), lucro (risco) e juros (capital monetário). Ou seja,Marcelo Menezes Saraiva – Copyright 2009 3
  4. 4. Renda = Salários + Aluguéis + Lucros + Juros 2.3. Despesa A despesa agregada representa as possíveis destinações dos bens e serviços produzidos na economia. Em uma economia que produz apenas bens de consumo, a despesa será destinada unicamente para o consumo daqueles bens, isto é, Despesa = Consumo3. Agregados Macroeconômicos A seguir serão apresentados os principais agregados macroeconômicos usados na macroeconomia. Iniciaremos com o caso mais simples, o de uma economia fechada sem governo, e avançaremos até chegar a uma economia aberta com governo. 3.1. Economia Fechada sem Governo O caso mais simples que se pode pensar é uma economia que não realiza trocas de bens e serviços com o resto do mundo (fechada) e sem governo. Nesse caso, tudo que é produzido na economia pode ser destinado ao consumo ou ao investimento. Em outras palavras, podemos dizer que as famílias podem consumir bens de consumo, para satisfazer suas necessidades básicas e bens de investimento, para aumentar a capacidade de produção da economia. Y =C + I (1) Onde, Y: PIB C: Consumo I: Investimento Aqui, fizemos a distinção entre consumo e investimento, algo que não aparece explícito no fluxo circular da renda. A diferença é simples. Em uma economia, dois tipos de bens podem ser produzidos: bens de consumo e bens de investimento. O primeiro grupo (bens de consumo) diz respeito ao atendimento das necessidades dos indivíduos e pode ser dividido em bens de consumo duráveis (veículos, eletrodomésticos, etc.) e não-duráveis (alimentos, vestuário, produtos de higiene, etc.). Os bens de investimento também conhecidos como fatores de produção são utilizados na atividade produtiva e podem ser divididos em bens de capital (máquinas, equipamentos, ferramentas, instalações, etc.) e bens intermediários (ferro, aço, petróleo, etc.). Para chegarmos a uma importante identidade macroeconômica, devemos definir poupança. Marcelo Menezes Saraiva – Copyright 2009 4
  5. 5. Definição de poupança: parcela da renda não consumida. Ou seja,S =Y − C (2)Combinando as equações (1) e (2), obtemos,S=I (3)Ou seja, o investimento da economia é financiado pela poupança das famílias.Comentário: Observe que, embora o modelo de uma economia fechada sem governo nãoseja muito realista, o resultado obtido na equação 3 é muito importante. Veremos que nosmodelos subseqüentes o resultado será o mesmo, entretanto, subdividiremos apoupança, de acordo com a sua origem.3.2. Economia Fechada com GovernoEm uma economia fechada com governo, os bens e serviços produzidos na economiapodem ser investidos ou consumidos pelas famílias ou pelo governo. Nesse caso,Y = C + I +G (4)Onde, G representa os gastos ou consumo do governo.Aqui, devemos diferenciar dois tipos de poupança: poupança privada e poupança pública.Poupança privada é a diferença entre a renda disponível e o consumo. Entende-se porrenda disponível a renda subtraída dos tributos. Ou seja,Yd = Y − T (5)Onde,Yd: renda disponívelT: tributosA poupança privada pode então ser representada comoS p = Y −T − C ou S p = Yd − C (6)A poupança pública é a diferença entre a arrecadação do governo com os tributos e osseus gastos.Sg = T − G (7)Marcelo Menezes Saraiva – Copyright 2009 5
  6. 6. Se a poupança do governo é positiva dizemos que ele tem superávit fiscal. Casocontrário, o governo tem déficit fiscal. Nesse caso, estamos apurando o resultado fiscal dogoverno em termos nominais. Sg > 0 Superávit fiscal Sg < 0 Déficit fiscalA poupança nacional ou doméstica é a soma das poupanças pública e privada.Sn = S p − S g ou Sn = Y − C − G (8)Combinando as equações (4) e (8) obtemosSn = I (9)Ou seja, o investimento da economia pode ser financiado pela poupança privada e pelapoupança do governo.Exemplo: O PIB de uma economia fechada sem governo é de US$ 2 trilhões. A poupançapública é US$ 50 bilhões, a poupança privada representa 15% do PIB e os tributos são deUS$ 250 bilhões. Determinar: (a) o consumo das famílias; (b) os gastos do governo; (c) o investimento; (d) a poupança nacional. Resolução: (a) Sabemos que S p = Y − T − C . Substituindo os dados fornecidos no exemplo,temos: 0,15⋅ 2 = 2 − 0,25 − C Resolvendo a equação, obtemos: C = 2 − 0,55 = 1,45 Portanto, o consumo das famílias é de US$ 1,45 trilhão. (b) Para encontrar os gastos do governo, podemos usar a equação S g = T − G .Substituindo os dados, obtemos:Marcelo Menezes Saraiva – Copyright 2009 6
  7. 7. 0,05 = 0,25 − G Então, G = 0,25 − 0,05 = 0,20 Portanto, os gastos do governo (ou consumo do governo) é de US$ 200 bilhões (ouUS$ 0,2 trilhão). (c) Usando a equação Y = C + I + G , encontramos o investimento. 2 = 1,45 + I + 0,2 Então, I = 2 −1,65 = 0,35 Ou seja, o investimento é de US$ 350 bilhões ou US$ 0,35 trilhão. (d) a poupança nacional se iguala ao investimento (equação n.º 9). LogoS n = 0,35 = I . Ou seja, a poupança nacional também é US$ 350 bilhões.3.3. Economia Aberta com GovernoEm uma economia aberta devemos acrescentar as exportações e importações de bens eserviços à equação (4).Y = C + I +G + X −M (10)Onde,X: ExportaçõesM: ImportaçõesA diferença X – M é o saldo comercial de bens e serviços, também chamada deexportações líquidas (XL), saldo de conta corrente ou saldo de transações correntes (TC).Se o saldo é positivo dizemos que a economia tem superávit comercial. Caso contrário, aeconomia apresenta déficit comercial.XL = X − M (11) Superávit no comércio XL > 0 de bens e serviços Déficit no comércio de XL < 0 bens e serviçosCombinando a equação (10) com a equação (8), obtemosSn = I + XL (12)OuMarcelo Menezes Saraiva – Copyright 2009 7
  8. 8. I = S p + S g + Se Onde, Se = Poupança externa Ou I = S p + (T − G) + (M − X ) (13) Ou seja, o investimento em uma economia aberta com governo pode ser financiado pela poupança privada (Sp), pela poupança pública (T – G) e pela poupança externa (M – X). Comentário: Dizemos que se um país tem déficit em transações correntes e déficit fiscal ele tem déficit gêmeos. Exemplo: O PIB de uma economia aberta é de US$ 10 trilhões. O consumo das famílias é de US$ 7 trilhões, os investimentos de US$ 1,5 trilhão e os gastos do governo de US$ 2,5 trilhões. Sabendo que os tributos representam 20% do PIB, pergunta-se: Essa economia apresenta déficits gêmeos? Resolução: Como se trata de uma economia aberta com governo, a equação do PIB pela ótica da despesa é Y = C + I + G + X − M . Substituindo os valores na equação, obtemos: 10 = 7 + 1,5 + 2,5 + X − M Então, X − M = 10 − 11 = −1 Ou seja, o país tem déficit de US$ 1 trilhão em transações correntes. Para saber se o país tem déficit fiscal, devemos calcular a poupança do governo, dada pela equação S g = T − G . S g = 0,2 ⋅ 10 − 2,5 = −0,5 O país tem déficit fiscal de US$ 0,5 trilhão. Conclusão: O país tem déficits gêmeos, pois acumula déficit em transações correntes e déficit fiscal.4. PIB real e PIB nominal O PIB nominal, também chamado de PIB a preços correntes, pode ser definido como o valor de mercado de todos os bens e serviços finais produzidos num determinado período aos preços daquele período (correntes). Marcelo Menezes Saraiva – Copyright 2009 8
  9. 9. O PIB real, também chamado de PIB a preços constantes, é o valor de mercado de todosos bens e serviços finais produzidos num certo período aos preços de algum período dereferência (período-base). Por isso, é chamado de PIB a preços constantes.O cálculo do PIB real permite que conheçamos a variação real do produto do país, poisbusca não considerar a variação dos preços do período, mas só o incremento do volumede bens e serviços produzidos. PIB X 1 al Re ∆real % = PIB X 0al ReUm conceito importante relacionado ao cálculo do PIB é o do deflator implícito do PIB.Define-se o deflator pela razão entre o PIB nominal e o PIB real. No PIB X 1 min al Deflator = PIB X 1 al ReExemplo: Suponha que a tabela abaixo apresente a quantidade produzida e o preçopraticado para o bem e os dois serviços disponíveis no país Terra Feliz. 2008 2007 2006 P Q P Q P QComida 2,0 100 2,0 90 1,9 85Diversão 10,0 50 9,0 45 8,8 45Educação 5,0 80 4,8 75 4,8 70Determinar: (a) O PIB nominal de 2006, 2007 e 2008; (b) O PIB real de 2007 e 2008 a preços de 2006; (c) O deflator do PIB em 2007 e 2008; (d) A variação do PIB nominal em 2007 e 2008; (e) A variação do PIB real em 2007 e 2008. Resolução: (a) Para determinar o PIB nominal dos anos 2006, 2007 e 2008, basta utilizar a n equação PIB = ∑ Pi ⋅ Qi e tomar os preços em valores correntes. i =1 3 PIB2008 al = ∑ Pi ⋅ Qi = 100 ⋅ 2 + 50 ⋅10 + 80 ⋅ 5 = 200 + 500 + 400 = 1.100 no min i =1 3 PIB2007 al = ∑ Pi ⋅ Qi = 90 ⋅ 2 + 45 ⋅ 9 + 75 ⋅ 4,8 = 180 + 405 + 360 = 945 no min i =1 3 PIB2006 al = ∑ Pi ⋅ Qi = 85 ⋅1,9 + 45 ⋅ 8,8 + 70 ⋅ 4,8 = 161,5 + 396 + 336 = 893,5 no min i =1Marcelo Menezes Saraiva – Copyright 2009 9
  10. 10. (b) O PIB real de 2007 e 2008 a preços de 2006 são determinados pela equação n PIB = ∑ Pi ⋅ Qi utilizando as quantidades de 2007 e 2008 e os preços de 2006. Ou i =1 seja, os preços são mantidos fixos (constantes). 3 2006 PIB2008 = ∑ Pi ⋅ Qi = 100 ⋅1,9 + 50 ⋅ 8,8 + 80 ⋅ 4,8 = 190 + 440 + 384 = 1.014 reall i =1 3 2006 PIB2007 = ∑ Pi ⋅ Qi = 90 ⋅1,9 + 45 ⋅ 8,8 + 75 ⋅ 4,8 = 171 + 396 + 360 = 927 real i =1 PIB X 1 min al No (c) O deflator é calculado pela equação Deflator = . PIB X 1 al Re PIB2007 al No min 945 2006 Deflator2007 = Re al = = 1,019417 2006 PIB2007 927 No min al PIB 1.100 2006 Deflator2008 = 2008 Re al = = 1,084813 2006 PIB2008 1.014 (d) A variação do PIB nominal em 2007 e 2008 pode ser obtida pela equação PIB X 1 min al No ∆no min al % = . PIB X 0 min al No PIB2007 al No min 945 ∆no min al % 2007 = No min al = = 1,057639 (ou seja, variação de 5,7639%) PIB 2006 893,5 PIB2008 al No min 1.100 ∆no min al % 2008 = No min al = = 1,164021 (ou seja, variação de 16,4021%) PIB 2007 945 (e) A variação do PIB real em 2007 e 2008 pode ser obtida pela equação PIB X 1 al Re ∆real % = . PIB X 0 al Re Re al PIB2007 927 ∆real % 2007 = Re al = = 1,037493 (ou seja, variação de 3,7493%) PIB 2006 893,5 Re al PIB2008 1.014 ∆real % 2008 = Re al = = 1,093851 (ou seja, variação de 9,3851%) PIB 2007 927 Conclusão: Em 2008, o PIB de Terra Feliz cresceu 9,3851%, em termos reais. Note que em termos nominais o crescimento foi de 16,4021%. A diferença, 6,415% foi a inflação de 2008. Em 2007, o crescimento real do PIB de Terra Feliz foi de 3,7493%. Em termos nominais o crescimento foi de 5,7639% e a inflação de 2007 foi de 1,9417%.Marcelo Menezes Saraiva – Copyright 2009 10
  11. 11. 5. Produto Interno ou Nacional, Produto Bruto ou Líquido e Produto a PM ou a CF Quando incluímos o setor externo, aparecem duas medidas do produto que devem ser diferenciadas: Produto Interno Bruto e Produto Nacional Bruto. O primeiro compreende o valor final de todos os bens e serviços produzidos dentro do país por residentes e não- residentes. Já o segundo, refere-se à produção cuja renda é de propriedade dos residentes no país. Dessa forma, o produto nacional bruto – PNB é a diferença entre o produto interno bruto – PIB e a renda líquida enviada ao exterior – RLEE. Ou seja, PNB = PIB − RLEE Outras duas medidas surgem quando incluímos a depreciação: produto bruto e produto líquido. Depreciação é a parcela de bens de capital consumida a cada período. Ou seja, parte do investimento realizado em um período é destinada a repor o que foi depreciado no período anterior. Assim, o produto líquido é a diferença entre o produto bruto e a depreciação. PIL = PIB − Depreciação Com a introdução do governo, por sua vez, pode-se usar dois conceitos de produto: produto a preço de mercado – PIB PM e a custo de fatores – PIBCF . O primeiro diz respeito ao produto levando-se em consideração o preço final pago pelo consumidor, que inclui os impostos e eventuais susbídios dados pelo governo. Por isso, o produto a preços de mercado é igual ao produto a custo de fatores adicionado dos impostos diretos e subtraído dos subsídios. PIBPM = PIBCF + Im postos − Subsídios6. Taxas de câmbio 6.1 Definição Sabemos que o preço dos bens e serviços é uma das variáveis econômicas mais importantes para a tomada de decisão das empresas, do consumidor e também do governo. No âmbito das relações econômicas internacionais, sabemos que cada país tem a sua própria moeda, isto é, os preços de bens e serviços iguais ou equivalentes são fixados em diferentes moedas. A taxa de câmbio é a variável econômica que faz a ligação entre os preços expressos em diferentes moedas e possibilita a tomada de decisão. Imagine que na Itália um par de sapatos de couro custe € 100. Suponha que, no Brasil, o mesmo par custe R$ 300. Você deve decidir entre comprar esse par de sapatos aqui ou na Itália. O que você necessita saber para tomar essa decisão? A resposta é a taxa de câmbio. Nesse caso, necessitamos saber quantos Reais eu preciso para comprar um Euro. Se com um Euro eu conseguir comprar menos três Reais, então vale mais a pena comprar o par de sapatos na Itália. Valeria mais a pena comprar no Brasil se, por outro lado, eu conseguisse comprar mais de três Reais com um Euro. A equação abaixo auxilia na compreensão dessa situação. Marcelo Menezes Saraiva – Copyright 2009 11
  12. 12. PREAIS = E ⋅ PEUROPREAIS é o preço do par de sapatos em Reais,PEURO é o preço do par de sapatos em Euros, eE é a taxa de câmbio nominalNote que se E = 2,5 (um Euro custa 2,5 Reais), o par de sapatos comprado na Itáliacustará R$ 250 no Brasil. Nesse caso, vale mais a pena comprá-lo aqui. Por outro lado,se E = 3,5 (um Euro custa 3,5 Reais), o par de sapatos comprado na Itália custará R$ 350e será mais vantajoso comprá-lo lá.Com base no que foi apresentado, podemos dizer que a taxa de câmbio é o preço damoeda estrangeira. Por exemplo, quando dizemos que o Euro está R$ 3,20, significa quepara comprar €1 necessitamos de R$ 3,20. Ou seja, R$ 3,20 é o preço de uma unidadeda moeda européia1.________________________________________________________________________6.2 Câmbio Nominal e Câmbio RealNa equação apresentada acima, vimos que a taxa de câmbio foi definida em termos dasduas moedas. Ou seja, ela nos diz quantas unidades da nossa moeda necessitamos paracomprar uma unidade da moeda estrangeira. Essa taxa de câmbio é chamada denominal.Quando levamos em consideração a evolução dos preços no nosso país e no paísestrangeiro ou, em outras palavras, quando consideramos a inflação doméstica e ainflação do país estrangeiro, estamos lidando com o conceito de taxa de câmbio real. Éessa taxa que serve de incentivo para o aumento das exportações ou importações. Aequação matemática da taxa de câmbio real é: PEXTERNO q=E⋅ PINTERNOq é a taxa de câmbio realPEXTERNO é o índice de preço do país estrangeiroPINTERNO é o índice de preço do país domésticoSe ocorrer uma apreciação ou valorização da taxa de câmbio real em relação a umamoeda estrangeira, os bens nacionais ficam mais caros em relação aos bens estrangeirose as importações aumentam. Se ocorrer uma depreciação ou desvalorização da taxa decâmbio, os bens nacionais ficam mais baratos em relação aos estrangeiros e asexportações aumentam. Se q aumenta Tendência de aumento (depreciação) das exportações Se q diminui Tendência de aumento (apreciação) das importações1 Este tipo de cotação é conhecido como cotação indireta. Isto é, quantas unidades de moeda local são necessárias paracomprar uma unidade de moeda estrangeira.Marcelo Menezes Saraiva – Copyright 2009 12
  13. 13. 6.3 Teoria da Paridade do Poder de Compra – PCC Segundo a teoria da paridade do poder de compra, um bem deve ser vendido pelo mesmo preço em todos os países do mundo. Dessa forma, o preço deve ser único em todos os lugares, caso contrário é possível obter lucro realizando operações de arbitragem (comprar em um lugar e vender em outro). Exemplo: imagine que o preço do quilo do café custe R$ 4 no Brasil e R$ 9 nos Estados Unidos. Como existe uma diferença de preço entre os dois países, podemos comprar café no Brasil e vender nos Estados Unidos. Com isso, a demanda por café aumentará no Brasil, puxando o preço para cima, e a oferta de café aumentará nos Estados Unidos, baixando o seu preço. Com o tempo, os preços tendem a se equalizar. De acordo com a PCC, a equação da taxa de câmbio real pode ser escrita na forma: PEXTERNO PINTERNO 1= E ⋅ ou E= PINTERNO PEXTERNO Ou seja, a taxa de câmbio nominal acompanha a mudança nos preços relativos. ________________________________________________________________________ 6.4 Índice Bic Mac O índice Bic Mac é calculado com base no preço do Big Mac em mais de 100 países e divulgado pela revista The Economist. O objetivo do índice é ter uma idéia acerca do grau de valorização ou desvalorização de uma moeda. O índice é calculado com base na lei do preço único: o Big Mac tem que ter o mesmo preço em todos os países. Exemplo: na Suécia, o preço do Big Mac é 26 coroas e nos Estados Unidos é US$ 2,49. Calcule a taxa de câmbio de acordo com o a paridade do poder de compra. 26 Nesse caso, a taxa de câmbio pela PPP seria: q PPC = = 10,44 . Como a taxa de 2,49 câmbio verificada é de 10,3 coroas/US$, então, conclui-se que a taxa de câmbio está ligeiramente valorizada.7. Balanço de Pagamentos O Balanço de Pagamentos de um país é o registro contábil de todas as transações econômicas realizadas entre os residentes e não-residentes em determinado período. No Brasil, o balanço de pagamentos é elaborado pelo Banco Central e obedece à regra das partidas dobradas, ou seja, para cada crédito há um débito. As operações de vendas (exportações e vendas de ativos para estrangeiros) e de recebimentos são registradas como crédito e correspondem à entrada de divisas. As operações de compras (importações e compras de ativos de estrangeiros) e de pagamentos são registradas como débito e correspondem à saída de divisas. Marcelo Menezes Saraiva – Copyright 2009 13
  14. 14. A estrutura básica do balanço de pagamentos é: 1. Transações Correntes (TC) 1.1. Balança Comercial Exportações Importações 1.2. Serviços e Rendas 1.3.Transferências Unilaterais 2. Conta Capital e Financeira (CF) 2.1. Conta Capital 2.2. Conta Financeira Investimento Direto (líquido) Investimento em Carteira Derivativos Outros Investimentos 3. Erros e Omissões (EO) 4. Resultado do Balanço (BP)O saldo do balanço de pagamentos é dado por:BP = TC + CF + EO7.1 Transações CorrentesTodas as transações relativas a compra e venda de bens e serviços do Brasil com o restodo mundo são registradas em transações correntes. A conta se subdivide em balançacomercial, balança de rendas e serviços e transferências unilaterais.________________________________________________________________________7.2. Conta Capital e FinanceiraAs transações envolvendo compra e venda de ativos financeiros são registradas na contacapital e financeira. Nesta conta são registradas as entradas e saídas de investimentodireto (em planas produtivas) e de investimento em carteiras (ações e títulos do governo).Comentário: note que de acordo com a equação BP = TC + CF + EO , como EO éapenas uma conta de ajuste, um déficit em transações correntes tem que sercompensado por um superávit na conta capital e financeira e vice-versa. Se isso nãoocorrer, o país tem um déficit no balanço de pagamento que deverá ser financiando comseu estoque de reservas internacionais ou por meio de empréstimos (endividamento).________________________________________________________________________Exemplo: Em 2008, o Brasil teve déficit em transações correntes de US$ 28.192 milhões.Na conta capital e financeira obteve superávit de 29.352 milhões. Determinar o saldo dobalanço de pagamentos de 2008, sabendo que a conta erros e omissões registrou saldopositivo de US$ 1.809 milhões. Resolução: O saldo do balanço de pagamentos pode ser calculado pela equaçãoBP = TC + CF + EO .Marcelo Menezes Saraiva – Copyright 2009 14
  15. 15. BP = −28.192 + 29.352 + 1.809 = 2.969 Conclusão: O Brasil fechou o ano de 2008 com superávit de US$ 2.696 milhões no balanço de pagamentos.8. Sistema Financeiro 8.1 Moeda As trocas de bens e serviços sempre estiveram presentes nas sociedades. Com o crescimento das atividades comerciais e divisão do trabalho, as trocas diretas (escambo) tornaram-se inviáveis. Para resolver essa dificuldade surgiu a moeda. Inicialmente, usava- se um bem como moeda. Trigo, sal e gado já foram utilizados com essa finalidade. Entretanto, em razão de requisitos como durabilidade, divisibilidade, facilidade de transporte e armazenagem, passou-se a abandonar o uso de mercadorias como moeda e a utilizar-se metais preciosos, como ouro e prata, que satisfazem esses requisitos. Com o passar do tempo, os países passaram a colocar em circulação recibos de depósitos feitos em ouro no Tesouro. Esses recibos lastreados em ouro passaram a circular pelos mercados e foram os precursores do nosso papel-moeda de hoje. Nos dias de hoje, as moedas são emitidas sem lastro pelos países. O órgão de governo responsável pela emissão de moedas é o banco central, que pode fazê-lo para financiar o déficit público ou para estabilizar a economia. O Banco Central do Brasil atualmente atua na estabilidade da moeda, por meio do programa de metas de inflação. ________________________________________________________________________ 8.2 Funcionamento dos Bancos Os bancos realizam as operações financeiras, que consistem na transferência de recursos ora do poupador para o banco ora do banco para o investidor. No caso de uma operação de captação, os poupadores recebem uma remuneração (juros) por se privarem do consumo hoje. Em contrapartida, no caso de uma operação de aplicação de recursos, os investidores, por necessitarem de liquidez, tomam recursos emprestados hoje e se dispõem a pagar juros. APLICAÇÃO Poupança Empréstimo Poupadores Banco Investidores Juros Juros CAPTAÇÃO Exemplo: se um banco capta recursos a 15% e os aplica a 20% ele terá um lucro financeiro de 5% por operação. Dessa forma, se um poupador deposita R$ 100,00 no banco, ao final de um ano poderá sacar R$ 115,00 enquanto se um investidor toma emprestado R$ 100,00, ao término de um ano, deverá pagar ao banco R$ 120,00. Nessa operação o banco obteve um lucro financeiro de R$ 5,00 (devido ao “spread” de 5%). ________________________________________________________________________ Marcelo Menezes Saraiva – Copyright 2009 15
  16. 16. 8.3 Multiplicador da Base MonetáriaO sistema bancário ao realizar as operações de captação e aplicação multiplica aquantidade de moeda emitida pelo Banco Central. Por exemplo, se alguém deposita R$100 em um banco, poderá utilizar essa quantia em uma operação futura. Ao mesmotempo, o banco poderá emprestar R$ 100 a uma empresa. Dessa forma, os bancosmultiplicam a base monetária.Conceitos utilizados na Economia Monetária:Base Monetária: compreende o total de papel-moeda emitido em poder do público e asreservas bancárias.M1: compreende a base monetária e os depósitos à vista.M2: compreende M1, os depósitos de poupança e os títulos privados.Depósitos compulsórios: percentual sobre os depósitos à vista e a prazo, fixado peloCMN, que os bancos têm que repassar ao Banco Central.Marcelo Menezes Saraiva – Copyright 2009 16
  17. 17. Anexo I – Balanço de Pagamentos (fonte: Banco Central) Quadro I - Balanço de pagamentos US$ milhões Discriminação 2008* 2009* Mar Jan-Mar Ano Mar Jan-Mar Balança comercial (FOB) 988 2 761 24 836 1 772 3 010 Exportações 12 613 38 690 197 942 11 809 31 178 Importações 11 625 35 929 173 107 10 038 28 167 Serviços e rendas - 5 682 - 14 008 - 57 252 - 3 674 - 8 870 Receitas 3 377 10 171 42 961 3 053 9 098 Despesas 9 059 24 179 100 213 6 727 17 968 Transferências unilaterais correntes (líquido) 351 987 4 224 258 841 Transações correntes - 4 343 - 10 260 - 28 192 - 1 645 - 5 020 Conta capital e financeira 7 661 22 356 29 352 2 732 3 662 1/ Conta capital 66 170 1 055 124 338 Conta financeira 7 595 22 186 28 297 2 608 3 324 Investimento direto (líquido) 989 4 346 24 601 1 154 5 735 No exterior - 2 094 - 4 453 - 20 457 - 290 392 Participação no capital - 670 - 4 018 - 13 859 81 70 Empréstimos intercompanhias - 1 424 - 436 - 6 598 - 371 323 No país 3 083 8 799 45 058 1 444 5 342 Participação no capital 1 713 6 016 30 064 624 2 496 Empréstimos intercompanhias 1 370 2 783 14 994 820 2 847 Investimentos em carteira 5 196 5 652 1 133 246 - 4 009 Ativos - 153 - 544 1 900 - 236 - 478 Ações - 145 - 579 257 - 1 - 0 Títulos de renda fixa - 8 35 1 643 - 235 - 478 Passivos 5 349 6 196 - 767 481 - 3 531 Ações 1 284 - 2 067 - 7 565 852 - 33 Títulos de renda fixa 4 065 8 263 6 798 - 370 - 3 498 Derivativos 9 - 195 - 312 - 4 204 Ativos 32 - 69 298 17 249 Passivos - 22 - 126 - 610 - 20 - 45 2/ Outros investimentos 1 401 12 383 2 875 1 211 1 394 Ativos - 653 590 - 5 269 - 655 - 1 051 Passivos 2 053 11 793 8 143 1 866 2 445 Erros e omissões - 1 977 - 3 879 1 809 - 147 176 Variação de reservas ( - = aumento) - 1 341 - 8 217 - 2 969 - 940 1 182 Memo: Resultado global do balanço 1 341 8 217 2 969 940 - 1 182 Transações correntes/PIB (%) - - 2,73 - 1,79 - - 2,02 IED/PIB (%) - 2,34 2,86 - 2,14 Amortizações de médio e longo prazos 2 255 4 842 22 364 1 916 4 941 3/ Pagas 2 244 4 829 22 269 1 912 4 911 Refinanciadas - - - - - 4/ Conversões 11 13 95 4 30 1/ Inclui transferências de patrimônio. 2/ Registra créditos comerciais, empréstimos, moeda e depósitos, outros ativos e passivos e operações de regularização. 3/ Registra amortizações de crédito de fornecedores de médio e longo prazos, empréstimos de médio e longo prazos e papéis de médio e longo prazos colocados no exterior. Exclui amortizações de empréstimos empréstimos intercompanhias. Inclui MYDFA. 4/ Registra conversões de crédito de fornecedores de médio e longo prazos, empréstimos de médio e longo prazos e papéis de médio e longo prazos colocados no exterior. * Dados preliminares.Marcelo Menezes Saraiva – Copyright 2009 17
  18. 18. Anexo II – Contas Nacionais Trimestrais (fonte: IBGE) 4º Trim 1º Trim 2º Trim 3º Trim 4º Trim Taxas (% ) 2007 2008 2008 2008 2008 Acumulado ao longo do ano / mesmo 5,7 6,1 6,2 6,4 5,1 período do ano anterior - Tabela 3 Últimos quatro trimestres / quatro trimestres 5,7 5,9 6,0 6,3 5,1 imediatamente anteriores - Tabela 4 Trimestre / mesmo trimestre do ano 6,1 6,1 6,2 6,8 1,3 anterior - Tabela 2 Trimestre / trimestre imediatamente 1,8 1,6 1,6 1,7 (-) 3,6 anterior (com ajuste sazonal) - Tabela 7 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Contas Nacionais Tabela III.1- Classes de atividade no valor adicionado a preços básicos e componentes do PIB pela ótica da despesa Valores Correntes (R$ milhões) Ano 2008 (1) Ano Especificação 2007 I II III IV 2008 Agropecuária 133 015 43 745 53 688 37 330 28 772 163 536 Indúst ria 623 721 150 442 168 483 189 255 174 316 682 497 Serviços 1 466 783 367 404 398 261 404 973 424 384 1 595 021 Valor Adicionado a Preços Básicos 2 223 519 561 591 620 433 631 558 627 471 2 441 054 Impostos sobre produtos 374 092 104 052 109 154 115 779 119 680 448 665 PIB a Preços de Mercado 2 597 611 665 643 729 586 747 337 747 152 2 889 719 Despesa de Consumo das Famílias 1 579 616 417 705 435 725 452 164 447 821 1 753 414 Despesa de Consumo da Administração Pública 517 287 129 341 138 691 138 004 178 372 584 408 Formação Bruta de Capital Fixo 455 213 122 801 134 961 152 589 138 406 548 757 Exportações de Bens e Serviços 355 399 79 166 96 883 113 664 124 544 414 257 Importações de Bens e Serviços (-) 315 362 82 954 94 784 109 832 121 858 409 427 Variação de Estoque 5 459 (-) 416 18 111 748 (-) 20 133 (-) 1 690 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Contas Nacionais. (1) Resultados calculados a partir das Contas Nacionais Trimestrais. Tabela III.3- Participação percentual da demanda no PIB- 2000/08 Componentes 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 (1) 2008 (1) Consumo das Famílias 64,3 63,5 61,7 61,9 59,8 60,3 60,3 60,8 60,7 Consumo da Administração Pública 19,2 19,8 20,6 19,4 19,2 19,9 20,0 19,9 20,2 FBCF + Variação de Estoques 18,3 18,0 16,2 15,8 17,1 16,2 16,8 17,7 18,9 Exportações de Bens e Serviços 10,0 12,2 14,1 15,0 16,4 15,1 14,4 13,7 14,3 Importações de Bens e Serviços (11,7) (13,5) (12,6) (12,1) (12,5) (11,5) (11,5) (12,1) (14,2) PIB a Preços de Mercado 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Contas Nacionais. (1) Resultados preliminares calculados a partir das Contas Nacionais Trimestrais.Marcelo Menezes Saraiva – Copyright 2009 18

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