Réplica ao Ateu Informa pela A2TEA.Afirmação: A Bíblia vem do politeísmo.           O povo hebreu certamente foi um povo d...
um bezerro de ouro Ex. 32. 1-10. Todavia, uma boa evidência que nega talmonolatria pode se encontrada nos textos de Ex. 7....
Então se há uma coisa que eu e A.I estamos de acordo é que a cultura de outrospovos influencia sim, na cultura hebraica, p...
A.I cita as deidades gregas, como tendo sido resultados de influenciasSumérias e Fenícias. Sim, concordamos, mas veremos a...
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[...] “Depois ele vai em direção ao Sul, onde encontra uma palmeira (apalmeira é muito significativa na tradição). E aí el...
“O primeiro mundo foi Tokpela, mas antes, se diz, existia apenas o                     Criador, Taiowa. Todo o resto era e...
Existe no hebraico uma forma de tratamento que é chamada de pluralmajestático6.        A palavra hebraica Elohim, se encon...
Gênesis 11:7 - Desçamos e confundamos (nós)Isaías 6:8 - Quem irá por nós? (nós)Os pronomes pessoais no plural nestes verso...
“Façamos nós”, mas “nós vamos fazer,” indicando uma linguagem de                            solução mais que consulta. (EV...
Falácia Genética, onde o indivíduo argumenta que a crença surgiu assim, foiinfluenciada por tal coisa, e logo é falsa; com...
ANEXOS:Locais onde podem ser encontradas histórias sobre um dilúvio.Caracteres pictográficos chineses mostrando, uma const...
Referências Bibliográficas:EVANS, William. The Great Doctrines of the Bible. Chicago: Moody Press, 1939GLEISER, Marcelo. A...
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Réplica ao ateu informa pela a2 tea

  1. 1. Réplica ao Ateu Informa pela A2TEA.Afirmação: A Bíblia vem do politeísmo. O povo hebreu certamente foi um povo de muitos deuses, mas isso não fazda bíblia ou da ordem teológica fundada na bíblia, uma ordem politeísta e/oumonolátrica; as demonstrações de que a bíblia não vem do politeísmo serãodemonstradas abaixo. Uma das afirmações do senhor Ateu Informa, é que os textos apontam para umamonolatria, vamos ver se isso de fato ocorre: Ex. 15.11: (AFA) 1- Ó SENHOR, quemé como tu entre os deuses? Quem é como tu glorificado em santidade, admirável emlouvores, realizando maravilhas? – Umas das alegações muito comuns dos neo-ateus é que inexiste um contexto bíblico, entretanto isto é falso, e será demonstradomais adiante, inclusive o senhor Ateu Informa, dá a entender isso logo no início deseu vídeo satirizando as frases (leitura sistemática e contexto). Entretanto, há DUAScoisas importantíssimas que o A.I ignora (ou estrategicamente não cita) que são: 1. O texto citado está dentro do cântico de Moisés, portanto a linguagem é de EXALTAÇÃO, E POÉTICA. Numa música não é comum se trazer informações científicas (ainda mais tendo em conta que a bíblia não o pretende ser) ou sentenças com significado objetivo, na verdade, em poesias, poemas e musicas, normalmente se utiliza de linguagem metafórica, ou seja, muitas das coisas ali COM CERTEZA serão metafóricas, o trecho citado por A.I como demonstrado visa exaltar ao Deus hebraico sobre os demais deuses. 2. O momento histórico em que ocorre, é justamente no momento em que os hebreus estão saindo da casa da servidão no Egito; prova disso é que alguns capítulos antes podem ser encontrados a famosíssima passagem pelo mar vermelho e as pragas no Egito. À seguir veremos alguns textos que reforçam a nossa posição acerca damonolatria: o povo hebreu certamente se dobrou diante de muitos deuses que nãoYHWH, um exemplo disso pode ser encontrado adiante, por exemplo, enquantoMoisés estava no Sinai recebendo o decálogo, o povo hebreu havia erguido para si1 Atualizada; Ferreira de Almeida.
  2. 2. um bezerro de ouro Ex. 32. 1-10. Todavia, uma boa evidência que nega talmonolatria pode se encontrada nos textos de Ex. 7.22 – Ex. 8, 7 e Ex. 8, 18. Se observarmos, a escritura mostra que os magos fizeram os mesmos feitos comsuas ciências ocultas (AFA) ou com seus encantos (A.M)2, entretanto, a bíblia nãodiz que foram obras dos deuses ou de qualquer deidade em especial, mas sim ossábios através de seus conhecimentos. A.I chega a citar uma passagem em Reis; mas se ele tivesse tido um pouquinhode coragem em ler mais teria lido também 1Rs.18, 26-39, na qual se pode ver oembate entre Elias, o profeta de YHWH e os Baalin, profetas de Baal; como poderáser demonstrado no texto, o povo estava em dúvida quanto a divindade a seguir,devido as influências históricas já demonstradas pelo próprio A.I, mas veremostambém que mesmo durante o sacrifício dos Baalin durante TODO O DIA nadahavia acontecido, entretanto, quando Elias faz a oração o fogo cai do céu e consomeo altar. Na maioria das ocasiões em que a bíblia aponta outros deuses, ela apontatambém o lugar do qual ele é deus, por exemplo, deus dos sidônios, deuses dosfilisteus, etc. Isso basicamente significa que o povo podia se idólatra, mas a religiãotradicional hebraica, e a bíblia como consequência não, ela é MONOTEÍSTA. Os hebreus que seguiam as leis de YHWH acreditavam nos deuses de outrospovos, porque eles eram adorados pelos povos vizinhos, mas os via como deusesfalsos. Nós vemos tal exemplo a Bíblia toda do monoteísmo competindo com opoliteísmo. Voltando ao êxodo, podemos observar que o povo hebraico não só saia daescravidão física, mas cultural, poucos eram os que guardaram as tradições deYussef (José)3. Certamente não é fácil ser escravo de outro povo e viver distante deseus hábitos, por exemplo, muitas coisas da cultura judaica forma perdidas, duranteo longo período da diáspora hebraica.2 Ave Maria3 Inclusive há disponível no youtube um documentário acerca do êxodo, onde o nome de Yussef é encontrado.
  3. 3. Então se há uma coisa que eu e A.I estamos de acordo é que a cultura de outrospovos influencia sim, na cultura hebraica, porém, não na religião, que sempre foimonoteísta. Se observarmos a Epopéia de Gilgamesh, veremos que existe um panteão cominúmeros deuses que são finitos, isso é, surgem em dado momento. Passam danão-existência à existência e o universo é que é eterno. A única ação criativa dessesdeuses é a vida, porém o universo em si, é eterno. Os deuses do panteão sumérioeram deuses naturais (veremos mais abaixo) isso é, sua existência e poderes sãoatribuídos a fenômenos da natureza. Todas as religiões pagãs, tais como as da Antiguidade e as Greco- romana, são religiões naturais; assim não exigem uma revelação inicial, como acontece com o Budismo, o Cristianismo, o Judaísmo e o Islamismo. (MICHALANY, 1970, p.46) As divindades sumérias por serem finitas, não poderiam ser onipotentes e,portanto, só poderiam ser responsáveis pelas várias ações no mundo físico seformassem um panteão. É normal que atributos naturais fossem dado a eles, umexemplo é que a morte é um fenômeno, natural, logo haveria um deus para a mortee para o mundo dos mortos. Já na Bíblia o que ocorre é EXATAMENTE O INVERSO. O Universo eraINEXISTENTE, e Deus ETERNO o cria ex-nihilo juntamente com toda a vida.Perceba, o processo é completamente inverso. Por ser eterno, a imaterialidade e aonipotência se aplica a YHWH e, portanto, elimina a hipótese de um panteão. Nóspodemos ver até alguns versículos de enaltecimento a YHWH atribuído a elesglórias de vários tipos, mas nunca veremos a citação de que YHWH é o deus dofogo, ou YHWH é o deus do ar, ou do mar, enfim. Por ser onipotente ele é o deus detudo. A onipotência elimina a possibilidade de outro deus onipotente, pois aonipotência de um impediria a de outro; e se analisarmos a Bíblia veremos todo essecontexto respeitado ali.
  4. 4. A.I cita as deidades gregas, como tendo sido resultados de influenciasSumérias e Fenícias. Sim, concordamos, mas veremos a seguir que o mesmo nãoocorre na bíblia e que o próprio desenvolvimento da filosofia na Grécia eliminou osdeuses do olimpo como concebidos pelos gregos e consequentemente elimina opanteão sumério. As definições de Deus pelos filósofos são definitivas para mostrar que opanteão grego não sobreviveu a filosofia. Sobre deus: “É um ente uno, imenso, eterno, presente no mundo como a alma estápresente no corpo.” (SÓCRATES apud MICHALANY, 1970, p.33) “É a ideia do bem, a ideia mais alta, a que todas as outras se subordinamcomo meios”. (PLATÃO apud MICHALANY, 1970, p.33) “É o primeiro motor imóvel, a forma mais alta e o fim mais elevado, que movetodas as coisas, não mecanicamente, mas pelo atrativo da beleza”. (ARISTÓTELESapud MICHALANY, 1970, p.33) “É a força originária universal, na qual estão contidas a causalidade e afinalidade de todas as coisas e todos os acontecimentos”. (FILÓSOFOS ESTÓICOSapud MICHALANY, 1970, p.33) Dentre as deidades, gregas e sumérias, e também se colocarmos YHWH noteste, perceberá que, os filósofos da antiguidade destroem o próprio panteão gregoe sumério, entretanto, YHWH é o único Deus que possui todas as qualidades acimacitada pelos filósofos.Finalmente pode-se definir YHWH como ser absoluto, perfeito, causa primeira erazão última de todas as coisas existentes ou possíveis. A diferença teológica entreuma divindade e outra é incrivelmente grande, sobremodo grande que ambaschegam a ser contraditórias. A.I também nos mostra semelhanças entre as histórias de Gilgamesh e aBíblia e as semelhanças da Teogonia de Hesíodo com Gilgamesh e a Bíblia comoforma de sustentar suas alegações de que assim como os Sumérios influenciaram
  5. 5. na religião grega, os sumérios teriam influenciado na bíblia e na fé hebraica.Conforme demonstrado acima, não existe QUALQUER semelhança entre YHWH e opanteão sumério; tanto que, a própria noção de panteão já é contraditória com ascaracterísticas de YHWH. Também foi evidenciada a inexistência de monolatria, etambém foram demonstrados que a fé monoteísta coexistiu com o politeísmo. As tais influências na bíblia são na verdade perfeitamente naturais, devido aofato de que no período os elementos os quais se poderiam constituir o mundo eouniverso eram visto de maneira simples. Elementos naturais são sempre colocadosnas histórias de criação: EX: Luz, fogo, água, árvores, terra, animais e etc. Veremos agora uma grande semelhança entre histórias QUE EM NADATIVERAM A INFLUÊNCIA dos sumérios e, entretanto, são muito semelhantes aosrelatos gregos, sumérios e da bíblia.  Mito dos Tupi-Guaranis.“Tupã cria a Mãe Terra e desenha nela as formas futuras: lagos, rios e montanhas.Agora, precisa de alguém para continuar o trabalho de criação. Ele cuidou dasgrandes coisas: criou o primeiro ser humano, Tupi-mirim4”. Em destaque vemos ali a presença da água como elemento primeiro domundo.“Esse primeiro ser humano não consegue habitar o mundo físico. Ele retorna a Tupãe diz que não consegue. E ele não consegue porque ele é etéreo, alado,luminoso, semelhante a um pássaro. Então, ele pergunta a Tupã: ‘Como faço parahabitar esse mundo?’” Vemos também que A.I faz uma tentativa de analogia com um ser meiohumano e meio divino, e que seria filho de um deus, talvez tentando fazer umaanalogia com Jesus Cristo.4 “Pequeno Criador” v. http://www.pindorama.art.br/file/a_sabedoria_dos_mitos.shtml
  6. 6. [...] “Depois ele vai em direção ao Sul, onde encontra uma palmeira (apalmeira é muito significativa na tradição). E aí ele fala para a palmeira: ‘como éque eu faço para habitar essa terra?’. Ela fala: ‘entra em mim que você vaiaprender’. Ele entra e se torna à palmeira, se enraíza na terra. Então ele fala: ‘Ahisso é que é viver na terra?’ E depois a palmeira responde: pronto, você já aprendeu,agora busque outros mestres.” Vemos aí a presença da Árvore, como elemento importante da história dacriação na visão dos tupi-guaranis, podemos ver a mesma coisa na mitologia gregaquando Hércules, nos 12 trabalhos vai atrás do pomo de ouro, que seria uma frutadourada que só poderia ser tocada pelos deuses, e se propõe a ficar no lugar do titãAtlas segurando o céu, enquanto ele pegava o pomo para ele.[...] no Leste, ele olha no alto da montanha vê uma gruta. Ele sobe. Daquela grutasai uma luz de dentro dela. Ele entra na gruta e vê que aquela luz que ele via sai deuma serpente prateada. Uma serpente que não causava medo, mas serenidade.Ele fala: ‘você pode me ensinar a viver aqui na Terra’ Ela diz: ‘claro, eu sou oespírito da Terra.’ ‘Como faço par viver aqui’? A serpente vai caminhando emcírculos, acumulando do chão um barro, e vai formando duas pernas, quadris,tronco, braços, um molde, que é o do primeiro ser humano.”5 Como podemos ver, há a referência a montanha, a serpente, que nãocausava medo, assim como na bíblia, a serpente era astuta e não amedrontou Eva eo mais espantoso, o homem, é formado do barro. Os Tupis-guaranis, em nada foraminfluenciados pelos sumérios, entretanto o relato deles, é incrivelmente similar aosrelatos da mesopotâmia. Um outro belíssimo exemplo, vem dos índio Hopi dos Estados Unidos daAmérica, que tem um mito e criação bem interessante:5 TENODÉ, Tupã – A criação do Universo, da Terra e do Homem segundo a tradição oral Guarani, São Paulo: Petrópolis; 2001– Também poder se encontrado na internet.
  7. 7. “O primeiro mundo foi Tokpela, mas antes, se diz, existia apenas o Criador, Taiowa. Todo o resto era espaço infinito. Não existia um começo ou fim, o tempo não existia, tampouco formas materiais ou vida. Simplesmente um vazio incomensurável [...] (GLEISER, 2004, p.26) Será que teriam sido influenciados pelos sumérios? Penso que não. Vemos aíum perfeito exemplo de criação ex-nihilo que nada teve de influência hebraica ousuméria. Que por exemplo, pode ser visto no exemplo de Gn. 1:1,2 No princípio criou Deus, os céus e a Terra. A terra, porém era sem forma e vazia, e as trevas cobriam a face do abismo e espírito de Deus movia-se sobre a as águas. (BÍBLIA SAGRADA (Paulinas) apud GLEISER, 2004, p.31) Como podemos perceber semelhanças nos relatos não são evidências dequalquer influência religiosa dos sumérios na Bíblia, uma vez que povos que nuncativeram contato com eles conseguiram fazer mitos muitíssimo semelhantes. Dado oque fora demonstrado sobre a inexistência de monolatria, a “vista-grossa” feita porA.I ao contexto bíblico, as profundas diferenças teológicas e ao fato de monoteísmoe politeísmo terem coexistido, podemos acrescentar este dado de modo a mostrarde maneira clara que para se obter relatos similares não é necessário haverinfluência da religião de um povo na do outro, e que isto é normal e se repete emmuitas outras culturas. Existem também histórias diluvianas em diversas partes do mundo, Índia,Egito, América do Norte, America do Sul, África, China e Oceania. O que vem aconfirmar o que foi postulado acima; similaridades de relatos não são suficientespara estabelecer uma prova definitiva sobre qualquer influencia, ainda mais, tendoem vista o que já fora citado acima. A palavra Elohim, também é usada como argumento de que; estando noplural se referiria a mais de um deus; no caso deuses. Mas veremos também que ahipótese fracassa miseravelmente.
  8. 8. Existe no hebraico uma forma de tratamento que é chamada de pluralmajestático6. A palavra hebraica Elohim, se encontra no plural, ela é também a palavrahebraica mais comum usada no Antigo Testamento para designar Deus. Este é umnome plural. “No princípio Deus criou o céu e a terra.” (Gen. 1:1).“Elohim” não é o nome pessoal de Deus. Ele é um adjetivo que se refere a Suadivindade, Sua hierarquia superior aos demais. Elohim significa: deuses ouelevados. Esta palavra do plural Hebraico é usada 2470 vezes no VelhoTestamento, para se referir a anjos, à Deus e a deuses pagãos, entretanto, quandoassociado à YHWH, Elohim é visualmente associado à verbos no singular, adjetivose advérbios. Por exemplo, a palavra hebraica para “criar” em Gênesis 1:1 “bara” estáno singular. Se fosse plural seria “barú”. A existência do Plural de majestade pode ser observada em outros autores.Este pensamento é mantido nas seguintes citações. Em nota sobre Gênesis 1:1,Joseph Bryant Rotherham (1901, p.33) 7faz as seguintes observações: Deve ser cuidadosamente observado que, embora “elohim” seja a forma plural ainda quando, como aqui, é construída com um verbo no singular, é naturalmente singular no sentido; especialmente visto que o “plural de qualidade” ou “excelência” abunda no Hebraico onde a referência é inegavelmente a algo que deve ser entendido em número singular. Há quatro registros no Velho Testamento onde pronomes pessoais no pluralsão usados em referencia a Deus. Os trinitarianos afirmam que isto ensina suateoria. Isto não é verdade. Em nenhuma maneira estes quatros textos ensinam queexiste uma pluralidade de pessoas em Deus. Os quatro textos em questão seguem:Gênesis 1:26 - Façamos o homem à nossa imagem (nós)Gênesis 3:22 - O homem se tornou um de nós (nós)6 V. Elohim – plural ou singular; texto da UJC (Universidade Judaica Caraíta) disponível em:http://judaismobiblico.blogspot.com.br/2012/07/elohim-plural-ou-singular.html7 V. ROTHERHAM, Joseph Bryant. The Emphasized Bible. London: H.R. Alleson, 1901-Vol. I, p.33
  9. 9. Gênesis 11:7 - Desçamos e confundamos (nós)Isaías 6:8 - Quem irá por nós? (nós)Os pronomes pessoais no plural nestes versos referem-se a um Deus singular. Estáisto claro pelo fato de que pronomes singulares são usados no contexto fazendoreferência a Deus.Em Gênesis 1: 26 Deus disse, “Façamos o homem à nossa imagem, segundo nossasemelhança.” No próximo verso porém, nós lemos, “Então criou Deus o homem àsua imagem, à imagem de Deus o criou, macho e fêmea os criou.”Em Isaías 6:8 nós lemos, “Também eu ouvi a voz do Senhor dizendo: Quem euenviarei, e quem irá por nós?” Deus falou de Si no singular. Isso demonstra uma enorme preguiça de A.I em continuar a leitura umversículo à frente. Com exceção desses 4 momentos no AT, que tem exatamente asmesmas características, em todas as outras formas YHWH fala de si no singular. Dr. William Evans 8escreve o seguinte: Alguns diriam que o “Façamos (us) em Gênesis 1:26 - “ Façamos nós o homem,” refere-se à consulta de Deus ao anjo com quem Ele toma conselho antes de fazer algo de importante, mas Isaías 40:14 – “Mas de quem tomará conselho.” Mostra que este não é o caso; e Gênesis 1:27 contradiz a idéia, pois ela repete a posição “na imagem de Deus,” não a imagem dos anjos; também em que Deus criou o homem na Sua Própria imagem, na imagem de Deus (não anjos) criou. “O nós” de Gênesis 1:26, portanto, é propriamente entendido como plural de majestade, como indicativo de dignidade e majestade do relator. A tradução apropriada para este verso não deveria ser8 V. EVANS, William. The Great Doctrines of the Bible. Chicago: Moody Press, 1939, p. 27).
  10. 10. “Façamos nós”, mas “nós vamos fazer,” indicando uma linguagem de solução mais que consulta. (EVANS9, 1939, p.27) Inclusive, o próprio português possui um plural de majestade; o português éuma língua latina que também sofreu muitas influências das línguas árabes no qualeste tipo de ocorrência é muito comum; para quem se lembra durante muitos anos apenínsula ibérica foi dominado pelos islâmicos. Há então, duas maneiras de se verificar se uma palavra se refere a pluralnumérico ou plural de majestade. 1. Se os verbos, adjetivos forem plurais. 2. E pelo aporte contextual de onde está escrito.Como podemos ver, durante todo o capítulo 1 surgem verbos no singular para asexpressões Elohim, dando um contexto unitário, singular; o versículo Gn. 1, 26 estáno plural, porém no versículo seguinte FALANDO SOBRE O MESMO ATO está nosingular; sendo assim, nos vemos forçados a aceitar que se refere a apenas umDeus, YHWH. Concluímos, que o único erro na interpretação é a do exegeta A.I, que parecedesconhecer algumas das regras elementares do hebraico; sugiro a ele um cursinhodesses de sinagoga. Sobre os titãs, ele ainda na sua tentativa de mostrar a semelhança com osgigantes da bíblia, primeiramente, os titãs eram deuses, os gigantes da bíblia não. Segundo, existem lendas de gigantes em outros povos e culturas, como porexemplo, o Piaimã que seria um ser que teria entre 3,5 m de altura e 4 metros dealtura, esta lenda pode ser facilmente encontrada nas obras de Mário de Andrade 10,que fala muito dos mitos e lendas brasileiros. Já no final do vídeo, A.I. dá a entender que a todas as religiões construídassobre o monoteísmo são falsas devido às suas “supostas” origens pelas quais teriasido influenciada; como podemos perceber, todo o vídeo, resume-se a uma enorme9 V. http://evangelistaflavio.blogspot.com.br/2011/01/genesis-127-facamos-o-homem-plural.html10 Macunaíma.
  11. 11. Falácia Genética, onde o indivíduo argumenta que a crença surgiu assim, foiinfluenciada por tal coisa, e logo é falsa; como também foi demonstrado acima,todas as premissas que foram colocadas sobre essa conclusão foram demonstradasfalsas, além, da falácia genética que é a bomba que implode todo o argumento.Considerações Finais: O Ateu Informa (A.I.) construiu um belíssimo castelo, com pilastras gregas, aomelhor estilo jônico, nas suas formas e em seus belíssimos capitéis, ornamentou-ocom peças fenícias, egípcias e sumérias, entretanto, o fundamentou sobre basesnão sólidas, similaridades que não existem na bíblia e sobre uma péssimainterpretação do hebraico, aliado á uma notória falácia genética11; este moderador,deseja mais sorte da próxima vez.Saudosamente;Mod. Ribeiro, AR11 V. W.L. Craig talking about Genetic Fallacy - http://www.youtube.com/watch?v=HCjAWOKKpgI
  12. 12. ANEXOS:Locais onde podem ser encontradas histórias sobre um dilúvio.Caracteres pictográficos chineses mostrando, uma construção curiosa.
  13. 13. Referências Bibliográficas:EVANS, William. The Great Doctrines of the Bible. Chicago: Moody Press, 1939GLEISER, Marcelo. A Dança do Universo: Dos mitos de criação ao Big-Bang.Cia. Das Letras, 2ªEd. São Paulo, 2004.MICHALANY, Douglas. Educação Moral, Cívica e Política. 2ªEd. Brasília, 1970.ROTHERHAM, Joseph Bryant. The Emphasized Bible. London: H.R. Alleson, 1901-Vol. I, p.33TENODÉ, Tupã. A criação do Universo, da Terra e do Homem segundo atradição oral Guarani, São Paulo: Petrópolis; 2001.

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