§ Alice Vieira nasceu em Lisboa no ano 1943.
§ Em 1967, concluiu a licenciatura em Filologia Germânica na Faculdade de Let...
Recebeu em 1979, o Prémio de Literatura Infantil Ano Internacional da Criança com Rosa,
Minha Irmã Rosa;
Em 1983 com Este ...
Porque escrevo para crianças?
Todos nós gostamos de encontrar um culpado para as aventuras em que nos metemos ... É cómodo...
A linguagem das flores nem sempre
está certa. E um ramo de rosas
vermelhas nem sempre é prova de um
imenso amor.»
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Alice vieira

  1. 1. § Alice Vieira nasceu em Lisboa no ano 1943. § Em 1967, concluiu a licenciatura em Filologia Germânica na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa . § Licenciou-se em Filologia Germânica. § Dedicou-se ao jornalismo, tendo coordenado no Diário de Notícias os suplementos Juvenil e Catraio (1984-1989). § Participou em programas infantis na televisão. § Desde 1979 tem vindo a publicar regularmente livros infanto-juvenis traduzidos nas mais variadas línguas: alemão, búlgaro, basco, castelhano, francês, húngaro, o neerlandês, russo e servo-croata. Actualmente, Alice Vieira dedica-se somente ao trabalho literário, tendo editado em vinte anos de actividade quatro dezenas de livros para crianças e jovens. É também conhecida pelos artigos e crónicas que continua a publicar em jornais e revistas. Constantemente Alice Vieira é convidada para palestras e encontros com os seus jovens leitores, em escolas e bibliotecas.
  2. 2. Recebeu em 1979, o Prémio de Literatura Infantil Ano Internacional da Criança com Rosa, Minha Irmã Rosa; Em 1983 com Este Rei que Eu Escolhi, recebeu o Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura Infantil; Em 1994 o Grande Prémio Gulbenkian, pelo conjunto da sua obra. Recentemente foi indicada pela Secção Portuguesa do IBBY (International Board on Books for Young People) como candidata portuguesa ao Prémio Hans Christian Andersen, tendo a obra Olhos de Ana Marta, sido uma das obras que integraram a lista de honra. Trata-se do mais importante prémio internacional no campo da literatura para crianças e jovens, atribuído a um autor vivo pelo conjunto da sua obra.
  3. 3. Porque escrevo para crianças? Todos nós gostamos de encontrar um culpado para as aventuras em que nos metemos ... É cómodo, é fácil, a gente aponta e diz: «foi por causa dele». Pois eu também tenho um culpado: posso espetar bem o meu dedo indicador e dizer: - O culpado foi ele. Ele é que me levou para esta vida... Neste caso foi ela. Acho que se não tivesse sido a queixa da minha filha, já lá vão uns sete anos, eu não me teria metido nisto... Portanto, a culpa foi toda, toda dela! Um dia a Catarina chegou a casa e disse: - Já li todos os livros que há para ler. Fez uma pausa e disse: - E agora, o que é que leio? A Catarina tinha então nove anos, lia muito: não, evidentemente todos os livros que existiam, mas todos os que habitualmente se davam a quem tinha a sua idade . - E agora ? – repetia ela, com aquele ar solene que arranja nas ocasiões difíceis... Eu ia tentando dar uma ajuda (lê este, e mais este, e mais aquele) mas eram ajudas inúteis (já li, já li, já li...). Foi então que dei comigo a dizer-lhe: - Então, se já leste tudo o que há, vamos nós as duas escrever um livro! Meti papel à máquina e do bater dos dedos nas teclas saiu esta frase: «Quando a minha irmã nasceu o meu desapontamento foi tão evidente que a minha mãe, abafada entre lençóis e cobertores da cama do hospital, me disse: Ela vai crescer num instante!» Olhei para esta frase, uma, duas, muitas vezes, e a partir dela outras vieram, e mais outras, até que o primeiro capítulo do livro estava feito. E cada capítulo que nascia era lido e discutido com a Catarina, feliz de participar naquela aventura ... E nunca mais parei. Tudo por causa da Catarina. Que hoje continua a ler tudo, e que escreve melhor do que eu . Antologia Diferente: De que são feitos os sonhos?
  4. 4. A linguagem das flores nem sempre está certa. E um ramo de rosas vermelhas nem sempre é prova de um imenso amor.» « Publicar um livro, por si só, não faz de ninguém um escritor. “Algum dia alcançaremos a Paz, quando conseguirmos unir as nossas forças na consciência de reaprender a inocência das crianças, aprender a pureza e a capacidade de penetração da água, de forma a que, gota a gota, formaremos a corrente de um rio e fluiremos ao nosso destino de «crianças-guerreiro", tendo como única bandeira, o amor condicional universal.” PENSAMENTOS DE ALICE VIEIRA

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