"Felismina Cartolina e João Papelão" Pedro Seromenho

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"Felismina Cartolina e João Papelão" Pedro Seromenho

  1. 1. En¡ ga s, a. 'Pcdmãerousazbo «cmo 'Sandra Fermndcs ilustra . .Tí- -f . _._. _~v
  2. 2. Pedro Seromenho CSCTCX'CU Lan eàLmA É @Â FWLFX© Uma paixão de papel e cartão Sandra Fernandes HUSITOU
  3. 3. sHá muito pouco tempo atrás, havia duas aldeias vizinhas que eram diferentes. Uma aldeia tinha flores, árvores e sombra fresca para dormirmos à tardinha. A outra era árídade seca como um deserto! Nem um Cato Horescía por perto. § A separa-las, havia apenas um ríbeírinho. Era da , largura de um ñozinho, mas ninguém o atravessava! '_ É que Os habitantes destas aldeias tinham l. _ tanto ódio e inveja uns dos outros que, quando “ “d” se viam ou se cruzavam, Viravam as costas e nem * se Cumprímentavam.
  4. 4. e “' ” , osfaPeleto que, y . I f ul hablçaVaní Na aldeizLdcLceu az , v ' i a. , C13/ &QELIICZW beleza V f / a f f _p : dê (n39, Bizz? ” / r' IT¡ fui¡ , z ' eClçlavêÚ/ a a . árvores ° r J Níeóeõortayafql . Apesar , - / Po am- . / ia- s a 0 “IÚÊ/ d? “' uito felizes 3551 _ . eram m ' “a e 1-_ tinham' i »magno-i 7 , f _ N ¡ ' lVa aldeia cinzenta, onde os prédios e as fábricas ' se amonroavam como caixotes, moravam os / Cartoléquios que se erguiarn com o nascer do sol e trabalhavam até a lua bocejar. Faziam, constituíam evoluíam e queriam se
  5. 5. aÕisaPapeleto eram gDVernaÉÍQs reLP-ardo queititíhg útil ñlhõ Chamado 1050 PapelíQ- Era um ménínbTimido que usava na *cabeçaum caixote para ninguém lhe ver a expressão. aos Cartoléquios eram governados peLo rei Canelado que tinhas uma Elba zlel** ___ chamadaiFelismína cartolina. Era uma menina curiosa e irrequieta que” tinha o cabelo da cor do fogo; . _ , _ f# x t» . -_4-§ f l , ¡r' . -, É ' _ Lam_ 'e › z . u_ N* p v - . ..a te» : ft-fl : f _ __ / f V _ L» "-7 l w. 'j “f * . ' y Av i/ l* l 'll “ i f x z e' - “ ' , pílx
  6. 6. Certa tarde, a F elísmina Cartoiina foi brincar para jqgto do tal ribeirinha. Levou um barquinho de papel, pô-lo na. água e ficou a vê-lo a flutuar. “Wwpaxuaum JJ 9P Souçzor '[103 r l c _v
  7. 7. r Como o vento soprava de norte e bem forte. o barquinho fugiuípara a outra margem c foi parar às mãos do pequeno João, que aparecéra Vindo do nada. E ela, que ouvira coisas horríveis sobre F os “MONSTROS DO OUTRO LADO", ñCOu deveras assustada! o ** " F7 ii ~ É . _ l - Vai fica¡- com o meu barquinho, rasga-lo aos pedaçinhos e deVOrá-IO! J | í Todaviafo menino pégoõ“ú”"no baí-“Cfuiñffo, devolveu-o conitra o Vento e . a menina sentiu-salão rídíCula que à atravessou o ribeirinho para o conheber. II" i Vs u ê
  8. 8. - Tu és um menino? - perguntou a Felismina. w” -° Sim, sou. - respondeu o João, encolhendo os ombros. - E como te chamas? f; * - João Papelão, ñlho do rei Pardo. Ao escutar aquilo, a Felismina sobressaltou-se, recuou uns passos e olhou para o palácio dos Papeleto. - E estás aqui sozinho? ! - Ninguém brinca comigo. Passam a Vida a gozar-me por ter este caixote na cabeça. E tu, queres ser minha amiga! ? 'f í 0 João foi tão frontal e sincero que a Felismina não " soube dizer que não. Brincaram até a0 anoitecer.
  9. 9. »o palácios, apenas conseguiam pensar um no outro. Pensavarn enquanto tomavam banho, enquanto comiam e bebiam, enquanto brincavam À No dia seguinte, quando ambos acordaram na solidão dos seus I ou se Vestíarn, antes de adOrrneCereIn e enquanto sonhavarn! - Que sensação--. - estranhararn ambos - Nunca me senti assim. à - Estarei a aiXOHadOÍÍ " er uncou o João Pa elão aos P 8 P t O João e a Felismina precisavam urgentemente de respostas. . n amigos, sem saber o que ISSO era. _-___. _.l
  10. 10. . í 2 'Ç ' - 9 s, u, ... ;w- ; Í 2-¡ , . gs, - . .ax * c” e r'. *Í A x
  11. 11. O Quadrículas pegou num lápis, fez as contas e rejeitou a hipótese: n¡
  12. 12. /' I. « no-«f C** 'ma' 5 2:» e K . A _ r O. 171111135 propos: uma soluçao. - via-agf. / ¡- -a screve uma : composição sobre a Felismina. Seo car bonita, a mais bonita, quecescreveste, é porque estás apaixonado! .O L' . ..m
  13. 13. Os irmãos FoloCópia entusiasmararn-se com a ideia: - Acho que encontraste a tua alma gêmea!
  14. 14. VO Mapa concordou: - , Ela encontrou o caminho para o teu coração! ÉíEnvelope foi mais prático: - Envia-lhe um papel . com dois quadradinhosàx I r Serla puser uma cruz no “SIh/ í", e porque > esta' apaixonada. Se puser uma cruz no “NAO", é porque não está! L7 _ m?
  15. 15. ' 0 Ardinas, que não sabia _guardar segredos, espalhou . a novidade: IU'
  16. 16. Ao_ ler anotíêia dO 51:10, a Ivete 'Qmelete 'ficou chocada? VÍ/ vnfpm
  17. 17. Do outro lado do ribeirinho, a Felismina perguntou às amigas mais : hegadas: - Será que estou apaixonada? ! A Cartola sorriu, ofereceu-lhe um coelho e sussurrou: - Esse encontro deve ter sido mágico! 0 Ondulado, esse, foi claro: - Fala com ele e vai direta ao assunto!
  18. 18. ._ X 1/ KJ 333-!9093-5 = xx x §“1§Q333'99 x 1 v 4 I L» 0 vw 'à 'n 0 Leila que ía. azcdêu' o romantísrncT lembrou -seíqxrc não: devia esta: neste 430x110: ' »Cá para ruim, ?V173 já nem se lembra; de ti. . más também. .. 'elrpertcnç0 a entre -cC-Opüníôá- - ' › _ 7 , ./' _>7)'V -- "a x o: "s a K' s [ya-raw vargas-ú": vHVUÉ* . a . i ” I t' i E. : “ F* . r 'i'
  19. 19. í , _ 7 5 _ , , _ . . g 7 E
  20. 20. _i [Mala re1pat0u: aS-tfrfáihas e a vii- viver . , _¡_¡___” contigo! ” “"-4”Éõñ¡'$¡e_;1<_: _a. f9.. é àarfumêgr_
  21. 21. .. a1 x1_ . w . ç gmãan sangue nm§. r; ; e : I nana¡ megaman: - -uma-: ans a . IIIEIIIIIII wi w --nn--nn . 1: na : I-I › -nasua: -; nn¡-. 1 1 magna; nau. m -augaauaawe : go z E . 1 1 L7, L_g. - , as cuz-andas* TT. Bi _. :7t_, T
  22. 22. . . anazullllllüiii aáqmasgunmmnnanmg IIII ill¡ -nun oxa. uuunnngaunn -nnnnasgnwg I nana- -nnnnuamg , I III!
  23. 23. . r-wr: ;. _ r › v7 ›: VV A'. , .r l_ › 3731- . _- v_r A 'Q 3650 sentiu-se tie a Lima e " ^ 'caixote e, pm: fim, revelem o : esta . C "' Que sorriso tão - (encantou-asc a gincesa. - Foste tu qu: m0 Antes de te conhecer era. hfínxido e tritstmxhe mas, tenho _um sonho. Sinto-nx: Capaz de conquistar o . inteiro! ' ; sonho? -'~'; ,r' * «""-. _«;1.: *. .^'. › . 3_- ” ~ g¡ ? sá
  24. 24. Ao ouvir aquilo, a Felismína corou e mímou-o. Foram ficando tão próximos, que o primeiro beijo aconteceu: - Agora sim, somos namorados! Foi então que, em vez. do trágico final à “Romeu e Julieta”, deu-se ; Í um ñnal mágico nesta historíeta: ?i O João e a Felísmina cresceram, casaram e desfilaram pela pequenina ponte do ríbeírínho. Foi este grande amor que uniu os dois reinos. 7.a'
  25. 25. . , v 1 wüâ, A k _ _ fr_ : e _. o. . , 'x _ _Y . X _ l f” . * il r . e* a ' ffãaeág' AIcrrI-rain-_aãz-rir* leazzàirâtentiftam
  26. 26. el usado pode ser existem p o Atuaimente, rcado segmentos de me embaiagem, passando O A produção de papai que a produçã de um t Na produção itros apenas 2.000 esse voume de de papei fabricado. reciclado 6 a 7 v aiente a 1 ntidade o de papel a pa de fibra equiv z desde o pap ? em Pa recidado cone rtir a toneiada de pa de água, e ecicE-_ados em todo peX higiênico c nquanto e Chegar aos 10 da tonemda eles e Ca S a 20 árvores. SOS ' pressão, à da fibra vegetal. pel reciclado são necessários que no p 0.000 litros por to
  27. 27. Queres aprender da . reciclar _papel e õartãó? ? Í “l ' Enããofíê COÊFateQÇEÍO! (recicla: _ ; A e acatou-ros num algmdar-, dexxa "= - -- r - c) . " i É* n' e, com 'avarínha tritura ____ °”““*' 7 pasiarnouno : Ignúãar e, com uma rede, escorre a' ' f -° inverte' ibfnal . c retira “o água 'com um pano de &nela; levanta aerea-e, 'céloea outropano por cinnn e pasa a ferro; o 'i " o noñnal', retina pano, deixar) papel secar e está feito: : teu ' u' i - -o _ papel reciclado!
  28. 28. FOOCIRO personagensíae papel e cartao uver uma nxstonao de; amor e paixão? Esta é a pergunta que atormenta-ag. F elísmina Carnolína e o João Papelão. Filhos de raid: inimigos, recorrem aos amigos (quqdriculasü: * mapa e irmãosffótocópía) *para exiçontrarem uma. resposta. , Entra neste livro viaja c descobre! . _¡ _u »ní-; I . _ A

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