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ARTE
JAPONESA
GRAVURA
A gravura japonesa é conhecida
pelo nome de ukiyo-e ("imagens
do mundo flutuante, em japonês),
um tipo de estampa semelhante à
xilogravura no feitio, e
desenvolvida no Japão por volta
dos séculos XVII e XX.
Inicialmente conhecidas também
como "imagens do mundo triste",
pela abordagem de temas mais
sérios.
O termo ukiyo-e se define pela
opção dos autores em fazer
visões fantásticas, belas, e de
certo modo, escapistas,
fora da realidade.
As gravuras eram feitas a
partir de um desenho,
que era colado a um bloco
de madeira. Os espaços
em branco entre cada
traço eram então
escavados, criando uma
espécie de negativo do
desenho original em
madeira. Este seria então
colorido e impresso.
As gravuras ganharam
rápida popularidade e se
tornaram um elemento
popular na paisagem
cultural do Japão.
Sua origem é geralmente
creditada às obras
monocromáticas de
Hishikawa Moronobu,
ativo desde a década de
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As reproduções tinham como tema
a vida urbana, com atenção especial
às atividades e cenas da área do
entretenimento, como belas
cortesãs, lutadores de sumô e
atores populares retratados em
seus papéis de maior destaque
dentro do teatro kabuki.
Mais tarde as paisagens também
se tornaram populares.
Um dos maiores artistas da arte
Ukiyo-e é Katsushika Hosukai
(1760-1849) que pintou
as trinta e seis vistas do Monte
Fuji. Seu segundo livro as “100
vistas do Fuji” é muito famoso
em todo Japão.
Hokusai estudou pintura
ocidental e usou várias técnicas
de luz e sombra que não eram
usadas no Japão. Ele usou essas
técnicas para aumentar a
tridimensionalidade que é uma
das principais características de
suas obras.
GRAVURA
Chama-se "gravura" o múltiplo de uma Obra de
Arte, reproduzida a partir de uma matriz.
Uma matriz leva um título, uma assinatura, a
data e a numeração que a identificam.
Cada imagem reproduzida desta forma, é única
em si, independentemente de suas cópias,
consequentemente, cada gravura "é única", é
uma Obra original assinada.
O artista é responsável por todo o processo da gravura, desde a
criação, confecção da matriz, escolha dos papéis, escolha de
cores e a tiragem. Alguns artistas deixam a cargo de um
gravador a impressão das matrizes.
Em geral a numeração aparece no canto inferior esquerdo da
gravura - 1/ 100, ou 32/ 50 por exemplo - isto indica o número
do exemplar (1 ou 32), e quantas cópias foram produzidas
daquela imagem (100 ou 50).
Grandes edições não chegam a 300 cópias, mas em geral o
número é muito menor, ficando por volta de 100.
Tipos de gravura A gravura em Metal é uma das mais
antigas.
A técnica consiste na "gravação" de uma
imagem sobre uma chapa de cobre.
De um modo geral, o artista faz o
desenho por meio de uma ponta seca -
um instrumento de metal semelhante a
uma grande agulha que serve de
"caneta ou lápis".
A ponta seca risca a chapa, que tem a
superfície polida, e esses traços formam
sulcos, micro concavidades, de modo a
reterem a tinta, que será transferida
através de uma grande pressão,
imprimindo assim, a imagem no papel.METAL
A matriz à partir da qual se reproduzem
as cópias é uma pedra, que é igualmente
polida, como o cobre, e que também
receberá banhos corrosivos que criarão
micro sulcos para reter a tinta que será
impressa no papel.
O processo de gravação na pedra
litográfica se dá primeiramente através da
utilização de material oleoso, com o qual
se elabora a imagem. Este material pode
ter várias formas diferentes.
LITOGRAVURA
XILOGRAFIA
Consiste numa matriz em alto relevo
produzida em madeira.
A imagem é gravada através de
goivas, formões e pontas cortantes.
O artista "entalha" seu desenho na
madeira, ao modo de um escultor,
mas tem em mente que essa matriz
não é a Obra, e sim o meio para
alcançá-la.
Depois disso, a matriz recebe a tinta e
vai para a prensa com o papel. Há
também a impressão com as costas
de uma colher.
LINÓLEO
Esta técnica assemelha-se ao entalhe da Xilogravura, no
entanto, ao invés de madeira, a matriz é de material sintético
- placas de borracha, chamadas "linóleo".
Esta técnica é mais recente do que a Xilogravura devido ao
material de sua matriz, e foi muito utilizada pelos artistas
modernos, como Picasso por exemplo.
Atividade prática da formação:
• À partir da confecção das dobraduras simples presentes na cultura
japonesa, faz-se o entintamento das mesmas, organiza-se sobre o
papel que vai receber a impressão, cobre-se com outro papel e
finalmente usa-se a prensa ou outros materiais exercendo pressão
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  • 2. A gravura japonesa é conhecida pelo nome de ukiyo-e ("imagens do mundo flutuante, em japonês), um tipo de estampa semelhante à xilogravura no feitio, e desenvolvida no Japão por volta dos séculos XVII e XX. Inicialmente conhecidas também como "imagens do mundo triste", pela abordagem de temas mais sérios.
  • 3. O termo ukiyo-e se define pela opção dos autores em fazer visões fantásticas, belas, e de certo modo, escapistas, fora da realidade.
  • 4. As gravuras eram feitas a partir de um desenho, que era colado a um bloco de madeira. Os espaços em branco entre cada traço eram então escavados, criando uma espécie de negativo do desenho original em madeira. Este seria então colorido e impresso.
  • 5. As gravuras ganharam rápida popularidade e se tornaram um elemento popular na paisagem cultural do Japão. Sua origem é geralmente creditada às obras monocromáticas de Hishikawa Moronobu, ativo desde a década de 1670.
  • 6. As reproduções tinham como tema a vida urbana, com atenção especial às atividades e cenas da área do entretenimento, como belas cortesãs, lutadores de sumô e atores populares retratados em seus papéis de maior destaque dentro do teatro kabuki.
  • 7. Mais tarde as paisagens também se tornaram populares. Um dos maiores artistas da arte Ukiyo-e é Katsushika Hosukai (1760-1849) que pintou as trinta e seis vistas do Monte Fuji. Seu segundo livro as “100 vistas do Fuji” é muito famoso em todo Japão. Hokusai estudou pintura ocidental e usou várias técnicas de luz e sombra que não eram usadas no Japão. Ele usou essas técnicas para aumentar a tridimensionalidade que é uma das principais características de suas obras.
  • 8. GRAVURA Chama-se "gravura" o múltiplo de uma Obra de Arte, reproduzida a partir de uma matriz. Uma matriz leva um título, uma assinatura, a data e a numeração que a identificam. Cada imagem reproduzida desta forma, é única em si, independentemente de suas cópias, consequentemente, cada gravura "é única", é uma Obra original assinada.
  • 9. O artista é responsável por todo o processo da gravura, desde a criação, confecção da matriz, escolha dos papéis, escolha de cores e a tiragem. Alguns artistas deixam a cargo de um gravador a impressão das matrizes. Em geral a numeração aparece no canto inferior esquerdo da gravura - 1/ 100, ou 32/ 50 por exemplo - isto indica o número do exemplar (1 ou 32), e quantas cópias foram produzidas daquela imagem (100 ou 50). Grandes edições não chegam a 300 cópias, mas em geral o número é muito menor, ficando por volta de 100.
  • 10. Tipos de gravura A gravura em Metal é uma das mais antigas. A técnica consiste na "gravação" de uma imagem sobre uma chapa de cobre. De um modo geral, o artista faz o desenho por meio de uma ponta seca - um instrumento de metal semelhante a uma grande agulha que serve de "caneta ou lápis". A ponta seca risca a chapa, que tem a superfície polida, e esses traços formam sulcos, micro concavidades, de modo a reterem a tinta, que será transferida através de uma grande pressão, imprimindo assim, a imagem no papel.METAL
  • 11. A matriz à partir da qual se reproduzem as cópias é uma pedra, que é igualmente polida, como o cobre, e que também receberá banhos corrosivos que criarão micro sulcos para reter a tinta que será impressa no papel. O processo de gravação na pedra litográfica se dá primeiramente através da utilização de material oleoso, com o qual se elabora a imagem. Este material pode ter várias formas diferentes. LITOGRAVURA
  • 12. XILOGRAFIA Consiste numa matriz em alto relevo produzida em madeira. A imagem é gravada através de goivas, formões e pontas cortantes. O artista "entalha" seu desenho na madeira, ao modo de um escultor, mas tem em mente que essa matriz não é a Obra, e sim o meio para alcançá-la. Depois disso, a matriz recebe a tinta e vai para a prensa com o papel. Há também a impressão com as costas de uma colher.
  • 13. LINÓLEO Esta técnica assemelha-se ao entalhe da Xilogravura, no entanto, ao invés de madeira, a matriz é de material sintético - placas de borracha, chamadas "linóleo". Esta técnica é mais recente do que a Xilogravura devido ao material de sua matriz, e foi muito utilizada pelos artistas modernos, como Picasso por exemplo.
  • 14. Atividade prática da formação: • À partir da confecção das dobraduras simples presentes na cultura japonesa, faz-se o entintamento das mesmas, organiza-se sobre o papel que vai receber a impressão, cobre-se com outro papel e finalmente usa-se a prensa ou outros materiais exercendo pressão sobre o mesmo.
  • 15.
  • 16. Influência da Cultura Japonesa sobre novas tecnologias.