MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO 
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CARIRI 
FACULDADE DE MEDICINA 
MALÁRIA 
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4 ETIOLOGIA
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Plasmodium falciparum: 8 a 12 dias 
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 Os gametócitos surgem, na corrente 
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A pessoa pode ser fonte de infecção para 
malária causada por Plasmodium falciparum 
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 Mosquitos pertencente à ordem dos 
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Anopheles darlingi 
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VETORES 
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28 CICLO BIOLÓGICO
 A infecção de malária desenvolve-se 
em duas fases: uma que envolve o 
fígado (fase exoeritrocítica) e outra 
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 Mosquito infectado perfura a pele 
de uma pessoa  esporozoítos 
presentes na saliva do mosquito 
penetram na corrente s...
 Depois de um período de dormência 
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em merozoítos  romperem as 
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 No interior dos glóbulos vermelhos 
 os parasitas reproduzem-se (forma 
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Alguns esporozoítos Plasmodium vivax não se 
desenvolvem imediatamente em merozoítos, 
produzindo em vez disso hipnozoítos...
Os hipnozoítos são responsáveis pelos longos 
períodos de incubação e recidivas tardias em 
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 O parasita encontra-se 
relativamente protegido de ataques do 
sistema imunitário do corpo, uma vez 
que durante a maior...
41 
MALARIA - LIFE CYCLE OF 
PLASMODIUM [HD ANIMATION]
42 SINTOMAS
 Manifestam-se 
geralmente entre 8 
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infecção. 
43
 Dores de cabeça, febre, calafrios 
 Dores nas articulações 
 Vômitos 
 Icterícia 
 Lesões na retina 
 Convulsões 
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 O sintoma clássico da malária são 
ataques paroxísticos, a ocorrência 
cíclica de uma sensação súbita de frio 
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Estes sintomas ocorrem a cada dois dias em 
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Plasmodium ovale e a cada três dias em 
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A infecção por P. falciparum pode provocar 
febre recorrente a cada 36-48 horas ou febre 
menos aguda, mas contínua.
 Os casos graves de malária são 
geralmente provocados por 
Plasmodium falciparum, variante 
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 Sintomas  9 a 30 dias após a 
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Recidivas  ocorrem quando 
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Reinfecção  verifica-se quando o 
parasita que provocou a infecção anterior 
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55 DIAGNÓSTICO
DIAGNÓSTICO CLÍNICO
 Devido à natureza não específica 
dos sintomas, o diagnóstico de 
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 Histórico recente de viagens 
 Aumento de volume de baço 
 Febre 
 Número reduzido de plaquetas 
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A Organização Mundial de Saúde (OMS) classifica a 
malária em “GRAVE” ou “não complicada”. 
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o Insuficiência renal ou hemoglobina na urina 
o Hemorragia espontânea 
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DIAGNÓSTICO LABORATORIAL
 É o método oficialmente adotado no 
Brasil para o diagnóstico da malária; 
 Baseia-se na visualização do 
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 A determinação da densidade 
parasitária, útil para a avaliação 
prognóstica, deve ser realizada em 
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 Permite a diferenciação específica 
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 Decisão de como tratar o paciente 
com malária: 
Gravidade da doença 
Espécie de plasmódio 
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 Principais drogas: Brasil 
Infecções por Plasmodium vivax  
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Infecções por Plasmodium falcip...
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MALÁRIA ASESINO EN 
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
 NEVES, D. P. et al. Parasitologia Humana - 10ª. ed. – 
São Paulo: Atheneu, 2001. 
 REY, Luí...
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  1. 1. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO CARIRI FACULDADE DE MEDICINA MALÁRIA CDI 10: B58 – B54 MÓDULO: MB0302 – RELAÇÃO PARASITO-HOSPEDEIRO Profa. Dra. Maria do Socorro Vieira dos Santos
  2. 2. Malária ou paludismo é uma doença infecciosa transmitida por mosquitos e provocada por protozoários parasitários do gênero Plasmodium.
  3. 3. A doença encontra-se disseminada em regiões tropicais e subtropicais ao longo de uma larga faixa em redor do equador, englobando grande parte da África subsariana, Ásia e América.
  4. 4. 4 ETIOLOGIA
  5. 5. AGENTE ETIOLÓGICO  Existem cinco espécies de Plasmodium capazes de infectar e de serem transmitidas entre seres humanos.
  6. 6. AGENTE ETIOLÓGICO  Plasmodium malariae  Plasmodium vivax  Plasmodium falciparum  Plasmodium ovale  Plasmodium knowlesi
  7. 7. AGENTE ETIOLÓGICO  Entre a população infectada, a espécie com maior prevalência é a Plasmodium falciparum (~75%), seguida pela Plasmodium vivax (~20%).
  8. 8. AGENTE ETIOLÓGICO  Plasmodium knowlesi  prevalente no sudeste asiático, provoca malária em macacos, podendo também provocar infeções graves em seres humanos.
  9. 9. A grande maioria das mortes é provocada por Plasmodium falciparum e Plasmodium vivax, enquanto que as Plasmodium ovale e Plasmodium malariae geralmente provocam uma forma menos agressiva de malária e que raramente é fatal.
  10. 10. 13 TRANSMISSÃO
  11. 11.  Através da picada da fêmea do mosquito Anopheles, infectada pelo plasmodium. 14 MODO DE TRANSMISSÃO Anopheles albimanus
  12. 12.  Os esporozoítos, formas infectantes do parasito, são inoculados no homem sadio através da saliva da fêmea anofelina infectante. 15 MODO DE TRANSMISSÃO
  13. 13.  Esses mosquitos, ao se alimentarem em indivíduos infectados, ingerem as formas sexuadas do parasito – gametócitos – que se reproduzem no interior do hospedeiro invertebrado durante 8 a 35 dias, eliminando esporozoítos durante a picada. 16 MODO DE TRANSMISSÃO
  14. 14. file:///G:/Faculdade%20de%20Medicina%20-%20UFCA/Aulas%20-%20UFCA/8.%20Plasmodium/Farmac%C3
  15. 15.  Os parasitas da malária podem também ser transmitidos através de transfusões de sangue, embora a sua ocorrência seja rara. 18 MODO DE TRANSMISSÃO
  16. 16.  O vetor tem hábitos alimentares nos horários crepusculares, entardecer e amanhecer.  Não há transmissão direta da doença de pessoa a pessoa. 19 MODO DE TRANSMISSÃO
  17. 17.  Varia de acordo com a espécie de plasmódio Plasmodium falciparum: 8 a 12 dias Plasmodium vivax: 13 a 17 dias Plasmodium malariae: 18 a 30 dias. 20 PERÍODO DE INCUBAÇÃO
  18. 18.  O mosquito é infectado ao sugar o sangue de uma pessoa com gametócitos circulantes. 21 PERÍODO DE TRANSMISSIBILIDADE
  19. 19.  Os gametócitos surgem, na corrente sangüínea, em períodos variáveis: Plasmodium vivax: poucas horas Plasmodium falciparum: 7 a 12 dias 22 PERÍODO DE TRANSMISSIBILIDADE
  20. 20. A pessoa pode ser fonte de infecção para malária causada por Plasmodium falciparum por até 1 ano; por Plasmodium vivax, por até 3 anos; e por Plasmodium malariae, por mais de 3 anos.
  21. 21.  Mosquitos pertencente à ordem dos dípteros, da família Culicidae, gênero Anopheles. 24 VETORES
  22. 22.  Principais espécies transmissoras  Anopheles darlingi, Anopheles aquasalis, Anopheles albitarsis, Anopheles cruzii e Anopheles bellator. 25 VETORES
  23. 23. Anopheles darlingi Anopheles albitarsis Anopheles gambiae Anopheles aquasalis
  24. 24.  Só a fêmea do mosquito é que se alimenta de sangue; 27 VETORES Os machos alimentam-se do néctar de plantas  não transmitem a doença.
  25. 25. 28 CICLO BIOLÓGICO
  26. 26.  A infecção de malária desenvolve-se em duas fases: uma que envolve o fígado (fase exoeritrocítica) e outra que envolve os glóbulos vermelhos, ou eritrócitos (fase eritrocítica). 30
  27. 27.  Mosquito infectado perfura a pele de uma pessoa  esporozoítos presentes na saliva do mosquito penetram na corrente sanguínea  depositam-se no fígado  onde infectam os hepatócitos  reproduzindo-se assexualmente  sem sintomas (8-30 dias)
  28. 28.  Depois de um período de dormência no fígado  esporozoítos diferenciam-se em merozoítos  romperem as células hospedeiras  introduzem na corrente sanguínea  infectam os glóbulos vermelhos  início à fase eritrocítica do ciclo de vida
  29. 29.  No interior dos glóbulos vermelhos  os parasitas reproduzem-se (forma assexuada)  infectar novos glóbulos vermelhos.
  30. 30. Alguns esporozoítos Plasmodium vivax não se desenvolvem imediatamente em merozoítos, produzindo em vez disso hipnozoítos que permanecem adormecidos por intervalos de tempo que variam entre alguns meses, geralmente 7 a 10 meses, e vários anos. Após o período de hibernação, os hipnozoítos são reativados e produzem merozoítos.
  31. 31. Os hipnozoítos são responsáveis pelos longos períodos de incubação e recidivas tardias em infecções por Plasmodium vivax, embora se desconheça ainda a sua existência em casos de Plasmodium ovale.
  32. 32.  O parasita encontra-se relativamente protegido de ataques do sistema imunitário do corpo, uma vez que durante a maior parte do seu ciclo de vida humano se encontra no interior das células do fígado e dos glóbulos vermelhos.
  33. 33. 41 MALARIA - LIFE CYCLE OF PLASMODIUM [HD ANIMATION]
  34. 34. 42 SINTOMAS
  35. 35.  Manifestam-se geralmente entre 8 a 25 dias após a infecção. 43
  36. 36.  Dores de cabeça, febre, calafrios  Dores nas articulações  Vômitos  Icterícia  Lesões na retina  Convulsões 44
  37. 37.  O sintoma clássico da malária são ataques paroxísticos, a ocorrência cíclica de uma sensação súbita de frio intenso seguida por calafrios e posteriormente por febre e sudação. 45
  38. 38. Estes sintomas ocorrem a cada dois dias em infecções por Plasmodium vivax e Plasmodium ovale e a cada três dias em infecções por Plasmodium malariae.
  39. 39. A infecção por P. falciparum pode provocar febre recorrente a cada 36-48 horas ou febre menos aguda, mas contínua.
  40. 40.  Os casos graves de malária são geralmente provocados por Plasmodium falciparum, variante que é muitas vezes denominada "malária falciparum". 48
  41. 41.  Sintomas  9 a 30 dias após a infecção. Nistagmo: movimento involuntário dos globos oculares dificulta o processo de focagem de imagens Opistótono: costas arqueadas e com a cabeça jogada para trás 49
  42. 42. Paralisia do olhar conjugado: incapacidade de mover em conjunto os olhos na mesma direção Convulsões Coma 50
  43. 43. Recrudescência  verifica-se quando se manifestam novamente sintomas após um período sem qualquer sintoma. É provocada por parasitas no sangue que sobreviveram a um tratamento inadequado ou ineficaz. 51 MALÁRIA RECORRENTE
  44. 44. Recidivas  ocorrem quando reaparecem sintomas mesmo após os parasitas terem sido eliminados do sangue, devido à persistência de populações nas células do fígado. 52 MALÁRIA RECORRENTE
  45. 45. As recidivas ocorrem frequentemente entre 8 a 24 semanas e são mais frequentes nas infecções por Plasmodium vivax e Plasmodium ovale. 53 MALÁRIA RECORRENTE
  46. 46. Reinfecção  verifica-se quando o parasita que provocou a infecção anterior foi completamente eliminado do corpo, mas foi introduzido um novo parasita. 54 MALÁRIA RECORRENTE
  47. 47. 55 DIAGNÓSTICO
  48. 48. DIAGNÓSTICO CLÍNICO
  49. 49.  Devido à natureza não específica dos sintomas, o diagnóstico de malária em regiões onde não seja endêmica exige confirmação: 57
  50. 50.  Histórico recente de viagens  Aumento de volume de baço  Febre  Número reduzido de plaquetas 58
  51. 51. A Organização Mundial de Saúde (OMS) classifica a malária em “GRAVE” ou “não complicada”. oAlteração do estado de consciência ou coma oFraqueza significativa: pessoa não é capaz de caminhar oIncapacidade de se alimentar oConvulsões (em menos de 24 horas): + 2 oPressão arterial baixa: inferior a 70 mmHg em adultos e 50 mmHg em crianças oRespiração profunda http://pt.wikipedia.org/wiki/Mal%C3%A1ria
  52. 52. o Insuficiência renal ou hemoglobina na urina o Hemorragia espontânea o Edema pulmonar o Hipoglicemia (glicose inferior a 2,2 mmol/L ou 40 mg/dL) o Acidose metabólica (bicarbonato plasmático <15 mmol/L) o Anemia normocítica grave (Hb < 5 g/dL, hematrócrito <15%) o Contagem de parasitas no sangue superior a 100.000/μL em áreas de transmissão de pouca intensidade, ou 250.000 por μL em áreas de transmissão de elevada intensidade http://pt.wikipedia.org/wiki/Mal%C3%A1ria
  53. 53. DIAGNÓSTICO LABORATORIAL
  54. 54.  É o método oficialmente adotado no Brasil para o diagnóstico da malária;  Baseia-se na visualização do parasito através de microscopia ótica, após coloração com corante vital (azul de metileno e Giemsa). 62 GOTA ESPESSA
  55. 55.  A determinação da densidade parasitária, útil para a avaliação prognóstica, deve ser realizada em todo paciente com malária, especialmente nos portadores de Plasmodium falciparum; 63 GOTA ESPESSA
  56. 56.  Permite a diferenciação específica dos parasitos a partir da análise de sua morfologia e das alterações provocadas no eritrócito infectado. 64 ESFREGAÇO DELGADO
  57. 57. A análise de esfregaços de sangue por microscopia é o exame padrão de diagnóstico de malária. Nesta amostra pode-se observar formas anelares e gametócitos de Plasmodium falciparum entre os glóbulos vermelhos. http://pt.wikipedia.org/wiki/Mal%C3%A1ria
  58. 58.  Realizados em fitas de nitrocelulose contendo anticorpo monoclonal contra antígenos específicos do parasito. Sensibilidade > 95% 66 TESTES IMUNOCROMATOGRÁFICOS
  59. 59. 67 EPIDEMIOLOGIA
  60. 60. 68  Organização Mundial de Saúde  estima que em 2010 tenham ocorrido 219 milhões de casos de malária  morte de 600.000 pessoas.
  61. 61. 69  A maioria dos casos (65%) ocorre em crianças com idade inferior a 15 anos.  Cerca de 125 milhões de grávidas estão em risco de ser infetadas a cada ano.
  62. 62. 70  A malária é atualmente end^rmica nas regiões equatoriais, em regiões da América, algumas partes da Ásia e grande parte de África.  Entre 85 e 90% das mortes por malária ocorrem na África subsariana.
  63. 63. SIVEP-Malária/SVS/MS
  64. 64. 72  Na Europa e na América do Norte, a doença está praticamente erradicada.  Entre 1993 e 2003, a malária provocou a morte a 900 pessoas na Europa.
  65. 65. 73  No Brasil, 97% dos casos ocorrem na Região Amazônica e pouco menos de 2,9% nas regiões próximas, sendo mais de 80% nas regiões rurais.
  66. 66. 74  A malária é prevalente em regiões tropicais e subtropicais devido à chuva intensa, temperatura elevada constante e umidade elevada, fatores que proporcionam água estagnada em abundância propícia à reprodução contínua de larvas de mosquito.
  67. 67. 75 TRATAMENTO
  68. 68. 76  Decisão de como tratar o paciente com malária: Gravidade da doença Espécie de plasmódio Idade do paciente História de exposição anterior
  69. 69. 77  Principais drogas: Brasil Infecções por Plasmodium vivax  cloroquina, primaquina Infecções por Plasmodium falciparum  artemeter + lumefantrina; quinina + doxiciclina; primaquina
  70. 70. 78 CONTROLE
  71. 71. 79 MALÁRIA ASESINO EN SERIE
  72. 72. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS  NEVES, D. P. et al. Parasitologia Humana - 10ª. ed. – São Paulo: Atheneu, 2001.  REY, Luís. Parasitologia - 4ª. ed. – Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan S. A., 2013. 80

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