Estrongiloidíase
“ O que cresce
natural, é planta.”
(Eron Moreira)
Componentes
Introdução
Ordem: RHABDIASOIDEA
Família: Strongyloididae
Strongyloides stercoralis
Estrongiloidíase
Quadros de infecções l...
 52 espécies do gênero Strogyloides
 S. Stercoralis e S. Fuelleborni.
 O S. Stercoralis - distribuição mundial
 Não há...
Ciclo de vida
 Strongyloides stercoralis  Cães, Gatos e Macacos.
 Strongyloides fuelleborni  Macacos e Humanos
Relações Parasito-Hos...
• Larva do tipo filarióide
• Cutânea , geralmente pelos pés
• Heteroinfecção :
1. Penetração  24 horas  Circulação Venos...
• Autoinfecção ou Endoinfecção
1. Externa : Larva rabditoides na região anal e perianal
 Filarióide infectante  Circulaç...
• Ratos – Resistência passageira
• Aumento da idade – Maior resistência
• Pacientes imunodeprimidos – Síndrome da
imunodef...
- As lesões relacionam-se:
a. Penetração do parasito no
hospedeiro;
b. Sua migração durante o ciclo
pulmonar;
c. Sua perma...
 Lesões Cutâneas:
- Discretas ou como pontos ou placas eritematosas
(nos lugares de penetração);
- Espaços interdigitais,...
 Lesões Pulmonares:
- Hemorragias petequiais ou
profusas.
Obs.: larvas em trânsito dos
capilares para os alvéolos
pulmona...
Patologia
ESTRONGILOIDOSE
PULMONAR
RAIO X NORMAL
Patologia
 Lesões Pulmonares:
- Agravamento: demora das larvas nos pulmões, retidas
pela abundância de secreção ou pelo edema local...
 Lesões Intestinais:
- Lesões de ordem mecânica, histolítica e irritativa, que
levam a uma inflamação catarral, com infil...
 Lesões Intestinais:
- Pontos hemorrágicos e ulcerações de vários tamanhos;
- Congestão e edema, que tornam as paredes do...
 Lesões Intestinais:
- Funcionalmente: além da secreção mucosa
abundante, há aumento do peristaltismo, o que leva a
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Patologia
 Lesões Intestinais:
- Casos mais graves: extensas lesões necróticas ou um
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 Ação mecânica, traumática, irritativa, tóxica e antigênica
 Esquematicamente - sintomas cutâneos, broncopulmonares e
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Aparelho digestivo
 enterite catarral – parasitas nas criptas glandulares
 Reação inflamatória leve
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 Disseminada
 Grande produção de larvas rabditóides e filarióides no intestino, as
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 Clínico: tríade clássica de diarréia, dor abdominal e
urticária pode ser bem su- gestiva (50% dos casos não
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Tratamento
 Albendazol: atua sobre fêmeas parte- nogenéticas e
sobre larvas. Dose: 800 mg/dia (eficácia de 90%)
 Tiaben...
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DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA E
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POLUIÇÕES E CONDIÇÕES DO MEIO
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  1. 1. Estrongiloidíase “ O que cresce natural, é planta.” (Eron Moreira)
  2. 2. Componentes
  3. 3. Introdução Ordem: RHABDIASOIDEA Família: Strongyloididae Strongyloides stercoralis Estrongiloidíase Quadros de infecções leves Enterite ou enterocolite crônica
  4. 4.  52 espécies do gênero Strogyloides  S. Stercoralis e S. Fuelleborni.  O S. Stercoralis - distribuição mundial  Não há distinção morfológica  S. Fuelleborni – África Central e Oriental O parasito
  5. 5. Ciclo de vida
  6. 6.  Strongyloides stercoralis  Cães, Gatos e Macacos.  Strongyloides fuelleborni  Macacos e Humanos Relações Parasito-Hospedeiro
  7. 7. • Larva do tipo filarióide • Cutânea , geralmente pelos pés • Heteroinfecção : 1. Penetração  24 horas  Circulação Venosa  Ciclo pulmonar  Tubo digestivo  Mucosa 2. Ingestão de água contaminada  Tubo digestivo  Mucosa Relações Parasito-Hospedeiro – Infectividade e Vias de Penetração
  8. 8. • Autoinfecção ou Endoinfecção 1. Externa : Larva rabditoides na região anal e perianal  Filarióide infectante  Circulação Venosa  Ciclo Pulmonar Tubo digestivo Mucosa 2 . Interna: Condições locais favoráveis  Evolução do parasito  Penetração direta na mucosa • Cronicidade Relações Parasito-Hospedeiro – Infectividade e Vias de Penetração
  9. 9. • Ratos – Resistência passageira • Aumento da idade – Maior resistência • Pacientes imunodeprimidos – Síndrome da imunodeficiência adquirida. • Pacientes que utilizam corticosteróides Relações Parasito-Hospedeiro – Resistência ao Parasitismo
  10. 10. - As lesões relacionam-se: a. Penetração do parasito no hospedeiro; b. Sua migração durante o ciclo pulmonar; c. Sua permanência e multiplicação na mucosa intestinal ou em localizações ectópicas./ Patologia
  11. 11.  Lesões Cutâneas: - Discretas ou como pontos ou placas eritematosas (nos lugares de penetração); - Espaços interdigitais, dorso do pé e tornozelo; - Auto-infecção externa: em torno do ânus ou regiões adjacentes lesões urticariformes transitórias, recorrentes e com aspecto variável. Patologia
  12. 12.  Lesões Pulmonares: - Hemorragias petequiais ou profusas. Obs.: larvas em trânsito dos capilares para os alvéolos pulmonares – mudas e crescimento de tamanho. Patologia
  13. 13. Patologia ESTRONGILOIDOSE PULMONAR RAIO X NORMAL
  14. 14. Patologia
  15. 15.  Lesões Pulmonares: - Agravamento: demora das larvas nos pulmões, retidas pela abundância de secreção ou pelo edema local muitas delas cheguem à fase adulta (formação de fêmeas filarióides partenogenéticas) e se tornem capazes de pôr ovos já embrionados. Patologia
  16. 16.  Lesões Intestinais: - Lesões de ordem mecânica, histolítica e irritativa, que levam a uma inflamação catarral, com infiltração de eosinófilos, células epitelióides (histiócitos) e, ocasionalmente, gigantócitos. Patologia Corte de fêmea adulta de Strongyloides stercoralis em amostra de biópsia de intestino delgado, em caso de estrongiloidíase disseminada.
  17. 17.  Lesões Intestinais: - Pontos hemorrágicos e ulcerações de vários tamanhos; - Congestão e edema, que tornam as paredes do duodeno e jejuno espessas, as pregas mucosas tumefeitas e as vilosidades alargadas e achatadas completam o quadro da duodenojejunite catarral. Patologia Corte longitudinal de larva de Strongyloides stercoralis em amostra de biópsia de intestino grosso, em caso de estrongiloidíase disseminada.
  18. 18.  Lesões Intestinais: - Funcionalmente: além da secreção mucosa abundante, há aumento do peristaltismo, o que leva a evacuações diarréicas e por vezes mucossanguinolentas. - Posteriormente, junta-se ao edema inflamatório certo grau de fibrose, alterações da submucosa e atrofia da camada muscular. Patologia
  19. 19. Patologia
  20. 20.  Lesões Intestinais: - Casos mais graves: extensas lesões necróticas ou um quadro de suboclusão intestinal alta. Infecções bacterianas podem complicar a evolução do processo. - Casos fatais: a necrópsia tem revelado disseminação abundante de vermes adultos e de larvas, que não se limitam aos intestinos delgado e grosso (vias biliares, vesícula, fígado, estômago, peritônio, rins...) - Morte: obstrução intestinal alta, íleo paralítico ou caquexia. Patologia
  21. 21.  Ação mecânica, traumática, irritativa, tóxica e antigênica  Esquematicamente - sintomas cutâneos, broncopulmonares e digestivos.  Penetração cutânea – assintomática  prurido, eritema, edema local e manifestações urticariformes  migração única ou múltipla das larvas – larva cumens  Quadro pulmonar  Tosse, expectoração, ligeira febre e mal – estar  travessia das larvas do interior dos capilares para os alvéolos provoca hemorragia  Broncopneumonia, Síndrome de Loeffler, edema pulmonar e insuficiência respiratória. Sintomatologia
  22. 22. Aparelho digestivo  enterite catarral – parasitas nas criptas glandulares  Reação inflamatória leve  Acúmulo de células que secretam mucina  Enterite edematosa - parasitos visualizados em todas as túnicas da parede intestinal  Reação inflamatória com edema da submucosa  Síndrome de má absorção  Enterite ulcerosa  Inflamação com eosinofilia intensa  Ulcerações  tecido fibrótico  Íleo paralítico  Sintomas mais comuns  Dor epigástrica; diarréia em surtos; náuseas e vômitos até síndromes desentéricas com esteatorréia seguidas de desidratação, que podem levar a choque hipovolêmico Sintomatologia
  23. 23.  Disseminada  Grande produção de larvas rabditóides e filarióides no intestino, as quais alcançam a circulação e se disseminam a múltiplos órgãos.  Infecções bacterianas secundárias  Dor abdominal, vômitos, diarréia intensa, pneumonia hemorrágica, broncopneumonia bacteriana, insuficiência respiratória, óbito.  Estrongiloidíase crônica  Anemia, Eosinofilia, sudorese, incontinência urinária, palpitações, tonturas, alterações no ECG, astenia, depressãao, insônia e emagrecimento;  Manifestações incomuns: ascite, perfuração intestinal e artrites. Sintomatologia
  24. 24.  Clínico: tríade clássica de diarréia, dor abdominal e urticária pode ser bem su- gestiva (50% dos casos não há sintomas)  Laboratorial: método Baermann-Moraes- se baseia no hidro e termotropismo das larvas(semelhança com ancilostomídeos). Diagnóstico
  25. 25. Tratamento  Albendazol: atua sobre fêmeas parte- nogenéticas e sobre larvas. Dose: 800 mg/dia (eficácia de 90%)  Tiabendazol: atua somente sobre fê- meas partogenéticas. Posologia: 50 mg/kg/dia (eficácia de 90%) Imunológicos: IFI, ELISA e WB PCR (fezes)
  26. 26.     DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA E PREVALÊNCIA
  27. 27.    POLUIÇÕES E CONDIÇÕES DO MEIO

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