AMEBÍASES
Profa. Dra. Maria do Socorro Vieira dos Santos
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CARIRI
FACULDADE D...
INTRODUÇÃO2
 A amebíase é a segunda principal
causa de morte por parasito em
todo o mundo;
 1ª causa de morte entre
doenças parasitá...
 Elevada incidência → 500
milhões de infectados
Óbitos anuais  40.000 a
100.000 mil
4
 Países em desenvolvimento 
prevalência da infecção é alta  90%
dos infectados podem eliminar o
parasito durante 12 mes...
Estima-se que mais de 10% da população
mundial estão infectados por Entamoeba
dispar e Entamoeba histolytica, que são
espé...
A palavra amebíase costuma ser usada
para designar a presença de
Entamoeba histolytica no organismo de
qualquer hospedeiro...
ENTAMOEBA HISTOLYTICA
Fonte: Neves ( 2005). Adaptado de Rey, 1973
ETIOLOGIA9
10
REINO Protozoa
FILO Sarcomastigophora
SUPERCLASSE Sardocina
CLASSE Lobosea
ORDEM Amoebida
FAMÍLIA Entamoebidae
GÊNEROS ...
11
 Todas as espécies do gênero
Entamoeba → vivem no intestino
grosso  humanos / animais
Entamoeba moshkoviskii 
ameba ...
12
 As amebas se distinguem pelo
tamanho do trofozoíto e do cisto,
pela estrutura e número dos
núcleos nos cistos.
http://www.medicinageriatrica.com.br/wp-content/uploads/2013/02/Amebíase.jpg
http://www.facmed.unam.mx/deptos/microbiolog...
14
Fezes diarréicas ou
pastosas
Fixado em lâmina 
arredondado,
diferenciação entre
o ectoplasma e o
endoplasma é nítida
T...
15
Fezes pastosas ou formadas
Forma mais arredondada e
menor que o trofozoíto
PRÉ-CISTO
16
Fezes formadas  diagnóstico
Oval ou esférico e a fresco
aparece como um corpúsculo
claro, amarelado
CISTO: FORMA RESIS...
17
Forma multinucleada que
emerge do cisto  intestino
delgado
Origina os trofozoítos
METACISTO
18
 As espécies de ameba
pertencentes ao gênero Entamoeba
foram reunidas em grupos
diferentes, segundo o número de
núcleo...
19
(1) Cistos contendo 8 núcleos 
grupo coli
 Entamoeba coli  humanos
 E. muris  roedores
 E. gallinarum  aves domé...
20
(2) Cistos contendo quatro núcleos 
grupo histolytica
 Entamoeba histolytica / E. dispar
 humanos
 E. ranarum  sap...
21
 Entamoeba invadens  cobras e
répteis
 E. moshkoviskii  vida livre
22
(3) Cistos com um núcleo
 Entamoeba polecki  porco,
macaco  humanos
 E. suis  porco
23
(4) Cistos não são conhecidos ou
inexistentes
 Entamoeba gingivalis 
humanos, macacos
http://pt.slideshare.net/Betulino/aula-2-amebiase
1. Entamoeba coli (Grossi, 1879)
 Parasito da cavidade intestinal
 Trofozoítos e cistos → fezes
25
Trofozoíto Cisto
 Trofozoíto → 20 a 50 µm;
 Endo e ectoplasma → não
diferenciado
 Cisto → esféricos, 15 a 25 µm 
até oito núcleos
26
 Parasito intestinal do homem
 Não desenvolve ação patogênica
→ luz do intestino  fagocitando
bactérias e fungos
27
2. ...
 Trofozoíto → 7 a 12 µm;
Endo e ectoplasma →
diferenciados
Cisto → esféricos, 5 a 8 µm 
quatro núcleos
28
3. Entamoeba histolytica (Schaudinn, 1903)
29
Trofozoíto
 5 a 10 µm  60 µm
Geralmente tem um
só núcleo e destacado
Pré-cisto
 Oval / arredondado
 Citoplasma → corpos cromatóides
/ forma de bastonetes
30
Cistos
 Esféricos / ovais → 8 a 20 µm
31
Núcleos visíveis (1-4)
cor castanho-escuro
Metacisto
 Forma multinucleada → emerge
do cisto no intestino delgado 
origem aos trofozoítos
32
Entamoeba histolytica
 Encontrada nas fezes com relativa
frequência
 Parasito não patogênico
34
Trofozoíto Cisto
4. Iodamoeba butschlii (Prowa...
 Trofozoíto / cisto → 10 a 15 µm;
 Cisto → apenas um núcleo
 Várias espécies de primatas e no
porco
35
5. Endolimax nana (Wenyon & O'connor, 1917)
Menor ameba que vive
nos segmentos cólicos do
intestino humano
 Trofozoíto →...
TROFOZOÍTOS CISTOS
Entamoeba
histolytica
Entamoeba
hartmanni
Entamoeba
coli
Endolimax
nana
Iodamoeba
bustchlii Fonte: Neve...
TRANSMISSÃO38
39
 Transmissão direta mãos sujas
Contaminada com matéria
fecal durante a higiene
anal  mãos podem
reter cistos de ameb...
40
 Transmissão indireta → ingestão
de cistos maduros
Modo frequente de
contaminação 
água contaminada
por dejetos human...
41
 Alimentos contaminados →
verduras cruas e frutas 
veículo dos cistos
42
 Transporte mecânico por insetos
→ moscas, baratas
43
 Pode atingir todas as idades 
adultos  60 cistos/mg de fezes
44
 Animais sensíveis  E. histolytica
 coelhos, gatos, cães, porcos e
primatas
Portadores
assintomáticos
CICLO BIOLÓGICO45
46
 Monoxênico
 Série de estágios → trofozoíto 
pré-cisto  cisto  metacisto
48
 Trofozoítos → vivem na luz do
intestino grosso  ulcerações
intestinais  fígado, pulmão, rins /
cérebro
 Locomoção ...
49
 Células grandes  20 a 30 µm 
60 µm
Aparecem raramente nas
fezes  diarréia / disenteria
50
 Trofozoítos  não evolui 
formação de cistos
Não são encontráveis nos tecidos
do hospedeiro infectado
2. Forma não invasiva (não patogênica)
51
 Células menores  10 a 20 µm
Frequentemente encontrada
em exames de fezes líqu...
52
Para serem eliminados pelas fezes
em forma de cistos (forma de
resistência)  os trofozoítos se
arredondam (pré-cisto)...
53
 Transição  ameba
Reduz sua motilidade
Deixa de emitir pseudópodos
Desaparecem os vacúolos digestivos
e a distinção e...
54
 O ciclo não patogênico na luz do
intestino grosso e o ciclo patogênico,
que se realiza na parede intestinal, do
fígad...
Fonte: Rey, L. ( 2002)
EVOLUÇÃO DA ENTAMOEBA HISTOLYTICA
NO ORGANISMO DO HOMEMCistos maduros ingeridos
pelo paciente
Desen...
56
Na forma não invasiva os trofozoítos
permanecem confinados no lúmen
intestinal dos portadores assintomáticos,
que elimi...
57
Na forma invasiva os trofozoítos
invadem a mucosa intestinal e através
da corrente sanguínea atingem outros
órgãos como...
Ingestão de cistos de Entamoeba
Cisto desce pelo esôfago
e dentro do intestino
sofre degradação
produzindo trofozoíto
Trof...
59
 A sobrevivência do parasito, a longo
prazo, dependem das amebas que
permanecem na luz intestinal, únicas
capazes de p...
PATOLOGIA60
61
 Prevalecem condições favoráveis
→ patogenicidade das amebas 
atacar os tecidos do hospedeiro 
lesões 24 a 48 horas ...
Fonte: Neves ( 2005)
CICLO BIOLÓGICO DA
ENTAMOEBA HISTOLYTICA
Ingestão dos cistos  alimento e
água contaminados
Desencist...
63
 Lesões iniciais → trofozoítos 
epitélio da superfície mucosa no
intestino grosso.
64
 Processo de multiplicação →
submucosa  invadem as criptas
glandulares  necrose das células.
Formação de pequenas
úl...
65
Lesões → maior frequência 
região cecal, no sigmóide e no reto
 zonas com prolongada estase do
conteúdo intestinal.
66
 Equilíbrio parasito-hospedeiro 
trofozoítos invadem a submucosa
intestinal → circulação porta 
fígado, pulmão, rim,...
67
 Fígado humano → lesões muito
pequenas e múltiplas  origem
hematogênica.
68
 União das lesões → focos de necrose
extensos  abscessos amebianos.
69
 Amebíase pulmonar → necrose
secundária do lobo inferior ou
médio do pulmão direito.
 Pacientes → tosse constante e d...
http://www.rayur.com/wp-content/uploads/2012/08/Amoebiasis.gif
71
 Casos mais graves → fístulas
hepatobronquiais  formação de
catarro marrom contendo material
necrótico e trofozoítos....
72
 Amebíase cerebral → complicação
das formas hepáticas ou
pulmonares.
 Amebíase cutânea → úlceras
cutâneas nos órgãos ...
LOCALIZAÇÕES DA
ENTAMOEBA HISTOLYTICA
Abscesso cerebral
Abscesso” pulmonar
“Abscesso” esplênico
Localização primária 
int...
MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS74
75
 Período de incubação → sete dias
 anos
Comumente  2 a 4 semanas
http://juliogmijares.blogspot.com.br/2013/10/unidad-iii-reino-moneras-reino-de-seres.html
1. AMEBÍASE INTESTINAL
77
1. Formas Assintomáticas
78
 Infecções humanas → E. histolytica
/ E. dispar  80% a 90%
 Exames de fezes → cistos
Centro...
2. Formas Sintomáticas
79
 A mortalidade é geralmente alta, quando
não medicada, podendo ocorrer o
desfecho dentro de 7 a...
80
Colite não disentéricas
 Evacuações → 2- 4 vezes/dia
 Fezes moles ou pastosas  muco
 Desconforto abdominal ou cólico
81
 Principal característica →
manifestação clínica  períodos
silenciosos  funcionamento
normal do intestino.
 E. disp...
82
 Exame físico
Abdômen levemente dolorido
Peristaltismo aumentado.
83
Colites amebianas
 Disenteria → modo agudo 
muco/sangue
Evacuações 
8 -10 /dia
Fonte: Cimerman, B. & Cimerman, S. ( ...
84
 Náuseas / Vômitos
 Calafrio / febre (?)
 Cólicas intensas
 Tenesmo  espasmo causando
uma vontade repentina
de def...
85
 Exame físico
Distensão
abdominal
Hepatomegalia
http://www.clinicadam.com/imagenes-de-salud/files/2013/02/22693.jpg
86
 Casos mais graves
Evacuações sanguinolentes
Febre elevada e persistente
Prostação
Dor abdominal
Grave desidratação
87
 Grupos mais vulneráveis
Crianças de baixa idade
Grávidas
Indivíduos em terapia com
corticoides
Desnutridos
88
 Complicações da amebíase
intestinal  até 40% dos casos
Perfurações com peritonite  3
a 5% dos casos fatais
Hemorrag...
Fonte: Cimerman, B. & Cimerman, S. ( 2002)
Colite necrotizante:
segmento do cólon
com ulcerações,
hemorragia e
perfurações
90
Ameboma  complicações do tipo
crônico, constituída geralmente por tecido
granulomatoso firme e com ulcerações.
Localiz...
2. AMEBÍASE EXTRAINTESTINAL
91
92
 Forma mais comum  abscesso
amebiano do fígado
Faixa etária  20 a 60 anos (homem)
Cerca de 8% dos abscessos rompem
...
93
 Manifestações clínicas
Dor ou desconforto do
hipocôndrio direito
Febre  38C a 40C /calafrios
Náuseas e vômitos
94
Hepatomegalia  aumentado de
volume e doloroso
Ligeira icterícia  10% a 15% casos
Anorexia
Perda de peso
95
 Infecções pulmonares
Febre
Dor torácica  lado direito
Tosse e expectoração  material com
aspecto chocolate/tomate/g...
96
 Abscesso piogênico no cérebro
Cefaléia
Vômitos
Convulsão
Mudanças de comportamento
97
 Nas formas graves de amebíase
hepática ou pulmonar a morte dos
pacientes acontece 3 a 17 meses
depois da hospitalizaç...
DIAGNÓSTICO98
1. DIAGNÓSTICO CLÍNICO
99
100
 Fase aguda
Disenteria bacilar
Salmoneloses
Síndrome do cólon irritado
Esquitossomose
101
 Dificuldades do diagnóstico etiológico
Quadro clínico compatível
Presença da Entamoeba histolytica
Teste sorológico ...
102
 Diagnóstico definitivo  presença
de parasitos nas fezes
Retossigmoidoscopia  material
coletado  bons resultados
(...
103
 Abscesso hepático  raios X,
ultrassonografia e tomografia
computadorizada
 O fígado geralmente apresenta
uma única...
104
 Somente 20% dos pacientes com
abscesso hepático amebiano têm
retocolites com amebas nas fezes.
2. DIAGNÓSTICO LABORATORIAL
105
106
 Exame de fezes → identificar
trofozoítos ou cistos
Fezes  nunca após o contato com o
solo  contaminação com amebas...
107
 Fezes normais → pesquisa dos cistos 
técnicas de concentração
(1) Flutuação em solução de alta
densidade  sulfato ...
108
 Como a eliminação dos cistos é
intermitente e irregular, aconselha-se coletar
fezes em dias alternados e colocá-las ...
109
 Métodos sorológicos → amebíase
extraintestinal  abscesso hepático
ELISA
 títulos  soros de pacientes portadores
d...
110
HEMAGLUTINAÇÃO INDIRETA
Inquéritos epidemiógicos 
amebíase
IMUMODIFUSÃO EM GEL DE ÁGAR
Infecções efetivamente em curso
111
 Pesquisa de coproantígenos → ELISA
Diagnóstico  cisto / trofozoíto nas
fezes
Entamoeba histolytica
trofozoíto
112
 Diagnóstico diferencial → prova de PCR
 identifica sequencias de ácidos
nucléicos específicos em Entamoeba
histolyt...
113
 O modo mais confiável de diagnóstico de
amebíase, em pacientes sintomáticos, no
exame imediato de material colhido d...
TRATAMENTO114
 Ação direta / contato  E. histolytica
 aderidas à parede ou na luz do
intestino
Derivados de quinoleína
Antibióticos: ...
 Submucosa  intestino e no fígado
Cloridrato de emetina / Cloridrato de
diidroemetina  muito tóxicas
Cloroquina  fígad...
 Derivados imidazólicos
Metronidazol  bem tolerado
Droga de escolha para o tratamento:
amebíase intestinal / hepática
117
EPIDEMIOLOGIA118
119
 Cerca de 650 milhões pessoas no
mundo → infectadas com a E.
histolytica/E.dispar
10% apresentam formas invasoras
Alt...
120
 A doença é responsável por
prolongados períodos de
incapacidade das pessoas
atingidas, que necessitam de
assistência...
121
 Infecção amebiana → cistos maduros
de Entamoeba histolytica  ingeridos
indivíduos susceptíveis
 Principais dissemi...
122
 Prevalência no Brasil
Sul e Sudeste  2,5% a 11%
Região Amazônica  até 19%
 Predominância: colites não
disentérica...
Distribuição do complexo E. histolytica / E. dispar
Fonte: Santos, F. L. N. & Soares, N. M. ( 2008)
BELÉM – PA
E. histolyt...
124
Região Amazônica 
formas disentéricas
abscessos hepáticos
PROFILAXIA125
 Educação sanitária nas escolas
126
http://www.vestibulandoweb.com.br/biologia/protistaq1.gif
 Combate às moscas  lixos, dejetos
humanos
 Lavar e tratar alimentos crus
127
128
http://4.bp.blogspot.com/-q7j4-
yjwszU/UnUDvJkuj_I/AAAAAAAAMhA/3wGBfEYbpYY/s1600/Plano+Municipal+de+Saneament
o+Básico...
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
 CIMERMAN, Benjamin; CIMERMAN, Sérgio. Parasitologia
Humana e seus Fundamentos Gerais - 2ª. ed...
 REY, Luís. Rey Bases da Parasitologia Médica / Luís Rey – 2ª. ed.
– Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan S. A., 2002...
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Amebíases 2015.1

  1. 1. AMEBÍASES Profa. Dra. Maria do Socorro Vieira dos Santos MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO CARIRI FACULDADE DE MEDICINA MÓDULO: MB0302 – RELAÇÃO PARASITO-HOSPEDEIRO CID 10: A06
  2. 2. INTRODUÇÃO2
  3. 3.  A amebíase é a segunda principal causa de morte por parasito em todo o mundo;  1ª causa de morte entre doenças parasitárias  Malária 3
  4. 4.  Elevada incidência → 500 milhões de infectados Óbitos anuais  40.000 a 100.000 mil 4
  5. 5.  Países em desenvolvimento  prevalência da infecção é alta  90% dos infectados podem eliminar o parasito durante 12 meses. 5
  6. 6. Estima-se que mais de 10% da população mundial estão infectados por Entamoeba dispar e Entamoeba histolytica, que são espécies morfologicamente idênticas, mas só a última é patogênica, sendo sua ocorrência estimada em 50 milhões de casos invasivos/ano.
  7. 7. A palavra amebíase costuma ser usada para designar a presença de Entamoeba histolytica no organismo de qualquer hospedeiro vertebrado, com ou sem manifestações clínicas. 7
  8. 8. ENTAMOEBA HISTOLYTICA Fonte: Neves ( 2005). Adaptado de Rey, 1973
  9. 9. ETIOLOGIA9
  10. 10. 10 REINO Protozoa FILO Sarcomastigophora SUPERCLASSE Sardocina CLASSE Lobosea ORDEM Amoebida FAMÍLIA Entamoebidae GÊNEROS Entamoeba, Iodamoeba e Endolimax
  11. 11. 11  Todas as espécies do gênero Entamoeba → vivem no intestino grosso  humanos / animais Entamoeba moshkoviskii  ameba de vida livre
  12. 12. 12  As amebas se distinguem pelo tamanho do trofozoíto e do cisto, pela estrutura e número dos núcleos nos cistos.
  13. 13. http://www.medicinageriatrica.com.br/wp-content/uploads/2013/02/Amebíase.jpg http://www.facmed.unam.mx/deptos/microbiologia/parasitologia/images/ehistol.jpg
  14. 14. 14 Fezes diarréicas ou pastosas Fixado em lâmina  arredondado, diferenciação entre o ectoplasma e o endoplasma é nítida TROFOZOÍTO: FORMA VEGETATIVA
  15. 15. 15 Fezes pastosas ou formadas Forma mais arredondada e menor que o trofozoíto PRÉ-CISTO
  16. 16. 16 Fezes formadas  diagnóstico Oval ou esférico e a fresco aparece como um corpúsculo claro, amarelado CISTO: FORMA RESISTENTE
  17. 17. 17 Forma multinucleada que emerge do cisto  intestino delgado Origina os trofozoítos METACISTO
  18. 18. 18  As espécies de ameba pertencentes ao gênero Entamoeba foram reunidas em grupos diferentes, segundo o número de núcleos do cisto maduro.
  19. 19. 19 (1) Cistos contendo 8 núcleos  grupo coli  Entamoeba coli  humanos  E. muris  roedores  E. gallinarum  aves domésticas
  20. 20. 20 (2) Cistos contendo quatro núcleos  grupo histolytica  Entamoeba histolytica / E. dispar  humanos  E. ranarum  sapo e rã
  21. 21. 21  Entamoeba invadens  cobras e répteis  E. moshkoviskii  vida livre
  22. 22. 22 (3) Cistos com um núcleo  Entamoeba polecki  porco, macaco  humanos  E. suis  porco
  23. 23. 23 (4) Cistos não são conhecidos ou inexistentes  Entamoeba gingivalis  humanos, macacos
  24. 24. http://pt.slideshare.net/Betulino/aula-2-amebiase
  25. 25. 1. Entamoeba coli (Grossi, 1879)  Parasito da cavidade intestinal  Trofozoítos e cistos → fezes 25 Trofozoíto Cisto
  26. 26.  Trofozoíto → 20 a 50 µm;  Endo e ectoplasma → não diferenciado  Cisto → esféricos, 15 a 25 µm  até oito núcleos 26
  27. 27.  Parasito intestinal do homem  Não desenvolve ação patogênica → luz do intestino  fagocitando bactérias e fungos 27 2. Entamoeba hartmanni (Von Prowazeck, 1912)
  28. 28.  Trofozoíto → 7 a 12 µm; Endo e ectoplasma → diferenciados Cisto → esféricos, 5 a 8 µm  quatro núcleos 28
  29. 29. 3. Entamoeba histolytica (Schaudinn, 1903) 29 Trofozoíto  5 a 10 µm  60 µm Geralmente tem um só núcleo e destacado
  30. 30. Pré-cisto  Oval / arredondado  Citoplasma → corpos cromatóides / forma de bastonetes 30
  31. 31. Cistos  Esféricos / ovais → 8 a 20 µm 31 Núcleos visíveis (1-4) cor castanho-escuro
  32. 32. Metacisto  Forma multinucleada → emerge do cisto no intestino delgado  origem aos trofozoítos 32
  33. 33. Entamoeba histolytica
  34. 34.  Encontrada nas fezes com relativa frequência  Parasito não patogênico 34 Trofozoíto Cisto 4. Iodamoeba butschlii (Prowazeck, 1911)
  35. 35.  Trofozoíto / cisto → 10 a 15 µm;  Cisto → apenas um núcleo  Várias espécies de primatas e no porco 35
  36. 36. 5. Endolimax nana (Wenyon & O'connor, 1917) Menor ameba que vive nos segmentos cólicos do intestino humano  Trofozoíto → 10 a 12 µm Cisto → 8 µm  quatro núcleos pequenos 36
  37. 37. TROFOZOÍTOS CISTOS Entamoeba histolytica Entamoeba hartmanni Entamoeba coli Endolimax nana Iodamoeba bustchlii Fonte: Neves ( 2005). Adaptado de Rey, 1973 AMEBAS: PARASITAM O INTESTINO HUMANO
  38. 38. TRANSMISSÃO38
  39. 39. 39  Transmissão direta mãos sujas Contaminada com matéria fecal durante a higiene anal  mãos podem reter cistos de amebas
  40. 40. 40  Transmissão indireta → ingestão de cistos maduros Modo frequente de contaminação  água contaminada por dejetos humanos
  41. 41. 41  Alimentos contaminados → verduras cruas e frutas  veículo dos cistos
  42. 42. 42  Transporte mecânico por insetos → moscas, baratas
  43. 43. 43  Pode atingir todas as idades  adultos  60 cistos/mg de fezes
  44. 44. 44  Animais sensíveis  E. histolytica  coelhos, gatos, cães, porcos e primatas Portadores assintomáticos
  45. 45. CICLO BIOLÓGICO45
  46. 46. 46  Monoxênico  Série de estágios → trofozoíto  pré-cisto  cisto  metacisto
  47. 47. 48  Trofozoítos → vivem na luz do intestino grosso  ulcerações intestinais  fígado, pulmão, rins / cérebro  Locomoção → pseudópodes 1. Forma invasiva (patogênica)
  48. 48. 49  Células grandes  20 a 30 µm  60 µm Aparecem raramente nas fezes  diarréia / disenteria
  49. 49. 50  Trofozoítos  não evolui  formação de cistos Não são encontráveis nos tecidos do hospedeiro infectado
  50. 50. 2. Forma não invasiva (não patogênica) 51  Células menores  10 a 20 µm Frequentemente encontrada em exames de fezes líquidas  Forma normal do parasito  capaz de produzir cistos  ciclo biológico da espécie.
  51. 51. 52 Para serem eliminados pelas fezes em forma de cistos (forma de resistência)  os trofozoítos se arredondam (pré-cisto)  reduzem seu metabolismo e começam a sintetizar a parede cística.
  52. 52. 53  Transição  ameba Reduz sua motilidade Deixa de emitir pseudópodos Desaparecem os vacúolos digestivos e a distinção entre endoplasma/ectoplasma
  53. 53. 54  O ciclo não patogênico na luz do intestino grosso e o ciclo patogênico, que se realiza na parede intestinal, do fígado ou de outros órgãos, podem ocorrer simultaneamente ou não.
  54. 54. Fonte: Rey, L. ( 2002) EVOLUÇÃO DA ENTAMOEBA HISTOLYTICA NO ORGANISMO DO HOMEMCistos maduros ingeridos pelo paciente Desencistamento no tubo digestivo Ciclo não patogênico: luz do intestino grosso Produção de cistos: expulsos com as fezes Desenvolvimento da forma invasora Ciclo patogênico: multiplicação dos trofozoítos na parede intestinal Propagação da infecção: fígado, pulmões, etc.
  55. 55. 56 Na forma não invasiva os trofozoítos permanecem confinados no lúmen intestinal dos portadores assintomáticos, que eliminam os cistos em suas fezes. Espinosa-Cantellano & Martinez-Palomo (2000)
  56. 56. 57 Na forma invasiva os trofozoítos invadem a mucosa intestinal e através da corrente sanguínea atingem outros órgãos como fígado, pulmão e encéfalo, causando doença extra-intestinal. Espinosa-Cantellano & Martinez-Palomo (2000)
  57. 57. Ingestão de cistos de Entamoeba Cisto desce pelo esôfago e dentro do intestino sofre degradação produzindo trofozoíto Trofozoítos migram para a luz do intestino Os trofozoítos se reproduzem por divisão binária Os trofozoítos resultantes da reprodução invadem a parede do intestino grosso Caem na corrente sanguínea e acabam atacando outros órgãos, como o fígado e os pulmões Processo que após a reprodução do trofozoíto, passam a se encistar para ser eliminado nas fezes e reiniciar o ciclo na mesma pessoa ou em outras pessoas Cisto maduro INFECÇÃO NÃO INVASIVA INFECÇÃO INVASIVA http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Entamoeba_histolytica_life_cycle-en.svg
  58. 58. 59  A sobrevivência do parasito, a longo prazo, dependem das amebas que permanecem na luz intestinal, únicas capazes de produzir cistos, que passam de um hospedeiro a outro.
  59. 59. PATOLOGIA60
  60. 60. 61  Prevalecem condições favoráveis → patogenicidade das amebas  atacar os tecidos do hospedeiro  lesões 24 a 48 horas após a contaminação.
  61. 61. Fonte: Neves ( 2005) CICLO BIOLÓGICO DA ENTAMOEBA HISTOLYTICA Ingestão dos cistos  alimento e água contaminados Desencistamento  intestino delgado Ciclo patogênico na parede intestinal Fígado Pulmão Pele Cérebro Cistos Pré-cisto Na luz intestinal Intestino grosso Fezes normais Fezes pastosas e normais Fezes diarréicas Trofozoítos metacísticos
  62. 62. 63  Lesões iniciais → trofozoítos  epitélio da superfície mucosa no intestino grosso.
  63. 63. 64  Processo de multiplicação → submucosa  invadem as criptas glandulares  necrose das células. Formação de pequenas úlceras superficiais
  64. 64. 65 Lesões → maior frequência  região cecal, no sigmóide e no reto  zonas com prolongada estase do conteúdo intestinal.
  65. 65. 66  Equilíbrio parasito-hospedeiro  trofozoítos invadem a submucosa intestinal → circulação porta  fígado, pulmão, rim, cérebro, pele  amebíase extraintestinal
  66. 66. 67  Fígado humano → lesões muito pequenas e múltiplas  origem hematogênica.
  67. 67. 68  União das lesões → focos de necrose extensos  abscessos amebianos.
  68. 68. 69  Amebíase pulmonar → necrose secundária do lobo inferior ou médio do pulmão direito.  Pacientes → tosse constante e dor no tórax Pneumonia bacteriana
  69. 69. http://www.rayur.com/wp-content/uploads/2012/08/Amoebiasis.gif
  70. 70. 71  Casos mais graves → fístulas hepatobronquiais  formação de catarro marrom contendo material necrótico e trofozoítos. Cordeiro, T. G. P. & Macedo, H. W. (2007)
  71. 71. 72  Amebíase cerebral → complicação das formas hepáticas ou pulmonares.  Amebíase cutânea → úlceras cutâneas nos órgãos genitais. Cordeiro, T. G. P. & Macedo, H. W. (2007)
  72. 72. LOCALIZAÇÕES DA ENTAMOEBA HISTOLYTICA Abscesso cerebral Abscesso” pulmonar “Abscesso” esplênico Localização primária  intestino grosso Úlcera perineal “Abscesso” pulmonar “Abscesso” hepático Úlcera cutânea Fonte: Neves ( 2005). Adaptado de Barroeta-Flores e cols., 1970
  73. 73. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS74
  74. 74. 75  Período de incubação → sete dias  anos Comumente  2 a 4 semanas
  75. 75. http://juliogmijares.blogspot.com.br/2013/10/unidad-iii-reino-moneras-reino-de-seres.html
  76. 76. 1. AMEBÍASE INTESTINAL 77
  77. 77. 1. Formas Assintomáticas 78  Infecções humanas → E. histolytica / E. dispar  80% a 90%  Exames de fezes → cistos Centro-Sul do Brasil
  78. 78. 2. Formas Sintomáticas 79  A mortalidade é geralmente alta, quando não medicada, podendo ocorrer o desfecho dentro de 7 a 10 dias.
  79. 79. 80 Colite não disentéricas  Evacuações → 2- 4 vezes/dia  Fezes moles ou pastosas  muco  Desconforto abdominal ou cólico
  80. 80. 81  Principal característica → manifestação clínica  períodos silenciosos  funcionamento normal do intestino.  E. dispar
  81. 81. 82  Exame físico Abdômen levemente dolorido Peristaltismo aumentado.
  82. 82. 83 Colites amebianas  Disenteria → modo agudo  muco/sangue Evacuações  8 -10 /dia Fonte: Cimerman, B. & Cimerman, S. ( 2002)
  83. 83. 84  Náuseas / Vômitos  Calafrio / febre (?)  Cólicas intensas  Tenesmo  espasmo causando uma vontade repentina de defecar.
  84. 84. 85  Exame físico Distensão abdominal Hepatomegalia http://www.clinicadam.com/imagenes-de-salud/files/2013/02/22693.jpg
  85. 85. 86  Casos mais graves Evacuações sanguinolentes Febre elevada e persistente Prostação Dor abdominal Grave desidratação
  86. 86. 87  Grupos mais vulneráveis Crianças de baixa idade Grávidas Indivíduos em terapia com corticoides Desnutridos
  87. 87. 88  Complicações da amebíase intestinal  até 40% dos casos Perfurações com peritonite  3 a 5% dos casos fatais Hemorragias  anemia Apendicite e tiflite
  88. 88. Fonte: Cimerman, B. & Cimerman, S. ( 2002) Colite necrotizante: segmento do cólon com ulcerações, hemorragia e perfurações
  89. 89. 90 Ameboma  complicações do tipo crônico, constituída geralmente por tecido granulomatoso firme e com ulcerações. Localização: parede anorretal e no cecum
  90. 90. 2. AMEBÍASE EXTRAINTESTINAL 91
  91. 91. 92  Forma mais comum  abscesso amebiano do fígado Faixa etária  20 a 60 anos (homem) Cerca de 8% dos abscessos rompem  dentro da cavidade abdominal
  92. 92. 93  Manifestações clínicas Dor ou desconforto do hipocôndrio direito Febre  38C a 40C /calafrios Náuseas e vômitos
  93. 93. 94 Hepatomegalia  aumentado de volume e doloroso Ligeira icterícia  10% a 15% casos Anorexia Perda de peso
  94. 94. 95  Infecções pulmonares Febre Dor torácica  lado direito Tosse e expectoração  material com aspecto chocolate/tomate/gelatina Infecção secundária: amarelado/verde
  95. 95. 96  Abscesso piogênico no cérebro Cefaléia Vômitos Convulsão Mudanças de comportamento
  96. 96. 97  Nas formas graves de amebíase hepática ou pulmonar a morte dos pacientes acontece 3 a 17 meses depois da hospitalização.
  97. 97. DIAGNÓSTICO98
  98. 98. 1. DIAGNÓSTICO CLÍNICO 99
  99. 99. 100  Fase aguda Disenteria bacilar Salmoneloses Síndrome do cólon irritado Esquitossomose
  100. 100. 101  Dificuldades do diagnóstico etiológico Quadro clínico compatível Presença da Entamoeba histolytica Teste sorológico positivo  penetração do parasito nos tecidos do hospedeiro Resposta favorável à terapêutica
  101. 101. 102  Diagnóstico definitivo  presença de parasitos nas fezes Retossigmoidoscopia  material coletado  bons resultados (80% casos)
  102. 102. 103  Abscesso hepático  raios X, ultrassonografia e tomografia computadorizada  O fígado geralmente apresenta uma única lesão em 80% dos casos  83% deles estão localizados no lobo direito.
  103. 103. 104  Somente 20% dos pacientes com abscesso hepático amebiano têm retocolites com amebas nas fezes.
  104. 104. 2. DIAGNÓSTICO LABORATORIAL 105
  105. 105. 106  Exame de fezes → identificar trofozoítos ou cistos Fezes  nunca após o contato com o solo  contaminação com amebas livres Aspecto e consistência das fezes  disentérica , muco/sangue
  106. 106. 107  Fezes normais → pesquisa dos cistos  técnicas de concentração (1) Flutuação em solução de alta densidade  sulfato de zinco a 33% e densidade de 1.180 (2) Centrifugação em éter  métodos de MIF e formol-éter
  107. 107. 108  Como a eliminação dos cistos é intermitente e irregular, aconselha-se coletar fezes em dias alternados e colocá-las em conservantes. Diagnóstico 80 % a 90% das infecções
  108. 108. 109  Métodos sorológicos → amebíase extraintestinal  abscesso hepático ELISA  títulos  soros de pacientes portadores de amebíase hepática  títulos soros de pacientes portadores de amebíase intestinal invasiva
  109. 109. 110 HEMAGLUTINAÇÃO INDIRETA Inquéritos epidemiógicos  amebíase IMUMODIFUSÃO EM GEL DE ÁGAR Infecções efetivamente em curso
  110. 110. 111  Pesquisa de coproantígenos → ELISA Diagnóstico  cisto / trofozoíto nas fezes Entamoeba histolytica trofozoíto
  111. 111. 112  Diagnóstico diferencial → prova de PCR  identifica sequencias de ácidos nucléicos específicos em Entamoeba histolytica  sensibilidade / especificidade  padronização da técnica
  112. 112. 113  O modo mais confiável de diagnóstico de amebíase, em pacientes sintomáticos, no exame imediato de material colhido durante a retossigmoidoscopia (esfregaço de mucosa, aspiração de úlceras) para busca de amebas vivas e com mobilidade característica.
  113. 113. TRATAMENTO114
  114. 114.  Ação direta / contato  E. histolytica  aderidas à parede ou na luz do intestino Derivados de quinoleína Antibióticos: paramomicina e eritromicina 115 1. Amebicidas  luz intestinal
  115. 115.  Submucosa  intestino e no fígado Cloridrato de emetina / Cloridrato de diidroemetina  muito tóxicas Cloroquina  fígado 116 2. Amebicidas  ação tissular
  116. 116.  Derivados imidazólicos Metronidazol  bem tolerado Droga de escolha para o tratamento: amebíase intestinal / hepática 117
  117. 117. EPIDEMIOLOGIA118
  118. 118. 119  Cerca de 650 milhões pessoas no mundo → infectadas com a E. histolytica/E.dispar 10% apresentam formas invasoras Alterações intestinais ou extraintestinais
  119. 119. 120  A doença é responsável por prolongados períodos de incapacidade das pessoas atingidas, que necessitam de assistência médica, razão pela qual a amebíase constitui um importante problema médico e de saúde pública.
  120. 120. 121  Infecção amebiana → cistos maduros de Entamoeba histolytica  ingeridos indivíduos susceptíveis  Principais disseminadores → portadores assintomáticos  manipuladores de alimentos
  121. 121. 122  Prevalência no Brasil Sul e Sudeste  2,5% a 11% Região Amazônica  até 19%  Predominância: colites não disentéricas casos assintomáticos
  122. 122. Distribuição do complexo E. histolytica / E. dispar Fonte: Santos, F. L. N. & Soares, N. M. ( 2008) BELÉM – PA E. histolytica (29,0%) E. dispar ( ? ) MANAUS – AM E. histolytica (6,8%) E. dispar ( 14,7%) FORTALEZA – CE E. histolytica (14,9%) E. dispar ( 10,6%) BELO HORIZONTE – MG E. histolytica (0) E. dispar (0,38%) SALVADOR – BA E. histolytica 0 E. dispar ( 3,2%) REFCIFE – PE E. histolytica (0) E. dispar ( ?)
  123. 123. 124 Região Amazônica  formas disentéricas abscessos hepáticos
  124. 124. PROFILAXIA125
  125. 125.  Educação sanitária nas escolas 126 http://www.vestibulandoweb.com.br/biologia/protistaq1.gif
  126. 126.  Combate às moscas  lixos, dejetos humanos  Lavar e tratar alimentos crus 127
  127. 127. 128 http://4.bp.blogspot.com/-q7j4- yjwszU/UnUDvJkuj_I/AAAAAAAAMhA/3wGBfEYbpYY/s1600/Plano+Municipal+de+Saneament o+Básico.JPG
  128. 128. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS  CIMERMAN, Benjamin; CIMERMAN, Sérgio. Parasitologia Humana e seus Fundamentos Gerais - 2ª. ed. – São Paulo: Atheneu, 2002.  CORDEIRO, T. G. P. & e MACEDO, H. W. Amebíase. Revista de Patologia Tropical vol. 36 (2): 119-128. maio-ago. 2007.  NEVES, D. Parasitologia Humana e seus Fundamentos Gerais - 2ª. ed. – São Paulo: Atheneu, 2005. 130
  129. 129.  REY, Luís. Rey Bases da Parasitologia Médica / Luís Rey – 2ª. ed. – Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan S. A., 2002.  SANTOS FLN, SOARES NM. Mecanismos fisiopatogênicos e diagnóstico laboratorial da infecção causada pela Entamoeba histolytica. J. Bras. Patol. Med. Lab. [online]. v.44, n.4, p. 249- 261. 2008. ISSN 1676-2444.  Doenças infecciosas e parasitárias : guia de bolso / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância Epidemiológica. – 8. ed. rev. – Brasília : Ministério da Saúde, 2010. 444 p. : Il. – (Série B. Textos Básicos de Saúde)

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