A inaudita guerra da avenida gago coutinho final

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A inaudita guerra da avenida gago coutinho final

  1. 1. A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho Aluna Mariana Silva
  2. 2. Mário de Carvalho
  3. 3. Vida • Nasceu em Lisboa dia 25 de setembro de 1944 • É romancista, contista, dramaturgo e argumentista Português. • Estudou no Liceu Camões • Licenciou-se em direito em 1969 • Em 1971 foi preso durante catorze meses devido à resistência clandestina antifascista
  4. 4. Obras publicadas 1995 1981 1982- recebeu o Prémio Cidade de Lisboa 1986- recebeu o prémio Dom Dinis 1989 1991- recebeu o Grande Prémio do Conto da Associação Portuguesa de Escritores 1994
  5. 5. Breve Resumo- A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho é um conto narrativo de Mário de Carvalho, publicado em 1983. Trata-se de uma obra que vai amalgar duas datas, as de 4 de Junho de 1148 e as de 29 de Setembro de 1984. No desenrolar da ação vai fazendo fortes críticas ao exército português e às forças paramilitares da década de 80. Começa com uma situação em que se vai buscar a musa da história Clio, pois adormece e deixa dois fios de tapeçaria milenária da história enlearem-se. Amalgamando-se as datas de 4 de Junho de 1148 e de 29 de Setembro de 1984. De seguida, já no desenrolar da ação Ibn-el-Muftar, surpreso com a mudança de época, e também com a transformação da “paisagem”, pensa tratar-se de um passe de magia. O polícia Manuel Reis Tobias, que no momento da chegada repentina do exército de Ibn-el-Muftar estava de seviço escondido atrás de um prédio ao lado de uns semáforos, comunica uma mensagem ao posto de comando dizendo que havia uma manifestação não autorizada na Avenida Gago Coutinho e parte do Areeiro. Poucos minutos mais tarde, a Polícia de Intervenção, ao tentar “limpar a avenida”, é rapidamente desmobilizada ao ver que a cavalaria moura se preparara para investir contra eles. No entanto, o exército português chega, e o capitão Aurélio Soares consegue alcançar Ibn-el-Muftar. Quando se cumprimentavam os dois em árabe, o Ibn-el-Muftar e o seu exército desaparcerem deixando o Capitão Soares e toda a escola militar confusa com aquele fenómeno. A causa desse súbito desaparecimento foi o facto da deusa Clio ter despertado do seu sonho, fazendo desaparecer os mouros e fazendo esquecer todas as pessoas que testemunharam aquele fenómeno. Visto que ninguém sabia o que se passara, os oficiais responsáveis pelas forças policiais e militares portuguesas que intervieram na ação, tiveram que explicar em tribunal marcial o porquê de se encontrarem na avenida Gago Coutinho sem aparentemente nada ter sucedido. Já para o exército de Ibn-el-Muftar não foi grave pois eles aproveitaram o caminho de regresso para devastar os campos de Santarém.
  6. 6. Século XII- Forças Muçulmanas
  7. 7. Seitas envolvidas Berberes Árabes Azengues Beduínos
  8. 8. Armas e vestuário Armas brancas- arcos e flechas Vestiam bandeiras e trajos de carnaval
  9. 9. Palavras de origem árabe presentes no conto
  10. 10. Século XII- A Conquista Cristã
  11. 11. Cronologia da reconquista À medida que os antigos domínios foram sendo recuperados pelos cristãos, os grupos populacionais do norte foram-se instalando mais a sul, dando assim origem ao território português, da mesma forma que, mais a leste na Península Ibérica, os leoneses e os castelhanos progrediam para o sul e ocupavam as terras que, muito mais tarde, viriam a ser do território do Estado espanhol.
  12. 12. Relevância da data 1147 • O castelo foi conquistado em Santarém • Conquistamos Lisboa • Ganhamos a Batalha de Sacavém • Conquistamos o Castelo de Almada • Conquistamos o Castelo de Palmela
  13. 13. Século XX- As forças da ordem: PSP
  14. 14. Organização: Tendo os seguines órgãos • Direcção Nacional • Estabelecimentos de ensino policial, incluindo: ▫ Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna ▫ Escola Prática de Polícia • Unidade Especial de Polícia, que integra: ▫ Corpo de Intervenção ▫ Corpo de Segurança Pessoal • Grupo de Operações Especiais • Centro de Inativação de Explosivos e Segurança em Subsolo • Grupo Operacional Cinotécnico • Comandos territoriais de polícia, incluindo: ▫ Comandos metropolitanos (Lisboa e Porto); ▫ Comandos regionais (Açores e Madeira); ▫ Comandos distritais (Faro, Beja, Évora, Portalegre, Setúbal, Santarém, Leiria, Castelo Branco, Coimbra, Aveiro, Viseu, Guarda, Braga, Viana do Castelo, Vila Real e Bragança).

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