Trabalho de ciências-   Tema: O Mal de Alzheimer-   Nome: Luís Henrique Gouveia de Sousa-   N° 17-   8°D
Introdução-   Oque é o Mal de Alzheimer-   Quais as causas da doença?-   Sintomas-   Como lidar com a doença-   Prevenção-...
Mal de AlzheimerA Doença de Alzheimer é uma doença do cérebro, degenerativa, isto é, que produzatrofia, progressiva, com i...
Quais as causas da doença?As causas da Doença de Alzheimer ainda não estão conhecidas, mas sabe-se queexistem relações com...
Sintomas"Eu vivo me esquecendo...""Não me lembro onde deixei...""Doutor, facilmente esqueço dos números de telefone e de p...
Continuação sintomasNa fase intermediária necessita de maior ajuda para executar as tarefas derotina, pode passar a não re...
Lidando com o AlzheimerNo primeiro estágio da doença é bom que toda a família busque informações sobre o que é oAlzheimer ...
DiagnósticoUma das dificuldades em realizar um diagnóstico de Doença deAlzheimer é a aceitação da demência como consequênc...
PrevençãoA prevenção contra o Alzheimer pode ser realizada de varias formas comoexercícios mentais, A inclusão de fruta e ...
TratamentoNão existe cura conhecida para a Doença de Alzheimer, por isso o tratamentodestina-se a controlar os sintomas e ...
EntendimentoA doença de Alzheimer é a causa mais comum de demência, respondendo por maisde 60% delas. Não se sabe ainda a ...
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LuisHenrique

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  1. 1. Trabalho de ciências- Tema: O Mal de Alzheimer- Nome: Luís Henrique Gouveia de Sousa- N° 17- 8°D
  2. 2. Introdução- Oque é o Mal de Alzheimer- Quais as causas da doença?- Sintomas- Como lidar com a doença- Prevenção- Tratamento- Entendimento
  3. 3. Mal de AlzheimerA Doença de Alzheimer é uma doença do cérebro, degenerativa, isto é, que produzatrofia, progressiva, com início mais frequente após os 65 anos, que produz a perda das habilidades de pensar, raciocinar, memorizar, que afeta as áreas da linguagem e produz alterações no comportamento.
  4. 4. Quais as causas da doença?As causas da Doença de Alzheimer ainda não estão conhecidas, mas sabe-se queexistem relações com certas mudanças nas terminações nervosas e nas célulascerebrais que interferem nas funções cognitivas. Alguns estudos apontam comofatores importantes para o desenvolvimento da doença:• Aspectos neuroquímicos: diminuição de substâncias através das quais se transmite o impulso nervoso entre os neurônios, tais como a acetilcolina e noradrenalina.• Aspectos ambientais: exposição/intoxicação por alumínio e manganês.• Aspectos infecciosos: como infecções cerebrais e da medula espinhal.• Pré-disposição genética em algumas famílias, não necessariamente hereditária.
  5. 5. Sintomas"Eu vivo me esquecendo...""Não me lembro onde deixei...""Doutor, facilmente esqueço dos números de telefone e de pagar contas.""Doutor, minha mãe esqueceu meu aniversário...Doutor, meu pai se perdeu..."São esses os tipos de queixas que se ouvem, às quais geralmente os amigos efamiliares reportam como "coisas da idade". Entretanto, se alguma pessoa desuas relações esquecer o caminho de casa ou não se lembra de jeito algum, ousó com muito esforço, de um fato que aconteceu, procure um médico. Podenão ser algo importante, entretanto pode ser também um início da Doença deAlzheimer que não tem cura, mas cujo tratamento precoce atrasa odesenvolvimento da doença, produz alguma melhora na memória, torna maiscompreensível as mudanças que vão ocorrer na pessoa e melhora aconvivência com o doente.Na fase inicial da doença, a pessoa afetada mostra-se um pouco confusa eesquecida e parece não encontrar palavras para se comunicar emdeterminados momentos; às vezes, apresenta descuido da aparência pessoal,perda da iniciativa e alguma perda da autonomia para as atividades da vidadiária.
  6. 6. Continuação sintomasNa fase intermediária necessita de maior ajuda para executar as tarefas derotina, pode passar a não reconhecer seus familiares, pode apresentarincontinência urinária e fecal; torna-se incapaz para julgamento e pensamentoabstrato, precisa de auxílio direto para se vestir, comer, tomar banho, tomarsuas medicações e todas as outras atividades de higiene. Pode apresentarcomportamento inadequado, irritabilidade, desconfiança, impaciência e atéagressividade; ou pode apresentar depressão, regressão e apatia.No período final da doença, existe perda de peso mesmo com dieta adequada;dependência completa, torna-se incapaz de qualquer atividade de rotina da vidadiária e fica restrita ao leito, com perda total de julgamento e concentração.Pode apresentar reações a medicamentos, infecções bacterianas e problemasrenais. Na maioria das vezes, a causa da morte não tem relação com a doença esim com fatores relacionados à idade avançada.
  7. 7. Lidando com o AlzheimerNo primeiro estágio da doença é bom que toda a família busque informações sobre o que é oAlzheimer e a aceite todas as dificuldades que surgirão com a doença. Desse modo, quem cuidado doente vai reconhecer seus sentimentos. Também é preciso estimular as habilidades comunicativas do paciente, sem forçá-lo esubmetê-lo a situações difíceis. É preciso escolher o momento, o lugar e a linguagem adequadosquando se quer dizer ao paciente algo significativo. Na fase intermediária, além de falar de forma simples, sem elevar o tom de voz e vocalizandoo máximo possível as palavras, é preciso acompanhar a linguagem verbal com a comunicaçãogestual. É recomendável desenvolver qualquer assunto pelo qual o doente mostre interesse econtar a ele relatos de sua própria vida. Desse modo, serão transmitidas calma e alegria ao doente. Ainda nessa fase, o doente podeter alucinações. O médico sempre deve ser informado desse comportamento e família nuncadeve perder a calma. Além disso, sempre que não representar nenhum perigo, deve-se deixar opaciente desfrutar um pouco essas alucinações, e só depois trazê-lo de volta à realidade. O último estágio da doença é o mais duro, tanto para o doente quanto para quem cuida dele.Por isso, a família tem que estimular mais ainda o paciente. Mas como? Mediante lembranças, ambientes adequados, fazendo-o participar da vida familiar,fazendo-o sentir-se seguro e querido. É preciso se comunicar da maneira mais normal possível ecolocar-se no lugar do paciente.
  8. 8. DiagnósticoUma das dificuldades em realizar um diagnóstico de Doença deAlzheimer é a aceitação da demência como consequência normaldo envelhecimento.O diagnóstico de Doença de Alzheimer é feito através da exclusãode outras doenças que podem evoluir também com quadrosdemenciais. Por exemplo:• Traumatismos cranianos• Tumores cerebrais• Acidentes Vasculares Cerebrais• Arteriosclerose• Intoxicações ou efeitos colaterais de medicamentos• Intoxicação por drogas e álcool• Depressão• Hidrocefalia• Hipovitaminoses• Hipotireoidismo
  9. 9. PrevençãoA prevenção contra o Alzheimer pode ser realizada de varias formas comoexercícios mentais, A inclusão de fruta e vegetais, pão, trigo e outros cereais,azeite, peixe, e vinho tinto, podem reduzir o risco de Alzheimer. Algumasvitaminas como a B12, B3, C ou a B9 foram relacionadas em estudos ao menorrisco de Alzheimer mas outros estudos indicam que estas não têm nenhumefeito significativo no início ou desenvolvimento da doença e podem ter efeitossecundários.
  10. 10. TratamentoNão existe cura conhecida para a Doença de Alzheimer, por isso o tratamentodestina-se a controlar os sintomas e proteger a pessoa doente dos efeitosproduzidos pela deterioração trazida pela sua condição. Antipsicóticos podem serrecomendados para controlar comportamentos agressivos ou deprimidos, garantir asua segurança e a dos que a rodeiam.A doença de Alzheimer não afeta apenas o paciente, mas também as pessoas quelhe são próximas. A família deve se preparar para uma sobrecarga muito grande emtermos emocionais, físicos e financeiros. Também deve se organizar com um planode atenção ao familiar doente, em que se incluam, além da supervisão sociofamiliar,os cuidados gerais, sem esquecer os cuidados médicos e as visitas regulares aomesmo, que ajudará a monitorar as condições da pessoa doente, verificando seexistem outros problemas de saúde que precisem ser tratados.
  11. 11. EntendimentoA doença de Alzheimer é a causa mais comum de demência, respondendo por maisde 60% delas. Não se sabe ainda a causa ou as causas, não se tem ainda um exameespecifico que possa dar o diagnóstico, ou mesmo que faça uma previsão maisacertada que a pessoa possa ter no futuro uma maior tendência para evoluir parauma demência.Não temos ainda um tratamento curativo ou que reduza a progressão desta doença,muito menos vacinas ou qualquer outro tipo de terapêutica que previna. O quetemos são medicamentos que podem melhorar um pouco a memória e ocomportamento, o que já é um alento e uma esperança de tratamento.O melhor a ser feito é o apoio ao familiar e ao cuidador de idosos com Alzheimer,mostrando-lhes que não estão sozinhos nesta luta.

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