Oficina waldemar profletras 2014

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Trabalho de mestrado profissional em Letras

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Oficina waldemar profletras 2014

  1. 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO PROFISSIONAL EM LETRAS – PROFLETRAS UFS/ITABAIANA ENSINO DE POESIA ÉPICA PARA JOVENS Waldemar Valença Pereira Itabaiana – SE Junho de 2014
  2. 2. Resumo: Esta oficina foi preparada com o objetivo de repensar sobre as formas de abordagens teóricas para o ensino da poesia épica para jovens. Partindo da premissa de que o discurso, sendo único e inesgotável, possibilita ao “heroísmo épico” seguir o modelo não somente Clássico, mas também Romântico ou Moderno, fundamentamo-nos nessa teoria sobre a epopeia, de Anazildo Vasconcelos da Silva, na obra Semiotização literária do discurso (1984), assim como também, revisitamos a metodologia de ensino de leitura, em Poemas épicos: estratégias de leitura (2013), de Christina Bielinski Ramalho. A fim de promovermos uma prática de ensino crítica, elaboramos slides ilustrativos, dotados de recursos audiovisuais. Com isso, no plano literário (histórico e maravilhoso) de cinco poemas brasileiros, fomos investigar a presença da marca cultural dos povos indígenas na elaboração do “heroísmo épico”, estimulando, com imagens e sons, o gosto habitual pela leitura. Título ENSINO DE POESIA ÉPICA PARA JOVENS Referências de obras teóricas CALVINO, Ítalo. Por que ler os clássicos. Trad. de Nilson Moulin. 2a reimp. . Rio de Janeiro: Companhia das Letras, 1999. CEREJA, William Roberto. Ensino de literatura: uma proposta dialógica para o trabalho com literatura. São Paulo: Atual, 2005. COSSON, Rildo. Letramento Literário: teoria e prática. 2a ed. , 1a reimp. - São Paulo: Contexto, 2011. DUARTE, Constância Lima. Nísia Floresta: vida e obra. Natal: Editora universitária (UFRN), 1995.
  3. 3. FUNARI, Pedro Paulo & PIÑÓN, Ana. A temática indígena na escola: subsídios para os professores. São Paulo: Contexto, 2011. GOMES, Carlos Magno. Ensino de literatura: dos estudos de gênero à historiografia. In: Revista Brasileira de Literatura Comparada - v. 1, n. 22 - Rio de Janeiro: Abralic, 2013. GOMES, Carlos Magno. Ensino de literatura e cultura: do resgate à violência doméstica. Jundiaí: Paco Editorial, 2014. MOISÉS, Massaud. A análise literária. 18ª ed. São Paulo: Cultrix, 2007. MORIN, Edgar. A cabeça bem feita: repensar a reforma, reformar o pensamento. Trad. Eloá Jacobina. - 20a ed. - Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2012. KRÜGER, Marcos Frederico. Amazônia: mito e literatura. 3a . ed. - Manaus: Editora Valer, 2011. JOUVE, Vicent. Por que estudar literatura? Trad. Marcos Bagno e Marcos Marcionilo. São Paulo: Parábola, 2012. MACHADO, Ana Maria. Como e por que ler os clássicos desde cedo. - Rio de Janeiro: Objetiva, 2002. SANTAELLA, Lúcia. Como eu ensino imagens. São Paulo: Editora Melhoramentos, 2012. SILVA, Anazildo Vasconcelos. Semiotização literária do discurso. Rio de Janeiro: Elo, 1984. SILVA, Anazildo Vasconcelos & RAMALHO, Christina. História da epopéia brasileira: teoria, crítica e percurso. Rio de Janeiro: Garamond, 2007. PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: introdução aos parâmetros curriculares nacionais. Brasília: MEC/SEF, 1998. RAMALHO, Christina. Vozes épicas: história e mito segundo as mulheres. Rio de Janeiro: UFRJ, 2004. Tese de Doutorado. RAMALHO, Christina. Elas escrevem o épico. Florianópolis: Ed. Mulheres, 2005. RAMALHO, Christina. Poemas épicos: estratégias de leitura. Rio de Janeiro: Uapê, 2013. ZILBERMAN, Regina & SILVA, Ezequiel Theodoro da. Leitura – perspectivas interdisciplinares. São Paulo: Ática, 2005. TODOROV, Tzvetan. A literatura em perigo. Trad. Caio Meira. 4a . ed. - Rio de Janeiro: DIFEL, 2012.
  4. 4. Referências de Obras Literárias BILAC, Olavo. O caçador de esmeraldas (1900). Disponível em: <http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ua000248.pdf >. Acesso: 20/10/2014. GAMA, Basílio da (1741 – 1795). O Uraguay (1769). Disponível em: <http://www.brasiliana.usp.br/bbd/bitstream/handle/1918/00892100/008921_COMPLETO.pdf> ou <http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bn00094a.pdf> . Acesso: 20/10/2014. DIAS, Gonçalves (1823 – 1864). Os Tymbiras (1857). Disponível em: <http://www.brasiliana.usp.br/bbd/bitstream/handle/1918/00634500/006345_COMPLETO.pdf>. Acesso: 20/ 10/2014. DURÃO, Santa Rita de. O Caramuru (1781). Disponível em: <http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bn000099.pdf>. Acesso 20/10/2014. FLORESTA, Nísia. A lágrima de um Caeté (1849). Ed. atualizada com Notas e Estudo Crítico de Constância Lima Duarte para a 4a edição. Natal: Fundação José Augusto, 1997. Público-alvo Esta oficina é destinada, especificamente, aos graduandos(as) e pós-graduandos(as), em Letras, assim como também está, indiretamente relacionada, a outros cursos que abrangem o campo artístico, histórico, cultural e pedagógico. Objetivo geral Estimular o gosto habitual pela leitura de poemas longos, entre o público juvenil, por meio de uma abordagem crítica sobre o “heroísmo épico” que, implícita ou explicitamente, relaciona-se ao tema das questões indígenas na Literatura Brasileira, levando-se em consideração alguns clássicos nacionais.
  5. 5. Objetivo específico Estimular o gosto pela leitura, investindo na temática do “heroísmo épico”, por meio de poemas longos da literatura brasileira feitos por Basílio da Gama, Santa Rita de Durão, Gonçalves Dias, Nísia Floresta e Olavo Bilac; Recriar um ambiente de estratégias de leitura, desenvolvidos a priori por Silva (1984) e Ramalho (2013), em que o público-alvo possa interagir, mediando o conhecimento sobre os conceitos relacionados ao “eu lírico narrador”, ao “heroísmo épico” e, por fim, ao “indianismo literário”. Apresentar uma nova abordagem de ensino para graduandos e pós-graduandos, assim com também para professores de Língua Portuguesa, por meio de estratégias de leitura, de Silva e Ramalho (2007) e adaptadas para atender as expectativas de interesse do público juvenil. Recuperar a temática sobre a cultura e a população indígena, fazendo, com isso, prevalecer o estímulo pelo debate das questões étnico-raciais brasileiras e universais, sob a perspectiva crítica do “heroísmo épico” de poemas consagrados nacionalmente; Recursos Apresentação com slides projetados para o uso de hiperlinks capazes de permitir o acesso a texto, imagem, áudio e vídeo. Resultados Um debate crítico sobre as atualizações do gênero épico na poesia brasileira.
  6. 6. Objetivo específico Estimular o gosto pela leitura, investindo na temática do “heroísmo épico”, por meio de poemas longos da literatura brasileira feitos por Basílio da Gama, Santa Rita de Durão, Gonçalves Dias, Nísia Floresta e Olavo Bilac; Recriar um ambiente de estratégias de leitura, desenvolvidos a priori por Silva (1984) e Ramalho (2013), em que o público-alvo possa interagir, mediando o conhecimento sobre os conceitos relacionados ao “eu lírico narrador”, ao “heroísmo épico” e, por fim, ao “indianismo literário”. Apresentar uma nova abordagem de ensino para graduandos e pós-graduandos, assim com também para professores de Língua Portuguesa, por meio de estratégias de leitura, de Silva e Ramalho (2007) e adaptadas para atender as expectativas de interesse do público juvenil. Recuperar a temática sobre a cultura e a população indígena, fazendo, com isso, prevalecer o estímulo pelo debate das questões étnico-raciais brasileiras e universais, sob a perspectiva crítica do “heroísmo épico” de poemas consagrados nacionalmente; Recursos Apresentação com slides projetados para o uso de hiperlinks capazes de permitir o acesso a texto, imagem, áudio e vídeo. Resultados Um debate crítico sobre as atualizações do gênero épico na poesia brasileira.

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