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  1. 1. José DiasMestre e Doutor pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade deSão Paulo, e atualmente desenvolvendo pesquisa sobre a arquitetura cênicano Brasil, o carioca José Dias, ex-aluno do Colégio Pedro II – Internato,começou sua carreira como assistente de Pernambuco de Oliveira, em 1969,ainda estudante do Instituto de Belas Artes e do Conservatório Nacional deTeatro.Na área acadêmica, é Professor Titular da Universidade Federal do Estado doRio de Janeiro (UNIRIO) e Professor Adjunto da Universidade Federal do Riode Janeiro (UFRJ). Na UNIRIO, foi Chefe do Departamento de Cenografia daEscola de Teatro (de 1974 a 1996), onde atualmente ministra curso noPrograma de Pós-Graduação em Teatro.É o primeiro Professor Titular por Concurso Público de Provas e Títulos daEscola de Teatro do Centro de Letras e Artes da Universidade do Rio deJaneiro e o primeiro Professor Titular de Cenografia por Concurso Público deProvas e Títulos no Brasil.Em 1996, escolhido em 1º lugar para Vice-Reitor em consulta à comunidade daUniversidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), nos segmentosdocentes, técnico-administrativos e discentes.Em 2000, escolhido em 1º lugar para Vice-Reitor em consulta à comunidade daUniversidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), nos segmentosdocentes, técnico-administrativos e discentes. Foi o primeiro Vice-Reitor daUNIRIO legitimamente eleito pela comunidade universitária e legalmenteempossado.Em 2004 e 2008 concorre à Reitoria da UNIRIO, obtendo o segundo lugar emconsulta à comunidade, compondo nestas duas ocasiões a lista tríplice.Como cenógrafo e figurinista, já participou de mais de 380 espetáculos, amaioria deles no Rio de Janeiro e em São Paulo, tendo alguns delesexcursionado pelo Brasil e exterior. Da qualidade desses trabalhos resultaramindicações e prêmios: para o Mambembe, em 1983, pela cenografia deBesame mucho, de Mário Prata (RJ); em 1984 (SP) e 1986 (RJ) pelacenografia de Dueto para um só, de Tom Kempinski; para prêmios
  2. 2. Mambembe e Molière, em 1987, pelo trabalho Um piano a luz da lua, dePaulo Cesar Coutinho (RJ); em 1984, recebeu o prêmio Mambembe, pelacenografia de Simon/Simon, de Isaac Chocron (RJ); em 1985, recebeu oprêmio IBEU de teatro (RJ) com a peça Este mundo é um hospício, deJoseph Kesselring; em 1989 o prêmio Molière pela arquitetura cênica de Atrágica história de Dr. Fausto, de Christopher Marlowe (RJ), convalidado pelaCongregação da Escola de Belas Artes (UFRJ) com o prêmio Medalha deOuro e Prêmio Viagem; em 1992, o prêmio Shell de melhor cenografia porseus trabalhos: Romeu e Julieta, de William Shakespeare e Comunicação auma academia, de Franz Kafka (RJ). Em 1994 o prêmio Oscarito (SATED)como melhor cenógrafo do ano no Rio de Janeiro. Indicado para os prêmiosShell no primeiro e segundo semestres de 1995- e Mambembe no primeirosemestre de 1995 (RJ).Em 1996, os prêmios Mambembe e Shell como melhor cenógrafo de 1995pela cenografia de Lima Barreto ao 3º dia, de Luis Alberto de Abreu e ÉdipoRei, de Sófocles (RJ). Em 1996, indicado para o prêmio Cultura Inglesa (RJ)com o espetáculo São Hamlet inspirado no Hamlet de William Shakespeare.No primeiro semestre de 1997, indicado para o prêmio Shell (RJ) pelacenografia de Cartas Portuguesas, de Mariana Alcoforado. Em 1997, ganhouo prêmio Mambembe com a cenografia de Divinas Palavras, de Ramon DelValle Inclán (RJ). Em 1998, indicado no primeiro semestre para o prêmioCultura Inglesa de Teatro (RJ). Em 1999 foi laureado com os prêmios:Cultura Inglesa de Teatro e Paschoalino com os espetáculos: A profissãoda Senhora Warren, de Bernard Shaw e Romeu e Julieta, uma história deamor, de Ariano Suassuna (RJ). Indicado no segundo semestre de 1999 para oprêmio Shell, com o espetáculo Bispo Jesus do Rosário – A via sacra doscontrários, de Clara Góes (RJ). Em 2002, recebeu em Fortaleza, Ceará, oprêmio Waldemar Garcia, ainda neste ano foi diplomado como ConselheiroEmérito do Conselho de Minerva da Universidade do Brasil - UFRJ, eagraciado com o Diploma de Amigo do CEP – Centro de Estudos de Pessoal– Exército Brasileiro – Ministério da Defesa. Em 2003 ganhou o Prêmio Shellpela cenografia de Teresa D’Avila, a Santa Descalça, de Fidelys Fraga (RJ) efoi agraciado com a Medalha Pedro Ernesto pela Câmara Municipal do Rio deJaneiro. Em 2004, laureado com o Título de Benemérito do Estado do Rio
  3. 3. de Janeiro pela Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. Em 2006,recebe o Título de Aluno Eminente da Congregação do Colégio Pedro II – RJ.Em 2009, agraciado com o Diploma de Amigo da ESG – Escola Superior deGuerra – Exército Brasileiro – Ministério da Defesa. Em 2009 é Laureado pelaInternational Biographical Center, de Cambridge, England, com o Título “ Top100 Educators” pelas realiazações na área das artes.Em sua passagem pela televisão, trabalhou na extinta TV Tupi (1972-1973),mas foi na TV Globo que deixou trabalhos importantes, onde esteve de 1974 a1989, sendo responsável pela cenografia dos casos especiais (O silêncio é deouro, Feliz aniversário, Ciranda cirandinha, Jorge um brasileiro, A morte ea morte de Quincas berro d’água, entre outros) e do seriado O Bem Amado.Participou também da equipe de cenógrafos de novelas (Gabriela, AEscalada, O Grito, Bravo, Saramandaia) e ocupou o cargo de CenógrafoChefe do Setor de Montagens naquela emissora, entre 1979 e 1981. Foiainda responsável pela cenografia de Casos Verdades (1985), Teletema(1986). Na linha de show, participou de Chico Total (1981) e Fantástico(1987-1989). Além do teatro e televisão é também Diretor de Arte e Cenógrafode cinema, filmes institucionais e comerciais.Durante anos, prestou assessoria técnica ao antigo INACEM (FUNARTE), nasreformas, construções e adaptações de teatro em vários estados do país. NoRio de Janeiro, foi responsável pelos projetos de reformas dos teatros: GláucioGill, Cidade, Ipanema e Sala Yan Michalski. Suas mais recentes atividadesnesta área são os projetos do teatro do Planetário da Gávea (RJ),transformando-o em arena, Teatro Miguel Falabella (Norte Shopping – RJ),Teatro do Centro Cultural do Palácio da Justiça Federal (RJ), Teatro SãoMateus (ES), Teatro Pedro Calmon (Ministério do Exército – DF), Teatro doPalácio Rio Negro (Manaus - AM), Sala Multiuso – SESC. Copacabana,Centro Cultural Solar de Botafogo (RJ), Centro Cultural Goiânia Ouro(Goiás) e Consultoria técnica para o Centro Cultural Tom Jobim (RJ).Consultoria técnica para o Teatro Oi Casa Grande – RJ. Consultor Técnicopara Caixa Cênica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Participou comodelegado na Quadrienal de Cenografia de Praga, República Tcheca em1999.

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